Russell Watson dá concerto gratuito no Mosteiro da Batalha

Russell Watson dá concerto gratuito no Mosteiro da Batalha

• Concerto do “tenor do povo” inaugura Ciclo de Programação Cultural da Rede Património Mundial do Centro em 2019.

Data: 13/06/2019

É no próximo dia 21 de junho, pelas 21h30, que o cantor britânico Russell Watson inaugura o Ciclo de Programação Cultural da Rede Património Mundial do Centro de 2019, no Mosteiro da Batalha, num concerto com entrada livre.

Russell Watson iniciou a sua carreira ainda em criança e ficou internacionalmente conhecido ao cantar, em 1999, o hino nacional do Reino Unido no Estádio de Wembley. A sua voz surpreendente ganhou muitos fãs nos vários cantos do mundo, incluindo em Portugal, onde já figurou nos primeiros lugares das tabelas de vendas nacionais. No próximo dia 21 de junho, subirá ao palco juntamente com a Orquestra Ópera no Património, no Largo da Vitória, na zona exterior do Mosteiro, para dar música a todos os presentes e celebrar o Património Mundial da Humanidade.

Este ciclo realiza-se há já dois anos, pela mão do projeto de promoção e valorização turística dos quatro lugares classificados pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade existentes na Região Centro, apresentando novas narrativas e criações traduzidas em espetáculos de luz e videomapping, de dança, teatro, música, de performances ou exposições, renovando as vivências, memórias e olhares sobre estes espaços monumentais.

O Mosteiro de Alcobaça, o Mosteiro da Batalha, o Convento de Cristo em Tomar e a Universidade de Coimbra, Alta e Sofia voltam assim a receber uma série de iniciativas culturais e artísticas que pretendem celebrar o que os torna únicos no Mundo mas também o que os une: o facto de partilharem um território comum, repleto de história e património, e memórias de feitos únicos da Humanidade.

Entre os eventos que marcam a programação de 2019, destacam-se atividades integradas na Festa dos Tabuleiros em Tomar, no Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça, no Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, entre muitas outras que, ao longo do ano, irão certamente proporcionar experiências únicas e irrepetíveis nos lugares Património Mundial do Centro de Portugal.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:
O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Lendários avistamentos extraterrestres levam três dias de festa à Aldeia Histórica de Castelo Novo

  • Sexto evento do ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”, promovido pelas Aldeias Históricas de Portugal, tem como tema “A Grande Batalha da Gardunha”.
  • Concertos, convívios gastronómicos, descoberta do património, recriações ao vivo, teatro comunitário, visitas guiadas, mercados ou oficinas são alguns dos principais momentos da iniciativa.

Data: 18/07/2018

Uma grande batalha travada na Serra da Gardunha, entre seres extraterrestres… luzes misteriosas que surgem no céu e a grande velocidade… Este é o mote para uma festa diferente que vai acontecer na Aldeia Histórica de Castelo Novo, de 27 a 29 de julho

“A Grande Batalha da Gardunha” é o sexto evento do ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”, que durante todo o ano leva a cultura e a animação às 12 Aldeias Históricas de Portugal. Desta vez, a festa tem como tema acontecimentos sobrenaturais, enraizados no imaginário popular dos habitantes da Serra da Gardunha.

De 27 a 29 de julho, a aldeia histórica de Castelo Novo, no concelho do Fundão, vai oferecer um programa repleto de atrações. Os visitantes vão ter a oportunidade de desfrutar da aldeia e de conviver com as suas gentes, numa descoberta de tradições seculares. Serão três dias de muita festa e atividades para experimentar, que passam pelos convívios gastronómicos, descoberta do património, recriações ao vivo, teatro comunitário, visitas guiadas, mercados ou oficinas, bem como momentos de animação musical. A entrada é gratuita.

A Serra da Gardunha, uma das mais importantes elevações de Portugal, é um local único, envolto em misticismo e palco de fenómenos misteriosos que alimentam as lendas locais. São comuns, na aldeia histórica de Castelo Novo e nas aldeias envolventes, os relatos de avistamentos de objetos celestes, sendo um dos locais preferenciais pelos especialistas do fenómeno OVNI para as suas investigações. Histórias com luzes misteriosas que surgem no céu e a grande velocidade, seres humanoides e objetos voadores fazem parte dos testemunhos de gentes que habitam ou habitaram as aldeias da Gardunha, alimentando há séculos a ideia de que esta é uma zona visitada por seres extraterrestres e que será, até, palco de batalhas de objetos voadores. São ainda frequentes, nos dias de hoje, as expedições até à Penha para a observação destes fenómenos insólitos.

Estes relatos populares são a inspiração para “A Grande Batalha da Gardunha”. Mas será que a Batalha vai mesmo acontecer? Será que o inimigo vai aparecer? Será que ele existe mesmo? Quem visitar Castelo Novo entre os dias 27 e 29 de julho vai descobrir por si mesmo.

Quem quiser aproveitar e ficar mais dias na região pode aproveitar um pacote especial de alojamento, com preços atrativos, disponível em http://www.aldeiashistoricasdeportugal.com/pacotes_tematicos/12-em-rede-ahp-castelo-novo-a-grande-batalha-da-ga/

Esta é uma iniciativa das Aldeias Históricas de Portugal e do Município do Fundão, apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Participe nesta grande ilusão e viva grandes emoções em Castelo Novo!

