Até sempre e obrigado Joaquim Moutinho!

É com profunda consternação que a Renault Portugal recebeu a notícia do falecimento de Joaquim Moutinho.

Um piloto, mas também um homem extraordinário. O primeiro piloto a defender as cores oficiais da Renault e também o primeiro a conquistar as primeiras vitórias e títulos: 1985 e 1986, ambos com Edgar Fortes como navegador, e ao volante do saudoso Renault 5 Turbo, o “amarelinho” da Renault que tantas emoções e espetáculo proporcionou.

Com sua morte, o desporto automóvel nacional perde uma das suas maiores referências.

À Família, a Renault Portugal apresenta as mais sentidas condolências.

Até sempre e obrigado Joaquim Moutinho!

O desporto automóvel está mais pobre com a partida do piloto Joaquim Moutinho, cuja carreira ficou intimamente ligada à Renault. O piloto portuense, que ficará para sempre na história por se ter tornado o primeiro português a vencer uma prova do Campeonato do Mundo de Ralis, colecionou “estórias” e momentos memoráveis que vale a pena recordar. Sabia, por exemplo, que Joaquim Moutinho só conseguia tirar total partido do Renault 5 Turbo porque tinha… um pé gigante? E que quando foi contratado pela Renault não ficou, digamos, totalmente confortável com a situação? Hora de relembrar o carismático piloto, que deixará, no desporto motorizado português, um vazio difícil de preencher…

Uma breve pesquisa no Google permite rapidamente encontrar o nome de “Joaquim Moutinho”. Meia dúzia de artigos, não fazem, contudo, justiça à grandiosidade do nome que marcou indelevelmente o desporto automóvel português, e, um dia, em circunstâncias muito especiais, extravasou também além-fronteiras, para inundar os jornais e os telejornais internacionais, com a primeira vitória de um piloto português numa prova do Campeonato do Mundo de Ralis e logo ao volante de um Renault!

Um feito que, 33 anos depois, não se apaga da memória, como na reminiscência eterna ficarão gravadas as recordações de um piloto que tão meritoriamente representou as cores da competição da Renault em Portugal nos anos 80. Aos 67 anos, e após doença prolongada, Joaquim Moutinho partiu, mas deixou um legado de inquestionável valor desportivo, pelo menos tão grande como a determinação e hombridade que o caracterizavam e com que sempre soube encarar a vida, tanto nas vitórias como nas derrotas, fossem elas desportivas ou empresariais, num mundo que, paralelamente, também abraçou.

Talento para lapidar

Joaquim Moutinho despertou cedo para o “bichinho” dos automóveis. Tinha apenas sete anos quando foi surpreendido a manobrar o carro da sua mãe, dois anos antes de receber um kart como prenda da conclusão da “primária”, que não tardou a explorar de forma hábil no circuito de São Caetano, em Vila Nova de Gaia. Foi aí que lapidou as bases do seu talento e que começou a viver de forma intensa a paixão pela adrenalina do desporto automóvel e a ficar “viciado” no cheiro a borracha queimada.

O salto para os automóveis foi inevitável e, com pouco mais de 20 anos, o passo lógico para se estrear nas competições, logo com uma história para gravar na memória! Ao volante de um Datsun 1200, terminou num promissor quarto lugar o seu primeiro rali, depois de ter sido ultrapassado por um adversário mais forte em pleno troço e ter feito das palavras do seu navegador Edgar Fortes – “ou consegues ir atrás dele ou não consegues e vamos para casa” -, um hino à determinação, temeridade e destreza, que lhe haveria de servir de inspiração para o resto da carreira.

De resto, os resultados dessa conjugação de fatores aliado à aptidão inata para o volante não se fez esperar e Joaquim Moutinho começou a colecionar sucessos, onde o triunfo no competitivo Troféu Datsun 1200 (1972) e o título de Campeão Nacional de Velocidade (1981), num Porsche de Grupo 5, foram apenas dois passos importantes no caminho da glória, antes de… se tornar piloto oficial Renault!

Com a Renault… ou vai… ou racha!

Foi com a Renault que o piloto do Porto viveu os mais emblemáticos anos da sua carreira, numa relação profícua com a então recém-criada equipa “Renault Galp”. Mesmo se com algumas reservas iniciais acerca da fiabilidade do Renault 5 Turbo com que foi convidado a “atacar” o título no Campeonato Nacional de Ralis em 1984 (o modelo tinha sido desenvolvido fundamentalmente para pisos de asfalto), Joaquim Moutinho aceitou defender as cores da equipa da Renault Portuguesa, até mesmo depois do desafio pragmático lançado pelo responsável máximo da equipa, que implicava assumir as culpas caso a sua rapidez não fosse suficiente para vencer ralis, do mesmo modo que a equipa de mecânicos assumiria o ónus da responsabilidade do insucesso do projeto, se o R5 Turbo não se tornasse “inquebrável”!

E não foi preciso esperar muito para que o binómio Joaquim Moutinho/Renault 5 Turbo se começasse a afirmar, contabilizando, no primeiro ano, seis vitórias e só não registando o título absoluto devido a uma manobra de sabotagem vivida na última prova da época, o Rali Lois Algarve.

Nos dois anos seguintes, em 1985 e 1986, sempre na companhia do navegador Edgar Fortes e cada vez mais familiarizado com o “amarelinho” da Renault, Moutinho assegurou o bicampeonato, somando mais nove triunfos na sua contabilidade pessoal e elevando para um total de 16 vitórias, o número de sucessos pessoais e do Renault 5 Turbo no Campeonato Nacional de Ralis, soma que, ainda hoje merece o respeito de todos os apaixonados pela modalidade.

Mas, não desmerecendo os dois títulos, a página mais dourada da vida desportiva do campeão Joaquim Moutinho escreveu-se a 8 de março de 1986, quando se tornou o primeiro português a vencer uma prova do Campeonato do Mundo de Ralis, num triunfo com sabor agridoce. É que a vitória surgiu apenas depois do fatídico acidente da Lagoa Azul, que motivou o abandono, em bloco, das principais equipas do “Mundial de Ralis”, e que deixou a porta do trunfo aberta para Moutinho, mas não interferiu na dignidade do piloto, que sempre qualificou a vitória mais como uma “chegada em primeiro lugar” do que propriamente um triunfo.

Independentemente do sabor dessa vitória, certo é que Joaquim Moutinho marcou diversas gerações de pilotos, contribuindo para incrementar a competitividade do Renault 5 Turbo nos ralis, dando, de resto, sequência à tradição do bom nome da Renault nos ralis, que, na década de 60, já tinha visto o seu atrevido Renault 8 Gordini brilhar também nos ralis nacionais, pelas mãos de outros pilotos de referência como Carpinteiro Albino e José Lampreia.

Tirar partido do R5 Turbo… só calçando 45 ½!

Para Moutinho, contudo, o Renault 5 Turbo sempre reservou um lugar especial no coração e, verdade seja dita… no pé direito também! É que, o piloto chegou a afirmar que um dos segredos para ser competitivo com o exigente carro (cuja entrega dos 300 cavalos de potência era feita de forma bruta e não anunciada) era calçar 45 ½, o que lhe permitia usar uma apurada técnica de pilotagem – pisar, com o mesmo pé e em simultâneo, o pedal do acelerador e do travão – , o que permitia manter sempre o turbo em carga, mesmo nas curvas mais lentas onde era necessário reduzir substancialmente a velocidade.

