Riberalves destaca o valor saudável do bacalhau no Festival da Comida Continente

Peixe de origem 100% selvagem, rico em proteína e pobre em gordura, o bacalhau está de volta a um dos mais importantes eventos gastronómicos do País, que se realiza já no próximo fim-de-semana, no Porto! Programa destaca presença de Miguel Laffan, chef Estrela Michelin e embaixador Riberalves.

O símbolo maior da Gastronomia portuguesa – o bacalhau – está em destaque em mais uma edição do Festival da Comida Continente, já no próximo fim-de-semana, no Porto. A Riberalves, marca referência de bacalhau em Portugal, estreita a parceria com o Continente e apresenta-se no Parque da Cidade colocando o bacalhau no centro das atenções, destacando-o pela sua qualidade, versatilidade e, acima de tudo, pelo seu valor saudável.

Peixe de origem 100% selvagem, rico em proteína e pobre em gordura, o bacalhau é o aliado perfeito de uma alimentação equilibrada, valorizando as mais diversas receitas, sejam elas as mais tradicionais, ou as interpretadas pela nova cozinha. Será precisamente o chef Estrela Michelin Miguel Laffan, embaixador da Riberalves, a apresentar um Workshop, no domingo, com as suas saudáveis dicas de Verão, em torno do bacalhau. Ao mesmo tempo, a Riberalves vai ao encontro dos consumidores no Espaço Bio e Saudável do Festival da Comida Continente, destacando as características que fazem do bacalhau uma das melhores proteínas animais disponíveis na nossa alimentação.

“O Festival da Comida Continente tornou-se um extraordinário evento, de celebração da gastronomia e de proximidade com os consumidores. A Riberalves marca naturalmente presença, enquanto marca de referência de bacalhau, valorizando este património que é o bacalhau, um peixe único, na sua qualidade, sabor e valor saudável”, afirma Marilina Louro, responsável de Marketing da Riberalves.

SOBRE A RIBERALVES

A Riberalves é uma empresa familiar, 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração de uma primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma produção de 25 mil toneladas/ano, uma faturação a rondar os 150 milhões de euros, em 2018, e exportações que valem 25% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária. Tudo começou no final dos anos 60 quando o fundador, João Alves, começou a ajudar o seu pai na venda de bacalhau pelas ruas da baixa de Lisboa…

Riberalves. A Marca de Confiança de bacalhau em Portugal

Marca nacional e 100% portuguesa, a Riberalves é, em 2019, mais uma vez eleita Marca de Confiança, crescendo para uma preferência de 65% dos consumidores! A distinção foi atribuída à Riberalves em todos os anos em que o estudo Marcas de Confiança analisou a categoria de bacalhau em Portugal.

O estudo “Marcas de Confiança 2019”, iniciativa Reader’s Digest que avalia a confiança em marcas, produtos e serviços de 60 categorias distintas, elegeu mais uma vez a Riberalves como a marca de bacalhau preferida dos consumidores. Este estudo, considerado a mais abrangente iniciativa de avaliação à preferência dos consumidores, iniciou a análise da categoria de bacalhau em 2016. Até hoje, em todas as edições realizadas, a Riberalves colheu consecutivamente a preferência dos consumidores, posicionando-se sempre como a primeira marca no estudo, e com uma taxa de preferência crescente: 31% (2016), 54% (2017), 64% (2018) e 65% (2019)!

Valorizando os critérios de “qualidade”, “relação custo/benefício” e “serviço ao cliente”, o Estudo Marcas de Confiança indica ainda que 80% dos inquiridos é consumidor de Bacalhau Riberalves. “Os portugueses são os maiores e mais exigentes consumidores de bacalhau do Mundo. Saber que reconhecem e preferem a marca Riberalves é para nós um grande orgulho e, ao mesmo tempo, um incentivo na renovação da nossa exigência. O principal fundamento estratégico da Riberalves é a constante procura da melhor qualidade e sabor. Vamos continuar a fazer tudo para proporcionar aos consumidores o melhor Bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa”, afirma Marilina Louro, responsável de Marketing da Riberalves.

