Aldeias Históricas de Portugal promovem destino turístico sustentável na FITUR

De 22 a 26 de janeiro, a Rede das Aldeias Históricas de Portugal marca presença na Feira Internacional de Turismo (FITUR), em Madrid. O objetivo é apresentar a mercados, profissionais e público geral “um destino que são 12”, com certificado BIOSPHERE DESTINATION, que se destaca pela comunhão com a natureza e contacto com a cultura e costumes locais.

Data: 17/01/2020

Entre castelos e lendas, sabores e tradições únicas, natureza em estado puro e paisagens a perder de vista, as Aldeias Históricas de Portugal são “um destino que são 12” sem igual em todo o mundo. Um território ímpar, que promove experiências únicas e adequadas a famílias ou aventureiros, amantes de História, gastronomia e enoturismo, ou viajantes em busca de tranquilidade, que a Rede vai promover à 40.ª edição da Feira Internacional de Turismo (FITUR), que decorre de 22 a 26 de janeiro em Madrid.

A cerca de 100 km de Salamanca, 200 km de Cáceres e 300 km de Madrid, as Aldeias Históricas de Portugal são um destino muito apelativo para o mercado espanhol – um dos motivos para a presença da Rede na FITUR. Mas tratando-se de uma das maiores feiras internacionais de turismo, espera-se a participação de mais de 10 mil empresas de 165 países e regiões, 150 mil profissionais e 110 mil visitantes de público geral. Deste modo, a aposta na FITUR, onde a Rede das Aldeias Históricas de Portugal estará presente com stand próprio com cerca de 30m2, no Pavilhão 4, está em linha com a estratégia de internacionalização do destino.

Apresentar um destino turístico sustentável é um dos objetivos. Distinguido com o certificado BIOSPHERE DESTINATION – o primeiro destino em rede, no mundo, e o primeiro a nível nacional a receber esta distinção –, a sustentabilidade, a preservação da natureza e dos costumes das comunidades locais são prioridades da Rede das Aldeias Históricas de Portugal.

Devido a esse compromisso, descobrir as Aldeias Históricas de Portugal a pé ou de bicicleta, numa lógica de locomoção suave, e em plena comunhão com a natureza, é um dos principais atrativos deste destino. E é muito fácil fazê-lo, graças à Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal (GR22), que liga as 12 Aldeias Históricas de Portugal num percurso circular de cerca de 600 km, com sinalética interpretativa, informativa e de orientação recentemente renovada.

De facto, a GR22 tornou-se recentemente a maior rota europeia com selo Leading Quality Trails, atribuído pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada).

A GR22 é também um convite irresistível para os aventureiros em duas rodas: homologada e classificada como Grande Travessia a nível nacional, a GR22 dispõe ao longo da sua extensão de uma rede de Centros BTT e Bikotels que garantem serviços de apoio exigidos pelos amantes de bicicletas.

O imenso território das Aldeias Históricas de Portugal envolve, ainda, 15 percursos de pequena rota (PRs), homologados e associados às 12 aldeias.

A Rede das Aldeias Históricas de Portugal vai também apresentar, na FITUR, eventos como o “Ciclo 12 em Rede – Aldeias em Festa 2020”, que todos os anos leva animação e cultura às 12 Aldeias Históricas de Portugal, assim como a nova edição “The Castles Quest”, um desafio em duas rodas que leva os amantes de “bikepacking” à conquista das Aldeias Históricas de Portugal, que este ano acontece de 23 de setembro a 3 de outubro, com início na Aldeia Histórica de Castelo Novo.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km.

As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Turismo Centro de Portugal finalista em prémios internacionais de marketing turístico

• Prémios “UK Marketing Travel Awards” vão ser atribuídos em Londres, a 9 de março.
• Entidade regional integra lista restrita na categoria “Marca Destino da Década”.

Data: 17/01/2020

O Turismo Centro de Portugal (TCP) é um dos finalistas dos “The Travel Marketing Awards”, prémios atribuídos em Inglaterra às marcas e organizações ligadas ao turismo que mais se destacam em várias categorias. O TCP integra a lista final na categoria “Destination Brand of the Decade” (“Marca Destino da Década”).

Os “The Travel Marketing Awards” definem o padrão de excelência para o marketing no setor do turismo. Instituídos em 2009, são reconhecidos como os galardões de marketing mais desejados em viagens e turismo. A cerimónia de entrega dos prémios 2020, em que serão anunciados os vencedores, acontecerá no hotel London Hilton em Park Lane, no dia 9 de março.

Cada candidatura foi avaliada por um painel de especialistas, que escolheu a lista restrita de finalistas. A categoria “Destination Brand of the Decade”, na qual o Turismo Centro de Portugal é finalista, é uma categoria especial, que acontece apenas este ano e que, segundo a organização, distingue um destino que tenha deixado uma marca indelével entre 2010 e 2019. Foram considerados destinos que tenham assistido a um crescimento notório na sua reputação, desenvolvido novos mercados, lidado com novos desafios turísticos ou aumentado significativamente o número de visitantes – fatores em que o Turismo Centro de Portugal se afirmou nos últimos dez anos.