Mas apesar de todas as boas recordações deixadas pelo Renault 5 Turbo, acabou por ser precisamente o incêndio que o consumiu, no Rali dos Açores de 1986, que motivou o final da carreira desportiva de Joaquim Moutinho, que, nesse dia, tomou a decisão de abandonar as competições.

Cerca de 20 anos depois, o ex-Campeão Nacional de Ralis, ainda vestiu uma última vez o fato de competição, calçou as luvas e colocou o capacete para experimentar o Renault Clio S1600 da equipa oficial da Renault, então habitualmente conduzido por Pedro Matos Chaves. Um exercício, meramente lúdico e fora do âmbito da competição, mas que lhe permitiu constatar a notável evolução geracional dos Renault preparados para ralis, que, contudo, e como constatou na altura, tinha algo em comum, o mesmo “aguerrido” ADN!

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Como recorda Pedro Matos Chaves, “o Joaquim Moutinho marcou-me desde que eu fui comissário de pista no Circuito de Vila do Conde. A Renault é Joaquim Moutinho e Joaquim Moutinho é Renault. O dia em que guiou o meu Clio S1600 foi memorável para mim e, estou certo, que também para o Joaquim Moutinho. Foi em 2004, no dia a seguir ao Rali de Portugal e quando o Joaquim Moutinho veio ter connosco quis logo saber tudo sobre o carro, como se podia afinar a suspensão, a repartição de travagem, etc. A sua postura era como se fosse disputar um rali. Ou seja, tantos anos depois, mantinha o entusiasmo de sempre. Por ele passava lá o dia todo, porque o que queria era rapidamente descobrir e andar nos limites do carro. Para mim foi uma enorme honra ele ter andado ao meu lado e eu ao lado dele, confirmando que o seu imenso talento e virtuosismo continuavam lá. O desporto automóvel nacional está muito mais pobre com o seu falecimento”.

Memórias que Joaquim Moutinho fez questão de preservar, com a mesma intensidade que todos os seus adeptos e admiradores dele para sempre se recordarão.

Obrigado e até sempre Joaquim Moutinho!

RallySpirit Altronix: Um enorme sucesso!

Portugal entra, definitivamente, na rota dos mais prestigiados Rally-Legends europeus, é esta a única conclusão a que se pode chegar, concluída que está a 5ª edição do RallySpirit Altronix. Três dias de emoções fortes no Grande Porto, com muito saudosismo à mistura, já que entre os mais de 100 participantes – cerca de 30% estrangeiros! – estiveram muitos automóveis de épocas que marcaram a história dos ralis mundiais, com destaque para os impressionantes e espetaculares “Grupo B”. Nesse particular, natural destaque para o ex-campeão do Mundo de Ralis, o sueco Stig Blomqvist que, apesar dos respeitáveis 73 anos de idade, ao volante do incontornável Audi Sport Quattro S1, foi um dos grandes responsáveis pelas autênticas romarias a Vila Nova de Gaia, Porto, Barcelos de Gaia e Santo Tirso. Molduras humanas constituídas por muitos milhares de espectadores, que nem um São Pedro pouco colaborante conseguiu demover. No plano desportivo, destaque para as vitórias de Pedro Leal/Isabel Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo) na Categoria “Spirit” e Rui Salgado/Luís Godinho (Volkswagen Golf GTI) entre os “Históricos”.

35 anos depois de se sagrar Campeão do Mundo de Ralis, Stig Blomqvist voltou a estar aos comandos de um carro de ralis, com o sueco, no final do RallySpirit Altronix, a admitir que “foi muito bom regressar a Portugal e ver que nada mudou… só eu estou mais velho! A paixão pelos ralis mantém-se e os espectadores continuam a vibrar com este desporto, mas felizmente agora estão muito melhor comportados. Aliás, a organização está de parabéns pelo excelente trabalho realizado e pela escolha que fez do percurso, muito interessante e seletivo.”

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O piloto não esconde que “voltar a guiar este Audi Sport Quattro S1 também é sempre um prazer. Noutros tempos, correr com ele contra o cronómetro era um enorme desafio e, hoje, mais de 30 anos depois, também continua a ser, mesmo que o ritmo seja, claro, mais lento. O gozo de guiá-lo num ambiente descontraído como o do RallySpirit, que tão bem se enquadra no espírito dos Rally-Legends atuais, só posso dizer que ainda é imenso!”

Para Stig Blomqvist, de 73 anos, esta curta viagem no tempo de três dias, em Portugal, também permitiu algumas reflexões relativamente à evolução dos ralis. Comparando os pilotos do seu tempo com os da atualidade, o sueco com 55 anos de carreira, refere que “os pilotos de hoje são também muito rápidos, mas têm muito melhores condições do que aquelas que tínhamos na década de 80. Penso que nunca saberão quais as dificuldades do que era fazer um troço como Arganil à noite, com nevoeiro e chuva, ou um rali com 700 quilómetros de troços cronometrados e com poucas horas de sono, com carros que não curvavam como os atuais e que tinham acelerações brutais. Mas é a normal curva do tempo e da evolução”.

Mas se o valor das palavras de um ex-Campeão do Mundo como Stig Blomqvist constituem legítimo motivo de orgulho para a organização do RallySpirit Altronix, não restam dúvidas que a 5ª edição constitui um marco importante na ainda curta história da prova. Na realidade, o RallySpirit entra, por direito próprio, na rota dos mais prestigiados e importantes Rally-Legends europeus e não faltam razões que o justificam: desde a participação de um ex-Campeão do Mundo de ralis entre as mais de 100 equipas – 30% estrangeiras! – que alinharam à partida e, não é de mais assinalar, a participação de carros tão emblemáticos como o Audi Sport Quattro S1, o MG Metro 6R4, o Peugeot 205 Turbo 16 E2 ou mesmo o Lancia Stratos, Lancia 037, o Alpine A110 e o Renault 5 Turbo.

Máquinas que levaram milhares de aficionados do desporto automóvel a encherem os pontos nevrálgicos da prova, com destaque para as 10 provas especiais que constituíram o esquema competitivo da prova da X-Racing, operacionalizada na estrada, pelo Clube Automóvel de Santo Tirso. Entre a dezena de classificativas disputadas, destacou-se a especial “Boucles Barcelos”, corrida de forma inédita em Portugal, e que, sem tempos cronometrados, permitiu espetáculo acrescido para o público entusiasta, que vibrou com as animadas perseguições entre os diversos concorrentes, numa aposta claramente ganha.

