Filme promocional do Nissan LEAF4Trees vence prémio em festival internacional

  • Programa que vai ajudar a replantar o Pinhal de Leiria convenceu os jurados e ganhou o 1.º Prémio na categoria Responsabilidade Social;
  • O programa LEAF4Trees duplicará o impacto ambiental positivo dos clientes nacionais de automóveis 100% elétricos da Nissan;
  • O programa nasceu de um desafio do Turismo Centro de Portugal, na sequência dos incêndios de 2017 e conta com o apoio da Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural e do ICNF.

Porto Salvo, 02 de novembro de 2018 – O filme “Nissan LEAF4Trees”, produzido pela Slideshow para a Nissan Portugal, foi um dos grandes vencedores do ART&TUR, Festival Internacional de Cinema de Turismo. O filme foi distinguido com o 1.º Prémio na categoria Responsabilidade Social, numa cerimónia que decorreu em Leiria.

O “Nissan LEAF4Trees”, com a duração de um minuto e meio, foi concebido para ilustrar o programa com o mesmo nome, que nasceu de um desafio do Turismo Centro de Portugal. A iniciativa consiste em plantar no Pinhal de Leiria, numa zona profundamente afetada pelos incêndios de 2017, um número de árvores correspondente ao CO2 poupado, entre 1 de abril de 2017 e 30 de junho de 2018, pelos proprietários nacionais dos veículos elétricos Nissan LEAF e Nissan e-NV200.

Uma contabilização que já foi feita… Com efeito, ao utilizarem automóveis de Zero Emissões, os clientes portugueses da Nissan evitaram, nos 15 meses de duração do programa, a emissão de 2,231 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) – uma vantagem para o planeta que a Nissan Portugal vai duplicar no âmbito do projeto LEAF4Trees. É que, além deste benefício ambiental, vai ser plantado um número equivalente de árvores, calculado com base no CO2 total poupado pelos automóveis. Contas feitas, serão 159.451 as árvores que devolverão uma importante área verde ao Pinhal de Leiria.

Ou seja, os automóveis zero emissões da Nissan que circularam em Portugal durante os 15 meses do programa registaram um impacto positivo sobre o ambiente equivalente ao “trabalho” de 160 mil árvores. O impacto positivo sobre o ambiente e o bem-estar do planeta é inegável.

A iniciativa LEAF4Trees conta com o apoio do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e da Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural e obviamente do Turismo Centro de Portugal.

O filme premiado, realizado pela Slideshow para a Nissan Portugal, pode ser visto em https://goo.gl/tEs7x1.

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Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 36 pontos de venda e 40 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, pickups, veículos comerciais e automóveis de alta performance, quer com motorizações de combustão, quer totalmente elétricas. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2017, 14.553 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,5% e um crescimento de 17% em relação ao ano anterior.

Sobre o Turismo Centro de Portugal

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias – sem esquecer a gastronomia e os vinhos de eleição.

Sobre o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. é um instituto público que tem como principal missão propor, acompanhar e assegurar a execução das políticas de conservação da natureza e das florestas. Entre os seus objetivos, está a conservação, a utilização sustentável, a valorização, a fruição e o reconhecimento público do património natural, promovendo o desenvolvimento sustentável dos espaços florestais e dos recursos associados. Fomentar a competitividade das fileiras florestais, assegurar a prevenção estrutural no quadro do planeamento e atuação concertados no domínio da defesa da floresta e dos recursos cinegéticos e aquícolas das águas interiores e outros diretamente associados à floresta e às atividades silvícolas são as suas principais vertentes de atuação.

Sobre a Slideshow

A Slideshow é uma empresa multimédia, com foco nas áreas de vídeo e fotografia. Desenvolve o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro recorrendo às mais recentes tecnologias e a uma equipa de profissionais especializados na área da comunicação audiovisual.

A produção da empresa destina-se ao mercado empresarial e institucional, desenvolvendo conteúdos originais adequados ao contexto de cada cliente.

A Slideshow já ganhou dezenas de prémios nacionais e internacionais, com destaque o 3º lugar no ranking mundial do CIFFT (2017).

Descoberta há 600 anos, Porto Santo dá agora passo para ser a primeira «ilha inteligente» do planeta, com a gama de elétricos da Renault

Com a introdução de 20 Renault elétricos e com a montagem de outros tantos postos de carregamento, Porto Santo dá passo para ser a primeira “ilha inteligente” do planeta. Quatorze unidades do Renault ZOE e seis do Renault Kangoo Z.E. foram distribuídas por entidades públicas, empresas privadas e famílias voluntárias. O programa “Porto Santo Sustentável – Smart Fossil Free Island” tem como objetivo terminar com a dependência dos combustíveis fósseis.

Seiscentos anos depois de ter sido descoberta por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, a ilha de Porto Santo viveu, hoje, um momento histórico. No terreno foi dado o primeiro passo para que o território rompa com a dependência dos combustíveis fósseis, com o objetivo de, assim, tornar-se na primeira “ilha inteligente” à escala do planeta.

Com efeito, semanas depois de ter sido anunciado o “Porto Santo Sustentável – Smart Fossil Free Island”, um ambicioso e inovador programa lançado pela EEM – Empresa de Eletricidade da Madeira, S.A. (EEM) e o Grupo Renault, foram entregues 20 viaturas Renault elétricas e foram inaugurados outros tantos postos de carregamento, em diversos pontos da ilha.

Renault decisiva para o primeiro ecossistema elétrico inteligente

Na cerimónia de entrega de 14 Renault ZOE e de seis Renault Kangoo Z.E. a entidades públicas, empresas privadas e famílias voluntárias, o francês Eric Feunteun, Diretor do Programa de Veículos Elétricos e New Business do Grupo Renault, sublinhou: «Estamos muito satisfeitos com esta associação com a EEM e com o Governo Regional da Madeira para o desenvolvimento deste inédito ecossistema elétrico inteligente. Um projeto que demonstra que, para além dos transportes, a revolução elétrica vai mudar o nosso quotidiano. O nosso objetivo é o de construirmos um modelo reproduzível noutras ilhas, cidades ou bairros… sempre com o mesmo espírito e a mesma vocação; implementar, em larga escala, soluções de mobilidade elétrica ao alcance de todos.»

Foi com entusiasmo que entidades públicas (como a Polícia de Segurança Pública), empresas privadas (como taxistas), mas também famílias voluntárias de Porto Santo receberam os primeiros automóveis elétricos previstos para a fase de arranque do projeto: 14 Renault ZOE e seis Renault Kangoo Z.E.. Afinal, eles são os pioneiros do “Porto Santo Sustentável – Smart Fossil Free Island”. Um inovador programa que tem como objetivo garantir a descarbonização da ilha.

Porto Santo quer romper com dependência do petróleo

Com várias etapas de permeio, o projeto prevê que, um dia, o parque circulante de Porto Santo seja constituído por cerca de um milhar de automóveis elétricos. Nessas circunstâncias, a ilha pode conquistar o estatuto de território sem combustíveis fósseis e emissões quase nulas de dióxido de carbono, com tudo o que isso implica de positivo em termos de sustentabilidade ambiental, social e económica. Ou seja, mais qualidade de vida e uma mais eficaz gestão dos recursos naturais existentes. Mas, nessa altura, também está previsto que cerca de 80 por cento da produção de energia não dependa dos combustíveis fósseis.

