Marca de Confiança 2017. Mais de metade dos consumidores escolhe a Riberalves

  • Os maiores e mais exigentes consumidores de bacalhau do Mundo, os portugueses, destacam a Riberalves como a Marca de Confiança presente no mercado, com 54% das preferências.

 

Torres Vedras, 28 de Março de 2016

 

A Riberalves, uma marca com a assinatura Paixão Nacional que se destaca pela proximidade junto dos maiores e mais exigentes consumidores de bacalhau no Mundo, os portugueses, acaba de ser reeleita Marca de Confiança. A distinção é atribuída na sequência do estudo “Marcas de Confiança 2017”, iniciativa Reader’s Digest que avalia a confiança dos consumidores em marcas, produtos e serviços. E se em 2016, no primeiro ano em que a categoria de bacalhau foi analisada, a Riberalves arrecadou desde logo a distinção, conquistando 31% dos inquiridos, agora a marca de referência do bacalhau dispara para 54% das preferências. Segundo este estudo, mais de metade dos consumidores prefere Riberalves.

Numa análise que avalia atributos como “qualidade”, “relação custo-benefício” e “perceção das necessidades do cliente”, é ainda referido que 67% dos inquiridos consome bacalhau Riberalves. “A nossa marca cultiva uma relação de grande proximidade com os portugueses, fundada em critérios de qualidade e de excelência decisivos num mercado tão exigente como é o do bacalhau em Portugal. A distinção Marca de Confiança premeia a nossa estratégia, mas renova ao mesmo tempo a nossa exigência. Os nossos consumidores são os nossos maiores aliados e não esperam outra coisa de nós que não seja o melhor bacalhau de cura tradicional portuguesa. Só podemos agradecer-lhes”, afirma Ricardo Alves, administrador da Riberalves.

 

Sobre a Riberalves

A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau, produzindo 30 mil toneladas/ano. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração da primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma faturação a rondar os 150 milhões de euros e exportações que valem 40% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária.

AdegaMãe conquista primeiro Prémio Excelência para um vinho branco da Região de Lisboa

  • AdegaMãe Terroir Branco 2013 consagrado entre os grandes vinhos portugueses. Nunca um vinho branco da Região de Lisboa tinha sido distinguido com o mais alto prémio do vinho português, atribuído pela Revista de Vinhos.
  • “E possível elevar o nome de Lisboa ao nível dos melhores. É natural que se peçam vinhos de regiões que têm feito um excelente trabalho, é normal ouvir-se ‘quero um Douro’, ‘quero um Alentejo’, mas acredito que também vamos ouvir com mais insistência: ‘quero beber um Lisboa’”, afirma Bernardo Alves, diretor-geral da AdegaMãe.

 

Torres Vedras, 22 de Fevereiro de 2017

 

O AdegaMãe Terroir Branco 2013, o novo vinho branco topo-de-gama da AdegaMãe, foi distinguido com o Prémio Excelência atribuído na gala anual da Revista de Vinhos, publicação de referência para o sector, que institui os óscares do vinho português. O mais importante prémio conquistado pela AdegaMãe, em apenas sete anos de existência, reveste-se também de uma dimensão histórica para a Região de Vinhos de Lisboa: nunca um vinho branco desta região tinha conquistado o mais alto prémio do vinho português; e só por uma ocasião tal tinha sucedido, mas com um tinto.

A atribuição de um Prémio Excelência a um produtor de Lisboa é por si só um facto extraordinário, mas, por outro lado, aponta à nova dinâmica de qualidade dos vinhos da região. Uma dinâmica suportada em vários projetos, entre os quais a AdegaMãe, que nos últimos anos têm colocado os vinhos de Lisboa em patamares de excelência, a par de outras regiões nacionais e internacionais. “Desde o início definimos como uma das bases do projeto dignificar e potenciar os vinhos de Lisboa. Este prémio veio mostrar que com uma excelente equipa, na enologia, na produção e na vertente comercial, é possível elevar o nome de Lisboa ao nível dos melhores. Temos muito orgulho no trabalho desenvolvido e é com motivação que enfrentamos os tempos futuros, difíceis e desafiantes”, afirma Bernardo Alves, director-geral da AdegaMãe, deixando um desafio: “A grande restauração de Lisboa tem mais uma razão para acreditar na região vínica em que está inserida e continuar a apostar nos seus excelentes vinhos. Juntos, podemos construir uma nova perceção sobre os Vinhos de Lisboa. É natural que se peçam vinhos de regiões que têm feito um excelente trabalho, é normal ouvir-se ‘quero um Douro’, ‘quero um Alentejo’, mas acredito que também vamos ouvir com mais insistência: ‘quero beber um Lisboa!’”, diz ainda Bernardo Alves.

No caso concreto da AdegaMãe, o Prémio Excelência conquistado surge em linha com outras distinções recentes, que confirmam a qualidade a que está elevado o projeto nascido em Torres Vedras: no último Encontro com o Vinho e Sabores, outro branco produzido pela casa, o Dory Reserva, conquistou o Grande Prémio Escolha da Imprensa; e há precisamente um ano, igualmente na gala anual da Revista de Vinhos, a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano. “O Prémio Excelência é a mais importante distinção recebida pela AdegaMãe, pela sua importância no setor, e porque é atribuído a um vinho – o AdegaMãe Terroir –  que é o corolário de todo um trabalho de experimentação realizado desde a primeira vindima, há sete anos. Temos vindo a apurar a qualidade dos nossos vinhos e estamos muito orgulhosos porque o reconhecimento da crítica e do mercado nos coloca, definitivamente, entre os melhores produtores nacionais. As distinções recentes também apontam para outro objectivo a que nos propusemos, o de oferecer ao mercado uma das melhores gamas de brancos do país”, afirma o enólogo da AdegaMãe, Diogo Lopes.