SOBRE A RIBERALVES

A Riberalves é uma empresa familiar, 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração de uma primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma produção de 25 mil toneladas/ano, uma faturação a rondar os 150 milhões de euros, em 2018, e exportações que valem 25% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária. Tudo começou no final dos anos 60 quando o fundador, João Alves, começou a ajudar o seu pai na venda de bacalhau pelas ruas da baixa de Lisboa…

Herdade Grande. Nova equipa de enologia, novos vinhos e… novo website

Herdade Grande anuncia novidades enquadradas no centenário da propriedade, que se celebra em 2020. Diogo Lopes é o novo responsável de enologia e os mais recentes vinhos, mostrados na última ProWein 2019, chegam ao mercado português: Herdade Grande Branco 2018, Herdade Grande Rosé 2018 e Herdade Grande Gerações Branco 2017.

Em 1920, um agricultor alentejano, vindo de Aljustrel, estabeleceu-se a apenas cinco quilómetros da Vidigueira, fundando as bases da família Lança e iniciando um percurso de quatro gerações, que viria a tornar a Herdade Grande um dos mais emblemáticos nomes do Alentejo. Em 1980, foi já o neto e atual proprietário, o agrónomo António Lança, que lançou uma forte aposta na viticultura e começou por desenhar o extraordinário património de castas hoje existente.

Em 1997, num passo pleno de inconformismo, António Lança engarrafou os primeiros vinhos e criou uma marca – Herdade Grande. E hoje, já com o apoio da filha Mariana na liderança da empresa, renova todo o compromisso com a História e o futuro, anunciando uma nova equipa enologia e os seus primeiros vinhos no mercado. São assim antecipadas as primeiras novidades enquadradas no centenário da Herdade Grande, a celebrar em 2020. E que incluem para já, também, o lançamento de um novo website – www.herdadegrande.com.

No que à adega diz respeito, Diogo Lopes é o novo responsável de enologia. Um dos mais conceituados enólogos portugueses da nova geração, com consultorias permanentes no Douro, Lisboa e Açores. Diogo Lopes desenvolveu, igualmente, projetos no Alentejo, onde aliás começou a carreira em 2005. Formou-se no Instituto Superior de Agronomia, ao lado de Pedro Garcia, que agora desafiou para formar equipa na Herdade Grande. A dupla sucede a Luís Duarte, enólogo responsável pelos vinhos Herdade Grande desde o primeiro lançamento, em 1997, e que daí para cá ajudou a construir a forte reputação desta marca familiar, uma das mais antigas da Vidigueira.

“Queremos expressar uma palavra de gratidão ao Luís Duarte, pelo contributo na afirmação da marca Herdade Grande no sector. Construímos também uma estima que, por certo, vamos guardar”, afirma Mariana Lança, enquadrando depois a nova equipa: “Cumprido um ciclo, lançamos uma nova parceria com uma dupla de forte ligação sentimental à Herdade Grande, constituída pelos enólogos Diogo Lopes e Pedro Garcia, que vão prosseguir a vocação experimentalista e inovadora implementada pelo meu pai desde 1980, na expressão deste terroir único da Vidigueira”, termina Mariana Lança.

Diogo Lopes e Pedro Garcia colaboraram já na última vindima e os primeiros vinhos nascidos da nova enologia foram mostrados na última ProWein 2019, chegando agora também ao mercado português – as novas colheitas Herdade Grande Branco 2018 e Herdade Grande Rosé 2018. Ao mesmo tempo, surge também o Herdade Grande Branco Gerações 2017, um vinho finalizado pela nova dupla.

“É uma honra poder assumir todo este património da Herdade Grande e prosseguir o trabalho do Luís Duarte, uma referência para nós, enólogos. Estamos muito entusiasmados com o desafio e a responsabilidade de potenciar o terroir fantástico da Vidigueira e da Herdade Grande, em particular”, afirma Diogo Lopes, enquadrando os novos vinhos apresentados: “São bons exemplos do que nos oferece o terroir muito característico, capaz de proporcionar vinhos elegantes, com carácter e com a frescura muito própria da Vidigueira”, termina.

Nota: fichas técnicas dos novos vinhos em documento anexo.