Na sua candidatura, o TCP realçou o notável crescimento registado entre 2010 e 2019, tanto a nível das dormidas e número de visitantes, como das receitas da atividade turística – um crescimento que aconteceu a um ritmo superior à média nacional. Destacou também o grande aumento na capacidade hoteleira da região. Por outro lado, a candidatura refletiu igualmente a estratégia de marketing delineada pela Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, nomeadamente o rebranding da região turística. Estratégia essa que resultou na conquista de muitos e importantes prémios, nacionais e internacionais.

O Turismo Centro de Portugal está nomeado ao lado de marcas e organizações tão relevantes como British Airways, Catalan Tourist Board, Easyjet, Hampton by Hilton, Hotels.com, Visit Oslo, Japan National Tourism Organization, Lastminute.com, Princess Cruises ou Tourism New Zealand, entre outras.

Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, evidencia a importância dos “The Travel Marketing Awards”: “Estes prémios são dos mais importantes que existem a nível do marketing turístico. É uma honra e um privilégio para o Turismo Centro de Portugal integrar a lista restrita dos finalistas. É um sinal claro de que a estratégia desenvolvida na última década, com os resultados que todos conhecemos, é reconhecida também a nível internacional”.

Keith Cartwright, presidente do CIM Travel Group, entidade organizadora dos prémios, elogia o elevado número de participações que a competição recebeu este ano: “Houve um número tão grande de inscrições, e com uma qualidade tão alta, que os juízes tiveram um trabalho reforçado para escolher a lista de finalistas. Estamos muito orgulhosos do valor que o setor reconhece aos The Travel Marketing Awards. Parabéns a todos os finalistas”.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Christian de Oliveira sublinha candidatura olímpica com mais um bom resultado na Taça do Mundo de Snowboard

O jovem luso-descendente de 20 anos que representa Portugal conseguiu o 27º lugar na prova da Taça do Mundo de Snowbord Slalom Paralelo, em Bad Gastein, Áustria

Christian de Oliveira voltou a mostrar porque é considerado uma presença quase certa nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, classificando-se num excelente 27º lugar na prova de snowboard slalom paralelo da etapa da Taça do Mundo que decorreu em Bad Gastein, Áustria, e que foi vencida pelo italiano Daniele Bagozza.

Este resultado asseguraria, caso estivéssemos no período de qualificação olímpica, presença nos Jogos de Pequim.

Recorde-se que ainda no fim-de-semana passado, na Taça do Mundo de Scuol, Suíça, este jovem luso-descendente de 20 anos, nascido na Austrália, já tinha obtido também um 27º lugar no paralelo gigante.

Tal excelência e consistência de resultados atestam do potencial de Christian de Oliveira que, salvo algum imprevisto, deverá marcar uma presença histórica para o snowboard nacional nos Jogos de Pequim.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

RENAULT ECO PLAN: PARA UMA MOBILIDADE MAIS SUSTENTÁVEL EM PORTUGAL

Depois de 22 anos consecutivos de liderança automóvel, a Renault apresenta o ECO-Plan. Um ambicioso e inédito programa para uma mobilidade mais sustentável em Portugal, assente em cinco planos: ECO Abate, Classe Zero, ECO Charge, ECO Tour e ECO Mobility. Financiar a renovação do parque automóvel com mais de 12 anos e com isso contribuir para uma mobilidade mais sustentável e maior segurança nas estradas, isenção* do pagamento de portagens para o modelo Renault ZOE, instalação de 60 pontos de carregamento de automóveis elétricos, iniciativas de divulgação e de esclarecimento da mobilidade elétrica, bem como oferta de soluções de aluguer operacional também para clientes particulares (transversal a toda a gama Renault e Dacia de ligeiros de passageiros), são alguns dos pressupostos do revolucionário Renault ECO-Plan.

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No ano em que comemora o 40º aniversário, depois de mais de 1,5 milhões de automóveis vendidos e na sequência de 22 anos de liderança consecutiva das vendas, a Renault Portugal está empenhada em dar o seu contributo para uma mobilidade mais sustentável no país.

De que forma? Através do ECO-Plan. Um ambicioso e inédito programa que, acima de tudo, foi pensado para os clientes particulares, mas que também não esquece os clientes empresariais ou os muitos cidadãos anónimos que se interessam pelo fenómeno da mobilidade inteligente.

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O ECO-Plan faz jus à história da Renault em Portugal, sendo um programa que se subdivide em cinco planos estratégicos – ECO Abate, Classe Zero, ECO Charge, ECO Tour e ECO Mobility – genericamente contextualizados nas linhas que se seguem:

O plano ECO Abate é a aposta da Renault para a renovação do parque automóvel. A Renault Portugal (com base em estatísticas oficiais), estima que cerca de 2,5 milhões de automóveis, com mais de 12 anos, circulem no país. Automóveis que, objetivamente, já estão ultrapassados em matérias tão sensíveis como ambiente, segurança e economia.

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Plano ECO Abate para uma mobilidade mais sustentável

Mas vamos começar pelo ambiente. Desses cerca de 2,5 milhões de automóveis que existem no país, todos foram homologados de acordo com as normas Euro 2, 3 ou 4. Ou seja, com emissões poluentes muito superiores às dos automóveis atuais.

Por exemplo, um automóvel a diesel, com matrícula entre 1996 e 1999 (homologado segundo a norma Euro 2), emite, hoje, em circulação, pelo menos 16 vezes mais partículas do que um modelo equivalente atual.