A marca AdegaMãe Terroir foi estreada pela AdegaMãe no decorrer do ano de 2016, para completar a gama de vinhos com uma proposta de excelência. Esta marca apresenta-se como a mais exigente interpretação do terroir atlântico, propondo vinhos inéditos, pela complexidade, pela qualidade, pelo trajeto cumprido desde a vinha à adega. São vinhos de assinatura, engarrafados a partir de colheitas excecionais – e só em anos excecionais serão reeditados. São também vinhos exclusivos, tanto que o primeiro AdegaMãe Terroir Branco 2013, agora distinguido pela Revista de Vinhos, teve uma edição de apenas 2765 garrafas, cada uma delas numerada, como forma de realce do seu carácter único.

Diogo Lopes, que integra a enologia da AdegaMãe em parceria com o consultor Anselmo Mendes, explica o processo que levou ao primeiro AdegaMãe Terroir Branco. “Identificámos as uvas com maior potencial e procurámos exprimir os traços genuínos de um vinho da Região de Lisboa: mineralidade, frescura e até salinidade. As uvas para o nosso AdegaMãe Terroir Branco vêm de parcelas mais calcárias, capazes de reforçar de forma ainda mais vincada a identidade atlântica destes vinhos. É um branco de grande complexidade, mineral e marcadamente de influência marítima, com um toque de salinidade. A madeira está presente em equilíbrio, mas sem que se deixe dominar por ela”, termina.

 

AdegaMãe Terroir Branco 2013

Castas: Viosinho, Alvarinho e Arinto.

Notas de prova: Aroma complexo, mineral e fumado. Volumoso na boca, com untuosidade, acidez firme e final salino.

Preço recomendado: 39 euros

 

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitetura exclusiva e por todas as atividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Em 2016 a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano no Sector do vinho em Portugal, nos prémios atribuídos pela Revista de Vinhos. No mesmo ano, conquistou o Grande Prémio Escolha da Imprensa, com o vinho Dory Reserva Branco 2014. Em 2017 alcançou o Prémio Excelência (AdegaMãe Terroir 2013).

 

AHRESP ACREDITA QUE TAXA SOBRE PAGAMENTOS COM CARTÕES DEIXE DE RECAIR SOBRE O SETOR

  • Situação “inaceitável” vai a discussão na Assembleia da República

 

O Conselho Consultivo da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal – reuniu na Quinta de Lemos, em Viseu, a convite do Turismo do Centro. Em cima da mesa estiveram alguns dos temas que mais preocupam os vários sectores representados pela associação, além da atualidade empresarial e económica.

Em destaque estiveram os efeitos que o imposto de selo sobre os meios de pagamento com cartão está a ter sobre a hotelaria e a restauração nacionais. Recorde-se que a Tabela Geral do Imposto do Selo foi alterada, passando a ser cobrada uma taxa de 4% sobre as receitas das comissões da banca nas operações de pagamento com cartões. Acontece que algumas instituições financeiras estão a fazer recair no setor essa taxa, uma situação classificada de “inaceitável” para a AHRESP.

“Esta situação provoca um impacto de 3,5 milhões de euros no setor da hotelaria e restauração. É inaceitável. A situação vai ser discutida em plenário da Assembleia da República, na próxima sexta-feira. Estamos confiantes de que possa ser revertida e que passe a ser o setor financeiro, nomeadamente a SIBS e a UNICRE, a absorver essa taxa”, sublinha Jorge Loureiro, vice-presidente da Direção Nacional da AHRESP. “Seria uma grande vitória para o setor da hotelaria e restauração”, acrescenta.

Programa Seleção Gastronomia e Vinhos alargado a todo o país

Também no centro das atenções do Conselho Consultivo da AHRESP esteve o programa “Seleção Gastronomia e Vinhos”. Foi anunciado que, face ao sucesso do programa, que o Governo lançou inicialmente na região Viseu-Dão-Lafões, este vai ser alargado a todo o país, começando já pelas Comunidades Intermunicipais da Região de Coimbra e Beiras e Serra da Estrela.

O programa “Seleção Gastronomia e Vinhos” visa promover a qualificação dos estabelecimentos de restauração existentes nas respetivas regiões, premiando a qualidade e afirmando o património gastronómico português como produto turístico diferenciador.U

Tragédia do Maria da Glória inspira instituição do Dia Nacional do Bacalhau

  • A AIB – Associação dos Industriais do Bacalhau formaliza, na Assembleia da República, proposta para instituição do Dia Nacional do Bacalhau. Uma ideia desencadeada pela Riberalves, com o apoio do Museu Marítimo de Ílhavo.
  • O afundamento do lugre Maria do Glória, a 5 de Junho de 1942, constitui o episódio mais trágico da história portuguesa da pesca do bacalhau e inspira a data para uma evocação simbólica por parte do país que mais bacalhau consome no Mundo.
  • O objetivo é consagrar uma homenagem à epopeia da pesca, mas igualmente à dimensão económica e gastronómica do Fiel Amigo.