A importância dos carregamentos inteligentes

As primeiras duas dezenas de viaturas zero emissões alocadas ao projeto vão servir as diferentes necessidades do quotidiano dos seus utilizadores. Para cada uma das unidades está associado um posto de carregamento instalado pela EEM.

Numa fase posterior, estes automóveis vão ser capazes de fazer carregamentos inteligentes. Ou seja, só vão carregar à máxima potência quando a disponibilidade de eletricidade for superior às necessidades, como por exemplo, nos picos de produção das fontes renováveis.

Mas carregamentos inteligentes também serão sinónimo de carregamentos reversíveis (Vehicle-to-grid). Nestas condições, os automóveis serão capazes de injetar eletricidade na rede aquando dos picos de consumo ou “simplesmente” funcionar como unidades de armazenamento temporário de energia.

Numa terceira fase, as baterias, em segunda vida, originárias da gama elétrica da Renault, irão armazenar a energia, por definição intermitente, produzida pelas centrais solares e eólicas da ilha do Porto Santo. Esta energia armazenada será restituída à rede quando tal for necessário. O Grupo Renault demonstra assim, pela primeira vez, que é possível reutilizar as baterias, em segunda vida, em benefício de um ecossistema local.

O compromisso do Governo Regional da Madeira

Também presente na cerimónia de entrega das primeiras viaturas, que decorreu em Porto Santo, Pedro Calado, Vice-Presidente do Governo Regional da Madeira, destacou que “este projeto inovador e estratégico para a Região Autónoma da Madeira, visa a criação de uma solução de mobilidade sustentável a partir do desenvolvimento de um ecossistema elétrico na ilha do Porto Santo. O programa ambicioso que tem vindo a ser desenvolvido pelo Governo Regional da Madeira, através da Empresa de Eletricidade da Madeira, S.A. (EEM) e em parceria com a empresa Renault, S.A., tem por objetivo tornar a Ilha do Porto Santo num território europeu sem combustíveis fósseis e emissões quase nulas de dióxido de carbono, visando garantir, a médio e longo prazos, a sua sustentabilidade ambiental, social e económica e, em simultâneo, criar um fator diferenciador para a ilha”.

Programa pode ser implementado também na ilha da Madeira

Semanas depois das assinaturas dos protocolos, está assim dado no terreno o primeiro passo para que Porto Santo adquira o estatuto de primeira “Ilha Inteligente” do planeta. E “apenas” por recorrer aos automóveis elétricos da Renault, à segunda vida das baterias, ao carregamento inteligente e à reversão do carregamento (V2G), para ser energeticamente independente e estimular a produção de energias renováveis.

Um programa que, no futuro, a EEM e o Grupo Renault admitem implementar também na ilha da Madeira.

O compromisso da Renault para a mobilidade sustentável

Um projeto que ilustra o compromisso do grupo Renault no estabelecimento de parcerias públicas e privadas que visem a criação de soluções de mobilidade sustentável ao alcance de todos, em linha com a estratégia do grupo, que pretende ser um ator incontornável no desenvolvimento de ecossistemas elétricos e um fornecedor de soluções inteligentes de mobilidade para as cidades do futuro.

Para a conceção deste ecossistema, o Grupo Renault utilizará os seus automóveis elétricos, que são uma referência no mercado Europeu, mas também recorrerá a soluções tecnológicas testadas e comprovadas.

Enquanto grupo pioneiro e líder da mobilidade elétrica na Europa, o Grupo Renault vai para além do seu papel de construtor automóvel, tornando-se num ator de todo o ecossistema elétrico e energético, com a ajuda dos seus parceiros. No quadro do projeto de Porto Santo, o Grupo Renault está associado a outros relevantes atores do setor da energia: Bouygues Energies et Services, The Mobility House e ABB.

ATELIER DO CARACTERE JUNTA TURISMO CENTRO DE PORTUGAL E NISSAN PORTUGAL NUMA PARCERIA INÉDITA

 

·         Programa LEAF4Trees prevê que, só por viajarem, os proprietários dos veículos elétricos da Nissan ajudem a replantar árvores em áreas destruídas pelos incêndios.

·         Previsões são de que, pelo menos, 150 mil árvores sejam plantadas ao abrigo desta parceria

 

 

A agência de comunicação Atelier do Caractere juntou dois dos seus clientes – o Turismo Centro de Portugal e a Nissan Portugal – numa ação de comunicação inédita em Portugal: um programa, designado LEAF4Trees, que tem como âmbito a reflorestação de territórios do Centro de Portugal atingidos pelos incêndios de 2017.

 

A ideia e o conceito do programa partiram do Atelier do Caractere e contaram com a adesão entusiástica dos dois parceiros. O protocolo que lança o LEAF4Trees foi anunciado e assinado no decorrer da 2.ª edição do Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente.

 

A ideia

 

A região Centro de Portugal foi atingida no seu coração pelos trágicos incêndios do ano passado. Perante essa realidade, e com os olhos postos no futuro, o Atelier do Caractere desafiou o Turismo Centro de Portugal e a Nissan Portugal a avançarem para uma ambiciosa ação de reflorestação.

 

O conceito

 

O resultado da iniciativa é o programa LEAF4Trees. Este pressupõe a plantação de árvores no Centro de Portugal, em função dos quilómetros percorridos pelos proprietários nacionais dos modelos 100% elétricos Nissan LEAF e e-NV200, entre abril de 2017 e junho deste ano.

 

Como não emitem gases de escape, os veículos Nissan 100% elétricos que circulam, atualmente, em Portugal, evitam emissões anuais de dióxido de carbono equivalentes ao que teria de ser compensado por cerca de 150 mil árvores. Com o LEAF4Trees, a Nissan Portugal assume o compromisso de duplicar esse efeito, plantando no Centro de Portugal o número total de árvores que os clientes Nissan de veículos elétricos “pouparam” desde abril de 2017 e evitarão até junho de 2018.

 

Com esta ação, o Atelier do Caractere aposta no reforço das sinergias entre os seus clientes, em iniciativas que incrementam a visibilidade e notoriedade de todos os envolvidos. E, neste caso em particular, com a capacidade de se traduzir numa ação em prol de uma região onde a tragédia recentemente bateu à porta.

 

A agência de comunicação de serviços globais, Atelier do Caractere, é especializada em assessoria de imprensa, gestão de redes sociais, produção de conteúdos, fotografia e ações de ativação de marca. Para além do Turismo Centro Portugal e Nissan Portugal, a carteira de clientes engloba projetos como a AdegaMãe, Alpine Portugal, Carlos Queiroz (treinador de futebol), Carlos Sousa (piloto), Carlos Queiroz (treinador de futebol), Dacia Portugal, Douro Film Harvest, Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, Fundação do Desporto, Grupo Petrotec, GSD Dental Clinics, Herdade de Mujadarem, Instituto Português de Fotografia, Renault Portugal, Riberalves Portugal e Sociedade Comercial C. Santos.

Para mais informações

Marco Barbosa

+351 91 734 57 44

marcobarbosa@atelierdocaractere.pt 

Condução autónoma está ao virar da esquina e prestes a mudar o nosso modo de vida

  • Automóveis 100% elétricos vão dominar as estradas nos próximos anos e Portugal posiciona-se para tirar partido desta oportunidade;
  • Condução autónoma está ao virar da esquina e a legislação tem um grande desafio, para se preparar a tempo para esta revolução tecnológica;
  • Fórum promovido pela Nissan Portugal abriu um novo capítulo na história da Mobilidade Inteligente em Portugal.