No capítulo desportivo, a prova reservou algumas surpresas para o último dia principalmente na Categoria “Spirit”. Depois de liderar na primeira etapa, a dupla espanhola Emilio Vazquez/Hector Rodriguez cedeu o comando a duas classificativas do final do rali, após problemas mecânicos no Citroën ZX Kit Car, que permitiu à dupla Pedro Leal/Isabel Ramalho, que, com o Mitsubishi Lancer Evo, herdarem uma vitória que, com enorme desportivismo, o piloto português fez questão de referir “pertencer à equipa espanhola no plano moral, embora já se saiba que os ralis estão sempre cheios de imponderáveis”. Palavras que só confirmam que o RallySpirit é, de facto, movido por… espírito muito especial!

Mesmo fora dos planos iniciais, até porque tinha apenas um único jogo de pneus disponível para toda a prova, Leal firmou o segundo triunfo na prova, (repetindo o êxito de 2017). Atrás da dupla do Mitsubishi, não faltou animação, com Gonçalo Figueiroa/José Janela, no Ford Escort MK II, a repetirem também o segundo lugar do ano passado e Armando Costa/Rui Raimundo, em Mitsubishi Lancer Evo, a assegurarem o derradeiro lugar do pódio, depois de um toque e furo do também Mitsubishi Lancer Evo ter feito a dupla Jorge Marques/Ricardo Cunha cair da segunda para a quarta posição.

Na Categoria “Históricos”, é que Rui Salgado e Luís Godinho não deixaram escapar a vitória no último dia, com o rápido e equilibrado Volkswagen Golf GTI. Naquele que poderá ter sido o seu último rali, o piloto nortenho confessou que o segredo da vitória “esteve no andamento da primeira classificativa onde, com muita chuva, os adversários jogaram à defesa e eu arrisquei tudo, ganhando uma vantagem que consegui aumentar ainda até ao final do primeiro dia, para depois gerir no último”, acrescentando que se tratou “de um triunfo particularmente emocional pois ganhar um rali já é especial, fazê-lo frente a um plantel de luxo e num ambiente fantástico como o do RallySpirit torna tudo mais especial”. O pódio acabou preenchido por Rui Ribeiro/Pedro Fernandes, que levaram o Ford Escort MK I até ao segundo lugar, à frente dos espanhóis Julio Borja Saura/Juan Costas, cuja beleza do Porsche 911 SC também encantou o público.

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Depois de três dias de emoções fortes para pilotos e espectadores, a organização da X-Racing também não podia estar mais satisfeita. À chegada a Vila Nova de Gaia, Pedro Ortigão, da X Racing, referiu que “estamos muito satisfeitos com o assinalável crescimento face às edições anteriores, o que é extremamente positivo para evolução do RallySpirit. A presença dos míticos carros de Grupo B foi naturalmente a ‘cereja no topo de bolo’, mas estamos igualmente contentes por perceber que alguns dos principais animadores dos mais importantes Rally Legend europeus nos deram um feedback muito positivo relativo ao RallySpirit. É igualmente gratificante perceber na estrada que estamos a conseguir corresponder às expectativas do público, que muito nos acarinhou ao longo dos dias de prova e que é um dos pilares de sucesso deste rali. No fundo, tivemos o cenário perfeito para nos enquadrarmos nos melhores Rally-Legends europeus, mesmo sabendo que ainda temos um grande potencial de evolução e é nisso que vamos trabalhar já em 2019”.

Corre o pano sobre o RallySpirit Altronix 2019, mas já com o pensamento no RallySpirit Altronix 2020!

Classificação Final
SPIRIT
1º Pedro Leal/Isabel Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo), 33m22,4s
2º Gonçalo Figueiroa/José Janela (Ford Escort MK II), a 1m13,8s
3º Armando Costa/Rui Raimundo (Mitsubishi Lancer Evo), a 1m24,1s

HISTÓRICOS
1º Rui Salgado/Luís Godinho (Vokswagen Golf GTI), 36m35,4s
2º Rui Ribeiro/Pedro Fernandes (Ford Escort MK I), a 14,9s
3º Julio Borga Saura/Juan Costas (Porsche 911 SC), a 59,2s

Classificações completas em http://wwr.stm.pt/spirit2019/results.

As emoções do RallySpirit Altronix continuam amanhã (domingo), depois de dois dias de muito espetáculo e de autênticas romarias na estrada

Depois de dois dias de emoções fortes e de autênticas romarias a Vila Nova de Gaia, Porto e Barcelos, a manhã de amanhã (domingo) promete ser de consagração para o RallySpirit. Cerca de 100 equipas – 30% estrangeiras – vão prosseguir o espetáculo, desta vez, no concelho de Santo Tirso, com destaque para os lendários e impressionantes automóveis Grupo B que, nos anos 80, foram responsáveis pela era de ouro do Mundial de Ralis. Entre estes, natural destaque para o incontornável Audi Sport Quattro S1 pilotado pelo ex-Campeão do Mundo Stig Blomqvist que, apesar dos respeitáveis 73 anos de idade, tem impressionado pelo ritmo e espetáculo que tem proporcionado. Na luta contra o cronómetro, quem está a levar a melhor são as duplas Emilio Vazquez/Hector Rodriguez, num Citroën ZX Kit Car na Categoria “Spirit”, posição semelhante à que ocupa a equipa Rui Salgado/Luís Godinho (VW Golf GTI) mas na Categoria “Histórico”. Contudo, o suspense faz parte integrante dos ralis pelos que, nada está decidido e serão as três classificativas de amanhã a ditar o nome dos vencedores.

Quando a marginal de Vila Nova de Gaia, no final da manhã de amanhã (domingo), acolher a chegada da 5ª edição do RallySpirit Altronix, dificilmente o balanço pode ser diferente: a prova conquista, por direito próprio, o estatuto de referência entre os “Rally-Legends” europeus e, indiscutivelmente, a prova portuguesa que melhor representa esse conceito que, cada vez mais adeptos tem por todo o planeta.

Afinal, ninguém consegue ser indiferente ao aspeto, ao som dos motores, à potência e ao espetáculo de máquinas como o Audi Sport Quattro S1, Peugeot 205 Turbo 16 E2, MG Metro 6R4 e de muitas outras que marcaram a história dos ralis mundiais. E são essas autênticas peças de museu, de valor incalculável, que prometem continuar a levar ao rubro os muitos milhares de espectadores que, igualmente, são esperados no terceiro e último dia do RallySpirit Altronix.

Desportivamente, os dois primeiros dias foram marcados pela animação. Na Categoria ”Spirit”, no final do segundo dia de prova e após cumpridas cinco classificativas ao cronómetro, é a equipa espanhola Emilio Vazquez/Hector Rodrigues quem lidera, em Citroën ZX Kit Car, mais um carro mítico e muito apreciado pelos entusiastas dos ralis. Atrás de si, os portugueses Pedro Leal/Isabel Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo), a braços com alguns problemas de pneus, estão já a 31,7s, mas com margem de segurança suficiente para se superiorizarem a Jorge Marques/Ricardo Cunha (Mitsubishi Lancer Evo VI), que completam o pódio provisório.