Mais um exemplo: um modelo a diesel de 2000 (homologado de acordo com a norma Euro 3) emite 6,25 vezes mais NOx do que um automóvel atual do mesmo segmento.

Mas também a nível das emissões de CO2, os automóveis com mais de 12 anos são objetivamente muito mais poluentes do que os atuais. Com base em valores estimativos, a média de emissões será pelo menos de 180 g/km, contra os 130 g/km de um automóvel equivalente atual, também equipado com motor a diesel. Ou seja, ao fim de 10.000 km, um automóvel recente emite – no mínimo! – menos meia tonelada de CO2!

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Plano ECO Abate também para mais segurança

Não é só a questão ambiental que é visada pelo plano ECO Abate. Na realidade, a aposta estratégica da Renault pode revelar-se decisiva para a redução da sinistralidade em Portugal. Afinal, face às imposições atuais, a esmagadora maioria dos automóveis com mais de 12 anos não poderia hoje sequer ser comercializado. Dessas unidades, só muito poucas serão equipadas com ABS. E se falarmos do EBA (sistema de travagem de emergência) e do ESP, então o número de unidades será mesmo residual.

Ou seja, dos mais de 2,5 milhões de automóveis, com mais de 12 anos, que circulam no país, a grande maioria não tem sequer aqueles que são, hoje, os sistemas mais básicos em termos de segurança. E, nos últimos anos, tantas são as novas tecnologias que confirmam o extraordinário trabalho que tem sido desenvolvido pela indústria automóvel em matéria de segurança ativa e passiva, e que têm sido decisivas para a redução do número de vítimas resultantes de acidentes.

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Plano ECO Abate também para mais economia

Não negligenciáveis são também as questões económicas e, nesse sentido, tendo por base uma estimativa de 15% de desvalorização anual, um automóvel com 12 anos vale pouco mais do que 10% do valor com que foi adquirido. E, claro, referimo-nos a modelos que não têm o estatuto de “históricos”.

Mas também os consumos (já para não falar da manutenção) devem servir de argumento na equação de economia. Graças às novas tecnologias, é relativamente consensual que, um automóvel a diesel de hoje, em comparação com um modelo equivalente com mais de uma dúzia de anos, é capaz de reivindicar consumos de menos 1,5l/100 km. Ou seja, ao fim de 10.000 km, uma poupança de 225€.

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Plano ECO Abate com significativos incentivos financeiros

Em suma, para ajudar a tornar o ambiente mais sustentável, E as estradas nacionais mais seguras, a Renault lança o plano ECO Abate, destinado exclusivamente a clientes particulares.

Um plano que pressupõe um apoio financeiro à aquisição de automóveis novos, independentemente do modelo ou da motorização. Ou seja, um programa de incentivos que é válido para todos os Renault ligeiros de passageiros, equipados com motores gasolina, diesel, GPL, híbridos ou elétricos:

  • 3.000€ na aquisição de um Renault 100% elétrico;
  • 2.000€ na aquisição de um Renault híbrido;
  • 1.750€ na aquisição de um Renault a diesel;
  • 1.250€ na aquisição de um Renault a GPL;
  • 1.000€ na aquisição de um Renault a gasolina (exceto Twingo cujo valor é de 500€);
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Sublinhe-se que, em relação aos elétricos e híbridos, o apoio Renault é acumulável com outros valores que possam ser dados pelo Estado, bem como outras campanhas que a marca venha a desenvolver. Um plano que não prevê um limite ao número de automóveis retomados e que pressupõe o compromisso de retirar do parque circulante todas as unidades retomadas ao abrigo do programa.

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PLANO ECO ABATE TAMBÉM VÁLIDO PARA A DACIA

Com base nos mesmos pressupostos, sublinhe-se que o plano ECO Abate também é válido para a marca Dacia, mas com os seguintes apoios financeiros:

  • 800€ na aquisição de um Dacia a diesel;
  • 600€ na aquisição de um Dacia a GPL;
  • 450€ na aquisição de um Dacia a gasolina;
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CLASSE ZERO

Segundo os dados disponíveis, um automobilista gasta, pelo menos, 20€ mensais em portagens, em Portugal. Para todos os que adquirirem o Novo Renault ZOE, para além do apoio financeiro de 3.000€ previsto pelo plano ECO Abate, a Renault Portugal oferece, ainda, uma Via Verde com um carregamento no valor de 200€*. Sim, graças ao plano Classe Zero, também as autoestradas nacionais vão tornar-se mais sustentáveis.

A título de curiosidade, sublinhe-se que os 200€ de saldo de carregamento da Via Verde permitem fazer 285 percursos Lisboa-Oeiras/Oeiras-Lisboa, 222 percursos Lisboa-Vila Franca de Xira/Vila Franca de Xira-Lisboa e 74 percursos Cascais-Lisboa/Lisboa-Cascais.

No fundo, mais um importante incentivo à mobilidade sustentável, mas também um contributo para quebrar preconceitos e um claro sinal de que os automóveis elétricos não estão apenas confinados a uma utilização citadina, até face aos valores de autonomia que já reivindicam.

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ECO Charge

A pouco e pouco, graças à evolução da mobilidade elétrica, das suas tecnologias e das autonomias oferecidas, o argumento da autonomia está em desuso. Com efeito, as autonomias estão a deixar de ser a preocupação, com as dúvidas a transferirem-se para a facilidade de acesso aos pontos de carregamento.