Sobre a Herdade Grande
A Herdade Grande é uma das mais emblemáticas empresas alentejanas, com uma histórica tradição no sector agrícola e na viticultura. Berço centenário da família Lança, que desde 1920 se instalou nesta propriedade localizada a 5 km da Vidigueira, a Herdade Grande começou a engarrafar vinhos próprios em 1997, assumindo-se como uma das mais antigas e reputadas marcas familiares da região. A aposta na produção de vinho foi acentuada de forma estratégica, desde 1980, pelo atual proprietário, António Lança, carismático agrónomo que restruturou as vinhas existentes e desenhou o património de castas que hoje evolui no terroir Herdade Grande, ao longo de 60 hectares (capacidade de produção para 400.000 garrafas). A sua visão inovadora e experimentalista levou à conjugação das variedades emblemáticas da região com as grandes castas nacionais e internacionais que, pela sua adaptabilidade e originalidade, melhor contribuem para a expressão genuína dos vinhos alentejanos. Ao assinalar o seu centenário, a Herdade Grande celebra a quarta geração dos Lança presente na gestão da propriedade, graças ao contributo de Mariana Lança, filha de António Lança, também ela agrónoma, com mestrado em Viticultura e Enologia, e uma apaixonada pela herdade que o seu bisavô descobriu em 1920.

Sobre Diogo Lopes
Nasceu em Lisboa em 1978, mas as raízes beirãs sempre o ligaram à terra. Era ainda estudante de enologia quando conheceu António Lança, já então um dos mais reputados agrónomos da Vidigueira. Chegou inclusivamente a colaborar com a Herdade Grande na divulgação do seu portfólio de vinhos, desenvolvendo forte empatia pelo projeto e pelas pessoas. E como se de um regresso se tratasse, foi com enorme felicidade que, 20 anos depois, aceitou o convite de António Lança para assumir a enologia da casa. Neste intervalo, Diogo Lopes assumiu-se como um dos enólogos de referência da nova geração em Portugal. Experimentalista, defende a convicção de que os vinhos devem ser a expressão genuína da região onde nascem. Licenciado em Engenharia Agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia, com pós-graduação em enologia pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, estagiou pelas principais regiões portuguesas (Vinhos Verdes, Douro e Alentejo) e em Napa Valley (Califórnia). Começou a carreira profissional ao lado de Anselmo Mendes, precisamente na região do Alentejo, em 2005. É ainda consultor nas regiões de vinhos do Douro, Lisboa e Açores.

Campanha de comunicação “Pronto a Cozinhar, Pronto a Saber Bem” arranca hoje (2 de abril) e estreia nova imagem da Riberalves

Mais um jantar em família. Como sempre, Inês e António estão entusiasmados com o que aí vem. Já a Dona Júlia continua a fazer das suas, ou a espalhar a sua… simpatia. “Acho bem que cuides desse lombo…”, atira para a filha Inês, já mentalizada numa abordagem saudável ao Verão. Depois vem o tal jantar, saboroso e saudável, perante o qual todos se rendem, mesmo que Dona Júlia continue por admiti-lo…

Depois de um primeiro episódio de Natal, a Riberalves arranca hoje para a segunda fase da campanha de comunicação “Pronto a Cozinhar, Pronto a Saber Bem”, já direcionada para a Páscoa, e que estreia não apenas um segundo episódio em torno desta divertida família portuguesa (vídeo), mas também a nova imagem e o novo packaging da marca (mais info aqui). O foco da comunicação é a qualidade, sabor e conveniência do Bacalhau Pronto a Cozinhar, de Cura Tradicional Portuguesa.

A campanha “Pronto a Cozinhar, Pronto a Saber Bem” é uma criatividade da Torke CC, com realização de Gonçalo Paixão e produção Zoe Films e Proud. A ação é centrada na família de António (Francisco Goulã) e Inês (Vânia Naia). Dona Júlia (Alexandra Marques) é a sogra e mãe, e a personificação da experiência e da exigência com o melhor bacalhau. A dinâmica familiar (surgem ainda os netos de Dona Júlia, os gémeos Matias e Miguel Passos) terá seguimento com novos episódios.

SOBRE A RIBERALVES

A Riberalves é uma empresa familiar, 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração de uma primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma produção de 25 mil toneladas/ano, uma faturação a rondar os 150 milhões de euros, em 2018, e exportações que valem 25% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária. Tudo começou no final dos anos 60 quando o fundador, João Alves, começou a ajudar o pai na venda de bacalhau pelas ruas da baixa de Lisboa…

O melhor bacalhau deixa de ser um segredo!