 

A mobilidade elétrica vai dominar as estradas nos próximos anos. E isso representa, também, uma enorme oportunidade para Portugal, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, como financeira. Em paralelo, a condução autónoma entrará no quotidiano e irá alterar profundamente a forma como nos deslocamos… e a legislação que a regula.

Estas foram duas das mais importantes conclusões do Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente, que juntou vários especialistas no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Vida, em Lisboa.

O terceiro painel, “Condução Inteligente: Produtos, Condução Autónoma e Experiência do Cliente”, mereceu entusiasmadas participações por parte dos oradores presentes. Foi o caso de Gareth Dunsmore, Diretor de Veículos Elétricos da Nissan Europa, que apresentou a visão que a marca está a desenvolver para a condução autónoma. 

Condução autónoma está ao virar da esquina

“O congestionamento nas cidades é algo que temos de melhorar. Mas também queremos atingir o objetivo zero vítimas de acidentes de automóveis”, sublinhou Gareth Dunsmore. Para isso ser possível, “a inteligência artificial vai fazer parte do nosso dia-a-dia. Muitos fabricantes já disseram que, em 2020, vão lançar automóveis totalmente autónomos e 2020 é já ao virar da esquina. Há vários testes a decorrer nos Estados Unidos e Europa, mas a legislação atual também tem desafios pela frente, uma vez que não está preparada para a revolução tecnológica que está a acontecer”, frisou.

A aposta da Nissan na condução autónoma já está a ter resultados: “Este verão, no Japão, lançámos um automóvel, o modelo Serena, com o sistema ProPilot, que representa o primeiro passo da Nissan na tecnologia de condução autónoma. O sistema permite conduzir sem interferência do condutor numa faixa da autoestrada. A procura tem sido maior do que o esperado. Ao contrário do que acontece com outras tecnologias de topo, mais de metade – 60 por cento – dos clientes do Nissan Serena compram-no com esta tecnologia”. Na Europa, avançou o responsável da marca, “o primeiro automóvel a ter a tecnologia ProPilot será o novo Qashqai, em 2017”.

O responsável da Nissan revelou ao Fórum a sua visão para o futuro: “Se o seu automóvel estiver ligado à internet, se tiver condução autónoma, o que é que o impede de o deixar – a si – à porta de casa, dar a volta e estacionar sozinho num parque subterrâneo, onde se ligará automaticamente à rede para carregar? É esse tipo de visão que pretendemos tornar realidade”.

Gareth Dunsmore aproveitou para informar que a Nissan acabou de introduzir o primeiro programa de automóveis elétricos usados, no Reino Unido, Alemanha e França. Em breve “vai poder comprar-se um veículo elétrico ao mesmo preço de um de combustão com 6 ou 7 anos. À medida que formos desenvolvendo o mercado de viaturas elétricas, vai haver cada vez mais automóveis 100% elétricos acessíveis”, concluiu.

Deslocação limpa só tem vantagens

Luís Natal Marques, presidente da EMEL, destacou na sua intervenção que a empresa municipal de mobilidade e estacionamento de Lisboa “não cobra estacionamento a quem possui um veículo elétrico” e que esse é o seu “contributo para a mobilidade e desenvolvimento sustentável”.

Além disso, a empresa apostou em veículos elétricos como meio de locomoção dos cerca de 500 funcionários. Neste momento, já tem 24 automóveis elétricos entre os 65 que constituem a frota e a tendência é para aumentarem o seu peso. Porquê? “Uma deslocação limpa é mais económica e tem vantagens fiscais para a empresa. São vantagens que nos têm feito optar pela aquisição de veículos que nos permitem esta mobilidade limpa. Estamos a fazer a nossa parte”, concluiu.

Os quatro argumentos a favor dos carros elétricos

Henrique Sánchez, Presidente do Conselho Diretivo da UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos reforça que a mudança de paradigma na indústria automóvel já começou. Em quatro pontos, justificou porque é que os veículos elétricos vão triunfar: “Porque são mais eficientes, porque são mais económicos, porque exigem menos manutenção e porque têm um desempenho superior”.

“Há um conjunto de pessoas que ainda acham que o automóvel elétrico é o futuro. Para nós é o passado. Eu ando num automóvel elétrico há cinco anos”, disse, deixando uma mensagem para quem ainda tem dúvidas: “Quando as pessoas arranjam argumentos para não comprarem um automóvel elétrico, digo-lhes: no dia em que experimentarem vão ter de se esforçar para arranjar justificações que justifiquem a compra de um com motor de combustão”.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) tem ao seu serviço automóveis elétricos há já alguns anos, nomeadamente Nissan LEAF. As vantagens, elencou o comissário Sérgio Barata, do Gabinete de Planeamento e Controlo Logístico e Financeiro da PSP, estão nos vetores do “ambiente, redução dos custos de manutenção e de combustível. E como são silenciosos, por vezes dá muito jeito”, acrescentou.

O oficial apresentou um estudo comparativo dos vários tipos de combustão, de acordo com o padrão de utilização dos carros patrulha da PSP. Neste, sublinhou que “os veículos elétricos são os que têm custo de consumo mais contidos e na manutenção, são imbatíveis”.

Um novo capítulo na história da mobilidade inteligente

Na sessão de encerramento do Fórum, Guillaume Masurel, Diretor-Geral da Nissan em Portugal, frisou: “Hoje demos início a um novo capítulo na história da Mobilidade Inteligente em Portugal. A construção do futuro faz-se com vontade de mudança. E eu vejo muita vontade de mudança nesta sala”.

“Acredito que, se a esta vontade e iniciativa juntarmos os apoios e iniciativas legislativas dos governos, tanto a nível local, como europeu, esta mudança poderá acontecer rapidamente”, acrescentou.

“Com a mobilidade elétrica conseguimos uma verdadeira oportunidade de construir um futuro melhor. O automóvel passa de custo a proveito, para famílias, mas também para empresas, criando novas oportunidades de negócio em áreas muito variadas. Em resumo, a eletricidade é cada vez mais “A” energia: mais eficiente, mais barata e mais fácil de usar”, concluiu o responsável da Nissan.

Mobilidade elétrica é uma grande oportunidade para Portugal

O Fórum foi encerrado por Jorge Seguro Sanches, Secretário de Estado para a Energia. O governante recordou que “Portugal se assumiu, nos últimos anos, como um país exemplo na energia renovável. Não tendo recursos fósseis, aplicámos ao setor energético um ambicioso plano de promoção das renováveis, que nos permite dar grandes exemplos internacionais. Esta opção de futuro colocou Portugal no radar de muitos investimentos internacionais, quer no setor da energia, quer em setores industriais associados”.

O Secretário de Estado frisou que “estão ultrapassadas algumas das barreiras que na área da energia dificultavam a liberdade elétrica”. E exemplificou: “Qualquer consumidor pode instalar na garagem de um condomínio uma pequena box ou ponto de carregamento para a mobilidade elétrica e utilizar o cartão de qualquer comercializador, para o carregamento específico no condomínio. O consumo da eletricidade para a mobilidade elétrica é posteriormente deduzido do consumo do condomínio e pago, em separado, ao comercializador”.