Em Portugal, o número de pontos de carregamento, para automóveis elétricos, ronda as 2.700 posições. A Renault vai ajudar a reforçar esse número, com a montagem de 60 postos de carregamento em estabelecimentos da Rede de Concessionários de todo o país, ilhas incluídas. Postos de acesso público, todos de carga acelerada (22 kW) ou carga rápida (43 kW). E com a representatividade da sua Rede de Concessionários – a maior do país! – a Renault dá um importante contributo à mobilidade elétrica por todo o território nacional

Durante o ano de 2020, a Renault também vai alargar para 42 o número de Centros Expert Z.E., especializados em venda e assistência de automóveis 100% elétricos. Igualmente no início do ano está prevista a abertura de um centro de reparação de baterias.

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ECO Tour

A mobilidade elétrica ainda suscita dúvidas e até preconceitos. Com o objetivo de esclarecer, mas também de divulgar este no paradigma da mobilidade, o plano ECO Tour desenvolvido pela Renault Portugal assenta em duas iniciativas: indo de encontro aos portugueses, a organização de exposições em centros comerciais de 13 cidades do país, com início já em fevereiro deste ano; bem como a promoção de seminários para empresas, com as mais variadas entidades ligadas à mobilidade elétrica, parceiros da Renault e proprietários de automóveis elétricos. Seminários que vão procurar debater e esclarecer tudo o que é relacionado com a mobilidade inteligente.

As mentalidades estão a mudar e, hoje, cada vez se dá mais importância ao uso em vez da posse.

Nesse sentido, a Renault vai democratizar o acesso aos produtos de aluguer operacional para todos os modelos Renault e Dacia. Ou seja, também os clientes particulares vão passar a poder escolher uma solução de mobilidade, que lhes permita usufruir da utilização do automóvel, independentemente do segmento ou do tipo de motorização, e claro sem a obrigatoriedade da posse, e consequentemente da aquisição, do automóvel.

No fundo, facilitar o acesso à mobilidade e generalizar a todo o mercado, a solução de financiamento que é adotada pelas empresas, há vários anos.

22 ANOS CONSECUTIVOS DE LIDERANÇA RENAULT!

Em 2019, mais um capítulo da história de sucesso da Renault, em Portugal: pelo 22º ano consecutivo, a marca liderou a tabela de vendas de veículos de passageiros e de comerciais ligeiros. O Clio foi – pelo sétimo ano consecutivo! – o automóvel preferido dos portugueses, enquanto o Captur, para além da liderança entre os crossover, entrou, pela primeira vez, no top3 do ranking absoluto. Ainda no balanço de 2019, destaque, igualmente, para a Dacia, que manteve o 13º lugar das marcas mais vendidas em Portugal. Para 2020, a Renault Portugal anuncia como principais objetivos: manter a representatividade no mercado da marca Renault, atingir uma quota de mercado de cerca de 3% com a marca Dacia e, não menos importante, realizar 10% das vendas totais da marca Renault com a gama de modelos elétricos e híbridos.

Um ano em revista

A Renault assegurou, em 2019, o 22º ano consecutivo de liderança, com 37.007 unidades vendidas (incluindo passageiros e comerciais ligeiros), a que correspondeu uma quota de mercado de 14,11%. A título de curiosidade, sublinhe-se que a Renault vendeu quase o dobro da terceira marca do mercado e que apenas as vendas da Rede de Concessionários colocariam a marca Renault numa muito confortável 2ª posição do mercado (Passageiros + Comerciais Ligeiros).

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A Renault liderou de forma confortável no mercado de Veículos de Passageiros, com 12,96% de quota de mercado (29.014 automóveis vendidos) e nos Comerciais Ligeiros (7.993 unidades vendidas), com uma quota de 20,79%.

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Um ano positivo também para o Grupo Renault, na medida em que as 43.882 unidades vendidas das marcas Renault e Dacia (VP + VCL), bem como Alpine, corresponderam a uma quota de mercado de 16,72%. Um dos valores mais altos registado desde 1989, que foi o segundo ano de mercado aberto, depois de vários anos de contingentação.

Sublinhe-se que, desde a criação, em 1980, da filial Renault Portuguesa, a marca Renault liderou o mercado Português em 35 dos 40 anos de presença direta no país.

Em 2019, o mercado automóvel nacional valeu um total de 262.553 unidades (VP + VCL), um decréscimo de 2% em relação a 2018.

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Veículos de Passageiros: 7 anos de liderança Clio!

Em 2019, a Renault liderou as vendas, com uma quota de mercado de 12,96%.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Clio foi o modelo líder de vendas em Portugal, com um total de 10.649 unidades vendidas. Um resultado ainda mais de assinalar, tendo em conta que foi o último ano de vida da quarta geração, que, desde que foi lançada (em 2013), foi sempre o automóvel preferido dos portugueses.

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Mas o Clio não foi o único modelo posicionado nos primeiros lugares da tabela de vendas. Apesar de ser o último ano de vida da primeira geração do Captur, o modelo chegou, com 7.370 unidades vendidas, pela primeira vez, ao Top 3 das vendas em Portugal e como o crossover preferido dos portugueses!