Programa completo do evento “A Grande Batalha da Gardunha”:

Sexta, 27 de julho
17h00 – Visitas Guiadas: visita orientada por guia da comunidade
22h00 – Concerto na Igreja Matriz de Castelo Novo: “Amor Fati: The Love of One’s Fate”. Por Evmorfia Mctaxaki, soprano (Grécia); e Helena Raposo, alaúde, guitarra barroca e tiorba (Portugal).

Sábado, 28 de julho
10h30 – Experiências Orientadas: Aprenda a Fazer Coscoreis. Experiência orientada por Ana Catarina.
11h00 — Visita Orientada no Campo Arqueológico do Ervedal: Termas Romanas do Ervedal. Orientada pelo Museu Arqueológico Municipal José Alves Monteiro (saída em autocarro do Largo da Bica, Castelo Novo).
13h00 – Gastronomia: Almoço Campestre, confecionado pelo restaurante O Lagarto.
15h00 – Concerto na Igreja Matriz de Castelo Novo: Concerto Final do Early Music Summer Camp 2018.
17h30 – Concerto na Igreja Matriz de Castelo Novo: “Canto Arpeggiato – Giovanni Girolamo Kapsberger & Bellerofonte Castaldi”. Por Ricardo Leitão Pedro, voz, tiorba e guitarra barroca (Portugal).
18h00 – Mercado Bioeco: venda de produtos agrícolas locais.
18h00 – Experiências Orientadas: Os Segredos do Enchido. Experiência orientada por Marcelino.
18h30 – Experiências Orientadas: Aprenda a Fazer o Pão no Forno. Experiência orientada por Leopoldina Ramos.
20h00 – Gastronomia: O Jantar Comunitário da Batalha.
22h00 — Teatro Comunitário: “A Grande Batalha da Gardunha”. Teatro comunitário de criação e autoria de Nuno Pino Custódio, a partir do imaginário de Castelo Novo.

Domingo, 29 de julho
10h00 – Mercado Bioeco: venda de produtos agrícolas locais.
10h00 – Experiências Orientadas: Aprenda a Fazer Queijo. Experiência orientada por Fernanda Duarte.
11h00 — Música, Conversa e Pequeno-Almoço: A Viola Beiroa. Com o investigador, professor, compositor e músico Miguel Carvalhinho.
16h00 – Concerto na Igreja Matriz de Castelo Novo: Recital Solo com a Cítara Portuguesa – XVI a XX. Por Pedro Caldeira Cabral.

Todas as atividades e concertos são gratuitos, mas algumas estão sujeitas a marcação prévia e disponibilidade de lugares. Marcações no Posto de Turismo de Castelo Novo ou através do 275 561 501 ou 961 445 399. Concertos na Igreja Matriz: limite de 200 pessoas por concerto; Experiências orientadas: limite de 10 pessoas por experiência; Visita às Termas Romanas do Ervedal: limite de 50 pessoas; Almoço Campestre: limite de 50 pessoas; Jantar Comunitário da Batalha: limite de 300 pessoas; Música, Conversa e Pequeno-Almoço: limite de 20 pessoas.

A festa só acaba em dezembro!
Depois de Castelo Novo, o ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa” prosseguirá com eventos nas restantes Aldeias Históricas de Portugal. A saber: Castelo Rodrigo (31 de agosto e 1 de setembro), Castelo Mendo (14 e 15 de setembro), Trancoso (5 a 7 de outubro), Idanha-a-Velha (1 a 4 de novembro), Monsanto (9 a 11 de novembro) e, finalmente, Belmonte (7 a 9 de dezembro).

São nove meses de grande animação e que levarão milhares de visitantes às 12 Aldeias Históricas de Portugal. Não falte!

Sobre o ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”:
Música, gastronomia, animação de rua, História e estórias, oficinas e muita, muita festa são os traços comuns que vão ligar as 12 Aldeias Históricas de Portugal, cada uma com a sua personalidade característica e singular, mas que em conjunto oferecem experiências únicas a quem os visita.

Como ponto de partida da iniciativa “12 em Rede | Aldeias em Festa” está sempre algo que pertence à memória coletiva de cada aldeia. Tanto pode ser uma personagem, uma lenda ou um conto tradicional, como um acontecimento histórico ou um elemento patrimonial. As histórias e estórias das Aldeias Históricas de Portugal vão sair dos livros e do imaginário da comunidade. São símbolos distintivos e únicos, intimamente ligados a cada aldeia, que se transformam em programas com múltiplos pontos de interesse, capazes de criar recordações inesquecíveis nos habitantes e em quem vem de visita.

Aldeia Histórica de Linhares da Beira festeja lenda do Tesouro da Meia Noite

  • Iniciativa de três dias é o quarto evento do ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”, promovido pelas Aldeias Históricas de Portugal.
  • Gastronomia será um dos pontos fortes da festa.

Data: 26/06/2018

A festa vai chegar a Linhares da Beira, quando esta Aldeia Histórica celebrar, de 13 a 15 de julho, a lenda do Tesouro da Meia Noite. Vão ser três dias de grande animação, gastronomia e muita cultura, inseridos no ciclo de eventos “12 em Rede | Aldeias em Festa”, que prometem marcar de forma inesquecível os moradores e os visitantes de Linhares. A entrada é gratuita.