 

Lisboa, 8 de Fevereiro de 2017

 

A 5 de Junho de 1942, em plena II Guerra Mundial, o lugre português Maria da Glória foi torpedeado e afundado por submarinos alemães, quando navegava rumo aos bancos de pesca da costa Oeste da Gronelândia. O ataque, que resultou em 36 vítimas mortais e apenas oito sobreviventes, ficou inscrito como o mais trágico incidente da história portuguesa da pesca do bacalhau. É precisamente este episódio que inspira a escolha da data de 5 de Junho, inscrita na proposta de Instituição do Dia Nacional do Bacalhau levada à Assembleia da República. Uma ideia desencadeada pela Riberalves e formalizada pela AIB – Associação dos Industriais do Bacalhau.

O objetivo desta proposta, em fase de apresentação aos partidos políticos com representação parlamentar, é o de promover uma homenagem simbólica a toda a epopeia da pesca do bacalhau, mas igualmente à dimensão socioeconómica e gastronómica do Fiel Amigo. Ao longo dos séculos, os portugueses tornaram-se os maiores consumidores mundiais de bacalhau, transformando este peixe num símbolo identitário da sua cultura, alavancando uma indústria que acolhe 2000 empregos diretos e um volume de negócios de 400 milhões de euros (100 milhões de euros de exportações).

A iniciativa de instituição do Dia Nacional do Bacalhau foi desencadeada precisamente por uma das empresas do sector, a Riberalves, e depois formalizada pela associação representativa da indústria, a AIB, com o apoio do Museu Marítimo de Ílhavo. Álvaro Garrido, ex-diretor e atual consultor daquele museu, professor da Universidade de Coimbra e reconhecida autoridade na história e no impacto socioeconómico do bacalhau em Portugal, subscreveu a fundamentação académica que sustenta a proposta de Instituição do Dia Nacional do Bacalhau.

“A nossa proposta foi muito bem acolhida pelos partidos que já nos receberam em audiência. Queremos que a instituição do Dia Nacional do Bacalhau seja uma iniciativa consagrada em Diário da República, de modo a que homenagem se torne verdadeiramente nacional e plena de simbolismo. Estamos muito confiantes numa iniciativa partidária, ou de vários partidos, que venha a apresentar esta proposta a plenário e consequente votação”, afirma Ricardo Alves, presidente da AIB e administrador da Riberalves, após uma sequência de audiências parlamentares já realizadas com Os Verdes, PCP, Bloco de Esquerda, CDS e PSD.

“A evocação do dia 5 de Junho impõe-se como uma devida oportunidade de homenagem, mas, ao mesmo tempo, será o ponto de partida para a exaltação de toda a história, cultura e gastronomia associada ao bacalhau, colmatando uma lacuna existente no nosso calendário. Este será um dia em que, anualmente, poderão ser desenvolvidas as mais diversas iniciativas institucionais, empresariais, académicas, culturais e gastronómicas, convocando a atenção da sociedade, em geral, para todo o universo relacionado com o Fiel Amigo”, afirma ainda Ricardo Alves.

Álvaro Garrido, professor da Universidade de Coimbra e autor da fundamentação académica que sustenta a proposta da Instituição do Dia Nacional do Bacalhau, enquadra a importância da iniciativa: “A dimensão humana, épica e muitas vezes trágica da pesca do Bacalhau, atividade praticada pelos portugueses ao longo de séculos e, cuja época áurea, atravessou décadas do século passado – incluindo os anos da II Guerra Mundial – é feita de episódios de grande densidade, relativamente desconhecidos da sociedade portuguesa. O afundamento do Maria da Glória é o exemplo maior, pelo que a proposta de instituição do Dia Nacional do Bacalhau, a 5 de Junho, se afigura tão apropriada quanto devida. Acresce a isto o facto de o bacalhau ser um forte símbolo identitário da nossa cultura, fortemente enraizado na gastronomia, e um dínamo da indústria associada ao sector, com importante impacto nas economias locais e com marcada vocação exportadora, nomeadamente para as Comunidades Portuguesas”, afirma.

O processo de apresentação da proposta de Instituição do Dia Nacional do Bacalhau prossegue, com audiências já pedidas ao PS e ao PAN.

 

Sobre a AIB – Associação dos Industriais de Bacalhau

A AIB – Associação do Industriais de Bacalhau, é uma associação de âmbito nacional que tem como objetivo a promoção e desenvolvimento da atividade industrial do bacalhau. A AIB integra associados que representam mais de 75% da Indústria do bacalhau em Portugal. O sector acolhe 2.000 empregos diretos, um volume de negócios de 400 milhões de euros e exportações na ordem dos 100 milhões de euros.

Sobre o Museu Marítimo de Ílhavo

Nascido em 1937, o Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) tem como missão preservar a memória do trabalho no mar, promover a cultura e a identidade marítima dos portugueses. Instituição dedicada a todas as comunidades costeiras e aberta aos mais diversos públicos, o MMI é testemunho da forte ligação dos ílhavos ao mar e à Ria de Aveiro. A pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova e Gronelândia, as fainas da Ria e a diáspora dos ílhavos ao longo do litoral português são as suas referências patrimoniais.