Mais lentos, mas não menos espetaculares, os “Históricos” foram, para já, uma aposta ganha para a equipa Rui Salgado/Luís Godinho, que encontrou na chuva da manhã um aliado precioso para disfarçar a menor potência do seu Volkswagen Golf GTI face a outras máquinas bem mais potentes. Contudo, já em seco, a dupla nortenha confirmou o seu bom andamento, terminando o dia com uma vantagem esclarecedora de 48,3s sobre o Ford Escort MK I de Rui Ribeiro/Pedro Fernandes, enquanto o emblemático Fiat 131 Abarth de Jorge Pinto Basto/Pereira da Silva ocupam a terceira posição provisória.

Para amanhã (domingo, dia 10 de novembro), fica reservado as tradicionais e seletivas classificativas de Santo Tirso – “Assunção” (4,40 km), “S. Tomé de Negrelos (7,30 km) e “Coronado” (5,37 km) -, com o fim de festa a terminar em apoteose, novamente junto à margem esquerda do Douro, na Marginal de Gaia, ao final da manhã.

Mais informações sobre a prova poderão ser obtidas na página oficial da prova do Facebook, em https://www.facebook.com/rallyspirit.xikane.

Emoções do RallySpirit Altronix arrancam amanhã em Gaia

3, 2, 1… 0! Está feita a contagem final para o arranque do RallySpirit Altronix 2019 que, amanhã, partirá da Marginal de Vila Nova de Gaia, começando a distribuir emoções fortes pelos adeptos do desporto automóvel.

A prova, que é já uma das mais importantes do mapa dos Rally-Legends europeus e que reúne um verdadeiro “museu-ambulante” de carros míticos e históricos de todas as gerações, contará com 115 equipas, oriundas de seis países, com particular destaque para o Ex-Campeão do Mundo de Ralis, o sueco Stig Blomqvist, ao volante do fantástico Audi Sport Quattro S1.

A este emblemático ex-libris do património dos ralis, juntar-se-ão outros famosos “Grupo B”, como o Peugeot 205 Turbo 16, MG Metro 6R4, Lancia 037 ou Renault 5 Turbo, que recuperam a era dourada da modalidade e se juntam a muitos outros carismáticos modelos, como o Lancia Stratos, o Fiat 131 Abarth ou o Alpine A110, para fazerem uma viagem no tempo ao mundo dos ralis.

O evento, que se desenrolará até domingo, entre Gaia, Porto, Barcelos e Santo Tirso, teve hoje mesmo o seu “aperitivo”, com um “Welcome Drink” na Marginal de Gaia, já com a presença de Stig Blomqvist e de muitos aficionados, que não resistiram à tentação de conhecer, em primeira mão, o Ex-Campeão do Mundo de Ralis e de começar a viver o espírito desta singular prova automobilística.

Os mais fortes batimentos cardíacos e descargas de adrenalina, estão, contudo, reservados para o dia de amanhã, quando as equipas arrancarem, pelas 21h00, da Marginal de Gaia, rumo ao Quartel da Serra do Pilar, onde, pelas 21h15, disputarão o primeiro setor competitivo da prova, na “Super Especial de Gaia”, que abrirá as “hostilidades” contra o cronómetro.

O primeiro dia de prova terminará em beleza, no admirável cenário do Porto, mais concretamente, na Avenida dos Aliados, em frente à Câmara Municipal do Porto, onde, a partir das 21h35, o muito público esperado terá a oportunidade de admirar as máquinas do rali em toda a sua plenitude.

RallySpirit Altronix: viagem no tempo com máquinas míticas do “Grupo B”

  • De sexta-feira a domingo, emoções fortes do desporto automóvel estão em Gaia, Porto, Barcelos e Santo Tirso

Recordar é viver e, neste caso, viver com intensidade! É este o “espírito” do RallySpirit Altronix, prova que, na sua quinta edição, na estrada entre 8 e 10 de novembro, reaviva o famoso legado dos míticos carros de “Grupo B”, que preencheram a era dourada dos ralis nos anos 80! Máquinas fascinantes, de inevitável apelo emocional e nostálgico, como o Audi Sport Quattro, Peugeot 205 Turbo 16, Ford RS200, MG Metro 6R4, Lancia 037 ou Lancia Stratos, regressam a Portugal para voltar a escrever história e trazem a companhia do Ex-Campeão do Mundo de Ralis, Stig Blomqvist, figura de cartaz da prova. Com 115 equipas inscritas – cerca 30% de países como Alemanha, Bélgica, Espanha, Grã-Bretanha e Suécia – o rali que vai percorrer os concelhos de Barcelos, Porto, Vila Nova de Gaia e Santo Tirso, será um espetáculo, definitivamente, a não perder…

Pelo quinto ano consecutivo, o RallySpirit Altronix vai transformar-se num “concentrado” de emoções fortes para diluir e “degustar”, aprazivelmente, ao longo de três dias! De 8 a 10 de novembro, a prova que, de ano para ano, tem reforçado a sua posição no mapa dos principais “Rally-Legends” Europeus, promete muita emoção e autênticas romarias aos concelhos de Barcelos, Porto, Santo Tirso e Vila Nova de Gaia, que receberão o percurso idealizado pela X Racing, a entidade promotora do rali.

Confirmando a receita de sucesso de anteriores edições, a prova deste ano reúne novamente os carros mais míticos do património histórico dos ralis da década de 70, 80, 90 e 00 – com destaque para os míticos “Grupo B”! – mas também algumas das máquinas mais emocionantes da atualidade.

Mas, a verdade, é que no centro de todas as atenções estarão os fascinantes “Super-Grupo B”, modelos de produção muito limitada, com potências na ordem dos 600 cavalos, que, emprestaram à década de 80 do Campeonato do Mundo de Ralis, um carisma tão especial como único, ao ponto de, passadas mais de três décadas, ser essa ainda considerada a época de ouro dos ralis. 

A história vai voltar a viver-se de forma intensa no RallySpirit Altronix, com a presença de carros tão lendários como o Audi Sport Quattro S1, Peugeot 205 Turbo 16 E2, Ford RS 200 e MG Metro 6R4, que, por certo – com o seu extravagante design aerodinâmico, avassaladora potência, assombrosa aceleração e misticismo impar -, conquistarão e contagiarão de entusiasmo milhares de aficionados ávidos de sensações fortes, que há mais de 30 anos esperam pelo regresso deste célebre conjunto de carros a Portugal.

Na estrada, com contornos verdadeiramente nostálgicos, também têm presença assegurada outros históricos “Grupo B”, como os famosos Lancia 037 e Audi Quattro A2, para além de outros modelos igualmente carismáticos de Grupo 4 (Lancia Stratos, Fiat 131 Abarth, Renault 5 Turbo e Ford Escort RS), de Grupo A (Lancia Delta Integrale, Subaru Impreza, Mitsubishi Lancer Evo e Ford Escort Cosworth) e mesmo um World Rally Car (Subaru Impreza WRC), que escreveram alguns das mais belas páginas dos ralis mundiais.

Mas nem só de carros magnéticos se faz a edição deste ano do RallySpirit Altronix, uma vez que para o seu quadro de honra também entra o Ex-Campeão do Mundo de Ralis (1984), Stig Blomqvist! Depois da presença de estrelas do Campeonato do Mundo de Ralis, como Miki Biasion (2016), Ari Vatanen (2017) e François Delecour (2018), chega agora a vez do piloto sueco ser a estrela maior do evento, abrilhantando a sua presença ao volante do fantástico Audi Sport Quattro S1, uma das 20 unidades do limitadíssimo contingente produzido pela Audi Sport nos anos 80 e a primeira das oito que a equipa oficial usou no Campeonato do Mundo de Ralis.