“Tesouro da Meia Noite” é um evento de cariz cultural e gastronómico que pretende criar uma viagem sensorial pela aldeia, através de personagens que vivem na memória coletiva dos seus habitantes. O ambiente cénico vai levar o visitante a perder-se nos recantos públicos e privados da Aldeia Histórica de Linhares da Beira, através de um “Roteiro dos Sabores” onde encontrará tentadoras e saborosas surpresas.

A lenda do Tesouro da Meia Noite leva-nos até aos tempos de Bernardo da Costa, um rico proprietário que vivia no Solar Corte Real, em Linhares. Diz o povo que explorava os seus arrendatários e que acumulou grande fortuna. Quando faleceu, os arrendatários que foram ao seu funeral viram no caminho o espírito de Bernardo da Costa a caçar, que lhes disse que lhe perdoava as rendas. No velório, descobriram que o caixão estava cheio de pedras e sem vestígios do corpo… A partir de então, quem trabalhava nas propriedades da família de Bernardo da Costa ouvia constantemente gargalhadas e outros barulhos e sentia um espírito a agarrar as suas roupas. Tempos depois, um habitante de Linhares sonhou três noites seguidas com um tesouro. Nesse sonho, alguém lhe dizia para ir à meia-noite às sepulturas em pedra que estão na Quinta da Fidalga (e que são património arqueológico). Mas teria de ir sozinho. Receoso, o morador levou um amigo. Quando chegou lá, encontrou um tesouro, de facto, mas estava queimado…

O programa da festa é muito rico e variado. A criação de uma receita com identidade para Linhares da Beira, com produtos locais, vai ser apresentada num show cooking pelas mãos do chef Tiago Bonito, detentor de uma estrela Michelin. Receita essa que, como convém, será depois degustada pelos participantes e visitantes do jantar comunitário, que acontecerá no segundo dia, mediante inscrição prévia. O Mercadinho D’Aldeia será outro método de promoção dos produtos locais de Linhares da Beira que os visitantes poderão visitar.

Na vertente musical, os espetáculos de som e luz serão fundidos com séculos de História, junto do imponente castelo de Linhares. Artistas como Seiva, Omiri e Marafona irão também encantar os presentes. O teatro de rua, por sua vez, será o ponto de ligação entre o presente e o passado, através de visitas encenadas das lendas e figuras emblemáticas da aldeia.

A iniciativa “Tesouro da Meia Noite” é o quarto momento do ciclo de eventos “12 em Rede | Aldeias em Festa”, que leva a cultura e a animação às 12 Aldeias Históricas de Portugal.

Quem quiser aproveitar e ficar mais dias na região pode aproveitar um pacote especial de alojamento, com preços atrativos, disponível em http://www.aldeiashistoricasdeportugal.com/pacotes_tematicos/12-em-rede-ahp-linhares-o-tesouro-da-meia-noite/

Esta é uma iniciativa das Aldeias Históricas de Portugal e do Município de Celorico da Beira, apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Linhares da Beira possui muitos tesouros, mas o “Tesouro da Meia Noite”, nos dias 13, 14 e 15 de julho, está à sua espera! Venha fazer a festa connosco em Linhares da Beira!

Programa completo do evento Tesouro da Meia Noite:

Sexta-feira, 13 de julho
19h00 – Abertura do Roteiro dos Sabores: Mercadinho D’Aldeia – produtos Iocais e artesanato. Música e animação de rua (Fidalguinhos, Alexande Loio e Pedro Monteiro).
19h15 – Show coooking: Tiago Bonito, chef do restaurante Largo do Paço, Amarante, com 1 estrela Michelin.
20h30 – Gastronomia: Petiscada da Criada (petisco comunitário).
21h00 – Teatro de rua: O Segredo de Dona Lopa.
21h45 – Ilustrações Projetadas: Lendas e estórias ilustradas por Cristina Viana.
22h00 – Concerto: Marafona
23h30 – Gastronomia: O Caldo da Criada
00h00 – Leitura de Contos Enluarados

Sábado, 14 de julho
16h30 – Oficina de Pão: Pão em forno de lenha antiga
17h30 – Abertura do Roteiro dos Sabores
18h00 – Tertúlia Estórias Partilhadas: Contos, Recontos e Histórias de Vida.
18h30 – Visita Guiada à Aldeia Histórica de Linhares
19h15 – Concerto: Música na lgreja
20h00 – Gastronomia: Jantar Comunitário
20h15 – Concerto: Strella do Dia
21h15 – Ilustrações Projetadas: Lendas e estórias ilustradas, por Cristina Viana.
21h30 – Concerto: Seiva
23h15 – Teatro de rua: O Tesouro da Meia Noite
00h00 – Gastronomia: O Caldo do Diabo
00h00 – Concerto: Omiri

Domingo, 15 de julho
08h30 – Caminhada “Em Busca do Tesouro”
10h00 – Exercício físico: Yoga
11h00 – Oficina de Produtos Naturais
12h00 – Almoço-Convívio

O jantar comunitário de sábado e as oficinas estão sujeitas a inscrição prévia obrigatória, para 271 776 307 ou turismo@cm-celoricodabeira.pt .

A festa só acaba em dezembro!
Depois de Linhares da Beira, o ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa” prosseguirá com eventos nas restantes Aldeias Históricas de Portugal. A saber: Marialva (20 a 22 de julho), Castelo Novo (27 a 29 de julho), Castelo Rodrigo (31 de agosto e 1 de setembro), Castelo Mendo (14 e 15 de setembro), Trancoso (5 a 7 de outubro), Idanha-a-Velha (1 a 4 de novembro), Monsanto (9 a 11 de novembro) e, finalmente, Belmonte (7 a 9 de dezembro).