Sobre a Riberalves

A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau, produzindo 30 mil toneladas/ano. Fundada em 1985, a Riberalves focou a atividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração da primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial, na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma faturação a rondar os 150 milhões de euros e exportações que valem 40% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária.

 

 

Qualidade e consistência. Dory Reserva Tinto em grande destaque na revista Wine Enthusiast

 

 

Torres Vedras, 25 de Janeiro de 2017

 

Foi sempre uma história de sucesso, desde a primeira edição. O Dory Reserva Tinto nasceu com o objectivo de se confirmar um dos grandes tintos da Região de Lisboa, ombreando com as melhores referências do mercado, das mais diversas regiões. A evolução fez-se em consistência e as sucessivas colheitas têm vindo a ser alvo de grande destaque. Agora, foi a prestigiada revista americana Wine Enthusiast a reconhecer a qualidade deste vinho, numa avaliação que revela precisamente essa consistência: depois da atribuição de 92 e de 93 pontos às colheitas de 2011 e de 2012, o Dory Reserva Tinto 2013 arrancou mais 92 pontos e a distinção Editor’s Choice, atribuída pelo crítico Roger Voss, na edição deste mês de Janeiro.

O Dory Reserva Tinto 2013 mantém a aposta num perfil rico e complexo, com um lote em que a Touriga Nacional se apresenta como a casta predominante, complementada com Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. “É um vinho complexo e com estrutura, com um bom potencial de envelhecimento. É mais uma colheita que confirma a herança das anteriores, impondo-se pela elegância. Continuamos a trabalhar este Dory Reserva como uma referência entre os grandes tintos de Lisboa e os melhores tintos nacionais para o segmento imediatamente acima dos 10 euros, onde o nosso país apresenta vinhos verdadeiramente incríveis, explica Diogo Lopes.

Os destaques da Wine Enthusiast à AdegaMãe não se ficaram por aqui. O Dory Reserva Branco 2014 conquistou igualmente 92 pontos, enquanto o Dory Colheita Branco 2015 e os Pinta Negra Branco 2015 e Pinta Negra Rosé 2015 foram distinguidos com as insígnias Best Buy.

 

Dory Reserva Tinto 2013

Castas: Touriga Nacional, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Notas de prova: Cor ruby. Notas violetas, pimentão e especiaria. Fruta bem madura e bem integrada. Boa presença na boca, com as notas de fruta a reaparecerem. Termina com elegância.

Preço recomendado: 12 euros.

 

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitectura exclusiva e por todas as actividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Em 2015 a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano no Sector do vinho em Portugal, nos prémios atribuídos pela Revista de Vinhos. Em 2016 o vinho Dory Reserva Branco 2014 conquistou o Grande Prémio Escolha da Imprensa.

 

AdegaMãe estreia um espumante para a celebração das festas de Natal e de Ano Novo

  • Novo vinho Espumante da AdegaMãe acaba de chegar ao mercado e completa portefólio da Empresa do Ano no sector do vinho em Portugal.

 

Os mariscos da passagem de ano, ou mesmo alguns dos assados típicos do Natal, contam com um novo aliado na mesa. A AdegaMãe acaba de lançar o primeiro espumante, completando o portefólio de vinhos com uma proposta indicada para as celebrações gastronómicas que se avizinham. E fá-lo em grande estilo, apresentando um espumante de alta qualidade, de acordo com os pergaminhos da AdegaMãe, distinguida Empresa do Ano 2015 no sector do vinho em Portugal.

Produzido de acordo com o método champanhês clássico, o novo espumante AdegaMãe nasceu da vindima de 2015, a partir de uvas Chardonnay e Fernão Pires. “Este vinho é o corolário da experimentação das castas brancas no nosso terroir do Oeste. Desde as primeiras vindimas que temos vindo a observar um grande potencial para a espumantização das castas Chardonnay e Fernão Pires produzidas nas nossas vinhas.  A primeira é o conhecido clássico em Champanhe, com provas dadas em todo o Mundo; a segunda é uma casta nacional com potencial demonstrado em diversos espumantes do nosso país. Na AdegaMãe, resultaram num vinho espumante com um perfil muito atlântico, mineral e fresco, muito característico da nossa região”, explica o enólogo Diogo Lopes.

As ostras e outros mariscos, bem como o leitão assado ou cabrito, constituem algumas das harmonizações propostas para um espumante com estas características, que apresenta um final intenso e refrescante.

ADEGA MÃE ESPUMANTE BRUTO 2015:

Castas: Chardonnay e Fernão Pires.

Notas de Prova: cor amarelo citrino. Perfil muito atlântico, com notas muito minerais e frescas. Ligeiro brioche. Bom volume com uma bolha muito elegante. Final intenso e refrescante.

Preço recomendado: 9.50€ 

 

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer https://www.acheterviagrafr24.com/vente-viagra/ nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitectura exclusiva e por todas as actividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos acheterviagrafr24.com portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Em 2015 a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano no Sector do vinho em Portugal, nos prémios atribuídos pela Revista de Vinhos.

Dory Reserva Branco eleito melhor vinho do ano pela Imprensa Portuguesa

  • Vinho da AdegaMãe conquista Grande Prémio Escolha da Imprensa no Encontro com o Vinhos e Sabores 2016.
  • Gama de vinhos brancos da AdegaMãe afirma-se como uma das melhores do país.