Para o piloto, com 55 anos de carreira, e que foi vitorioso em 11 provas do WRC, num palco onde também conquistou 32 pódios, regressar a Portugal “é um motivo de enorme satisfação, ainda mais para voltar a sentar-me num Audi Sport Quattro, com que vivi momentos únicos na minha carreira. Trata-se de um carro exigente, mas que proporciona muito prazer de condução e espetáculo e que me possibilitará recordar velhos tempos de quando fui piloto oficial da Audi”.

A par de Blomqvist, mais 114 equipas partirão apostadas em fazer do RallySpirit Altronix 2019 um evento memorável e definitivamente internacional. Aos concorrentes portugueses, juntam-se formações vindas da Suécia, Alemanha, Grã-Bretanha, Bélgica e Espanha, com estas últimas a providenciarem um forte contingente, correspondente a cerca de 20% das inscrições. 

No plano competitivo, os três dias do evento, idealizado pela X Racing, têm muita animação garantida, com a disputa de 10 Provas Especiais, em piso de asfalto, preparadas pelo Clube Automóvel de Santo Tirso. A estrutura da prova mantém o epicentro em Vila Nova de Gaia, com partida e chegada simbólica do rali na Marginal e com a “Super Especial Gaia” (1,20 km), desenhada no Quartel da Serra do Pilar, a servir de “aperitivo” para aquecer o ambiente, na noite de sexta-feira (8 de novembro) e a prometer, desde logo, a concentração de largos milhares de espetadores.

Novidade será o facto das equipas atravessarem depois para a margem Norte do Douro, pernoitando no Porto, na Avenida dos Aliados, local emblemático e privilegiado para o público apreciar as máquinas do rali de forma descontraída. De resto, é também no Porto que se concentrarão boa parte das emoções no Parque de Acolhimento, localizado no “Queimódromo”, onde também será possível ver as habituais e sempre espetaculares operações de assistência aos carros de competição.

No sábado (9 de novembro), o polo da ação desloca-se para Barcelos, concelho que acolherá todo o segundo dia de prova, com a disputa do troço “Laúndos” (9,00 km), e dupla passagem pelas classificativas de “Barcelos” (9,00 km) e “Franqueira” (4,70 km), para além daquela que será uma das grandes novidades da prova, a prova especial “Boucles Barcelos” (9,60 km), disputada sem a preocupações com o cronómetro, logo propensa para (ainda) mais espetáculo por parte dos pilotos, que, para gáudio do público, farão três passagens pela classificativa.

O último dia de prova, domingo (10 de novembro), fica reservado para as tradicionais e seletivas classificativas de Santo Tirso – “Assunção” (4,40 km), “S. Tomé de Negrelos” (7,30 km) e “Coronado” (5,37 km) -, com o fim de festa a terminar em apoteose novamente junto à margem esquerda do Douro, na Marginal de Gaia, ao final da manhã.

Para Pedro Ortigão, um dos responsáveis pela X Racing, “é naturalmente com grande satisfação que vemos arrancar a 5ª edição do RallySpirit com um conjunto de carros tão emblemático. O nosso principal objetivo sempre foi o de nos podermos colocar a par das melhores provas internacionais do conceito ‘Legend’. Ainda temos muito por onde evoluir, mas podermos contar com a presença de alguns dos principais intervenientes do mundo deste tipo de provas, é um motivo de orgulho. Isto não seria possível sem apoio de todos os pilotos, jornalistas, patrocinadores e municípios envolvidos, a quem endereçamos um agradecimento especial, sem esquecer naturalmente o público, que tanto nos tem acarinhado, e a quem pedimos para assistir ao RallySpirit Altronix em segurança, ajudando-nos, na estrada, a “combater” comportamentos de risco.”

Não faltam, portanto, motivos para que a quinta edição do RallySpirit Altronix seja verdadeiramente única, emoldurada pela paixão de milhares de adeptos do desporto automóvel.

Mais informações sobre a prova poderão ser obtidas no link http://www.rallyspirit.pt/ ou na

página oficial da prova do Facebook, em https://www.facebook.com/rallyspirit.xikane. O “Guia do Rali” (que inclui Acessos e Coordenadas da “Zonas Espetáculo” das classificativas) está disponível no link https://we.tl/t-SPpgozSDM1

Míticos “Super-Grupo B” regressam a Portugal com o RallySpirit Altronix

O RallySpirit Altronix, prova automobilística em constante afirmação no contexto dos Rally-Legends mundiais, contará, na sua 5ª edição, com uma verdadeira “chuva” de míticos carros de ralis, com especial destaque para os famosos “Grupo B”, que, nos anos 80, coloriram a era dourada dos ralis.

Aliás, os “Grupo B” são a temática da edição deste ano, que irá para a estrada entre 8 e 10 de novembro, e que conta com um forte nível de internacionalização, prometendo ser a mais apelativa desde que, em 2015, se estreou em solo português. Das mais de 100 equipas inscritas de nacionalidades portuguesa, espanhola, sueca, alemã, inglesa e belga (de um limite máximo de 120), as presenças de maior destaque estão precisamente reservadas para os denominados “Super-Grupo B”, capazes de, pela sua raridade e espetacularidade, fazerem vibrar os aficionados dos ralis como nenhuns outros.

No topo da lista, encontra-se o Audi Sport Quattro S1, que será pilotado pelo ex-Campeão do Mundo de Ralis, Stig Blomqvist, que é também o “cabeça de cartaz” da prova. Mas ao “monstruoso” Audi, juntar-se-ão alguns dos seus rivais da altura, como o Peugeot 205 Turbo 16 E2, o Ford RS200 e o MG Metro 6R4, verdadeiros ex-libris dos ralis dos anos 80.  

Aos emblemáticos “Super Grupo B” associar-se-ão ainda outros históricos “Grupo B”, como os famosos, Audi Quattro A2, Lancia 037 e Renault 5 Turbo, para além de outros modelos igualmente célebres de Grupo 4, Grupo A e mesmo WRC (World Rally Cars).

Para Pedro Ortigão, um dos responsáveis da X Racing, “há muito que já tínhamos prometido que traríamos ao RallySpirit Altronix alguns dos mais emblemáticos carros de ‘Grupo B’ e ficamos muito satisfeitos que isso se torne possível nesta quinta edição, que representa a internacionalização definitiva da prova, com a vinda de alguns dos principais protagonistas dos Rally-Legends a nível mundial, que, em muito, ajudarão a prestigiar este rali”.

Mais detalhes, que incluem o programa completo desta 5ª edição do RallySpirit Altronix 2019, serão conhecidos a 17 de outubro, numa altura em que já se sabe que a prova estará dividida no dia do seu arranque (sexta-feira, 8 de novembro) entre Vila Nova de Gaia (Partida Simbólica e Super Especial) e o Porto (Parque de Acolhimento no “Queimódromo” e receção noturna na Av. Aliados); visitará a cidade de Barcelos com diversas provas especiais e uma Super Especial noturna (sábado, 9 de novembro); e terminará com passagem pelas tradicionais classificativas das edições anteriores, em Santo Tirso e Coronado, antes da chegada a Gaia (domingo, 10 de novembro).