São nove meses de grande animação e que levarão milhares de visitantes às 12 Aldeias Históricas de Portugal. Não falte!

Sobre o ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”:
Música, gastronomia, animação de rua, História e estórias, oficinas e muita, muita festa são os traços comuns que vão ligar as 12 Aldeias Históricas de Portugal, cada uma com a sua personalidade característica e singular, mas que em conjunto oferecem experiências únicas a quem os visita.

Como ponto de partida da iniciativa “12 em Rede | Aldeias em Festa” está sempre algo que pertence à memória coletiva de cada aldeia. Tanto pode ser uma personagem, uma lenda ou um conto tradicional, como um acontecimento histórico ou um elemento patrimonial. As histórias e estórias das Aldeias Históricas de Portugal vão sair dos livros e do imaginário da comunidade. São símbolos distintivos e únicos, intimamente ligados a cada aldeia, que se transformam em programas com múltiplos pontos de interesse, capazes de criar recordações inesquecíveis nos habitantes e em quem vem de visita.

Turismo Centro de Portugal congratula-se com prémios para museus da região

• Melhor Museu do Ano, distinguido nos prémios da Associação Portuguesa de Museologia, está no Centro de Portugal;
• Muitos outros museus da região foram galardoados.

O Turismo Centro de Portugal congratula-se com o facto de a região Centro de Portugal ter sido galardoada com alguns dos principais prémios da Associação Portuguesa de Museologia (APOM), na cerimónia que decorreu ontem, no Museu Nacional dos Coches, em Lisboa.

A cerimónia premiou os museus que mais se destacaram este ano, em 25 categorias a concurso. O Centro de Portugal esteve particularmente em evidência, não só porque o prémio principal, de Melhor Museu do Ano, distinguiu o Museu Metalúrgica Duarte Ferreira, no Tramagal, localizado nesta região, mas também pela extensa lista de galardões entregues a outros espaços museológicos do Centro.

“É com grande satisfação, mas sem surpresa, que saudamos os prémios atribuídos pela Associação Portuguesa de Museologia aos museus do Centro de Portugal. Desde logo, o prémio principal, que distingue um projeto muito recente, mas que já é merecedor de uma tão elevada distinção, com toda a justiça. Os meus parabéns à Câmara Municipal de Abrantes e à parceria que instalou o Museu Metalúrgica Duarte Ferreira, mas também a todos os outros museus da região que saíram premiados na cerimónia”, salientou Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal.

“A diversidade dos museus que podem ser visitados no Centro de Portugal é um trunfo da região, do ponto de vista turístico. Uma região tão rica e com uma oferta tão alargada, que tem conseguido captar o interesse de cada vez mais visitantes, nacionais e internacionais, está felizmente representada nos seus espaços museológicos. Os turistas procuram, de forma crescente, produtos diferenciados e o património cultural e patrimonial é uma grande mais-valia”, acrescentou.

Os prémios da Associação Portuguesa de Museologia distinguiram os seguintes museus do Centro de Portugal:

Melhor Museu do Ano: Museu Metalúrgica Duarte Ferreira (Tramagal);
Prémio Instituição: Câmara Municipal de Mação – Instituto Terra e Memória;
Prémio Aplicação de Gestão e Multimédia: Museu Marítimo de Ílhavo e PO.RO.S – Museu Portugal Romano em Sicó (Condeixa-a-Nova); Menção Honrosa nesta categoria para o Museu Damião de Góis e das Vítimas da Inquisição (Alenquer);
Prémio Filme de Divulgação: Centro de Interpretação da Batalha do Bussaco (Mortágua) e Casa da Memória Judaica da Raia Sabugalense (Sabugal);
Prémio Marketing Cultural: Museu de Leiria, com a exposição ReBelDes;
Prémio Inovação e Criatividade: Museu Municipal de Ourém;
Prémio Colecionador: Luís Pereira de Sampaio (Alcobaça); Menção Honrosa nesta categoria para Manuel Silva, pelo Museu da Rádio – Radiolândia (Oliveira do Bairro);
Prémio de trabalho de Museografia: Menção Honrosa nesta categoria para o Museu Judaico de Belmonte e para o Museu Damião de Góis e das Vítimas da Inquisição (Alenquer);
Prémio Investigação: Polo Museológico de Vilar Formoso, Fronteira da Paz – Memorial aos refugiados e ao Cônsul Aristides Sousa Mendes; Menção Honrosa nesta categoria para o Museu Metalúrgica Duarte Ferreira (Tramagal) e para o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:
O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Instituto Português de Fotografia recorda o que era a zona oriental de Lisboa antes da Expo’98

  • Entre 1993 e 1995, alunos do IPF fotografaram as pessoas e os sítios que iriam ser transformados na Expo’98.
  • Sessão no Arquivo Municipal de Lisboa, a 26 de maio, vai revisitar o projeto com alguns dos seus autores.

 

Durante os anos de 1993 a 1995, alunos do Instituto Português de Fotografia (IPF) abraçaram o projeto de fotografar os terrenos do que seria a futura Expo’98, em Lisboa. Foi feito um registo fotográfico dos habitantes, do espaço e das empresas que ali existiam, antes de terem início as construções daquilo que hoje conhecemos como Parque das Nações. O projeto resultou numa exposição no Ministério das Finanças, em 1998, e culminou, em 2001, com a edição de uma publicação de seis tomos, intitulada “Oceanos, Caminhos na Terra”.