 

Torres Vedras, 14 de Novembro de 2016

 

É o maior e mais prestigiado evento de vinhos de Portugal; promove um concurso que acolhe o mais transversal painel de prova nacional, reunindo 36 especialistas, entre jornalistas, bloggers e personalidades do sector ligadas à análise e crítica de vinhos; e só na categoria de brancos recebeu em competição mais de 100 vinhos de referência, das diversas regiões vitivinícolas portuguesas. A edição 2016 do Encontro com o Vinho e Sabores realizou-se no último fim-de-semana e distinguiu o Dory Reserva Branco 2014, da AdegaMãe, com o Grande Prémio Escolha da Imprensa, que elege o melhor vinho branco a concurso.

Depois de várias distinções nacionais e internacionais, alcançadas em apenas sete anos de existência, este é o mais importante prémio atribuído a um vinho da casa de Torres Vedras, pelo simbolismo (forte prestígio no sector), pela constituição muito especial do painel de provadores, mas igualmente pelo modelo do concurso, que analisa sucessivamente os vinhos mais pontuados até uma finalíssima. “Muitos produtores enviaram os seus melhores vinhos e tivemos as pontuações médias mais altas de que me recordo”, afirmou Luís Lopes, director da Revista de Vinhos, promotora do Encontro com o Vinhos e Sabores 2016, durante o anúncio dos vencedores.

Em Outubro, na primeira apresentação deste vinho à Imprensa, os enólogos da AdegaMãe, Anselmo Mendes e Diogo Lopes, partilharam desde logo a expectativa em torno desta colheita de 2014, um branco nascido de uma vindima muito equilibrada. Fermentado em barricas de 400 litros de carvalho francês, o lote integra duas grandes castas portuguesas, Viosinho e Alvarinho, e essa grande referência internacional que é o Chardonnay, que no terroir AdegaMãe oferece uma interessante expressão atlântica. “Creio que demos mais um passo em frente com este vinho, no sentido de o afirmar como um dos melhores vinhos brancos portugueses no segmento”, dizia Diogo Lopes.

Agora, o painel do Encontro com o Vinho e Sabores, após a prova cega dos vinhos a concurso, confirmou a expectativa. “A marca Dory coloca-se definitivamente no top dos grandes vinhos brancos de Portugal. A nossa região tem um potencial extraordinário para a produção de vinhos brancos, sempre trabalhámos para cumprir esse potencial e é um orgulho enorme, ao fim de apenas sete anos, obter este reconhecimento num concurso que reúne os críticos de referência portugueses”, afirma Diogo Lopes. Com o Grande Prémio Escolha da Imprensa, a AdegaMãe volta a chamar a atenção para a sua gama de vinhos brancos. A capacidade em produzir vinhos diferenciadores, muito marcados pela mineralidade e influência atlântica característicos do Terroir do Oeste, tem vindo a ser reconhecida como uma das melhores gamas de brancos produzidas em Portugal.

O Grande Prémio Escolha da Imprensa é, por outro lado, mais um importante marco para o projecto nascido no seio do Grupo Riberalves. Eleita Empresa do Ano no sector do vinho, em 2015, a AdegaMãe tem vindo a apresentar uma evolução consistente. Com uma adega que é igualmente uma referência arquitectónica e de enoturismo, a AdegaMãe surge inserida numa renovada Região de Vinhos de Lisboa, capaz de conquistar cada vez mais notoriedade entre as regiões nacionais, graças à dinâmica de novos projectos e às características únicas dos seus vinhos.

“Estamos a dar passos seguros, numa lógica de afirmação que, sabemos, implica tempo e dedicação para cumprir o potencial fantástico que nos é oferecido pela nossa região. Mas sempre afirmámos, de forma humilde, que cá achat cialis lyon estamos para cumprir todo esse potencial. Lisboa tem e merece uma grande região de vinhos e nós tudo faremos por contribuir para isso. O prémio que acabamos de receber é mais um impulso nesse sentido”, afirma Bernardo Alves, director-geral da AdegaMãe.

 

Dory Reserva Branco 2014

Castas: Viosinho, Alvarinho e Chardonnay.

Notas de prova: Cor amarelo citrino. Grande riqueza aromática com notas de caroço, pêra e mel. Tudo em elegância, barrica muito bem integrada. Final intenso com mineralidade.

Preço recomendado: 12 euros.

 

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitectura exclusiva e por todas as actividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Em 2015 a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano no Sector do vinho em Portugal, nos prémios atribuídos pela Revista de Vinhos.

 

Riberalves presente no maior e mais prestigiado evento de vinhos de Portugal

  • Encontro com o Vinho e Sabores 2016 arranca no próximo fim-de-semana com o apoio da Riberalves e a estreia de um dia – Domingo – dedicado à temática do “Fiel Amigo”.

 

Torres Vedras, 7 de Novembro de 2016

Bacalhau e vinho. Provavelmente nunca haverá uma discussão definitiva em torno do néctar que deve acompanhar o “fiel amigo”. Aliás, o que esta discussão pode ter de mais apaixonante é mesmo o facto de ser interminável. Vamos, portanto, prolongar o debate. Vamos demorar a degustação! Esse é precisamente um dos grandes aliciantes do maior e mais prestigiado evento de vinhos realizado em Portugal, o Encontro com o Vinho e Sabores, que está de regresso na edição 2016 com um dia especial dedicado ao bacalhau. O apoio, como não podia deixar de ser, é da Riberalves.