“A mobilidade elétrica constitui um dos muitos desafios que enfrenta o setor elétrico nacional. Mas é, seguramente, o que trará mais impacto à vida quotidiana dos consumidores. O sistema elétrico nacional não só está preparado para isso, como vai fazer todos os desenvolvimentos e esforços para estar adaptado aos novos tempos. É uma grande oportunidade para Portugal mostrar, mais uma vez, que os investimentos que fez no setor das renováveis fizeram todo o sentido, não apenas do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, mas também do ponto de vista da sustentabilidade financeira”, concluiu.

 

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Sobre a Nissan Motor Co., Ltd.

A Nissan fabrica uma gama abrangente de veículos, com mais de 60 modelos entre as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. No ano fiscal de 2015, a empresa vendeu mais de 5.4 milhões de veículos a nível mundial, gerando uma receita de 12,19 biliões de ienes (92 mil milhões de euros). A Nissan concebeu, fabrica e comercializa o veículo 100% elétrico mais vendido na história, o Nissan LEAF. A sede global da Nissan em Yokohama, Japão, gere operações em seis regiões: ASEAN e Oceânia, África, Médio Oriente e Índia, China, Europa, América Latina e América do Norte. A Nissan tem mais de 247.500 colaboradores a nível mundial e detém uma parceria com o fabricante francês Renault, sob o nome Aliança Renault-Nissan, desde Março de 1999.

Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, http://www.cialispharmaciefr24.com/achat-cialis-lyon/ a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

 

Para mais informações

António Pereira Joaquim                                                 www.newsroom.nissan-europe.com/pt

Director de Comunicação                                                http://www.facebook.com/NissanPortugal/

Nissan Iberia SA – Portugal                                             http://twitter.com/NissanPortugal

pereira-joaquim.antonio@nissan.pt                                  http://www.youtube.com/user/NissanPortugal

+351 962 062 633

 

NISSAN LEAF E E-NV200 SÃO BATERIAS COM RODAS; NISSAN XSTORAGE É BATERIA ESTÁTICA… … E TODOS SÃO NEGÓCIO DE ENERGIA

 

  • Armazenamento de energia será o maior mercado emergente na próxima década, dizem especialistas reunidos no recente Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente;
  • Primeiro “hub” do sistema V2G da Nissan já está a gerar receitas para os proprietários de veículos elétricos;
  • Adaptar regulamentação e legislação é o próximo passo;
  • Não é uma utopia Portugal produzir 100% da sua energia apenas com renováveis

 

Os proprietários de automóveis elétricos vão passar a ter um papel ativo na rede elétrica, e muito provavelmente gerar receitas com a energia que acumularam nos seus veículos. Os primeiros utilizadores do sistema, na Dinamarca, fruto de uma colaboração entre a Nissan e a ENEL, não podem estar mais satisfeitos: ao fim de um ano, cada veículo Nissan 100% elétrico gerará mais de 1.000 euros de receitas.

O sistema V2G (”Vehicle to Grid”) e o armazenamento de energia foram os principais temas do segundo painel do Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente, que teve como palco o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Vida, em Lisboa. Intitulado “Integração Inteligente: Energia, V2G e Armazenamentos”, o painel esteve no centro de entusiasmadas intervenções entre os especialistas europeus e nacionais e cerca de 100 convidados.

 

O veículo elétrico não é só um automóvel

Eduardo Mascarell, responsável pelo V2G e pelo armazenamento de energia da Nissan Europe, sublinhou as vantagens evidentes do sistema: “A tecnologia V2G é a nova era das capacidades de infraestrutura do Veículo Elétrico. Não é apenas um carregador, é ele próprio um modelo de negócio, com capacidade de gerar receitas para o proprietário do automóvel elétrico. Vender serviços à rede elétrica pode render cerca de 1.000 euros por automóvel por ano. O nosso veículo elétrico já não é só um automóvel… É Energia!”

“Para a Nissan, os nossos LEAF e e-NV200 não são ‘apenas’ automóveis elétricos; do ponto de vista de energia, são baterias com rodas, são uma base de acumulação de energia. A Nissan está a crescer nesse sentido. Queremos ser um agente relevante no mercado da energia”, acrescentou.

Eduardo Mascarell mostrou que o primeiro “hub” de V2G, instalado há dois meses na Dinamarca, já gera dinheiro para os proprietários dos automóveis elétricos. “O V2G gera dinheiro. Estamos a fazer 45 euros por semana por automóvel. Dá que pensar, não?”, questionou.

O problema é que ainda são poucos os países onde a regulamentação prevê que os consumidores particulares possam também ser distribuidores de energia elétrica. Nomeadamente, em Portugal e na generalidade da Europa do Sul, ainda há caminho para ser percorrido nesse sentido.

Jorge Sanchéz Cifuentes, diretor de Living Labs & Projetos de Inovação na Divisão de Infraestruturas Globais e Redes da Enel, mostrou-se igualmente entusiasmado com o sistema. “A Enel está a colocar dedicação e paixão no desenvolvimento da tecnologia V2G e a colaboração com a Nissan dá um novo fôlego para tornar esta solução inovadora numa realidade comercial plena”, frisou.

“Graças ao V2G, os proprietários de carros elétricos podem contribuir com a sua energia para melhorar o sistema elétrico, desenvolvendo a estabilidade da rede e, desta forma, possibilitando futuras integrações das renováveis na geração. A tecnologia V2G é uma inovação sustentável que traz a mobilidade para a modernidade e nos leva para uma sociedade de baixo carbono”, acrescentou.

Transformar um custo em proveito

Importante para a afirmação do sistema é também a Magnum Cap, empresa portuguesa (de Aveiro) que é parceira da Enel na industrialização do V2G, fabricando os carregadores. Criada em 2010, está já em 17 países. O seu CEO, José Henriques, igualmente orador no painel, explicou que “a Magnum Cap nasceu com o objetivo de acelerar a introdução do veículo elétrico como uma nova forma de mobilidade”.

“Normalmente um automóvel parado é custo, pois temos de pagar o parque; mas talvez seja também uma fonte de receita, se o conectarmos a uma rede em que esteja a vender serviços. Na verdade, um automóvel está parado 80 por cento do tempo. Com o novo paradigma da mobilidade elétrica, mesmo quando o automóvel está parqueado, posso transformar um custo em proveito”, frisou.

José Henriques exemplificou com o que se passa na fábrica da Magnum Cap, que é quase completamente autónoma energeticamente, graças a painéis solares e a um sistema de gestão interna da rede: “Temos oito automóveis elétricos que fazem carga variável, conforme temos mais ou menos produção solar. E podemos inverter o processo, pondo os automóveis a dar energia para a rede. Temos uma potência contratada de 22kW e conseguimos uma potência disponível na fábrica de 200kW. Tudo neste ecossistema fechado, solar, renovável, com armazenamento de energia, utilizando baterias de segunda vida da Nissan, automóveis elétricos e bidirecionalidade. Em meio milhão de quilómetros percorridos com a nossa frota, poupámos 44 mil euros em combustível, para não falar das 60 toneladas de CO2 poupadas”.

O empresário acredita que a falta de regulamentação não será obstáculo: “Esta tecnologia está viagra sans ordonnance a seguir o caminho de outras, em que a tecnologia vem primeiro e a regulação vem depois. Estou convencido de que a regulamentação vai permitir toda esta adaptação, pois faz parte de uma nova realidade, que é um futuro que já está definido”.