Caramulo Motorfestival com a maior edição de sempre

• Evento, que vai decorrer de 6 a 8 de setembro, foi apresentado no Museu do Caramulo.

A XIV edição do Caramulo Motorfestival, o maior festival motorizado em Portugal, regressa à Serra do Caramulo nos próximos dias 6, 7 e 8 de setembro, com muitas novidades e a maior programação de sempre. O festival foi apresentado numa conferência de imprensa que decorreu no Museu do Caramulo.

Organizado pelo Museu do Caramulo, em parceria com o Automóvel Club de Portugal, o Caramulo Motorfestival tem este ano a edição mais marcante, numa altura em que se comemoram os 60 anos do Museu e os 40 anos da Rampa do Caramulo. A organização espera um aumento significativo do número de visitantes, face aos 30 mil das edições anteriores.

“Esperamos ter um aumento de 10 a 20 por cento no número de visitantes, devido ao programa de qualidade que conseguimos apresentar”, sublinhou Salvador Patrício Gouveia, do Museu do Caramulo, durante a conferência de imprensa. “Vamos trazer um conjunto de pilotos convidados de grande nível, como Marku Allen ou Filipe Albuquerque, além de alguns pilotos que fizeram história nas primeiras edições da Rampa do Caramulo, alguns deles com os carros originais. Temos um plantel de luxo tanto nos automóveis como nos pilotos”, acrescentou. O organizador recordou que, em 2006, o Caramulo Motorfestival integrava apenas quatro eventos, número que este ano ascende aos 50, divididos pelos três dias e destinados a toda a família. “Vamos contar com mais de 1.100 automóveis, motos e aviões nos diversos eventos do programa”, adiantou.

Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, destacou o facto de este ser um “evento turístico-desportivo que dura três dias, o que está em linha com a matriz do Turismo Centro de Portugal, focada em aumentar a permanência de turistas na região”, e de ser um festival “que apresenta um programa destinado a vários segmentos de público”. Além de que, disse, “demonstra a aptidão que o Centro de Portugal tem hoje para receber grandes eventos turístico-desportivos, e em particular motorizados, como foi o caso do Rali de Portugal, que levou milhares de pessoas à região”. “O Caramulo Motorfestival revitaliza a marca Caramulo e projeta toda a região. É uma bandeira do Centro de Portugal”, acrescentou Pedro Machado.

Pedro Adão, vereador na Câmara Municipal de Tondela, assinalou o facto de o festival ter este ano “uma dimensão muito maior”. “A Câmara Municipal de Tondela não poderia deixar de se associar e de apoiar este festival, pela projeção que faz do concelho. Tal como o Museu do Caramulo, que ao longo dos anos tem colocado o Caramulo no centro das atenções, com significativo impacto turístico”, frisou.

Também presente na conferência de imprensa, João Jordão, do Automóvel Club de Portugal (ACP), elogiou a capacidade do evento em ter “conseguido construir um posicionamento único no panorama nacional”. Além disso, realçou a circunstância de o festival acontecer “fora de Lisboa e dos grandes centros”. “O ACP é adepto de se levar o desporto automóvel a todo o país”, considerou.

Edição com muitas novidades

A principal atração do Caramulo Motorfestival continua a ser a Rampa Histórica Michelin, que este ano contará com quase 90 automóveis clássicos, históricos e de competição, nas categorias de velocidade e regularidade. A Rampa do Caramulo celebra 40 anos em 2019, data que será assinalada durante o Caramulo Motorfestival com uma exposição temporária intitulada “Rampa do Caramulo – 40 Anos”, patente no Hotel do Caramulo e com entrada livre.

Como é hábito, o evento vai também contar com uma longa lista de pilotos convidados a participar na Rampa Histórica Michelin e no convívio com o público. Entre estes encontra-se Markku Alén, o piloto que detém o título de maior número de vitórias em estágios no Campeonato Mundial de Rali, que se estreia no evento e que irá fazer as delícias dos amantes dos ralis e da velocidade. Juntam-se a ele, ainda, Filipe Albuquerque, o piloto português que compete atualmente no Campeonato DTM e Pedro Marreiros, Campeão de Espanha GTs. Para assinalar os 40 anos da Rampa do Caramulo, o Caramulo Motorfestival vai ainda contar com a presença de vários pilotos que correram na prova nos anos 70 e 80 como Albino Abrantes, Ni Amorim, António Rodrigues, Edgar Fortes, Araújo Pereira, António Barros, Veloso Amaral ou Alcides Petiz.

Entre as muitas novidades da edição deste ano, está a Motorlândia Fun Park, um miniparque de diversões destinado aos mais novos, com um comboio, uma pista de karts elétricos e muitos jogos e simuladores. A Feira da Automobilia cresce e será ao ar livre. Outras novidades incluem a introdução de uma Pista de Trial, onde além de poderem assistir a demonstrações em moto e bicicleta realizadas por pilotos profissionais, o público (miúdos e graúdos) vai poder realizar batismos de Trial em motos elétricas. O perímetro do evento vai também ser alargado para poder dar resposta à crescente procura de clubes e particulares, que querem visitar e participar no Caramulo Motorfestival, com os seus automóveis e motociclos clássicos.

O programa inclui também o Passeio 200 Milhas, o Passeio Rota do Clássicos, a Coleção de Automóveis, Motociclos, Velocípedes e Miniaturas do Museu do Caramulo, o Air Show, uma pista de trial, concentrações de clubes, música ao vivo e três exposições temporárias, entre outras iniciativas.

Ao longo de todo o fim-de-semana, o público vai poder ainda deliciar-se com mais um clássico do Motorfestival que atrai todos os olhares: o espetáculo aéreo de aviões clássicos, que conta com modelos históricos pilotados por experientes aviadores, seja em voo de desmonstração ou acrobático.

O Museu do Caramulo é também uma das atrações do Caramulo Motorfestival, com as suas coleções permanentes de arte, automóveis, motos, bicicletas e brinquedos. O museu vai ainda apresentar um conjunto de exposições temporárias. Entre estas estará a exposição “Supercarros”, dedicada aos super e hypercars e com um alinhamento de luxo constituído por modelos raros da Ferrari, Lamborghini, Porsche, Bugatti, Mercedes-Benz ou McLaren.

Estarão ainda patentes, durante o evento, as exposições “Brinquedos do outro mundo”, dedicada aos brinquedos da era espacial e a exposição de arte contemporânea “Black Box: Potlatch”, com curadoria de Julião Sarmento, que conta com obras de seis artistas plásticos como Leonor Antunes, Juan Araujo, João Maria Gusmão & Pedro Paiva, António Bolota e Carolina Pimenta.