Com a organização da Revista de Vinhos, o Encontro com o Vinho e Sabores 2016 arranca já na próxima sexta-feira, na antiga FIL, em Lisboa, reunindo cerca de 450 produtores e parceiros de referência no sector do vinho. Nos últimos anos o evento tem vindo a desenvolver uma dimensão gastronómica cada vez mais relevante, pelo que em 2016 estreia temáticas específicas em torno do azeite, do arroz e do bacalhau. O “fiel amigo” tem o seu dia específico reservado para domingo, 13 de Novembro, destacando-se o seguinte programa:

15h00: Demonstração Culinária com o Chef Paulo Morais e harmonização com vinhos AdegaMãe (com a presença do enólogo Diogo Lopes; degustação limitada).

16h15: Bacalhau, diferentes curas e utilizações (por Bernardo Alves, administrador da Riberalves).

17h15: Bacalhau, o Fiel Amigo (por Fernando Melo, crítico gastronómico; Álvaro Garrido, director do Museu Marítimo levitra online us mg de Ílhavo; e Júlio Fernandes, director geral do Restaurante D. Bacalhau e vice-presidente da AHRESP).

18h30: “Histórias com Vinho e Outros Condimentos” (com o crítico de vinhos e autor do livro com o mesmo título João Paulo Martins).

19h30: Vinhos para Bacalhau (apresentação pelo jornalista Luís Lopes; degustação limitada).

Paralelamente a este programa, a Riberalves vai desenvolver acções de activação de marca ao longo dos quatro dias de evento (há ainda a segunda-feira, reservada para profissionais), com enfoque especial no “Pavilhão dos Sabores”, onde estará concentrada a oferta gastronómica do Encontro com o Vinho e Sabores 2016. Recorde-se que a AdegaMãe, projecto de enoturismo do Grupo Riberalves, eleita nos prémios da Revista de Vinhos como “Empresa do Ano 2015” no sector do vinho em Portugal, estará igualmente representada, antecipando as mais recentes colheitas a parceiros e consumidores.

 

Sobre a Riberalves

A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau, produzindo 30 mil toneladas/ano. Fundada em 1985, a Riberalves focou a actividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração da primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma facturação a rondar os 150 milhões de euros e exportações que valem 40% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária.

AdegaMãe Terroir. Nasce a expressão máxima dos vinhos de inspiração atlântica

 

  • AdegaMãe apresenta os seus primeiros topos de gama e lança uma nova categoria de vinhos na Região de Lisboa, propondo-se à mais exigente interpretação do terroir atlântico.
  • Novos AdegaMãe Terroir Tinto 2012 e AdegaMãe Terroir Branco 2013 são produzidos a partir de colheitas excepcionais – e só em anos excepcionais serão reeditados.
  • AdegaMãe Terroir terão preço recomendado de 39 euros; AdegaMãe lança ainda no mercado as novas colheitas Dory Reserva Tinto e Dory Reserva Branco.

 

Torres Vedras, 17 de Outubro de 2016

A Oeste tudo de novo. Seis anos depois da primeira vindima, a AdegaMãe – Empresa do Ano 2015 no sector do vinho – cumpre mais um passo e lança no mercado os seus primeiros vinhos Topo de Gama. A casa de Torres Vedras apresenta o patamar mais elevado das suas referências, estreando a marca AdegaMãe Terroir. Nasce assim a expressão máxima AdegaMãe; nasce a mais exigente interpretação do fantástico terroir atlântico; nasce uma nova categoria de vinhos na Região de Lisboa.

O momento é de exclusividade. Com a marca Terroir a AdegaMãe propõe-se desenhar vinhos inéditos, pela complexidade, pela qualidade, pelo trajecto cumprido desde a vinha à adega. São vinhos de assinatura, vinhos estate-bottled da dupla de enólogos constituída por Anselmo Mendes e Diogo Lopes, engarrafados a partir de colheitas excepcionais – e só em anos excepcionais serão reeditados. As primeiras referências lançadas no mercado são precisamente o AdegaMãe Terroir Tinto 2012 e o AdegaMãe Terroir Branco 2013. Em causa estão vinhos exclusivos, em edições de apenas 3006 (tinto) e 2765 garrafas (branco), cada uma delas numerada como forma de realce do seu carácter único, e que terão um preço recomendado de 39 euros.

Além dos estreantes AdegaMãe Terroir, a AdegaMãe lança ainda no mercado os novos Dory Reserva Tinto 2013 e Dory Reserva Branco 2014, actualizando as colheitas de vinhos que se tornaram uma referência no segmento (12 euros). “Este é um momento importante para a AdegaMãe. Além da actualização dos nossos Dory Reserva, chegámos finalmente ao momento de lançamento da nossa referência mais extraordinária, AdegaMãe Terroir. Este é um passo que só o tempo nos permite e que muito nos orgulha. Acreditamos estar perante grandes vinhos que muito vêm valorizar o portefólio AdegaMãe e que, esperamos, possam ser um exemplo de excelência desta extraordinária Região de Vinhos de Lisboa”, sintetiza Bernardo Alves, director-geral da AdegaMãe.