Duas décadas depois da Expo’98, e numa altura em que o IPF celebra o seu 50.º aniversário, a sessão “Oceanos, Caminhos na Terra” vai revisitar este projeto dos alunos do IPF. No dia 26 de maio, pelas 16h30, no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico (Rua da Palma, 246), irão estar presentes alguns dos antigos formandos do IPF que participaram com fotografias suas na publicação, assim como o responsável pelo acompanhamento do projeto na altura e pelo menos dois dos autores dos textos inseridos na publicação.

Será uma oportunidade única para rever, agora com alguma distância temporal, o processo, as imagens e o território que tão profundas mudanças sofreu.

Esta iniciativa do IPF foi apresentada ao Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, uma vez que esta entidade ficou responsável, no ano passado, pelo espólio fotográfico da Parque Expo.

A entrada é livre.

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

Com 50 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Neste meio século de ensino de excelência, dedicou-se ainda à promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia ou o recurso para os muitos entusiastas da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar cialis prix o equipamento de que dispõem, seja uma câmara fotográfica ou um smartphone. Dispõe de uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade.

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal e como instituição de formação tem o reconhecimento da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), sendo ainda membro permanente na ISO, representando Portugal no seu comité de fotografia. Ao longo do seu percurso, tem organizado inúmeras ações de formação por todo o país, não excluindo a ilhas. As formações IPF estão abertas a pessoas de todas as nacionalidades, tendo recebido já formandos da China, Japão, Rússia, Finlândia, Noruega, Itália, Inglaterra, Holanda, França, Suíça, Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, México, Brasil, Canadá e EUA.

 

 

Sortelha celebra a Lenda do Beijo Eterno e apresenta Ruy de Carvalho como figura de destaque

  • “Beijo Sem Fim” é o terceiro evento do ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”, promovido pelas Aldeias Históricas de Portugal.
  • Visitantes serão recebidos pelos moradores, com cantos e contos, gastronomia, visitas encenadas, oficinas e muita animação!

Data: 21/05/18

Ruy de Carvalho, um dos atores mais queridos dos portugueses, e o cantor João Só vão encantar os visitantes da fantástica aldeia histórica de Sortelha, nos dias 1 e 2 de junho, numa festa que promete ser inesquecível. Neste fim de semana, o município do Sabugal, no âmbito do Ciclo de eventos 12 em Rede | Aldeias em Festa, promovido pela Aldeias Históricas de Portugal, prepara uma série de iniciativas que não vão deixar ninguém indiferente!

A festa tem como tema central a famosa Lenda do Beijo Eterno, para sempre imortalizada em duas rochas que estão à entrada desta aldeia do concelho do Sabugal. Os visitantes vão ter a oportunidade de viver experiências únicas, em que acompanharão os residentes nas suas hortas e quintais e conhecerão as vivências do quotidiano dos habitantes. As próprias casas dos moradores de Sortelha irão abrir as portas para a realização de oficinas, em comunhão com quem mostrar interesse em participar.

Mas há muito mais para fazer, ver e ouvir nestes dois dias. Será mostrado como era a vida da aldeia em tempos idos, seja através de tradições do namoro e de bodas, seja com visitas encenadas pelas ruas de Sortelha ou uma exposição fotográfica. A experiência da merenda nos recantos da aldeia, iniciativa que alcançou grande sucesso na edição do ano passado, volta também a ser uma aposta da programação. Como não poderia deixar de ser, o programa integra igualmente momentos de animação musical, gastronomia e muita, muita festa!

A iniciativa “Beijo sem Fim” é o terceiro momento do ciclo de eventos “12 em Rede | Aldeias em Festa”, que leva a cultura e a animação às 12 Aldeias Históricas de Portugal.

Quem quiser aproveitar e ficar mais dias na região pode aproveitar um pacote especial de alojamento, com preços atrativos, disponível em www.aldeiashistoricasdeportugal.com/pacotes_tematicos/12-em-rede-ahp-sortelha-beijo-sem-fim

Venha fazer a festa connosco em Sortelha!

Programa completo do evento Beijo sem Fim:

Sexta, 1 de junho
18h00 – “Quem Sabe Faz…”: Mostra de bracejo e de produtos locais.
19h00 – Inauguração da Exposição “Noivos de Sortelha”: Retratos das tradições do namoro
e casamento em Sortelha.
20h00 – Gastronomia: “Em Casa Cheia Depressa se Faz a Ceia” – Refeição comunitária orientada por um chef.
21h30 – Visita Encenada pelas Ruas de Sortelha: “Retratos da Aldeia” – Tradições do namoro e das bodas e lenda do Beijo Eterno.
22h30 – Espetáculo “Poesia do Beijo”: Trovas & Canções, com Ruy de Carvalho.