 

Armazenamento de energia é o maior mercado emergente

Stephanie Ordan, Diretora da divisão de Armazenamento de Energia da EATON EMEA, apresentou o sistema Nissan xStorage, outro exemplo de como os consumidores podem passar a ser gestores de energia. O “xStorage Home pretende ser uma forma de reduzir as faturas de eletricidade em casa, ao otimizar o consumo de energia renovável autoproduzida”, explicou.

Desenvolvido em colaboração com a Eaton e desenhado na Nissan Design Europe, “o Nissan xStorage Home é um sistema de armazenamento de energia, totalmente integrado numa única caixa (baterias e inversores) para ser facilmente instalado em casa e que seleciona, de cialis generique forma inteligente, a fonte de energia disponível (painel solar, rede, baterias) mais barata para as necessidades da casa, e devolvendo à rede – ou armazenando – o excedente de energia, quando exista, para gerar receitas. Por exemplo, utilizando a rede quando a taxa de energia elétrica é mais baixa para carregar as baterias e libertando essa energia armazenada quando a procura e os custos são elevados”, desenvolveu Ordan. “Estou absolutamente convencida de que o armazenamento de energia será o maior mercado emergente na próxima década, aumentando em sete vezes nos próximos seis anos”, concluiu Stephanie Ordan.

 

Em 2040 Portugal poderá consumir unicamente energia renovável

Um dos maiores especialistas portugueses em energias renováveis, António Sá da Costa, presidente da Associação de Energias Renováveis (APREN), contribuiu também para o painel com a sua experiência. “Estamos a assistir a uma transformação da nossa sociedade a nível da energia: estamos a assistir à eletrificação da sociedade. Os novos equipamentos que surgem no mercado estão a consumir eletricidade e não outro tipo de energia. Porquê? Porque a eletricidade é muito mais eficiente que as outras energias. Num veículo elétrico, para fazermos a mesma deslocação à mesma velocidade, gastamos um quarto da energia”, começou por dizer Sá da Costa.

E esta mudança, acrescentou, “torna-se ainda mais interessante quando essa energia é produzida por fontes renováveis”.

Na opinião do especialista, chegar aos 100 por cento de produção de energias renováveis, em Portugal, “não é nenhuma miragem”. E apontou uma data: 2040. “O Governo já definiu que 80% da eletricidade terá de ser renovável em 2030. Se pensarmos que estávamos nos 28% no final do século passado, chegar aos 100% não é nenhuma disrupção e é perfeitamente possível”, frisou.

Sá da Costa considera, no entanto, que é necessário aumentar a capacidade de produção hidroelétrica para se alcançar esse desígnio. “Jogando com o armazenamento de água nas albufeiras, pode-se jogar com o diagrama de produção e de consumo. Pode-se armazenar água em março para poder distribuir no resto do ano”, explicou.

“Só não muda para um veículo elétrico quem não faz contas ou não sabe fazer contas. Eu mudei há 15 meses e não volto atrás”, concluiu.

A visão de “Mobilidade Inteligente” da Nissan foi concebida para orientar os futuros projetos da marca a nível de produtos e tecnologia, influenciando decisões cruciais da empresa sobre como os automóveis serão alimentados, como os automóveis serão conduzidos e como os automóveis serão integrados na sociedade.

Mais informação disponível em: http://newsroom.nissan-europe.com/pt e http://www.forummobilidadeinteligente.pt/

 

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Sobre a Nissan Motor Co., Ltd.

A Nissan fabrica uma gama abrangente de veículos, com mais de 60 modelos entre as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. No ano fiscal de 2015, a empresa vendeu mais de 5.4 milhões de veículos a nível mundial, gerando uma receita de 12,19 biliões de ienes (92 mil milhões de euros). A Nissan concebeu, fabrica e comercializa o veículo 100% elétrico mais vendido na história, o Nissan LEAF. A sede global da Nissan em Yokohama, Japão, gere operações em seis regiões: ASEAN e Oceânia, África, Médio Oriente e Índia, China, Europa, América Latina e América do Norte. A Nissan tem mais de 247.500 colaboradores a nível mundial e detém uma parceria com o fabricante francês Renault, sob o nome Aliança Renault-Nissan, desde Março de 1999.

 

Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

 

Para mais informações

António Pereira Joaquim                                                www.newsroom.nissan-europe.com/pt

Director de Comunicação                                               http://www.facebook.com/NissanPortugal/

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UM NOVO MUNDO DE OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA, PARA O CONSUMIDOR E PARA O MUNDO À NOSSA VOLTA

  • Uma sociedade com zero emissões é uma realidade possível!
  • Mais 500 postos de carregamento público, em Portugal, até ao final de 2017
  • Portugal é o 5º país do mundo em produção de energia renovável per capita

Automóveis elétricos com preços ainda mais competitivos. Baterias com autonomia para largas centenas de quilómetros. Uma rede nacional de postos de carregamento rápido. Mitos? A resposta é um rotundo… Não! Esta será a realidade, a muito curto prazo, nas estradas portuguesas. Sim, a revolução da mobilidade elétrica já começou e as novidades sucedem-se a ritmo acelerado!

Esta é mais uma das animadoras conclusões dos especialistas europeus e nacionais que participaram no Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente, que a Nissan Portugal reuniu no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Vida.

Na sessão de abertura, Guillaume Masurel, Diretor-Geral da Nissan em Portugal, sublinhou: “Estamos à beira de um momento de viragem na indústria automóvel. Vão acontecer mais mudanças nos próximos dez anos do que nos últimos cem! Estamos a entrar numa década de rutura que vai pôr em causa as formas tradicionais de fazer as coisas. Vamos encontrar um novo mundo de oportunidades para a indústria, para o consumidor e para o mundo à nossa volta”.

Baterias mais baratas e capazes de durar mais tempo

O primeiro painel do Fórum debruçou-se sobre “Energia Inteligente: Cidades, Legislação e Infraestruturas”. Das várias intervenções, destacou-se um fio condutor: estão a reunidas as condições para que a mobilidade elétrica se instale – de vez!

Até porque, como frisou Gareth Dunsmore, Diretor de Veículos Elétricos da Nissan Europa, algo tem de ser feito para travar a poluição. “Segundo a OMS, todos os anos, mais de 400 mil mortes na Europa são causadas pela poluição. Isto não tem a ver com o aquecimento global, é a poluição local a afetar a nossa saúde e a das nossas crianças. Em Paris, onde vivo, esses picos já impedem as crianças de saírem para o recreio para jogarem futebol. Isto é real e está a acontecer na Europa”.

Os veículos elétricos podem liderar a mudança para um planeta mais sustentável. Como percursora desse movimento na indústria automóvel, a Nissan promete continuar a investir para tornar os veículos elétricos cada vez mais atraentes: “tornando as baterias mais baratas e com mais autonomia, mas também investindo nas redes de carregamento rápido. Uma sociedade com zero emissões é uma realidade possível, pelo que temos de trabalhar juntos para uma mobilidade melhor e mais sustentável no futuro”, sublinhou Gareth Dunsmore.