A forte presença da Renault, a par da adequação da gama às expectativas e necessidades do cliente português, seja em tecnologia, equipamentos, mas também na excelente relação produto/qualidade/preço, foram pilares do sucesso da marca no mercado.

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Comerciais ligeiros: Um ano histórico de liderança

Também no mercado de Comerciais Ligeiros a Renault foi líder em 2019, com 7.993 unidades vendidas, a que correspondeu a quota de mercado de 20,79%, uma das melhores de toda a história da marca em Portugal. O Clio Société foi o líder do segmento nos derivados de passageiros, enquanto o Trafic e o Master foram os líderes nos segmentos respetivos. Uma referência, ainda, para o Kangoo Z.E., líder entre os Comerciais Ligeiros elétricos, com mais de 60% de quota de mercado.

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Dacia: mais um ano de afirmação

A Dacia teve, em 2019, mais um ano de afirmação no mercado nacional.
Com 6.851 unidades vendidas, (6.548 automóveis de passageiros e 303 comerciais ligeiros), a Dacia igualou, pelo segundo ano consecutivo, a quota de mercado recorde, alcançada em 2017, de 2,6%. Números que permitiram manter a 13ª posição no “ranking” das marcas mais vendidas em Portugal. Por curiosidade, sublinhe-se que, em relação a 2018, foram comercializadas mais… duas unidades.

Através das transferências de propriedade, é possível concluir que a Dacia está no Top 5 das marcas que mais vendem, em Portugal, a clientes particulares! Um verdadeiro fenómeno de popularidade e de vendas é o Dacia Duster que, no segmento mais “combativo” do mercado (SUV/Crossovers do segmento C), obteve o 5º lugar nas vendas.
Sustentada por uma gama fiável, um posicionamento de preço sem concorrência, bem como a “generosidade” da marca, que claramente oferece muito por um valor reduzido, a Dacia tem tudo para continuar a ser um caso de sucesso também em Portugal.

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Alpine: 38 unidades já circulam em Portugal

Já o exclusivo Alpine A110 vendeu 24 unidades em Portugal, mais 10 do que as comercializadas em 2018.

Ambições do Grupo Renault em 2020: líder em todas as frentes

Para 2020, as marcas Renault, Dacia e Alpine pretendem manter a representatividade no país, num mercado que se estima voltará a valer cerca de 260.000 unidades, entre veículos de passageiros e veículos comerciais ligeiros.

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Como sublinha Fabrice Crevola, administrador-delegado da Renault Portugal, “2019 foi um ano marcado por grandes desafios e por lançamentos muito importantes, como os novos Clio e ZOE. Mas num mercado cada vez mais competitivo, a Renault conquistou mais uma proeza: 22 anos consecutivos de liderança! Um feito notável, com a marca a voltar a liderar, tanto nos automóveis de passageiros, como nos comerciais ligeiros. Um resultado que, sem dúvida, premeia o profissionalismo de todos aqueles que trabalham para o Grupo Renault, mas também para a Rede de Concessionários!”

Em relação a 2020, Fabrice Crevola admite que “será um ano ainda mais desafiante, devido aos condicionalismos associados ao CAFE (Corporate Average Fuel Economy), que obriga as marcas a respeitarem um limite máximo de emissões de CO2 na gama que vendem na Europa. Este será, sem dúvida, o maior desafio que temos pela frente, mas com a certeza de que tanto a marca, como a Renault Portugal, estão determinadas em cumprir com os objetivos do programa.”

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No entanto, como sublinha o administrador-delegado da Renault Portugal, “pelo compromisso que tem para com os portugueses, mas também pelo estatuto de líder, a Renault vai continuar a comercializar a mesma gama e vai reforçar a aposta estratégica nos modelos elétricos, um mercado no qual a marca é absolutamente pioneira. Para além disso, também vai introduzir novas motorizações híbridas nos modelos de maior volume de vendas.”
“Para 2020, manter a representatividade da marca Renault no mercado Português e realizar, pelo menos 10% das vendas totais com modelos elétricos e híbridos, são os objetivos que fixámos para a marca Renault” afirma Fabrice Crevola.

Em relação à Dacia, Fabrice Crevola assume que “a marca Dacia tem a sua posição no mercado consolidada, mas acreditamos que tem potencial para crescer. Em 2020 fixámos como objetivo atingir, pela primeira, vez, 3% de quota de mercado com a Dacia”.

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Plano de lançamentos 2020

O ano de 2020 vai ser pródigo em novidades para a Renault. O mês de janeiro é marcado pela chegada à Rede de Concessionários da segunda geração do Renault Captur. Dentro de meses, uma motorização híbrida também chegará ao crossover preferido dos portugueses, assim como aos modelos Clio e Mégane. Já as gamas Talisman e Espace serão alvo de renovação; enquanto a oferta da gama GPL estender-se-á aos modelos Clio e Captur, bem como a toda a gama Dacia.

Não menos importante, o ano de 2020 ficará marcado pelo alargamento da oferta de automóveis elétricos, tal como anunciado no plano estratégico Drive the Future, que prevê a comercialização de oito modelos elétricos entre 2017 e 2022.

Turismo no Centro de Portugal cresceu 12,4% em novembro

• Portugueses estão rendidos ao Centro de Portugal: visitantes nacionais aumentaram 16 por cento.
• Atividade turística na região subiu quase o dobro da média nacional.