Riberalves apresenta nova imagem, novo “packaging”, e propõe ao mercado uma nova experiência de consumo, clara e distinta, avançando com a categorização do tempo de Cura Tradicional Portuguesa do bacalhau. Comunicação inédita no setor valoriza, igualmente,  o carácter saudável de um peixe 100% selvagem e “rico” em proteína.

Bacalhau, presunto e queijo. Estes são três produtos muito presentes na gastronomia portuguesa, transversais a todas as mesas, das mais tradicionais às mais modernas. No seu processo produtivo partilham uma etapa semelhante, com influência na qualidade e categorização final, decisiva para a escolha dos consumidores. Mas afinal… o que têm em comum estes alimentos?

Tal como no caso do presunto e do queijo, também o tempo de cura faz toda a diferença na qualidade do bacalhau. É a chamada Cura Tradicional Portuguesa. Mais tempo de cura significa mais sabor, melhor textura e aquelas lascas tão apreciadas pelos portugueses! Salvo raras exceções, nomeadamente em edições especiais ou produtos de nicho, a esmagadora maioria das 65 mil toneladas de bacalhau vendidas, anualmente, em Portugal, oculta o processo que maior diferença faz na qualidade final: a Cura Tradicional Portuguesa, isto é, a decisiva maturação no sal!

Fala-se em bacalhau Miúdo, Corrente, Crescido, Graúdo, Especial ou Jumbo. Fala-se em Asa Branca, Cura Amarela, etc., mas a verdade é que, até hoje, o mais frequente é um consumidor entrar num supermercado e não ter acesso ao tempo de cura do “fiel amigo”. Encarar a escolha do bacalhau torna-se um verdadeiro desafio, de resultado nem sempre garantido.

A Riberalves, no entanto, avança uma alteração de paradigma. No momento em que lança a nova imagem e o novo “packaging” (já no mercado e em campanha de comunicação a partir de 2 de abril;  assinatura Torke CC), propõe aos consumidores uma nova experiência de consumo, clara e distinta, categorizando o tempo de cura do bacalhau, que passará a estar identificado de forma evidente nas embalagens da marca – a primeira referência apresentada tem uma Cura Tradicional Portuguesa de 9 meses!

Este passo, de grande relevância na comunicação associada ao sector em Portugal, surge enquadrado na nova estratégia de comunicação da marca, onde são valorizados os fatores qualitativos associados ao produto bacalhau. Desde logo em torno da qualidade e sabor – a Cura Tradicional Portuguesa! – mas também destacando outros argumentos extraordinários do “fiel amigo”, como a origem 100% selvagem, que muito reforça o carácter saudável deste peixe pobre em gorduras e, não menos importante, “rico” em proteína.

O melhor bacalhau não tem necessariamente de ser um segredo!

INFORMAÇÃO EM DESTAQUE NA NOVA COMUNICAÇÃO | “PACKAGING” RIBERALVES:

Novo logótipo

Com o lançamento da nova imagem Riberalves, surge naturalmente o novo logo da marca. Trata-se de uma evolução que valoriza a ligação ao mar, à história centenária que o bacalhau tem em Portugal e à génese familiar da empresa. A ideia de dinâmica e de modernidade, associada à inovação, está igualmente presente.

Tempo de Cura Tradicional Portuguesa

O novo “packaging” Riberalves faz referência ao tempo de Cura Tradicional Portuguesa a que foi submetido o bacalhau! A cura – maturação no sal – é o processo que mais influi na qualidade do bacalhau. Regra geral, no mercado pode encontrar-se bacalhau entre 1 e 12 meses de Cura Tradicional Portuguesa. A primeira referência apresentada pela Riberalves identifica 9 meses de Cura Tradicional Portuguesa.

Saúde

Tendo 19g de proteína por cada 100g, a legislação define o bacalhau como um peixe rico em proteína. Na verdade, é mesmo uma das melhores proteínas de origem animal que podemos incluir na nossa alimentação, indicado até para planos alimentares mais exigentes, relacionados com a prática desportiva. Acresce que o bacalhau tem um baixo teor de gordura e é de origem 100% selvagem. Num tempo em que as preocupações com a nutrição são crescentes, o lado saudável do bacalhau será cada vez mais valorizado na comunicação da Riberalves, sendo destacado também no novo “packaging”.

Sabor

O Bacalhau Pronto a Cozinhar Riberalves tem a distinção Sabor do Ano 2019 (conquistada, aliás, em todas as nove edições desta iniciativa em Portugal). Este prémio reforça o reconhecimento da qualidade e sabor dos produtos Riberalves. E está evidenciado no novo “packaging”.