Sábado, 2 de junho
10h00 – “Quem Sabe Faz…”: Mostra de bracejo e de produtos locais.
10h00 – Animação de Rua: “Um Jogador Acha Outro”
10h30 – “De Manhã é que se Começa o Dia”. Experiências orientadas: “A Arte de Entrelaçar” (experiência da apanha do bracejo); “Aromas de Sortelha” (experiência da recolha de ervas aromáticas e medicinais); “Cada Cor Seu Paladar” (experiência da recolha de ovos e lenhas para o forno).
13h00 – “Haja Fartura Que a Fome Ninguém a Atura”: Menu Aldeias Históricas de Portugal nos restaurantes locais aderentes.
14h30 – Experiências Orientadas: “Quem Pergunta Quer Saber, Quem Procura Quer Achar”
14h30 – Oficina de Bracejo “A Arte de Entrelaçar”
15h30 – Oficina de Ervas Aromáticas e Medicinais “Aromas de Sortelha”
16h30 – Oficina de Pão Leve (pão de ló) “Cada Cor Seu Paladar”
17h30 – Piquenique Amoroso “Guardado Está o Bocado Para Quem o Há-De Comer”
18h30 – Música e Animação de Rua “Quem Entra na Roda, Tem de Dançar”: Danças e cantares tradicionais.
20h00 – “Haja Fartura Que a Fome Ninguém a Atura”: Menu Aldeias Históricas de Portugal nos restaurantes locais aderentes.
21h30 – Visita Encenada “Retratos da Aldeia”: Tradições do namoro e das bodas e lenda do Beijo Eterno.
22h30 – Música ao Vivo: “O Amor É Um Som Que Reclama Um Eco”, com João Só, “O Bom Rebelde”

As refeições comunitárias (jantar de sexta-feira e piquenique de sábado) e as oficinas estão sujeitas a inscrição prévia obrigatória, para 271 750 080 (Museu do Sabugal) ou visit@cm-sabugal.pt. Cada experiência orientada tem também inscrição obrigatória e um limite máximo de 12 pessoas. Mais informações em www.cm-sabugal.pt.
A festa só acaba em dezembro!
Depois de Sortelha, o ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa” prosseguirá com eventos nas restantes Aldeias Históricas de Portugal. A saber: Linhares da Beira (13 a 15 de julho), Marialva (20 a 22 de julho), Castelo Novo (27 a 29 de julho), Castelo Rodrigo (31 de agosto e 1 de setembro), Castelo Mendo (14 e 15 de setembro), Trancoso (5 a 7 de outubro), Idanha-a-Velha (1 a 4 de novembro), Monsanto (9 a 11 de novembro) e, finalmente, Belmonte (7 a 9 de dezembro).

São nove meses de grande animação e que levarão milhares de visitantes às 12 Aldeias Históricas de Portugal. Não falte!

Sobre o ciclo “12 em Rede | Aldeias em Festa”:
Música, gastronomia, animação de rua, História e estórias, oficinas e muita, muita festa são os traços comuns que vão ligar as 12 Aldeias Históricas de Portugal, cada uma com a sua personalidade característica e singular, mas que em conjunto oferecem experiências únicas a quem os visita.

Como ponto de partida da iniciativa “12 em Rede | Aldeias em Festa” está sempre algo que pertence à memória coletiva de cada aldeia. Tanto pode ser uma personagem, uma lenda ou um conto tradicional, como um acontecimento histórico ou um elemento patrimonial. As histórias e estórias das Aldeias Históricas de Portugal vão sair dos livros e do imaginário da comunidade. São símbolos distintivos e únicos, intimamente ligados a cada aldeia, que se transformam em programas com múltiplos pontos de interesse, capazes de criar recordações inesquecíveis nos habitantes e em quem vem de visita.

Vera Marmelo partilha experiências no Instituto Português de Fotografia

 

  • Fotógrafa do Barreiro, especializada em captar a essência dos espetáculos musicais e dos seus protagonistas, vai falar sobre o seu trabalho nas instalações de Lisboa do IPF – Instituto Português de Fotografia.
  • Mais uma iniciativa no âmbito do 50º aniversário da instituição.

 

A fotógrafa Vera Marmelo é a protagonista da primeira edição do “À Conversa Com…”, ciclo de palestras no IPF – Instituto Português de Fotografia, em que fotógrafos exteriores ao Instituto são convidados a partilhar as suas vivências e experiências profissionais. A iniciativa vai ter lugar já esta quarta-feira, dia 4 de abril, pelas 18h00, nas instalações de Lisboa do IPF, situadas na Rua Ilha Terceira, 31. A entrada é livre.

O ciclo “À Conversa Com…” é um abrir de portas aos fotógrafos portugueses, desafiados a partilhar os seus portefólios, histórias e saberes de quem afirma a sua identidade fotográfica no panorama nacional. O objetivo é que constitua um ponto de encontro entre a comunidade escolar, o público em geral e os fotógrafos, num diálogo permanente que alimente o prazer das imagens.

Vera Marmelo nasceu em 1984, no Barreiro, e fotografa músicos desde 2004. Autodidata no que respeita à fotografia, é motivada desde o início pelas amizades com os músicos da sua cidade natal. Foi no Barreiro que começou a frequentar e a fotografar festivais, nomeadamente o Out.fest e o Barreiro Rocks.

Aquilo que começou a ser uma aventura passou a torná-la conhecida, tanto nos meios especializados como entre o público dos concertos. Os concertos, salas, festivais e ocasiões mais ou menos especiais foram-se multiplicando e o seu arquivo pessoal cresceu e procurou plataformas onde pudesse ser apreciado. Desde 2006 que alimenta de forma muito regular o blogue http://v-miopia.blogspot.pt. Em 2013 e 2014, editou dois livros de autor – o primeiro de retratos em nome próprio e o segundo a duas mãos, a propósito do 20.º aniversário da Galeria Zé dos Bois.

Os 10 anos de experiência online de Vera Marmelo serviram de mote para o lançamento de um novo site, em www.veramarmelo.pt, e à revisão do seu trabalho em publicações de autor, em formato póster.