Data: 15-01-20

A atividade turística no Centro de Portugal registou um crescimento muito acima da média nacional em novembro de 2019. Segundo os resultados preliminares da atividade turística nesse mês, publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o aumento da procura pela região não dá sinais de abrandar. Pelo contrário, o Centro de Portugal é um destino cada vez mais preferencial para os turistas.

O INE revela que, em novembro de 2019, o total de dormidas na região cresceu 12,4%, em comparação com novembro de 2018. Uma subida notável, tendo em conta que, no mesmo período, as dormidas no país aumentaram em média 7,2%. Ou seja, a procura do Centro de Portugal subiu quase o dobro da média nacional. Além do Centro de Portugal, o aumento de dormidas em novembro foi também expressivo no Alentejo (14,1%) e inferior nas restantes regiões: Porto e Norte (11,2%), Açores (9,3%), Lisboa (7,9%), Algarve (7,8%) e, em particular, a Madeira, onde a procura diminuiu -6,3%.

No total, contabilizaram-se 455.534 dormidas em novembro no Centro de Portugal, mais 50,4 mil do que no mesmo mês do ano anterior, que tinha registado 405.111 dormidas. Em novembro de 2017, tinham-se verificado 368.111 dormidas e no mesmo mês de 2016 foram 294.148. A espiral de crescimento é evidente.

Esta subida foi motivada, em grande parte, pelos visitantes internos, oriundos de outras regiões do país. De facto, entre novembro de 2018 e novembro de 2019, as dormidas de visitantes nacionais aumentaram 16%, para 287.538 (tinham sido 247.880 em novembro de 2018). Comparativamente, a média nacional de crescimento de dormidas de visitantes internos foi de 4,2%.

A procura do Centro de Portugal por parte de cidadãos estrangeiros também continua a crescer de forma sustentada, embora a um ritmo inferior. Em novembro de 2019, registaram-se na região 167.996 dormidas de visitantes internacionais, mais 6,8% que em novembro de 2018.

Considerando os dados acumulados do ano, no período janeiro-novembro de 2019, o Centro de Portugal apresenta uma subida de 4,7% nas dormidas, em comparação com o mesmo período de 2018.

“Os números hoje conhecidos comprovam que os portugueses estão rendidos aos encantos do Centro de Portugal. O crescimento da procura da região por parte de visitantes internos é uma realidade cada vez mais visível e importante, o que mostra que a estratégia de promoção que tem sido implementada é a mais correta”, sublinha Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal. “Os dados de novembro acentuam a convicção de que 2019 foi um ano particularmente positivo para a atividade turística na região e deixam antever que o ciclo de crescimento não dá sinais de abrandamento”, acrescenta.

Os restantes indicadores registados pelo INE são também muito positivos para o Centro de Portugal. É o caso do total de hóspedes, que entre os dois meses de novembro subiu de forma impressionante: 15,1%, para 277.666.

O notável crescimento nas dormidas e nos hóspedes reflete-se, naturalmente, de forma muito positiva nas receitas. Em novembro de 2019, registou-se um crescimento nos proveitos totais da atividade turística no Centro de Portugal, em comparação com novembro de 2018: os proveitos subiram 13,6% e ultrapassaram os 21,7 milhões de euros. Se analisarmos os meses de janeiro a novembro, há um crescimento de 6,5% nos proveitos totais. Dados muito satisfatórios para os empresários que investem no turismo da região.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Termas Centro oferece grande espetáculo de jazz nas Caldas da Rainha

Termas Centro oferece grande espetáculo de jazz nas Caldas da Rainha

• Iniciativa é de entrada livre e vai recriar magia dos anos 20 em Nova Orleães.
• Evento está inserido no ciclo de animação “Viva Termas Centro”.

Data: 15/01/2019

Quem é apreciador de música, e em particular de jazz, tem um excelente motivo para visitar as Caldas da Rainha no próximo dia 1 de fevereiro. Nesse sábado, pelas 21h30, a rede Termas Centro oferece um fantástico espetáculo jazzístico no Grande Auditório do Centro Cultural e Congressos, principal sala da cidade termal. A entrada é livre.

O espetáculo, intitulado “Amazing Termas Centro Vintage Jazz Show”, é da autoria da banda Cottas Club Jazz Band. Em palco estarão 10 artistas, que recriarão a alegria do espírito Dixieland e a magia dos anos 20 em Nova Orleães.

Os Cottas Club Jazz Band surgiram em 2003 e estão focados no Jazz Dixieland, aquele que surgiu nos anos 20 do século passado, na cidade-berço do jazz, Nova Orleães, nos Estados Unidos. O conceito reflete-se no instrumental da banda, que vai desde o cornetim, o trombone e o clarinete, ao saxofone, banjo, sousafone e washboard. A animação que complementa as interpretações musicais é um dos traços distintivos da banda.

No caso específico do “Amazing Termas Centro Vintage Jazz Show”, a banda propõe uma viagem com 100 anos. O imaginário é a de uma companhia artística que parte para o mundo a partir de Nova Orleães dos anos 20. De passagem por Portugal, decide experimentar as Termas Centro, deixando-se encantar pela cidade termal das Caldas da Rainha. Está prometido um espetáculo memorável, único e bem-disposto.

Embora a entrada seja gratuita, é aconselhável fazer reserva prévia para o endereço de e-mail animacao@termascentro.pt ou para o telefone 913 981 387.