Os terroir e os vinhos, segundo a equipa de enologia

Orografia de colinas; solos argilo-calcários de reacção alcalina; o clima de influência atlântico; as castas nacionais e internacionais melhor adaptadas à região; e, por fim, as técnicas e a influência do homem. São estas as características que ajudam a definir “o terroir de excelência a Oeste”, segundo a equipa de enologia. Aqui nascem os vinhos AdegaMãe. Diogo Lopes, enólogo da AdegaMãe, apresenta os novos Topos de Gama em detalhe:

 

AdegaMãe Terroir Tinto 2012

A vindima de 2011 ficou para a história como uma das mais ricas em termos nacionais. No caso específico da AdegaMãe, 2012 não lhe ficou atrás, pelo contrário, revelou uma produção ainda mais interessante. Graças a um ano menos extremado do ponto de vista climático, mais equilibrado no final do ciclo, as vinhas da AdegaMãe evoluíram para uma maturação perfeita reunindo as condições essenciais para que as uvas expressassem as suas melhores características, especialmente quando o que está em causa é a procura da mais genuína interpretação deste terroir de influência atlântica.

 “Identificámos as melhores parcelas e avançámos para uma vindima manual, seleccionando os melhores cachos. Na adega, trabalhámos diferentes diferentes castas em diferentes barricas, seleccionando por vezes floresta a floresta. Depois fomos analisando a evolução e identificámos as barricas que claramente se destacavam para contruir o lote deste vinho”, afirma Diogo Lopes. “Acreditamos estar perante um vinho de excepção, um tinto marcado também por uma característica pouco comum, que é a sua mineralidade. Diria que é muito marcado pelo equilíbrio. Entre acidez e concentração de álcool é um vinho sempre muito equilibrado”, conclui Diogo Lopes.

Castas: Touriga Nacional e Merlot.

Notas de prova: Muito complexo. Notas de resina, mineral e fruto preto. Vigoroso na boca, com bastante estrutura. Taninos maduros e intensos. Bem casado com madeira. Final persistente, longevo.

Preço recomendado: 39 euros

 

AdegaMãe Terroir Branco 2013

As experiências efetuadas desde a primeira vindima AdegaMãe, em 2010, permitiram confirmar o comportamento de cada casta em cada parcela. E assim se identificaram as uvas com maior potencial para o branco topo de gama que agora nasce, resultante de um lote que expressa, segundo a equipa de enologia, traços verdadeiramente genuínos de um vinho da Região de Lisboa: mineralidade, frescura e até salinidade.

 “Em enologia, o tempo é sempre o melhor conselheiro. Temos vinhas riquíssimas para produção de brancos, mas ao longo destes anos conseguimos identificar, entre cada casta, quais as parcelas que apresentam expressões mais diferenciadoras. As uvas para o nosso AdegaMãe Terroir Branco vêm de parcelas mais calcárias, capazes de reforçar de forma ainda mais vincada a identidade atlântica destes vinhos”, avança Diogo Lopes. “Este é um branco que nos transporta para sensações às quais não estamos habituados, de grande complexidade. É um vinho mineral e marcadamente de influência marítima, com um toque de alguma salinidade. A madeira está presente em equilíbrio, mas sem que se deixe dominar por ela”, termina Diogo Lopes.

 Castas: Viosinho, Alvarinho e Arinto.

Notas de prova: Aroma complexo, mineral e fumado. Volumoso na boca, com untuosidade, acidez firme e final salino.

Preço recomendado: 39 euros

 

Os novos Dory Reserva Tinto e Dory Reserva Branco

Para além dos novos Topos de Gama, a AdegaMãe lança ainda no mercado as novas colheitas Dory Reserva Tinto e Dory Reserva Branco:

 

Dory Reserva Tinto 2013

A edição 2013 do Dory Reserva, emblemático tinto da AdegaMãe, mantém a aposta num perfil rico e complexo, mantendo o lote estreado com a colheita de 2012, em que a Touriga Nacional se apresenta como a casta predominante, complementada com o Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. “Estamos mais uma vez na presença de um vinho complexo e com estrutura, com um bom potencial de envelhecimento. É mais uma colheita que confirma a herança das anteriores, impondo-se pela elegância. Continuamos a trabalhar este Dory Reserva como uma referência entre os grandes tintos de Lisboa e os melhores tintos nacionais para o segmento imediatamente acima dos 10 euros, onde o nosso país apresenta vinhos verdadeiramente incríveis, explica Diogo Lopes. 

Castas: Touriga Nacional, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Notas de prova: Cor ruby. Notas violetas, pimentão e especiaria. Fruta bem madura e bem integrada. Boa presença na boca, com as notas de fruta a reaparecerem. Termina com elegância.

Preço recomendado: 12 euros.

 

Dory Reserva Branco 2014

O Dory Reserva Branco 2014 apresenta uma novidade importante relativamente ao antecessor, perdendo a casta Arinto. O Viosinho, pelo seu comportamento e qualidade, ganhou protagonismo nos principais vinhos de lote da AdegaMãe e continua aqui a ser a casta predominante, num lote com Alvarinho e Chardonnay. “É um branco fermentado em barricas de 400 litros, mas agora trata-se de madeira usada, portanto, mais discreta, realçando o carácter autêntico das variedades, a mineralidade e salinidade. O ano também foi mais equilibrado, pelo que a graduação alcoólica é menor, realçando ainda mais a fruta e a frescura. Creio que demos mais um passo em frente com este Dory Reserva Branco no sentido de o afirmar, à imagem do Dory Colheita Branco, como um dos melhores vinhos brancos no segmento”, termina Diogo Lopes.