Criado em 1968, o IPF – Instituto Português de Fotografia é a mais antiga instituição dedicada à área em Portugal, orgulhando-se de ter formado alguns dos mais prestigiados e galardoados fotógrafos nacionais. O ciclo “À Conversa Com…” é uma de várias iniciativas que estão a ser desenvolvidas para comemorar o cinquentenário da instituição.

 

Para mais informações:

https://www.ipf.pt/site/conversa-vera-marmelo

https://www.facebook.com/events/570108103388286

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

 Com 50 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Neste meio século de ensino de excelência, dedicou-se ainda à promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejamevoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõem, seja uma câmara fotográfica ou um smartphone. Dispõe de uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade.

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal e como instituição de formação tem o reconhecimento da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), sendo ainda membro permanente na ISO, representando Portugal no seu comité de fotografia. Ao longo do seu percurso, organizou inúmeras ações de formação por todo o país, não excluindo a ilhas. As formações IPF estão abertas a pessoas de todas as nacionalidades, tendo recebido já formandos da China, Japão, Rússia, Finlândia, Noruega, Itália, Inglaterra, Holanda, França, Suíça, Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, México, Brasil, Canadá e EUA.

Fotógrafo português premiado em Hollywood vai conversar com o público na FNAC

  • Paulo Ferreira já triunfou por duas vezes nos Óscares dos documentários independentes.
  • Vai falar sobre “Fotografia e Timelapse”.

 

Paulo Ferreira, formador do IPF – Instituto Português de Fotografia multipremiado internacionalmente, é o protagonista de uma conversa sobre “Fotografia e Timelapse”, que acontecerá no próximo sábado (dia 7 de abril), às 15h30, na FNAC do Chiado.

A conversa, que promete ser enriquecedora e muito participada, partiu de um desafio colocado pelo IPF à FNAC, que foi de imediato aceite. Paulo Ferreira vai falar do seu trabalho ao público em geral, mostrando todos os pormenores da sua técnica criativa.

Nascido no Porto, em 1970, Paulo Ferreira é formador de técnica de timelapse no IPF, colaborando ativamente com empresas de publicidade, audiovisual e multimédia. Recentemente criou a PTLAPSE.PT, que colabora com empresas de dimensão internacional.

A carreira de Paulo Ferreira tem colecionado prestigiados prémios nos campos da fotografia e do vídeo.

A nível internacional, conquistou já importantes prémios nos Estados Unidos, nos “Hollywood International Independent Documentary Awards”, em Los Angeles, considerados os Óscares dos documentários independentes. Aqui, recebeu o prémio de melhor fotógrafo de timelapse e melhor documentário de timelapse com o trabalho “Nordlys”, em 2016, sobre as auroras boreais. Foi distinguido pela segunda vez este ano no mesmo festival, vencendo o galardão de melhor documentário curto com o documentário “Patagónia – The Tip Of The World”. No seguimento deste filme, escreveu e editou um livro que narra a sua viagem por terras do Chile e da Argentina.

Em Espanha, foi também galardoado no Festival “Timelapse Showfest”, de Madrid, e no Festival de Cinema Finisterra, com um vídeo sobre o Parque Nacional Picos de Europa.

Em Portugal, foi premiado no concurso de fotografia “Dos Rios aos Oceanos: Percursos entre Muitas Histórias”, da Associação Portuguesa de Educação Ambiental-ASPEA, e no Concurso de Astrofotografia do Observatório do Parque Biológico de Gaia.

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

Com 50 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Neste meio século de ensino de excelência, dedicou-se ainda à promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõem, seja uma câmara fotográfica ou um smartphone. Dispõe de uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade.

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal e como instituição de formação tem o reconhecimento da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), sendo ainda membro permanente na ISO, representando Portugal no seu comité de fotografia. Ao longo do seu percurso, organizou inúmeras ações de formação por todo o país, não excluindo a ilhas. As formações IPF estão abertas a pessoas de todas as nacionalidades, tendo recebido já formandos da China, Japão, Rússia, Finlândia, Noruega, Itália, Inglaterra, Holanda, França, Suíça, Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, México, Brasil, Canadá e EUA.

 

 

Arlindo Camacho é quem se segue no ciclo de palestras “Anos Depois” promovido pelo Instituto Português de Fotografia

  • Hoje, dia 21 de março, o IPF – Instituto Português de Fotografia prossegue o ciclo mensal de palestras “Anos Depois”
  • O fotógrafo Arlindo Camacho apresenta o seu percurso pessoal através de imagens, numa iniciativa que marca o 50.º aniversário do IPF.

O fotógrafo Arlindo Camacho é o segundo convidado do ciclo mensal de palestras “Anos Depois”, uma das iniciativas que assinalam o 50.º aniversário do IPF – Instituto Português de Fotografia, que se comemora ao longo do ano de 2018.

A palestra terá lugar hoje, dia 21 de março, às 18h00, no IPF, que se situa na Rua da Ilha Terceira, 31A, em Lisboa. A entrada é livre.

O ciclo “Anos Depois” é um espaço onde antigos formandos do IPF são convidados a apresentar o seu percurso pessoal através de imagens. O resultado é uma reflexão sobre a procura de caminhos fotográficos, profissionais ou autorais, que revelam as escolhas, os interesses e a experiência de quem decidiu fazer vida da arte da fotografia.