Encontros, passeios e concentrações
Característicos do Caramulo Motorfestival, regressam ainda os passeios e ralis de automóveis como a Rota das Clássicos, o Encontro Porsche, o Passeio Caramulo TT para veículos todo-o-terreno, o Passeio Histórico Salamanca-Caramulo e o passeio 200 Milhas, além da estreia do Passeio Abarth, que celebra 70 anos da marca italiana do escorpião.

As duas rodas também estarão representadas em peso no Encontro das Café Racers, no Encontro das Cinquenta, na concentração Vespa Caramulo, no Passeio Ducati, na Raiada do Caramulo, dedicada às bicicletas antigas e com a novidade do Encontro Mini Honda, que vai trazer um batalhão de modelos Monkey e Mini Trail, antigos e modernos.

Transmissão em direto
Tal como em 2018, o Caramulo Motorfestival vai ser transmitido em direto por um canal de televisão por cabo, assim como em Live Streaming para todo o mundo via internet. A cobertura vai abranger todo o evento, incluindo a Rampa Histórica do Caramulo, os bastidores, os sub-eventos e entrevistas aos pilotos e participantes, entre outros.

O evento é gratuito e a organização mantém a aposta numa programação abrangente e dirigida ao público em geral e às famílias em particular, que inclui atividades lúdicas, parques infantis insufláveis, gastronomia, bares e zonas chill out com música durante todo o evento. Programa completo em www.caramulo-motorfestival.com

Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Rui Madeira e Pinto dos Santos presentes no Vosges Rallye Festival como embaixadores do RallySpirit Altronix

O RallySpirit Altronix vai marcar presença num dos mais destacados Rally-Legends europeus da atualidade – o Vosges Rallye Festival -, promovendo a sua “marca” com a presença de “embaixadores” muito especiais: o ex-Campeão do Mundo de Ralis, Rui Madeira, e a mundialmente famosa Renault 4L, guiada por Pinto dos Santos! 

 Entre 22 e 24 de agosto, as emoções do RallySpirit Altronix 2019 vão passar também pelo… Vosges Rallye Festival! Dois ralis disputados em países diferentes e com percursos evolutivos distintos, mas que reúnem as mesmas ambições, ou seja, representar o que de melhor se faz na Europa em termos de Rally-Legends. Um conceito muito específico de prova, que reúne os melhores carros de ralis de todos os tempos e que desperta o interesse de cada vez mais adeptos do desporto automóvel.

Nascido em 2015, o RallySpirit Altronix (que este ano se disputa entre 8 e 10 de novembro), tem denotado forte crescimento em termos de equipas e aficionados, algo que a prova pretende agora potencializar, ainda mais, com a presença no Vosges Rallye Festival. Este é um dos mais prestigiados Rally-Legends europeus da atualidade, que integra, juntamente como o Eifel Rally Festival, Rallye Festival Transmiera e Austrian Rallye Legends (outros pesos-pesados desta variante dos ralis), o denominado “Slowly Sideways Series”.

Aliás, a este conceituado quarteto de emblemáticas provas, poderá juntar-se, em breve, o RallySpirit Altronix, sendo essa, de resto, uma das ambições que leva os organizadores da prova portuguesa a dar resposta positiva ao convite efetuado pela organização francesa para marcar presença na prova.

Mais do que levar uma simples delegação portuguesa que irá promover o RallySpirit Altronix além-fronteiras, duas emblemáticas equipas portuguesas participarão na prova francesa, elevando assim a projeção do rali português a outro nível. Os nomes (quase) dispensam apresentações: Rui Madeira, ex-Campeão do Mundo de Ralis de Produção, com o famoso Mitsubishi Lancer Evo III (equivalente ao que lhe permitiu assegurar o título em 1995), e Pinto dos Santos, com a não menos famosa e respeitável Renault 4 L, que muita animação emprestou a diversas provas do Campeonato do Mundo dos Ralis, entre 1997 e 2000.   

Embaixadores de luxo

Vestindo a pele de “embaixador” da prova portuguesa durante o Vosges Rallye Festival (figura acentuada pelo facto de levar ao seu lado, como navegador, Pedro Ortigão, um dos principais responsáveis pelo RallySpirit Altronix), Rui Madeira mostra-se entusiasmado pela participação na prova francesa: “Depois da participação no Rally Festival Transmiera é com muito agrado que encaro agora a presença no Vosges Rallye Festival, que disputaremos com o mesmo espírito de diversão. É mais uma oportunidade para reviver os velhos tempos de competição ao volante do Mitsubishi Lancer Evo III que me diz muito, e de estar com outros pilotos e equipas da minha geração, num ambiente de descontração, próprio deste tipo de provas. Com o Pedro Ortigão como navegador, estão reunidas as condições para darmos um bom espetáculo e ajudar a promover o RallySpirit Altronix, a prova portuguesa que já começa a ter também visibilidade internacional”.

Para Pedro Ortigão, que ocupará a “bacquet” do lado direito do Mitsubishi Lancer Evo III, distribuindo o seu tempo entre a navegação a Rui Madeira e a promoção do RallySpirit Altronix, “foi com grande satisfação que acolhemos o convite da organização do Vosges Rallye Festival para representarmos o RallySpirit Altronix, da mesma maneira que, em termos pessoais, poder fazê-lo forma ativa ao lado de um piloto como o Rui Madeira, só pode ser um motivo de grande honra. No fundo, é juntar o útil ao agradável e aproveitar uma oportunidade soberana para o RallySpirit Altronix dar mais um passo positivo para a internacionalização, dando-se a conhecer a equipas que integram a ‘Slowly Sideways Series’, uma Série que muito gostaríamos de poder integrar a curto/médio prazo”.

A esta “task force” para promover o RallySpirit Altronix além-fronteiras, também se associa António Pinto dos Santos e a carismática Renault 4 L, bem conhecida dos adeptos do “Mundial” de Ralis e dos Rally-Legends europeus. Para o piloto de Arganil, “é com enorme honra que encaro a figura de ‘embaixador’ do RallySpirit Altronix neste Vosges Rallye Festival, pois gosto muito da prova portuguesa e penso que tem tudo para se tornar uma das melhores europeias do género, devido à evolução sustentável que tem vindo a fazer. Em relação à prova francesa, também a encaro, como é habitual, com enorme otimismo, naquela que será mais uma fantástica oportunidade para que a Renault 4 L enriqueça o palmarés e logo a “jogar em casa”, com o apoio dos adeptos franceses e numa altura em que o modelo está prestes a comemorar 60 anos”.

Estão, portanto, reunidas todas as condições para que o RallySpirit Altronix veja a imagem internacional reforçada já em 2019, agora que a presença no Vosges Rallye Festival 2019 está assegurada.

Mítico Audi Sport Quattro S1 e ex-campeão do Mundo Stig Blomqvist são “figuras de cartaz” do RallySpirit Altronix 2019

Emoções fortes do desporto motorizado regressam entre 8 e 10 de novembro

Entre 8 e 10 de novembro, o chão vai voltar a tremer! Mas não há razões para preocupação! O “terramoto” chama-se afinal “Audi Sport Quattro S1” e promete voltar a fazer vibrar os aficionados dos ralis como na década 80, mas agora na 5ª edição do RallySpirit Altronix! Um dos mais fantásticos carros de ralis de todos os tempos regressa a Portugal e ao seu volante estará Stig Blomqvist, Ex-Campeão do Mundo de Ralis e lenda incontornável dos ralis!