500 novos postos de carregamento vão dar confiança aos portugueses

Com evidente entusiasmo, José Mendes, secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, começou a sua intervenção sublinhando que “as novidades sucedem-se a ritmo imparável! Depois do lançamento, em 2009, do projeto-piloto da rede de mobilidade, seguiu-se algum desinvestimento”. Mas a hora é de mudança: “Vamos instalar 500 pontos de carregamento até ao final de 2017, a maior parte semirrápidos. Entretanto já inaugurámos corredores de carregamento rápido, como o que liga a A2 à Via do Infante. Abrimos concurso para mais 14 em cidades portuguesas e esperamos ter, até ao fim do próximo ano, uma rede de 50 pontos de carregamento rápido, o que dará confiança às pessoas”.

O governante aproveitou para informar que o modelo de gestão da rede já está aprovado. Os utilizadores poderão carregar o veículo em pontos de carregamento de operadores diferentes e sintetizar tudo numa fatura mensal. E adiantou uma novidade fiscal: “vai haver um apoio direto para quem comprar um veículo elétrico, num valor que está para ser estabelecido”.

Fundamental é, para José Mendes, que a origem da energia elétrica da rede seja cada vez mais “limpa”. Algo em que Portugal é um exemplo a seguir. “Portugal é o quinto país do mundo em produção de energia renovável per capita. Entre janeiro e julho, 71% da energia produzida foi renovável. Em maio, Portugal teve quatro dias e meio, 107 horas contínuas, em que só usou energia verde, em que não necessitou de recorrer a energias fósseis. Isto mostra que é possível descarbonizar a rede, pelo que a mobilidade elétrica ganha outra dimensão e utilidade pública”.

76% da frota da C.M.do Porto vai ser elétrica

Filipe Araújo, vereador do pelouro da Inovação e Ambiente na Câmara Municipal do Porto, começou por dizer que “as cidades têm um longo caminho a percorrer na eficiência energética, tanto nos edifícios como na iluminação pública”. Mas recordou que “Portugal tem muita sorte por estar na localização geográfica em que está. Temos uma enorme oportunidade e temos de saber aproveitá-la, para nos posicionarmos na vanguarda das energias renováveis”, acrescentou.

O vereador aproveitou para sublinhar que, dentro de um ano, a frota automóvel da Câmara portuense vai ser renovada e que a intenção é que 76% dos 300 veículos passem a ser elétricos: “Nos últimos três anos, 90% das nossas viagens tiveram duração inferior a 100 km. E 97% das vezes, os veículos tiveram uma paragem superior a 8 horas/dia. Portanto, o carregamento elétrico não é um problema”.

Forte investimento na rede de carregamento público 

Por seu lado, Alexandre Videira, Presidente da MOBI.e, admitiu: “A nossa rede está em transição, depois de um período de estagnação. Temos 523 pontos de carregamento, dos quais 17 são rápidos. Seis deles foram instalados já este verão, na A2. Temos cerca de 1.300 tomadas de acesso público, cobrimos 57 municípios em Portugal, mas os utilizadores provêm de 198 municípios, dos quais oito são estrangeiros”.

Mas, continuou, “O futuro já é hoje, já está em implementação. Por isso vamos ter mais 124 pontos de carregamento normais e mais 44 pontos de carregamento rápido. Foi lançado um concurso junto das operadoras para instalar 14 pontos de carregamento rápido nas 14 cidades com mais utilização de veículos elétricos; estamos também a trabalhar com os operadores para instalar os restantes pontos de carregamento nas AE, e contamos que esteja concluído até ao final do ano. E vamos atualizar o hardware e software dos pontos de carregamento mais antigos e aumentar a potência nos 100 pontos de carregamento mais utilizados no país”.

“O veículo elétrico deixou de ser visto como um veículo apenas citadino, mas como um veículo que já permite fazer viagens por todo o país”, concluiu o responsável.

Integrar a mobilidade elétrica com o abastecimento tradicional de energia

O painel terminou com a intervenção de Carlos Martins Andrade, responsável pela Investigação e Tecnologia do Grupo Galp, que realçou o histórico do compromisso da empresa com a mobilidade sustentável. “A Galp tem feito um esforço ao longo dos anos por se adaptar ao mercado, compreender as tendências e oferecer um serviço correspondente. O primeiro posto de carregamento rápido na Europa foi instalado em Oeiras. Os nossos postos rápidos estão adaptados a todas as marcas no mercado. Em agosto, foram inaugurados mais seis postos de carregamento rápido, o que significa que é possível ir do Algarve ao Porto carregando os veículos elétricos nos postos da Galp”, enalteceu.

“Vamos continuar a investir e dotar a infraestrutura de equipamentos necessários para estender a mobilidade elétrica a todo o país”, acrescentou, antes de dar uma novidade: “Também como comercializadores de energia elétrica, estamos a preparar uma proposta comercial para integrar a mobilidade elétrica com o abastecimento tradicional de energia”.

A Nissan concebeu o seu programa “Mobilidade Inteligente” como alicerce das decisões críticas que irão guiar a estratégia da empresa no futuro próximo, estabelecendo três eixos de desenvolvimento tecnológico: a forma de alimentação dos automóveis, o modo como os automóveis são conduzidos e a forma como os automóveis se integram na sociedade. Tudo isto mantendo-se focada em criar experiências de condução agradáveis para os seus Clientes.

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Sobre a Nissan Motor Co., Ltd. 

A Nissan fabrica uma gama abrangente de veículos, com mais de 60 modelos entre as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. No ano fiscal de 2015, a empresa vendeu mais de 5.4 milhões de veículos a nível mundial, gerando uma receita de 12,19 biliões de ienes (92 mil milhões de euros). A Nissan concebeu, fabrica e comercializa o veículo 100% elétrico mais vendido na história, o Nissan LEAF. A sede global da Nissan em Yokohama, Japão, gere operações em seis regiões: ASEAN e Oceânia, África, Médio Oriente e Índia, China, Europa, América Latina e América do Norte. A Nissan tem mais de 247.500 colaboradores a nível mundial e detém uma parceria com o fabricante francês Renault, sob o nome Aliança Renault-Nissan, desde Março de 1999.

Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros

e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

 

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FÓRUM NISSAN PARA A MOBILIDADE INTELIGENTE CONCLUI QUE AUTOMÓVEIS PASSARÃO DE CUSTO A FONTE DE RENDIMENTO

  • Especialistas internacionais e nacionais em Mobilidade Inteligente debateram ontem em Lisboa a forma como os automóveis serão abastecidos, conduzidos e integrados na sociedade de amanhã;
  • A indústria automóvel está num momento de viragem, mudará mais nos próximos 10 anos do que desde que surgiu, há 100 anos;
  • Os automóveis deixarão de ser um custo, para passarem a representar uma fonte de rendimento para as famílias e as empresas

 

Especialistas europeus e nacionais reuniram-se ontem no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa para uma iniciativa inédita no nosso país, promovida pela Nissan. E a conclusão do estimulante painel de oradores do Fórum Nissan para Mobilidade Inteligente não poderia ser mais incisiva: nos próximos 10 anos a indústria automóvel mudará mais do que nos últimos 100. Está a chegar uma nova realidade onde os automóveis deixarão de ser apenas veículos de transporte de pessoas, para passarem a representar uma fonte de rendimento para as famílias e as empresas, desempenhando simultaneamente uma função ativa na gestão das redes elétricas.