Arlindo Camacho nasceu em Lisboa, em 1982. Em 2004, inscreveu-se no curso de fotografia do Ar.Co, mas, dois anos depois, ingressou no Curso de Fotografia Profissional do Instituto Português de Fotografia. Como profissional trabalhou no Diário de Notícias e, atualmente, colabora com publicações nacionais e internacionais, como a revista Visão e a Time Out Magazine, onde publica regularmente. Nos últimos anos tem trabalhado com vários músicos e bandas nacionais, ocupando-se da criação da imagem para os seus álbuns, acompanhamento em concertos e desenvolvimento de videoclipes. Desde 2008 que desenvolve um projeto documental na Moda Lisboa, retratando o panorama da moda nacional, tendo sido exibido nas várias edições da Workstation. Desde 2015 que também é um dos fotógrafos oficiais do festival NOS Alive.

Criado em 1968, o IPF – Instituto Português de Fotografia é a mais antiga instituição dedicada à área em Portugal, orgulhando-se de ter formado alguns dos mais prestigiados e galardoados fotógrafos nacionais. O ciclo mensal de palestras “Anos Depois” é uma de várias iniciativas que vão ser desenvolvidas para comemorar o cinquentenário da instituição.

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

Com 50 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Neste meio século de ensino de excelência, dedicou-se ainda à promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõem, seja uma câmara fotográfica ou um smartphone. Dispõe de uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade.

 

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal e como instituição de formação tem o reconhecimento da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), sendo ainda membro permanente na ISO, representando Portugal no seu comité de fotografia. Ao longo do seu percurso, organizou inúmeras ações de formação por todo o país, não excluindo a ilhas. As formações IPF estão abertas a pessoas de todas as nacionalidades, tendo recebido já formandos da China, Japão, Rússia, Finlândia, Noruega, Itália, Inglaterra, Holanda, França, Suíça, Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, México, Brasil, Canadá e EUA.

Instituto Português de Fotografia inaugura ciclo de palestras “Anos Depois” com Gonçalo Villaverde

  • Amanhã (dia 21 de fevereiro), o IPF – Instituto Português de Fotografia inicia o ciclo mensal de palestras “Anos Depois”
  • O fotojornalista Gonçalo Villaverde vai apresentar o seu percurso pessoal através de imagens, numa iniciativa que marca o 50.º aniversário do IPF

 

O fotojornalista Gonçalo Villaverde é o primeiro convidado do ciclo mensal de palestras “Anos Depois”, uma das iniciativas que vão assinalar o 50.º aniversário do IPF – Instituto Português de Fotografia, que se comemora ao longo do ano de 2018.

A palestra terá lugar amanhã (dia 21 de fevereiro), às 18h00, no IPF, que se situa na Rua da Ilha Terceira, 31A, em Lisboa. A entrada é livre.

O ciclo “Anos Depois” é um espaço onde antigos formandos do IPF são convidados a apresentar o seu percurso pessoal através de imagens. O resultado é uma reflexão sobre a procura de caminhos fotográficos, profissionais ou autorais, que revelam as escolhas, os interesses e a experiência de quem decidiu fazer vida da arte da fotografia.

Nascido em Lisboa, em 1979, Gonçalo Villaverde foi aluno do Instituto Português de Fotografia entre 2006 e 2008. A conclusão do curso profissional com distinção abriu-lhe as portas para um estágio no jornal “Diário de Notícias”. Desde então, trabalha como fotojornalista freelancer, numa primeira fase exclusivamente para o “Diário de Notícias” e atualmente para a Global Imagens, agência responsável pela fotografia dos jornais “Diário de Notícias”, “Jornal de Notícias”, “O Jogo” e das revistas “Notícias Magazine” e “Evasões”, entre outras. É também colaborador do grupo Impresa, que publica o jornal “Expresso”.

O seu trabalho autoral pretende explorar a imagem fotográfica numa vertente artística, trabalhando no limiar entre a realidade e o abstrato, entre o plural e o singular. Numa procura constante pelo olhar pictórico, mistura o direto e o indireto no multifacetado mundo quotidiano. O seu olhar aponta em simultâneo para direções opostas, para realidades paralelas, complementares ou antagónicas, sempre em busca de romper com o lógico e dar voz ao mundo do abstrato.

Criado em 1968, o IPF – Instituto Português de Fotografia é a mais antiga instituição dedicada à área em Portugal, orgulhando-se de ter formado alguns dos mais prestigiados e galardoados fotógrafos nacionais. O ciclo mensal de palestras “Anos Depois” é uma de várias iniciativas que vão ser desenvolvidas para comemorar o cinquentenário da instituição.

 

Mais informações em:

www.ipf.pt/site/anos-depois-goncalo-villaverde e www.facebook.com/events/192022431549988

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

Com 50 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Neste meio século de ensino de excelência, dedicou-se ainda à promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõem, seja uma câmara fotográfica ou um smartphone. Dispõe de uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade.

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal e como instituição de formação tem o reconhecimento da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), sendo ainda membro permanente na ISO, representando Portugal no seu comité de fotografia. Ao longo do seu percurso, organizou inúmeras ações de formação por todo o país, não excluindo a ilhas. As formações IPF estão abertas a pessoas de todas as nacionalidades, tendo recebido já formandos da China, Japão, Rússia, Finlândia, Noruega, Itália, Inglaterra, Holanda, França, Suíça, Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, México, Brasil, Canadá e EUA.