Sustentabilidade

A atividade da Riberalves é enquadrada pela legislação e normas nacionais e internacionais que regulam o setor. Todo o bacalhau Riberalves tem a insígnia de Pesca Sustentável Certificada, atribuída pela MSC – Marine Stewardship Council, evidente também no novo “packaging”.

SOBRE A RIBERALVES

A Riberalves é uma empresa familiar, 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração de uma primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma produção de 25 mil toneladas/ano, uma faturação a rondar os 150 milhões de euros, em 2018, e exportações que valem 25% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária. Tudo começou no final dos anos 60 quando o fundador, João Alves, começou a ajudar o seu pai na venda de bacalhau pelas ruas da baixa de Lisboa…

AdegaMãe lança edição especial para celebrar o Carnaval mais Português de Portugal

· A AdegaMãe é o vinho oficial do Carnaval de Torres Vedras. Edição especial “AdegaMãe – Ao Carnaval 2019”, com 5.000 garrafas, chega como homenagem à identidade e tradição de uma das mais importantes festas populares do país.

Torres Vedras, 21 de Fevereiro de 2019

A AdegaMãe, empresa e marca de enoturismo sediada em Torres Vedras, é o vinho oficial da edição 2019 do Carnaval de Torres Vedras, celebrando o evento com o lançamento de uma edição especial batizada ““AdegaMãe – Ao Carnaval 2019”. São 5.000 garrafas que agora chegam ao mercado, em homenagem à identidade e tradição de uma das mais importantes festas populares do país.

O Carnaval de Torres Vedras levará cerca de 400 mil pessoas à cidade, entre os dias 1 e 5 de março, oferecendo um vasto programa de festividades que definem o Carnaval mais Português de Portugal. “Como empresa nascida em Torres Vedras, procuramos que os nossos vinhos expressem também a identidade da região. Por isso, temos muito orgulho nesta associação ao Carnaval de Torres Vedras, sendo vinho oficial e procurando contribuir para o carácter tão genuíno desta festa especial”, afirma Bernardo Alves, diretor-geral da AdegaMãe.

O novo vinho, designado “AdegaMãe – Ao Carnaval 2019”, terá duas referências, tinto e branco, ambas baseadas em castas emblemáticas para a região, nomeadamente, Aragonez e Castelão, e Fernão Pires e Arinto. “São vinhos gulosos, descomplexados, apropriados para todo este ambiente festivo. Por outro lado, são vinhos que também celebram as nossas castas e o que é nosso, num ano em que o Carnaval de Torres Vedras está subordinado ao tema ‘Made in Portugal”, termina Bernardo Alves.

O “AdegaMãe – Ao Carnaval 2019” estará disponível em pontos de ativação da marca no Carnaval de Torres Vedras, bem como nos habituais pontos de Distribuição ao público e na loja AdegaMãe. O preço de cada garrafa será de 2,99 euros.

Sobre a AdegaMãe
A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é também a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitetura exclusiva e por todas as atividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional, e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Nomeada Empresa do Ano no sector do vinho, em 2015, a AdegaMãe aponta, após a vindima de 2018, a uma produção de 1 milhão e 300 mil de garrafas.

Melhor ano de sempre. AdegaMãe atinge vendas de 3 milhões de euros

  • Crescimento de 20% alavancado num forte desempenho na exportação e na restauração da Grande Lisboa.

Torres Vedras, 13 de Novembro de 2018

Vinhos – e marca – cruciais no posicionamento do nome AdegaMãe no mercado, os novos Reserva integram uma gama Dory que, em 2018, vai representar, pela primeira vez, 40% das vendas totais da casa de Torres Vedras, apadrinhando aquele que é o seu melhor ano de sempre, com a faturação a evoluir de 2,5 para 3 milhões de euros.

Depois de um início em que as condições de viticultura potenciaram uma estratégia de implementação das marcas de volume, o tempo e a experiência adquirida no estudo do terroir e da adaptabilidade das castas, com consequente aposta naquelas que melhor diferenciação e qualidade garantem, permitiu à AdegaMãe cumprir o segundo passo estratégico, de aposta em referências de maior valor, de que são exemplo os Dory Reserva.