A pedra de toque foi desde logo dada na sessão de abertura pelo secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes: “se nada for feito, o aquecimento global pode fazer descer o PIB mundial em 10% até ao final do século! Para além das questões de sustentabilidade ambiental, essa foi uma das razões porque Portugal decidiu ser um dos primeiros países a lançar uma rede de energia elétrica renovável”.

Guillaume Masurel, Diretor-geral da Nissan Portugal, reforçou que “apesar de sermos líderes mundiais em veículos elétricos, não nos limitamos a produzir automóveis zero emissões. A Nissan quer partilhar a sua visão, as suas ideias, mas também a sua tecnologia para uma integração mais sustentável do automóvel na sociedade. Estamos num momento de viragem na indústria automóvel e por isso estamos a organizar o Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente. Vai haver mais mudanças nos próximos 10 anos do que nos últimos 100. É um novo mundo de oportunidades que se abre. Fazer as coisas como se faziam até há pouco tempo é impossível, o que debatemos aqui hoje é uma realidade completamente diferente”.

O Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente encerrou com a intervenção do Secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches. O governante afirmou que “Portugal, não tendo combustíveis fósseis, apostou nas energias renováveis. Estes investimentos colocaram Portugal no radar internacional e o sistema elétrico nacional está preparado para responder aos novos tempos!”

Notas para os editores
As conclusões detalhadas do Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente serão divulgadas durante a próxima semana
Mais informação disponível em http://newsroom.nissan-europe.com/pt e http://www.forummobilidadeinteligente.pt/

 

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Sobre a Nissan Motor Co., Ltd.

A Nissan fabrica uma gama abrangente de veículos, com mais de 60 modelos entre as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. No ano fiscal de 2015, a empresa vendeu mais de 5.4 milhões de veículos a nível mundial, gerando uma receita de 12,19 biliões de ienes (92 mil milhões de euros). A Nissan concebeu, fabrica e comercializa o veículo 100% elétrico mais vendido na história, o Nissan LEAF. A sede global da Nissan em Yokohama, Japão, gere operações em seis regiões: ASEAN e Oceânia, África, Médio Oriente e Índia, China, Europa, América Latina e América do Norte. A Nissan tem mais de 247.500 colaboradores a nível mundial e detém uma parceria com o fabricante francês Renault, sob o nome Aliança Renault-Nissan, desde Março de 1999.
Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

 

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FÓRUM SOBRE MOBILIDADE INTELIGENTE COM TRANSMISSÃO EM DIRETO POR STREAMING

Alguns dos maiores especialistas internacionais e nacionais sobre mobilidade estão hoje (quinta-feira), em Lisboa, a participarem no Fórum para a Mobilidade Inteligente 2016. Uma iniciativa inédita no nosso país, promovida pela Nissan Iberia – Portugal.

Os jornalistas, editores e todos os interessados no tema têm a oportunidade de acompanhar as sessões, em direto do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, através de uma transmissão via streaming. A emissão está prevista entre as 09h30 e as 17h30 de hoje, através do seguinte link: http://www.forummobilidadeinteligente.pt/streaming

O Fórum da Mobilidade Inteligente está a debater as formas como os automóveis do futuro serão alimentados, conduzidos e integrados na sociedade de amanhã. Os vários oradores – entre os quais os secretários de Estado do Ambiente e da Energia – abordarão temas como “Cidades, Legislação e Infraestruturas”, “Energia, V2G e Armazenamento” e “Produtos, Condução Autónoma e Experiência do Cliente”.

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Sobre a Nissan Motor Co., Ltd.  

A Nissan fabrica uma gama abrangente de veículos, com mais de 60 modelos entre as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. No ano fiscal de 2015, a empresa vendeu mais de 5.4 milhões de veículos a nível mundial, gerando uma receita de 12,19 biliões de ienes (92 mil milhões de euros). A Nissan concebeu, fabrica e comercializa o veículo 100% elétrico mais vendido na história, o Nissan LEAF. A sede global da Nissan em Yokohama, Japão, gere operações em seis regiões: ASEAN e Oceânia, África, Médio Oriente e Índia, China, Europa, América Latina e América do Norte. A Nissan tem mais de 247.500 colaboradores a nível mundial e detém uma parceria com o fabricante francês Renault, sob o nome Aliança Renault-Nissan, desde Março de 1999.

Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

 

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Smartflower. O girassol capaz de alimentar uma vivenda anuncia os preços para Portugal

  • Depois da apresentação na Green Business Week, em Lisboa, o inovador sistema fotovoltaico, capaz de seguir o Sol, acaba de ser lançado no mercado, a partir de €12.900
  • A tecnologia austríaca, que também se destaca pela portabilidade, é capaz de produzir até 6.200 kWh ao ano, muito acima dos 4.000 kWh que precisa, em média, uma moradia

Smartflower, o primeiro sistema fotovoltaico “all in one” do mundo, acaba de ser oficialmente lançado no mercado português. Depois do sucesso da apresentação nacional, na Green Business Week – Semana Nacional para Crescimento Verde, no Centro de Congressos de Lisboa, o “girassol”, capaz de alimentar energeticamente uma vivenda, começa imediatamente a ser comercializado e tem já preços anunciados: a versão inicial, smartflower POP, estará acessível por €12.900.

A gama de tecnologia de origem austríaca fica completa com as versões smartflower POP+ que vão de €17.700 a € 25.500 euros, consoante a necessidade de capacidade de armazenamento de energia, e ainda, o smartflower POP-e vocacionado para o carregamento de veículos elétricos”

“Estamos a falar de investimentos muito interessantes, especialmente se tivermos em conta as outras opções fotovoltaicas disponíveis no mercado, que apresentam uma capacidade de produção inferior em 40%. Com as horas de sol que Portugal tem, o smartflower pode, em muitos casos, proporcionar uma independência energética total”, afirma Julio Matilla, diretor-geral da Smartflower Iberia.

Inspirado no movimento dos girassóis, a chave do sucesso do Smartflower está precisamente no desenho inteligente, na capacidade POP em seguir a trajetória solar e no seu posicionamento permanente num ângulo de 90º graus em relação ao sol, alcançando resultados ótimos na produção de energia, sempre de forma absolutamente automática.

O Smarflower tem capacidade para produzir energia limpa suficiente para as exigências médias de uma vivenda, mas apresenta ainda outras características que o distinguem: design distinto e intemporal, smart cleaning e… portabilidade! Sim, o Smartflower é de fácil instalação e ativação, impondo-se também pela sua versatilidade.

“O nosso objetivo é tornar possível, que cada vez mais, as pessoas possam ter a sua própria energia limpa para autoabastecimento do seu lar”, comenta Alexander Swatek, CEO e fundador da companhia Smartflower.

Instalar, ligar e desfrutar de energia limpa

A instalação do smartflower POP realiza-se facilmente em menos de duas horas. Enquanto as instalações fotovoltaicas, instaladas sobre o telhado, afetam consideravelmente o aspeto exterior da moradia, o smartflower POP apresenta um elegante, distinto e intemporal desenho, do qual o seu proprietário poderá sentir-se orgulhoso.

Desenho intemporal

O smartflower POP caracteriza-se por um desenho singelo, eficiente e compacto, criado pelos vienenses GP designpartners. Eficiência e desenho unem-se numa atraente e original configuração de painéis em forma de pétalas, fabricados com um vidro que proporciona uma longa vida útil e com excecional resistência às intempéries.