Muitos espetáculos em agenda nas Termas Centro

Esta iniciativa marca o início de uma série de espetáculos de jazz nas várias estâncias termais da rede Termas Centro. O espetáculo de abertura e o de encerramento, que acontecerá em 2021, serão os maiores. Os restantes, designados de “Termas Centro Vintage Jazz Tour”, irão ser realizados num contexto de rua, com 5 a 7 músicos.

O “Termas Centro Vintage Jazz Tour” está inserido no ciclo de eventos de animação “Viva Termas Centro”, iniciativa que irá levar ações e eventos diversificados às estâncias termais durante os anos de 2020 e 2021.

As ações do “Viva Termas Centro” programadas para os próximos dois anos são variadas, indo ao encontro dos interesses e gostos de diferentes gerações de aquistas. “Dança com as Termas”, um circuito de dança nas estâncias termais; “O Teatro nas Termas”, espetáculos de teatro distribuídos pelas estâncias, em colaboração com várias companhias de teatro sediadas na região; “Poesia com Melodia”, musicalização de poemas de poetas portugueses contemporâneos; e “Story Telling nas Termas”, atividade dirigida aos mais novos, com ateliês que sensibilizam os participantes para a salvaguarda da água termal, são os destaques a nível cultural.

Mas há mais. O “Viva Termas Centro” propõe igualmente a descoberta do território e do património, através das ações “Atividades ao Ar Livre”, de valorização dos circuitos pedestres, com exercício físico acompanhado por um animador; “Rede de Geocaching”, caças ao tesouro que irão permitir a exploração do património natural e cultural envolvente das termas; “Concurso de Fotografia: Vida nas Termas”, em que se pretende estimular visitantes e locais a fotografarem as localidades termais; e “Termas Centro Classic Cars”, passeios de carros clássicos nos territórios das termas.

São também sugeridas novas experiências, através das ações “Showcooking”, com a direção de chefs de cozinha reconhecidos; “Funny Cook”, que tem como objetivo sensibilizar as famílias para a importância de uma alimentação saudável, desafiando as crianças a preparar snacks saudáveis de forma divertida, com produtos naturais e endógenos; “Arte Para a Infância”, conjunto de workshops e experiências culturais para famílias; “Termas em Movimento”, ação que visa estimular o físico e o cognitivo entre públicos intergeracionais; “Torneios nas Termas”, torneios desportivos não federados nos territórios das Termas; e o “Banho Santo”, iniciativa que tenciona renovar uma tradição antiga em cada uma das estâncias termais, aliando‐a a um conjunto de atividades culturais e visitas aos balneários.

Sobre as Termas Centro:

A rede Termas Centro, cujo promotor líder é a Associação das Termas de Portugal – Delegação Centro – é um projeto cofinanciado pelos programas operacionais Centro 2020, Portugal 2020 e pela União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito da Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE (Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos).

As estâncias termais que integram o projeto são: Termas de Alcafache, Termas de Almeida – Fonte Santa, Termas de Águas – Penamacor, Caldas da Felgueira, Caldas da Rainha, Termas do Carvalhal, Termas da Curia, Termas do Cró, Termas da Ladeira de Envendos, Termas de Longroiva, Termas de Luso, Termas de Manteigas, Termas de Monfortinho, Termas da Piedade, Termas de Sangemil, Termas de S. Pedro do Sul, Termas de Unhais da Serra, Termas de Vale da Mó e Termas do Vimeiro.

“Imagina um Tesouro”: livro que mostra aos mais novos o Património Mundial no Centro de Portugal foi apresentado no Mosteiro de Alcobaça

“Imagina um Tesouro”: livro que mostra aos mais novos o Património Mundial no Centro de Portugal foi apresentado no Mosteiro de Alcobaça

• Livro vai ser distribuído no contexto de visitas escolares aos monumentos.

Data: 14/01/2020

O Dormitório do Mosteiro de Alcobaça foi hoje um palco privilegiado para a apresentação do livro “Imagina um Tesouro – quatro lugares que vais guardar como um tesouro”. Este projeto editorial surge no âmbito da operação Lugares Património Mundial do Centro de Portugal e propõe uma viagem de descoberta pelos quatro lugares classificados pela UNESCO como Património da Humanidade no Centro de Portugal: Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro da Batalha, Convento de Cristo e Universidade de Coimbra, Alta e Sofia.

A obra foi desenvolvida pela editora Planeta Tangerina e contou com a colaboração dos serviços educativos dos quatro lugares Património da Humanidade. O objetivo principal é auxiliar a experiência turística dos públicos escolares e famílias na visitação aos quatro espaços, de uma forma divertida e cheia de curiosidades. O livro vai ser distribuído no contexto de visitas escolares aos monumentos.

A apresentação contou com a presença de Pedro Machado, Presidente do Turismo Centro de Portugal, Paulo Inácio, Presidente da Câmara de Alcobaça, Bernardo Campos, representante da CCDRC, e as coordenadoras do projeto editorial educativo ‘’Imagina um tesouro – Quatro Lugares que vais guardar como um tesouro’’, Isabel Minhós e Maria Manuel Pedrosa.