Aos reputados nomes de Miki Biasion (2016), Ari Vatanen (2017) e François Delecour (2018), no quadro de grandes nomes da história dos ralis que já passaram pelo RallySpirit Altronix, junta-se agora, em 2019… Stig Blomqvist! O Campeão do Mundo de Ralis de 1984 será a principal estrela da 5ª edição da já emblemática prova que se tem vindo a afirmar no panorama do desporto automóvel nacional e somado créditos no plano internacional, ao nível dos “Rally Legend”. Uma vertente dos ralis em clara expansão na Europa e que junta os melhores carros e pilotos de diversas gerações, para gáudio de milhares de aficionados.

Revisitando o passado no presente, o RallySpirit Altronix volta a surpreender, até porque a presença do piloto sueco Ex-Campeão do Mundo, está longe de ser o único motivo de interesse na prova deste ano. A organização da X Racing garantiu, também, já a presença de um dos mais emblemáticos e apreciados modelos de ralis de todos os tempos: o Audi Sport Quattro S1, que será precisamente pilotado por Stig Blomqvist!

Firmando-se como um dos expoentes máximos da era de ouro dos ralis vivida na década de 80, o Audi Sport Quattro S1 é um dos mais entusiasmantes automóveis da geração dos denominados “Super Grupo B”. As impressionantes capacidades técnicas e sonoras (com quase 600 cv de potência, apenas 1.090 kg de peso e uma “musicalidade” única saída dos seus grossos escapes) e a sua desconcertante aparência e eficácia (com um design explorado ao limite em termos aerodinâmicos e um competente sistema de tração integral sempre pronto a desafiar os limites da física) tornaram-no, em meados dos anos 80, uma referência dinâmica e visual difícil de superar, da mesma forma que hoje se afirma como uma referência emocional incontornável.

Para valorizar ainda mais a sua presença, resta dizer que a unidade que Blomqvist pilotará no RallySpirit Altronix 2019 goza do estatuto de “ex-carro oficial”, sendo uma das 20 do limitadíssimo contingente produzido pela Audi Sport nos anos 80 e a primeira das oito que a equipa oficial usou no Campeonato do Mundo de Ralis.

A menos de quatro meses do início do RallySpirit Altronix 2019, Stig Blomqvist afirma-se ansioso por voltar a sentar-se ao volante de um carro tão emblemático, sublinhando que “é sempre fantástico regressar ao volante do Audi Sport Quattro S1, pois traz sempre boas memórias. Será ótimo também voltar a estar com os sempre muito entusiastas espectadores portugueses, num ambiente descontraído e num rali como o RallySpirit Altronix, que, acredito, se tornará numa experiência muito interessante”. 

Para além de Blomqvist (que, com quase 55 anos de carreira, conta com 380 ralis disputados, 122 dos quais no Campeonato do Mundo de Ralis, onde alcançou 11 vitórias e 32 pódios), o RallySpirit Altronix promete reunir muitas outras estrelas dos ralis, numa altura que já tem confirmada a presença de 82 equipas, de um total de 120 (entre as quais muitas  internacionais) que escreverão a história da prova, entre 8 e 10 de novembro, com verdadeiras máquinas de eleição, que permitirão uma simbólica viagem nostálgica ao passado, com passagem assegurada também pelo presente.  

Mais uma vez, o rali, disputado em pisos de asfalto, estará concentrado nas cidades de Vila Nova de Gaia e Barcelos, com a organização a prometer, para breve, mais novidades e a deixar em aberto o alargamento do percurso da prova a outros municípios, o que, a confirmar-se, tornará, definitivamente, o RallySpirit Altronix um espetáculo ainda mais abrangente e capaz de aumentar a adrenalina de pilotos, equipas e legião de aficionados que não dispensam a prova.

Segundo Pedro Ortigão, um dos responsáveis pela X Racing, “sendo a quinta edição do RallySpirit Altronix, logo comemorativa, tudo faremos para que seja memorável e contribua para o crescimento que a prova tem tido nos anos anteriores. Em 2018, ficou prometido que, a seguir ao incrível Ford RS200, outros fantásticos carros de “Super-Grupo B” se tornariam uma realidade no futuro e é com muito agrado que podemos já confirmar a presença de um dos mais emblemáticos desses carros, o Audi Sport Quattro S1.  Para além desse magnífico exemplar, continuamos motivados e a trabalhar no sentido de confirmar a presença de outros grandes ícones”.

Resta então, agora, preparar todo o ambiente de festa que envolve o RallySpirit Altronix 2019, numa atmosfera única, com ou sem o cronómetro ligado, capaz de combinar a competição pura e dura, com ímpares momentos de descontração, fortemente valorizados por equipas e público, e que “leva à letra”, afinal, a herança genética dos Rally-Legends europeus.

Pedro Ortigão deixa organização do Motorshow Porto

Depois de 15 anos na organização do Motorshow Autoclássico Porto, na Exponor, Pedro Ortigão coloca, em 2019, um ponto final na sua ligação ao evento.

Para o até agora responsável por um dos mais carismáticos Motorshow’s realizados em Portugal e que muito animou o desporto automóvel nacional, “chegou a altura de deixar de estar envolvido. Após a profunda reformulação que o Motorshow teve que sofrer no ano passado, as condições que nos foram dadas para este ano obrigariam a nova alteração do espaço da pista. Além de não ser possível dar seguimento ao projecto de evolução que idealizámos, entendemos que o local agora disponibilizado não seria adequado para fazer mais e melhor, pelo que optámos por não renovar o acordo com a Eventos del Motor.”

Segundo Pedro Ortigão, “sempre me empenhei, pessoalmente, para que o Motoshow Porto melhorasse de edição para edição. É com grande satisfação que, olhando para trás, vejo a evolução ao longo de todos estes anos, algo que sempre defendi. Foram muitos os grandes nomes que passaram pelo Motorshow o que é, naturalmente, um enorme motivo de orgulho para todos os envolvidos.”

Recorde-se que o Motorshow Porto conquistou ao longo destes anos um lugar de destaque no panorama do desporto automóvel português, proporcionando momentos inesquecíveis aos amantes do automobilismo, por força dos excelentes carros, magníficos pilotos e sublime competição que providenciou.

O Clube Automóvel de Santo Tirso abandona também o projeto com Pedro Ortigão que não termina sem um “sincero agradecimento pelo envolvimento, empenho e confiança a todos os pilotos, público, colaboradores, amigos, ao Clube Automóvel de Santo Tirso e à Eventos del Motor, mas, principalmente, a todos os patrocinadores (com destaque para o Bompiso, a Glassdrive e a Valvoline) que ajudaram a tornar o Motorshow Porto no que é hoje”.

O responsável da X Racing, que tem, entretanto, “na calha” novos projectos para 2020, continua naturalmente “na cabeça” do bem-sucedido “RallySpirit Altronix”, bem como envolvido no “Leiria Sobre Rodas”, “Estoril Classics” e “Vodafone Rali de Portugal”.