“São os passos normais num sector do vinho onde só o tempo nos permite potenciar as melhores uvas e, em consequência, potenciar os melhores vinhos. Esse é um dos grandes focos da AdegaMãe: a qualidade e o valor. O tempo permitiu-nos lançar mais referências de qualidade e, por outro lado, valorizar as marcas, procurando subir o preço médio de cada garrafa. Os Dory Reserva, por exemplo, foram reposicionados e passaram dos 10€ para os 12€. Só o tempo, a qualidade e valorização da marca pode permitir isto”, explica Bernardo Alves, diretor-geral da AdegaMãe.

O melhor exercício de sempre da AdegaMãe está fortemente alavancado no desempenho na exportação (Brasil, Estados Unidos, Rússia e Ásia), mas também no crescimento do mercado interno, nomeadamente na restauração da Grande Lisboa, onde o crescimento, em 2018, será na ordem das 80 mil garrafas.

“Vamos terminar 2018 com um crescimento global de 20%, que é muito relevante para nós, especialmente se tivermos em conta que vamos a caminho de 10 anos de presença no mercado e já não partimos de uma base propriamente baixa. Graças à qualidade e diferenciação que estamos a acrescentar, e ao reconhecimento cada vez maior das nossas marcas, acreditamos que continuaremos a crescer significativamente, tanto na exportação como no mercado interno. É verdade que o mercado internacional é a principal janela de oportunidade, mas, internamente, na Grande Lisboa estamos a confirmar aquilo em que sempre acreditámos: um reconhecimento cada vez maior dos vinhos da própria região. Com trabalho e persistência, Lisboa será cada vez mais reconhecida, também, como uma grande marca de vinhos”, termina Bernardo Alves.

Em  resposta à dinâmica de mercado e antecipando uma colheita de 2018 em que pela primeira vez foram vindimados 1 milhão e 700 mil Kg de uvas, superando a capacidade produtiva máxima inicialmente instalada, a AdegaMãe terminou um ciclo de investimentos, de 1,5 milhões de euros, maioritariamente dedicados ao aumento da capacidade produtiva (novas cubas de fermentação; nova linha de enchimento; novas prensas; extensão de área de armazenamento; plantação de novas vinhas; e promoção do enoturismo). A vindima de 2018 significará a produção de 1 milhão e 300 mil garrafas.

Números AdegaMãe:

Inauguração: 2011 (primeira vindima em 2010)

Investimento inicial: 5 milhões de euros

Investimento recente: 1,5 milhões de euros

Colaboradores: 24

Produção: 1 milhão e 300 mil garrafas (2018)

Faturação: 3 milhões de euros (2018)

Exportação: 60% das vendas (principais mercados: Brasil, Estados Unidos, Ásia e Rússia)

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é também a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitetura exclusiva e por todas as atividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional, e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Nomeada Empresa do Ano no sector do vinho, em 2015, a AdegaMãe aponta, após a vindima de 2018, a uma produção de 1 milhão e 300 mil garrafas.

Dona Júlia. Pode a mais exigente consumidora portuguesa render-se ao Bacalhau Pronto a Cozinhar?

·     “E o bacalhau, foi bem demolhado?” Riberalves responde a uma das perguntas mais comuns do jantar da Consoada com uma nova campanha de comunicação, focada na qualidade, sabor e conveniência do Bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa. Assinatura: “Pronto a Cozinhar, Pronto a Saber bem”.

Torres Vedras, 29 de Novembro de 2018

É um típico jantar de Consoada. A família encontra-se na cozinha, fazem-se os últimos preparativos, batatas, ovos, couves…

– E o bacalhau, foi bem demolhado?

Atenção, é Dona Júlia que fala! O olhar fulminante na direção da filha Inês e do genro António explica tudo. A desconfiança está no ar. Será que demolharam bem o bacalhau? A resposta vem logo depois.

É assim que arranca a novacampanha de comunicação da Riberalves, focada na qualidade, sabor e conveniência do Bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa, e que tem a assinatura “Pronto a Cozinhar, Pronto a Saber bem”. A primeira fase acaba de estrear e prolonga-se até ao final do ano, com um primeiro vídeo ( https://www.youtube.com/watch?v=iOD1k5APdAg) e materiais que serão transversais a TV, Digital e Online.