Na ocasião, Paulo Inácio elogiou os méritos da operação Lugares Património Mundial do Centro, promovida pelo Turismo Centro de Portugal, pelos municípios de Alcobaça, Batalha, Coimbra e Tomar e pela Universidade de Coimbra. “É um projeto que tem dado frutos e que devemos continuar a apoiar e acarinhar”, sublinhou o autarca.

No mesmo sentido, Bernardo Campos frisou uma mudança de paradigma na forma como Portugal trata os seus monumentos. “Nem sempre tratámos bem os muitos espaços notáveis que os nossos antepassados nos deixaram. Felizmente, agora estamos a fazer ao contrário: estamos a tratar bem não só daquilo que é nosso mas que é de todos. É essa a nossa responsabilidade”, declarou.

Pedro Machado destacou o facto de o património ser “um dos produtos turísticos que mais tem contribuído para aumentar a atratividade da região Centro de Portugal”, com reflexos no aumento de visitantes que se verifica ano após ano. “E já que somos capazes de captar tantos turistas, podemos também captar novos públicos. Este livro segue esse caminho, ao induzir as visitas à região, com uma nova abordagem ao património. É sempre possível continuar a surpreender no património”, disse. “Todos temos a obrigação de deixar o património melhor do que encontrámos”, acrescentou.

Por parte das autoras do livro, que apresentaram a obra, Isabel Minhós realçou que “este livro pode ser uma boa porta de entrada para os mais novos conhecerem a História de Portugal”. E fá-lo de forma criativa: a estrutura do livro inclui vários blocos que estimulam a imaginação, casos de “Tudo começou assim”, “Um Tesouro chega até nos”, “Consegues imaginar?”, “Observa” ou “Curiosidades”.

Esperança Olímpica Manuel Ramos em grande destaque no Slalom Gigante dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno

Jovem de 17 anos, oriundo da Covilhã, classificou-se em 47º lugar (em 77 esquiadores) na prova de Slalom Gigante dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno que decorrem em Lausanne, Suíça

Manuel Ramos, de apenas 17 anos, deu hoje mais um passo importante na sua carreira de esquiador e esperança olímpica nacional, já para os Jogos de Inverno de Pequim 2022, ao classificar-se em 47º lugar da prova de Slalom Gigante.

O jovem esquiador da Covilhã foi o 54º mais rápido na primeira manga e 47º na segunda manga, atingindo o objetivo inicialmente proposto do “top 50”.

“Na primeira manga estava um pouco nervoso e fui mais conservador”, assumiu Manuel Ramos, acusando alguma pressão pela dimensão e importância deste evento olímpico, acrescentando: “Na segunda manga, o traçado era parecido e as condições eram boas pelo que arrisquei mais e subi sete posições. Dentro da comitiva já tínhamos definido uma expectativa dentro do ‘top 50’ pelo que atingi os objetivos e, sobretudo, ganhei experiência, pelo que o balanço é positivo.”

Experiência que soma para o sonho de Pequim 2022… “O meu grande objetivo é a qualificação para 2022 e é a pensar nisso que vou participar nas próximas provas. Em Março tenho os Mundiais Júnior na Noruega e para o ano os campeonatos do Mundo júnior e sénior, mas o que quero, acima de tudo, é tentar chegar aos mínimos olímpicos esta temporada”, avança este jovem talento, produto dos programas de formação da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI).

Esse é, aliás, um aspeto sublinhado pelo presidente da FDI, Pedro Farromba: “O Manuel é um jovem que começou a sua carreira nos programas que a FDI tem levado a cabo ao longo dos anos. Fez todo o caminho de formação e é uma alegria vê-lo competir e ver a sua margem de progressão a caminho, esperamos, dos Jogos Olímpicos de 2022.”
Amanhã, Portugal termina a sua participação nestes Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno, com Manuel Ramos e Vanina Oliveira a competirem nas provas de Slalom.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

Snowboarder português Christian de Oliveira consegue resultado na Taça do Mundo que faz sonhar com Jogos de Pequim 2022

  • Snowboarder de 20 anos foi 27º na Taça do Mundo de Snowboard alpino em Scuol (Suíça), resultado que o coloca na zona de qualificação para os próximos Olímpicos de Inverno

Christian de Oliveira, de 20 anos, logrou, hoje, na Taça do Mundo de Snowboard Alpino, em Scuol, Suíça, o seu melhor resultado de sempre, o 27º lugar. Classificação que, se obtida no período de qualificação para os Jogos Olímpicos de Inverno — janela temporal que começa na segunda metade de 2020 e se prolonga até final de 2021—, garantiria uma presença em Pequim 2022.

Christian, snowboarder lusodescendente que divide o tempo entre a Austrália, onde estuda, e a Áustria, congratulou-se com este resultado de grande significado para o próprio e para o snowboard nacional: “Foi incrível conseguir finalmente entrar no ‘top 30’. É muito gratificante ver todo o trabalho duro e o apoio que tenho tido de Portugal darem frutos.”

O snowboarder nacional acrescentou, ainda, a respeito da sua campanha olímpica: “Esta classificação no ‘Top 30’ ajuda-me a perceber que existe uma real possibilidade de qualificação olímpica para os Jogos de 2022, em Pequim. É uma motivação muito grande e uma amostra do que pode ser o meu futuro na modalidade.”

Christian de Oliveira volta a competir numa prova de Taça do Mundo, no próximo dia 14, em Bad Gastein, Áustria.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.