Castas: Viosinho, Alvarinho e Chardonnay.

Notas de prova: Cor amarelo citrino. Grande riqueza aromática com notas de caroço, pêra e mel. Tudo em elegância, barrica muito bem integrada. Final intenso com mineralidade.

Preço recomendado: 12 euros.

 

 

 Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitectura exclusiva e por todas as actividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Em 2015 a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano no Sector do vinho em Portugal, nos prémios atribuídos pela Revista de Vinhos.

Certificação “Sabor do Ano” volta a distinguir Bacalhau Pronto a Cozinhar da Riberalves

 

  • Produto desenvolvido pela Riberalves na maior fábrica mundial de transformação da bacalhau, na Moita, garante selo de qualidade “Sabor do Ano 2017”; é a sétima distinção em sete edições desta certificação em Portugal.
  • Bacalhau Pronto a Cozinhar permite a reinvenção no consumo de bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa  e já representa mais de 50% das vendas da empresa.

 

Torres Vedras, 22 de Setembro de 2016

A qualidade do Bacalhau Demolhado Ultracongelado – Pronto a Cozinhar da Riberalves foi mais uma vez alvo de reconhecimento oficial, com a conquista da certificação Sabor do Ano 2017, uma distinção conferida a este produto nos sete anos em que a insígnia “Sabor do Ano” foi atribuída em Portugal: 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2016 e agora 2017.

A distinção “Sabor do Ano”, que elege o Bacalhau Pronto a Cozinhar Riberalves como Aprovado | Provado por Consumidores, destaca a excelência de um produto em que a empresa apostou de forma pioneira a partir do ano 2003, colocando no mercado o melhor Bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa, mas Pronto a Cozinhar, aliando qualidade e carácter prático.

Graças ao processamento da melhor matéria-prima e à tecnologia exclusiva desenvolvida nas diversas fases produtivas, como são por exemplo a demolha e a ultracongelação, a Riberalves desenvolveu um Bacalhau Pronto a Cozinhar que tem vindo a ser reconhecido, de forma consistente, tanto pelo mercado como pelos especialistas. Por outro lado, ultrapassando os constrangimentos da demolha e congelação caseira, este produto tem conquistado novos mercados e no ano de 2015 representou pela primeira vez mais de 50% do volume de vendas da empresa.

“A conquista da certificação Sabor do Ano 2017 vem mais uma vez confirmar a excelência do Bacalhau Pronto a Cozinhar da marca Riberalves. Este produto é o resultado do investimento que fizemos com o objectivo de colocar o melhor bacalhau de Cura Tradicional Portuguesa, pronto a cozinhar, à disposição dos consumidores, aliando qualidade e carácter prático. Estamos muito orgulhosos porque contribuímos para a reinvenção do consumo de bacalhau, acrescentando qualidade ao produto final”, afirma Ricardo Alves, administrador da Riberalves.

Submetido ao julgamento dos consumidores que integraram o painel de avaliação da iniciativa Sabor do Ano 2017, o Bacalhau Pronto a Cozinhar Riberalves garantiu mais uma vez o selo “Sabor do Ano”, graças às excelentes notas na análise sensorial atribuídas, tanto na apreciação global como nas categorias específicas de aspecto, cheiro, sabor e textura. 

O processo  produtivo do Bacalhau Pronto a Cozinhar é desenvolvido pela Riberalves na unidade industrial da Moita, naquela que é a maior fábrica mundial de processamento de bacalhau. Para este processo, a Riberalves controla a matéria-prima desde a origem e processa-a respeitando a já secular Cura Tradicional Portuguesa. As características que diferenciam o Bacalhau Pronto a Cozinhar Riberalves são as seguintes:

Origem: O bacalhau, peixe verdadeiramente selvagem, é processado no dia da captura (transformado em bacalhau salgado verde); a Riberalves estabeleceu parcerias com os principais produtores, controlando os métodos de captura e processamento.

Qualidade. Sendo processado e salgado verde logo após a sua captura, o bacalhau nunca enfrenta uma dupla congelação, ou seja, não é congelado em alto mar e depois ultracongelado. Além disso, não lhe são adicionados fosfatos.

Cura: Tal como o presunto, o tempo de sal é o que mais influencia a qualidade do bacalhau. Os produtos da marca Riberalves têm no mínimo 4 meses de sal, seguindo o processo de Cura Tradicional Portuguesa.

Demolha: O bacalhau é demolhado em água com temperatura controlada e durante um determinado período de tempo, consoante a espessura do peixe. Deste modo, o ponto de sal é perfeito e uniforme, evitando-se os erros e os constrangimentos da demolha caseira.

Ultracongelação: Este é um processo pioneiro, desenvolvido e aperfeiçoado pela Riberalves, com tecnologia capaz de preservar as características do bacalhau. A congelação caseira, mais lenta, degrada a qualidade do peixe.

Carácter prático: o Bacalhau Demolhado Ultracongelado é um produto de excelência, pronto a cozinhar, que responde às novas necessidades e estilo de vida dos consumidores.

 

Sobre a Riberalves

A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência Mundial na transformação de bacalhau, produzindo 30 mil toneladas/ano. Fundada em 1985,  a Riberalves focou a actividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração da primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma facturação a rondar os 150 milhões de euros e exportações que valem 40% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas AdegaMãe e Riberalves Imobiliária.