Com criatividade da Torke CC, realização de Gonçalo Paixão e produção Zoe Films e Proud, esta campanha tem a ação centrada na família de António (Francisco Goulã) e Inês (Vânia Naia). Não podia faltar, claro, Dona Júlia (Alexandra Marques), sogra e mãe, personificação da experiência e da exigência com o melhor bacalhau, numa dinâmica familiar (surgirão ainda os netos de Dona Júlia, os gémeos Matias e Miguel Passos) que terá seguimento com novos episódios ao longo de 2019.

A Riberalves é a marca de referência de bacalhau em Portugal, liderando a oferta de novos produtos de Cura Tradicional Portuguesa, prontos a cozinhar, que se destacam pela qualidade e conveniência. Os novos ritmos de vida das famílias portuguesas, bem como os constrangimentos associados à confeção de bacalhau (desde logo a demolha), vieram provocar no mercado uma histórica transição do consumo, do “centenário” Bacalhau Salgado Seco para o “novo” Bacalhau Pronto a Cozinhar (uma categoria de produto que já representa mais de 60% das vendas da empresa fundada em Torres Vedras).

Os investimentos realizados pela Riberalves ao longo dos últimos 18 anos, em tecnologia específica e infraestruturas de suporte ao desenvolvimento do Bacalhau Pronto a Cozinhar, vieram conferir uma nova dimensão prática ao Bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa, um ícone da celebração do Natal e o maior símbolo identitário da gastronomia portuguesa. Os portugueses são, aliás, os maiores consumidores mundiais de bacalhau (6,5 kg per-capita).

“O mercado nacional é definido pela sua maturidade. Os portugueses são verdadeiramente exigentes quanto à qualidade do bacalhau e o principal objetivo da nossa marca não podia ser outro que não a procura da melhor qualidade e sabor, aliados à nova conveniência que a Riberalves trouxe para o Bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa. A demonstração destes valores acaba por ser o mote para a campanha que agora lançamos: Dona Júlia é a personificação da mais tradicional e exigente consumidora portuguesa, mas não tem como não se render ao Bacalhau Pronto a Cozinhar Riberalves”, explica Marilina Louro, responsável de Marketing da Riberalves.

Rodrigo Rodrigues, Partner e Diretor Estratégico da TORKE CC realça: “É muito importante para a TORKE CC trabalhar marcas nacionais, líderes de mercado, como é o caso da Riberalves. A campanha reforça o compromisso da marca em Portugal, uma vez que o Bacalhau Pronto a Cozinhar se adequa ao estilo de vida, cada vez mais ativo, dos portugueses, indo ao encontro dos consumidores mais exigentes.”

Sobre a Riberalves

A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau, produzindo 25 mil toneladas/ano. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração de uma primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma faturação a rondar os 145 milhões de euros e exportações que valem 25% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária.

Os números do Festival da Comida Continente… Uma megaprodução da Expanding World!

Para o Parque da Cidade do Porto se transformar na maior festa de gastronomia da Europa só há… dez dias! Sim, leu bem. Um imenso desafio para a Expanding World, a empresa nacional que, mais uma vez, merece a confiança do Continente para produzir – integralmente! – o Festival da Comida Continente. Uma megaprodução como confirmam os números que se seguem…

A avaliar pelos números de 2017, pelo menos meio milhão de pessoas são esperadas no próximo fim-de-semana (dias 7 e 8 de julho) no “Queimódromo”. Um número que, por si só, justifica que a organização do Festival da Comida Continente seja considerada uma megaprodução no sentido estrito da expressão.

Para construir e implementar no terreno todas as infraestruturas, a Expanding World só tem dez dias. Mas apesar do tempo recorde de implantação, Ana Simão, sócia e diretora de produção da empresa, admite que “a preparação do evento já começou há seis meses, por uma equipa constituída por 23 especialistas em diferentes áreas. É que a nossa empresa tem responsabilidades não apenas no processo criativo e na execução, mas também na arquitetura, design, cenografia, engenharia, saneamento, programação, secretariado e logística.”

Envolvidas na organização do Festival da Comida Continente estão cerca de 2.000 pessoas, sendo que, 200 das quais, integram uma equipa de primeira linha da Expanding World.

O evento está implantado numa área total de 185 mil metros quadrados. Para além de um mega palco, destaque para dois pavilhões preparados para receber mais de meia centena de produtores de vinhos, queijos e enchidos, mas também workshops, showcookings, áreas de gaming e de animação infantil.

