Aposta portuguesa na juventude rende três medalhas na Bulgária

  • SELECÇÃO NACIONAL NO EUROPEU DE SUB-23 E TAÇA DA EUROPA DE JUNIORES CONQUISTA DUAS MEDALHAS DE OURO E UMA DE BRONZE

 

A campanha nacional na Bulgária, para a Taça da Europa de Juniores e o Campeonato da Europa de sub-23 resultou na conquista de duas medalhas de ouro e uma de bronze, com os juniores Vasco Vilaça e Madalena Almeida a subirem ao degrau mais alto do pódio e Duarte Brás a alcançar o terceiro lugar.

Esta foi a segunda vitória em Taças da Europa de juniores entre outras tantas participações para Vasco Vilaça, que já havia triunfado em Quarteira, em Abril.

“Foi a minha segunda Taça da Europa da temporada e estou muito satisfeito. Pela vitória mas também por pequenos aspectos que mostram que estou a evoluir positivamente, como o facto de ter sido o primeiro a sair da água, o que foi a primeira vez que

me aconteceu numa prova deste nível”, explicou Vasco Vilaça, que vive e treina na Suécia.

No Europeu sub-23, Melanie Santos e David Luís foram os melhores portugueses, com o 7º lugar na prova feminina e o 9º na prova masculina.

Melanie, ainda na ressaca da duríssima campanha de qualificação olímpica, não escondeu alguma desilusão pelo resultado.

“O sétimo lugar é um bom resultado pois apesar de ter dado tudo para conseguir chegar às medalhas, paguei a factura do acumular de provas nos últimos meses. Vou tirar umas férias para recuperar e voltar em Setembro com toda a força”, assumiu a triatleta portuguesa.

Quanto aos restantes portugueses, na prova feminina, Helena Carvalho foi 27ª, Andreia Ferrum 28ª e Ana Ramos 33ª.

Nos homens, Pedro Gaspar foi 30º, Leonardo Nunes 34º, João Ferreira 43º e Filipe Azevedo 44º.

O presidente da Federação de Triatlo de Portugal, Fernando Feijão, que acompanhou a Selecção à Bulgária, fez um balanço “bastante positivo” da participação nacional:

“Foi bastante positivo, especialmente nos juniores, que estiveram num plano elevadíssimo, mas também nos sub-23. Não podemos esquecer que estes atletas estão numa fase decisiva do seu desenvolvimento e, mais do que os resultados, queremos expô-los a cenários competitivos cada vez mais exigentes. Precisam competir muito e falhar muito para conseguirem evoluir. Tudo isto faz parte da nossa aposta para o futuro da nossa modalidade.”