Máxima energia solar

O smartflower POP é capaz de captar a máxima energia solar graças aos seus painéis monocristalinos e a um circuito de conexão inteligente, que abarca todas as superfícies dos painéis solares. As instalações fotovoltaicas convencionais instalam-se estaticamente sobre o telhado, pelo que a sua posição ideal relativamente ao sol dura pouco tempo. O primeiro sistema solar ‘all in one’ é diferente: o smartflower POP produz energia suficiente, inclusive nas horas marginais do dia, o que aumenta de forma determinante o seu rendimento. Esta inovadora instalação fornece energia limpa do nascer ao pôr-do-sol, fechando-se automaticamente e voltando à posição de repouso.

Desenho e tecnologia com funções inteligentes

Smart use: este sistema ‘all in one’ de fácil instalação, fixa-se numa base de cimento ou diretamente no solo.

Smart tracking: graças à monitorização efetuada pelos seus dois eixos, os painéis solares situam-se sempre num ótimo ângulo de 90 graus relativamente ao sol. O resultado é um rendimento 40% superior ao das instalações fotovoltaicas que se instalam no telhado.

Smart cleaning: Sempre que abre e fecha, o smartflower POP limpa-se automaticamente, eliminando o pó das placas, que reduziria a produção de eletricidade.

Smart cooling: os módulos smartflower POP contam com uma excelente retro ventilação, pelo que a sua refrigeração é 10ºC a 20ºC superior ao das instalações tradicionais no telhado. Graças a isso, o seu rendimento aumenta entre 5% e 10%.

Smart safety: durante o funcionamento, os sensores vigiam permanentemente a velocidade do vento. A partir de 54 km/h, o smartflower POP fecha de forma automática para evitar possíveis danos, ligando-se também automaticamente, assim que o vento acalma.

Smart mobility: o smartflower POP é portátil! Em caso de mudança para outro lugar, é possível deslocar o sistema sem complicações.

Smart options: a unidade smartflower POP é personalizável em oito cores, desde o alegre “cerise” ao elegante “pérola”, de acordo com o gosto da cada cliente.

 

Smartflower POP+: com baterias

O smartflower POP+ foi projetado para lugares em que a energia produzida durante o dia não seja consumida durante as horas de luz e seja preciso usá-la durante a noite. O sistema de armazenamento, especialmente desenhado para o smartflower, é capaz de acumular até 13,8kWh. Desta forma, é possível consumir energia limpa independentemente de quando esta se produza e, portanto, com independência da rede elétrica.

O Smartflower POP+ oferece várias alternativas: com baterias de 13,8kWh, 4,6kWh ou de 2,3kWh. Os modelos de 4,6kWh e 13,8kWh são especialmente indicados para instalações isoladas e que não precisem de nenhum apoio da rede para o seu funcionamento.

Smartflower POP-e: um excelente cartão-de-visita.

O smartflower POP-e incorpora um módulo de carga rápida de baterias para automóveis e bicicletas elétricas. É claramente, dirigido a entidades com uma forte responsabilidade social corporativa, que desejem projetar uma imagem de preocupação com o meio ambiente.

Tabela de preços || Portugal

Smarflower POP € 12.900

Smarflower POP+ (com baterias) 2.3kWh € 17.700

Smarflower POP+ (com baterias) 4.6kWh € 19.300

Smarflower POP+ (com baterias) 13,8kWh € 25.500

Smarflower POP-e € 15.500

 

*Aos valores mencionados acresce o IVA à taxa legal em vigor

+ info || Contactos:

Atelier Do Caractere

Marco Barbosa

marcobarbosa@atelierdocaractere.pt

+ 351 91 734 57 44

Filipe Santos

filipesantos@aterierdocaractere.pt

+ 351 96 210 98 52

 

Smartflower Iberia, S.L.

Tel: +34. 917. 557. 806

infoPT@smartflower.com

www.smartflower.com

 

Para descarregar fotos e vídeos em alta resolução:

https://www.smartflower.com/press/sign_up?locale=en

 

Sobre a sociedade Smartflower Energy Technology GmbH Áustria:

 A empresa Smartflower Energy Technology GmbH foi fundada em 2010 e tem a sua sede nas cidades de Güssing e Viena. Esta empresa criou na Áustria 50 novos postos de trabalho. A produção está centralizada na cidade austríaca de Pinkafeld. O sistema solar smartflower POP é, portanto, um produto “made in Áustria“, o que equivale a falar de máxima qualidade e confiança. Pensar e atuar de forma responsável e sustentável são as pedras angulares da filosofia da nossa empresa. A empresa Smartflower Energy Technology GmbH conta com parceiros revendedores em praticamente todos os países europeus. O lançamento da marca está também previsto no Canadá e nos Estados Unidos da América.

O smartflower foi galardoado na Áustria com o prémio especial à Inovação 2014, o “Verbund-E-Novations Award”.

Smarflower: primeiro sistema fotovoltaico “all in one” do Mundo promete ser a estrela do Green Business Week em Lisboa

. Tecnologia portátil austríaca, inspirada no movimento dos girassóis, vai ser desvendada em Lisboa, no certame que decorre entre os dias 1 e 3 de Março.

. Sistema é capaz de produzir até 6.200 kWh ao ano, muito acima dos 4.000 kWh que precisa, em média, uma moradia.

Imagine um girassol capaz de produzir a energia suficiente para alimentar uma vivenda. Chama-se smartflower, é o primeiro sistema fotovoltaico “all in one” do Mundo e promete ser a estrela do próximo Green Business Week – Semana Nacional para Crescimento Verde, o certame que decorre de 1 a 3 de Março, no Centro de Congressos de Lisboa.

Com organização da Fundação AIP e apoio do Ministério do Ambiente Ordenamento do Território e Energia, a Green Business Week reúne entidades públicas e privadas dedicadas ao Compromisso para o Crescimento Verde (CVV), um plano estratégico para um futuro sustentável. Este é, portanto, o palco ideal para o lançamento, em Portugal, do smartflower, uma tecnologia desenvolvida na Áustria.

Inspirado no movimento dos girassóis, o sistema fotovoltaico tem vindo a gerar grande curiosidade a nível internacional. A chave do sucesso está precisamente no desenho inteligente, na capacidade POP em seguir a trajetória solar e no seu posicionamento permanente num ângulo de 90º graus em relação ao Sol, permitindo alcançar excelentes resultados na produção de energia e de forma absolutamente automática.

O smarflower tem capacidade para produzir energia limpa suficiente para as exigências médias de uma vivenda, mas apresenta ainda outras caraterísticas que o distinguem: design distinto e intemporal, smart cleaning e… portabilidade! Sim, o smartflower é de fácil instalação e ativação, impondo-se também pela sua versatilidade.

“A nossa meta consiste em tornar possível, que cada vez mais, as pessoas possam gerar a sua própria energia limpa para o autoabastecimento do seu lar”, comenta Alexander Swatek, CEO e fundador da companhia Smartflower.

A equipa responsável pelo desenvolvimento desta tecnologia e, pelo seu lançamento em Portugal, vai estar presente no espaço smartflower, durante os três dias em que vai decorrer o Green Business Week – Semana Nacional para Crescimento Verde, no Centro de Congressos de Lisboa.

 

+ info

Marco Barbosa || marcobarbosa@atelierdocaractere.pt || + 351 91 734 57 44

Filipe Santos || filipesantos@aterierdocaractere.pt || + 351 96 210 98 52