Mas uma das mais imponentes e impressionantes estruturas do Festival da Comida Continente é a mega tenda, que vai acolher seis cozinhas profissionais para outros tantos chefs. Uma estrutura ao estilo hangar, com três mil metros quadrados de área e capacidade para 2.500 lugares sentados, onde estão previstas servir cerca de 25.000 refeições – confecionadas na hora.

Para além das 20 horas de programação, estão programadas mais de duas dezenas de ativações de marca e mais de seis horas de emissões, em direto e em sinal aberto, pelo canal de televisão TVI.

Para um evento desta dimensão, também o número de efetivos de segurança impressiona: cerca de 200 oficiais, entre Polícia de Segurança Pública, Bombeiros Sapadores, Segurança Privada e Cruz Vermelha Portuguesa.

A 2ª edição do Festival da Comida Continente decorre no próximo fim-de-semana (dias 7 e 8 de julho), no Parque da Cidade do Porto. O evento que faz da comida um espetáculo, é integralmente produzido pela Expanding World e é uma referência do entretenimento familiar em Portugal! A fusão de um festival de música, com um mega festival gastronómico, onde a diversidade de oferta de experiências é única.

Recorde-se que, em 2016, com a Festa Continente organizada também no Parque da Cidade do Porto, a Expanding Group produziu o primeiro evento em Portugal que recebeu o certificado de sistema de gestão de sustentabilidade de eventos ISO 20121.

Riberalves celebra o Bacalhau no Festival da Comida Continente

  • A Riberalves estreia-se no Festival da Comida Continente, celebrando o “Fiel Amigo” enquanto elemento decisivo da cozinha portuguesa, que se impõe pelo valor gastronómico, pela versatilidade, carácter prático e, também, pela dimensão saudável.
  • Miguel Laffan, chef Estrela Michelin e embaixador da marca Riberalves, é o grande destaque no programa, com as suas propostas em torno do bacalhau.

 

Torres Vedras, 27 de Junho de 2018

 

É um dos grandes eventos gastronómicos realizados no País. Apresenta-se como uma verdadeira viagem pelos sentidos, oferecendo aos participantes uma experiência transversal que integra sabores tradicionais, cozinha internacional, novas tendências alimentares e, ainda, muita música. Mas, em 2018, acolhe igualmente um elemento decisivo da nossa gastronomia: o Bacalhau. Nos dias 07 e 08 de julho, a Riberalves estreia-se no Festival da Comida Continente, propondo a celebração do “Fiel Amigo” enquanto proteína fulcral da cozinha portuguesa, que se impõe pelo valor gastronómico, pela versatilidade, mas também pela dimensão prática e saudável.

O Festival da Comida Continente, que na edição 2017 levou meio milhão de visitantes ao Parque da Cidade do Porto, regressa agora com um programa valorizado pela presença da marca líder do sector do bacalhau. Miguel Laffan, chef Estrela Michelin e embaixador da Riberalves, será um dos destaques, apresentando novas sugestões em torno do “Fiel Amigo”, com o showcooking “Reinventar a Tradição do Bacalhau” e o workshop “Entradas Rápidas com Bacalhau”. Paralelamente, e além de um espaço de consumo permanente, com propostas também de Miguel Laffan, o bacalhau será tema numa área dedicada à alimentação saudável, destacando-se enquanto proteína de origem 100% selvagem, de elevado valor nutritivo, e sem qualquer produto químico adicionado ao processo produtivo.

“É conhecida a paixão extraordinária que os Portugueses e, particularmente o Norte do País, têm pelo bacalhau. Queremos continuar a contribuir para a reinvenção do consumo do “Fiel Amigo”, partilhando novos produtos e novas soluções gastronómicas, mas destacando, também, a sua vertente saudável, tão necessária para a alimentação de hoje em dia. Por isso, não podíamos estar fora deste grande evento gastronómico e desta oportunidade de irmos ao encontro dos consumidores, não apenas partilhando esta nossa paixão pelo bacalhau, mas reforçando também a grande parceria que temos com o Continente”, afirma Ricardo Alves, administrador da Riberalves.

 

Sobre a Riberalves

A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau, produzindo 25 mil toneladas/ano. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração de uma primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma faturação a rondar os 145 milhões de euros e exportações que valem 30% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária.