Um sucesso a 3ª Convenção APDCA – Associação Portuguesa do Automóvel

Com cerca de 400 participantes e um painel de oradores de prestígio, entre os quais João Torres, Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, a 3ª Convenção APDCA – Associação Portuguesa do Comércio Automóvel foi um sucesso. O evento, que decorreu no Centro de Congressos do Estoril, procurou definir uma visão de futuro para um dos sectores mais importantes da economia nacional.

O balanço, da 3ª edição do mais importante evento do sector do Comércio de Automóveis usados promovido em Portugal, dificilmente podia ser mais positivo. Para Vítor Gouveia, presidente da APDCA – Associação Portuguesa do Comércio Automóvel, “todos temos de estar orgulhosos, dos associados aos demais intervenientes do sector. O número de participantes e de empresas voltou a subir e, para além disso, também foi a primeira vez que o Governo se fez representar oficialmente, através de João Torres, Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor.”

Ainda segundo o mesmo responsável, “os quase 400 participantes, entre oradores, parceiros e empresários do setor, são motivo de grande satisfação, porque confirmam que o trabalho desenvolvido pela APDCA, nos últimos três anos, está a dar frutos e que o associativismo entre os empresários do sector não é a quimera que alguns julgaram no começo”.

No discurso de abertura do evento, da responsabilidade de Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa dos Consumidores, João Torres abordou “o papel preponderante da APDCA no associativismo do sector do Comércio de Usados, um movimento que o Governo apoia e incentiva ativamente”. O Secretário de Estado destacou ainda “a visão de futuro da Associação e as preocupações com a informação e formação dos seus associados, numa altura em que o desafio do digital se impõe nos vários setores da economia, com especial ênfase nas vendas a retalho. A capacidade de definir uma visão coletiva para o setor e de pugnar pelos interesses dos seus associados, unindo os empresários numa só voz, é outro dos atributos que o membro do Governo destacou, tendo “parabenizado a APDCA por, apesar da relativa juventude, já ter mostrado ser uma Associação ativa, moderna e ciente das idiossincrasias do moderno contexto empresarial.”

Sendo a formação dos associados e demais atores do setor um dos principais propósitos da APDCA, a 3ª Convenção reuniu um leque de oradores que apresentaram a sua visão especializada sobre temas tão distintos como: a mudança de paradigma no tipo de consumidor (por Nadim Habib); a apresentação e análise de estudos sobre a distribuição geográfica, demografia, a evolução do mercado português e a forma como todos estes fatores “afetam” os consumidores automóveis (por Pedro Ferreira); a evolução do comportamento dos consumidores (Ricardo Silva Ribeiro) e a forma como as preocupações com os custos de aquisição e manutenção ou o recurso ou não ao crédito estão a mudar nas diferentes faixas etárias. E, por fim, os desafios que a evolução tecnológica coloca aos empresários e consumidores (Miguel Ribeiro). Do advento das redes 5G, a fenómenos como o crescimento do “home banking”, as acrescidas preocupações com a mobilidade sustentável e a rigorosa e estrita preocupação com os direitos (e deveres) dos consumidores, são mudanças que obrigam todos os intervenientes neste sector a constantes atualizações e a uma enorme capacidade de adaptação.

Para Miguel Ribeiro (Chief Sales Officer do Santander), “a Europa acaba de criar um índice de emissões que vai acabar por afetar toda a indústria automóvel. Se os construtores não reagissem, as multas a pagar rondariam (segundo um estudo britânico) os 14,5 mil milhões de euros. São estes automóveis, diferentes nas tecnologias que utilizam, que dentro de anos serão comercializados pelos comerciantes de usados, o que obrigará a uma mudança, a uma adaptação dos mesmos a uma realidade distinta. E esta tendência só se irá agudizar na próxima década…

A palavra formação será uma palavra chave a partir de agora. Seja na área das vendas, mas também na defesa do consumidor ou no branqueamento de capitais, duas vertentes de especial importância para o governo”.
Igualmente relevante foi o “levantar do véu” sobre o novo portal com a chancela de qualidade e confiança da APDCA, que certificará as viaturas provenientes dos seus associados. Com a promessa de novidades para muito breve, este portal de venda de usados concebido por profissionais, com os profissionais, para os profissionais e o público em geral, diferencia-se de todos os concorrentes no mercado pelo grau de confiança que pretende incutir a todas as viaturas expostas e às transações. Porque, nas palavras do Presidente da APDCA, “só com a confiança de todos e em todos os envolvidos no processo é que a Associação pode anuir a colocar o seu selo de qualidade e certificação”.

Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente porque o futuro começa hoje

2020/02/13

  • A 4ª edição do Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente vai reunir em Lisboa prestigiados especialistas internacionais e nacionais em mobilidade e sustentabilidade;
  • Percursora e líder global em mobilidade elétrica, a Nissan é também sinónimo de inovação e de um capital de experiência decisivo para criar um futuro mais sustentável.

PORTO SALVO – É já no próximo dia 19 de fevereiro que a Nissan Portugal promove a 4ª edição do Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente. A única iniciativa anual promovida em Portugal de discussão, de reflexão e de projeção de um futuro que está já a romper com os modelos tradicionais de mobilidade e, por consequência, de estilo de vida, tendo em conta a emergência climática, mas também as necessidades e as expetativas das populações.

No fundo, mais um exemplo do compromisso da Nissan em prol de um planeta mais sustentável, mas um compromisso que não é de hoje… Na realidade, há quase uma década, quando o ceticismo e os preconceitos em relação à mobilidade elétrica ainda eram dominantes, a Nissan teve a coragem, a ousadia e o arrojo tecnológico para lançar no mercado o Nissan LEAF. O percursor e um dos símbolos da democratização dos automóveis elétricos, mas também o grande responsável pela liderança da Nissan em mobilidade elétrica, a nível global.

Pela liderança, mas mais ainda pelo pioneirismo, a Nissan tem assumido o compromisso de uma Mobilidade Inteligente no sentido estrito da expressão. Um conceito que não se esgota nos automóveis, mas também em novas formas de mobilidade, de energia, de soluções de circularidade, de redes, bem como de infraestruturas e cidades, criando um Ecossistema Elétrico que contribui para mudar a forma como conduzimos, e também a forma como vivemos.

Assim e com o objetivo de esclarecer, debater, refletir e projetar todas estas temáticas, a Nissan Portugal promove a 4ª edição do Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente, onde uma vez mais conta com um leque diversificado de oradores nacionais e internacionais, especialistas em diferentes áreas relacionadas com a Mobilidade Inteligente.

«Como líder na mobilidade elétrica, a Nissan tem a responsabilidade de estar na dianteira rumo a um futuro mais sustentável e seguro para todos», afirma Antonio Melica, o Diretor-geral da Nissan Portugal. «Mas quando falamos em mobilidade inteligente não falamos apenas de automóveis elétricos, mas sim de todo um ecossistema elétrico. No fundo, uma economia circular que vá de encontro à mudança de paradigma imposta pelas alterações climáticas e por um planeta mais sustentável. Num caminho que passa por estabelecer sinergias com as mais variadas entidades, independentemente de serem públicas ou privadas, e que encontra no fórum um palco privilegiado de debate de ideias e soluções que contribuem para encontrar as melhores soluções para os desafios que Portugal enfrenta neste objetivo comum da descarbonização».

A Nissan orgulha-se de ser a percursora e a líder global em mobilidade elétrica. Mas a Nissan é também sinónimo de inovação. Um capital de experiência decisivo para criar um futuro mais sustentável.

Para falar desse futuro e introduzir o painel de abertura “Condução Inteligente”, Maarten Sierhuis, Chief Technology Director do Nissan Innovation Lab @ Silicon Valley, estreia-se no 4º Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente. O holandês, que também fez carreira na NASA, antecede um painel que vai contar com a participação de Antonio Melica (diretor-geral da Nissan Portugal), Manuel Bóia (administrador da ADENE – Agência para a Energia), Paulo Martins (City Manager da eCooltra), Michelle des Bouillons, (empreendedora) e Nuno Brito (Especialista de Veículos Elétricos na LeasePlan).

O segundo painel do Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente abordará aquilo que a Nissan designa por “Energia Inteligente”. Ou seja, a forma como a Nissan desenvolve os automóveis elétricos enquanto unidades móveis de energia limpa que se enquadram e interligam com as infraestruturas e as redes, com o objetivo de transformar positivamente as cidades, tornando-se assim uma parte intrínseca da forma como vivemos.

Nesta sessão, Marco Fioranvanti (Nissan Vice President for Product Planning), terá como convidados Jorge Miguel Fernandes (Diretor de Inovação da Galp Energia), Jorge Esteves (Diretor da Direção de Infraestruturas e Redes da ERSE) e Carlos Sampaio (Presidente da APESF – Associação Portuguesa de Empresas do sector Fotovoltaico).

O derradeiro painel será subordinado ao tema “Integração Inteligente”, no qual Gareth Dunsmore (Vice President, Marketing Communication, Customer Experience and Connected Car Services Nissan Europe) irá animar o debate com Yannick Raffin (Responsável pela Estratégia de Zero Emissões e Infraestruturas da Nissan Europe), Byeronie Epstein (Diretora de Mobilidade no WBCSD – World Business Council for Sustainable Development), Luís Barroso (Presidente da Mobi.e) e Pedro Nuno Ferreira (Diretor dos Serviços Financeiros da Área Automóvel da Cetelem).

Após a conclusão dos trabalhos por Antonio Melica, Diretor-Geral da Nissan Portugal, a 4ª edição do Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente encerrará com uma intervenção de Eduardo Pinheiro, Secretário de Estado da Mobilidade.

As decisões de hoje vão influenciar as vidas de amanhã. Até 2050, é expetável que o número de automóveis na estrada duplique. Um crescimento que não pode deixar de ser de outra forma se não sustentável. É por isso que todas as decisões e reflexões de hoje são mais importantes do que nunca. É imperioso que sejam alvo de uma análise profunda e que sejam analisadas, discutidas e assumidas por todos os atores da Mobilidade do futuro. A 4ª edição do Fórum Nissan da Mobilidade Inteligente é mais um importante passo nesse sentido.

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Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 36 pontos de venda e 40 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, pickups, veículos comerciais e automóveis de alta performance, quer com motorizações de combustão, quer totalmente elétricas. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal 2018 (1 de abril de 2018 a 31 de março de 2019), 13.768 veículos ligeiros de passageiros e comerciais, a que corresponde uma quota de mercado de 5,2%.

Para mais informações
António Pereira Joaquim
Diretor de Comunicação
Nissan Iberia SA – Portugal
pereira-joaquim.antonio@nissan.pt
+351 962 062 633
www.newsroom.nissan-europe.com/pt

NOVO RENAULT ZOE JÁ É O AUTOMÓVEL ELÉTRICO PREFERIDO DOS PORTUGUESES

Apenas semanas depois de chegar ao mercado, o Novo ZOE já é o elétrico preferido dos portugueses. Em janeiro, o modelo da Renault foi o automóvel zero emissões mais vendido no país, num segmento que registou um crescimento de 35 por cento em relação ao período homólogo de 2019. Um resultado que também faz jus aos argumentos do Novo ZOE, a inquestionável referência entre os automóveis elétricos acessíveis: competitivo preço (a partir de 23.690€*), uma das maiores autonomias do mercado (quase 400 quilómetros WLTP), design moderno, bem como uma extensa lista de equipamentos tecnológicos e de segurança. Uma carreira de sucesso que promete continuar, até por força dos incentivos preconizados pelo inovador e ambicioso programa ECO-Plan, apresentado há semanas pela Renault, que visa uma mobilidade mais sustentável para Portugal.

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Automóveis elétricos são sinónimo de Renault ou não tivesse sido a marca pioneira na criação deste novo paradigma da mobilidade.

O Novo ZOE, comercializado em Portugal no final de novembro, promete consolidar o estatuto de referência do mercado, uma vez que, só nas primeiras sete semanas de comercialização, registou um volume de encomendas de metade das vendas totais do modelo em 2019!

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Em janeiro, com 230 unidades vendidas, o Novo ZOE liderou a tabela de vendas de automóveis elétricos, em Portugal, num segmento que registou um crescimento de 35 por cento em relação ao período homólogo de 2019.

Um resultado que, como afirma Fabrice Crevola, administrador delegado da Renault Portugal, “resulta do reconhecimento dos portugueses por um produto que é verdadeiramente ímpar: nenhum outro automóvel elétrico oferece tanto por tão pouco! O Renault ZOE é o símbolo da democratização dos elétricos e a inquestionável referência entre os automóveis zero emissões acessíveis”.

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Como admite Fabrice Crevola, “e é com expetativa que vamos acompanhar o evoluir das vendas nos próximos meses, até para percebermos o eventual impacto do ECO-Plan, o programa que apresentámos há cerca de duas semanas”.

Na realidade, depois de 22 anos consecutivos de liderança automóvel, o ECO-Plan é a inovadora e ambiciosa proposta da Renault para uma mobilidade mais sustentável em Portugal, assente em cinco planos: ECO Abate, Classe Zero, ECO Charge, ECO Tour e ECO Mobility. Financiar a renovação do parque automóvel com mais de 12 anos e com isso contribuir para uma mobilidade mais sustentável e maior segurança nas estradas, oferta de uma Via Verde com um carregamento no valor de 200€ para os proprietários do Renault ZOE, instalação de 60 pontos de carregamento de automóveis elétricos, iniciativas de divulgação e de esclarecimento da mobilidade elétrica, bem como oferta de soluções de aluguer operacional também para clientes particulares (transversal a toda a gama Renault e Dacia de ligeiros de passageiros), são alguns dos pressupostos do revolucionário Renault ECO-Plan.

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Novo ZOE a referência entre os elétricos acessíveis

Com a chegada ao mercado nas últimas semanas de 2019, o Novo Renault ZOE tornou-se a nova referência entre os automóveis elétricos. Uma proposta única no preço – disponível a partir de 23.690€* –, nos quase 400 quilómetros de autonomia que reivindica (norma WLTP em ciclo misto), bem como no facto de ser o automóvel elétrico do mercado que propõe mais e diferentes soluções de carregamento das baterias. Em relação ao antecessor, o Novo Renault ZOE também se distingue pelas mais modernas linhas exteriores e pela autêntica revolução operada no habitáculo, com novo design, novos materiais (muitos deles resultantes de reciclagem) e uma impressionante lista de equipamentos tecnológicos e de segurança. Por tudo isto, o Novo Renault ZOE é a nova referência dos automóveis elétricos acessíveis…

*Em regime de aluguer da bateria da versão Z.E. 40, com o motor R110. Com a bateria incluída, o valor é de 31.990€. Com o novo motor R135, associado à bateria Z.E. 50, o Novo Renault ZOE poderá ser adquirido a partir de 26.190€ (em regime de aluguer da bateria) ou de 34.990€ (bateria incluída).

RENAULT ECO PLAN: PARA UMA MOBILIDADE MAIS SUSTENTÁVEL EM PORTUGAL

Depois de 22 anos consecutivos de liderança automóvel, a Renault apresenta o ECO-Plan. Um ambicioso e inédito programa para uma mobilidade mais sustentável em Portugal, assente em cinco planos: ECO Abate, Classe Zero, ECO Charge, ECO Tour e ECO Mobility. Financiar a renovação do parque automóvel com mais de 12 anos e com isso contribuir para uma mobilidade mais sustentável e maior segurança nas estradas, isenção* do pagamento de portagens para o modelo Renault ZOE, instalação de 60 pontos de carregamento de automóveis elétricos, iniciativas de divulgação e de esclarecimento da mobilidade elétrica, bem como oferta de soluções de aluguer operacional também para clientes particulares (transversal a toda a gama Renault e Dacia de ligeiros de passageiros), são alguns dos pressupostos do revolucionário Renault ECO-Plan.

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No ano em que comemora o 40º aniversário, depois de mais de 1,5 milhões de automóveis vendidos e na sequência de 22 anos de liderança consecutiva das vendas, a Renault Portugal está empenhada em dar o seu contributo para uma mobilidade mais sustentável no país.

De que forma? Através do ECO-Plan. Um ambicioso e inédito programa que, acima de tudo, foi pensado para os clientes particulares, mas que também não esquece os clientes empresariais ou os muitos cidadãos anónimos que se interessam pelo fenómeno da mobilidade inteligente.

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O ECO-Plan faz jus à história da Renault em Portugal, sendo um programa que se subdivide em cinco planos estratégicos – ECO Abate, Classe Zero, ECO Charge, ECO Tour e ECO Mobility – genericamente contextualizados nas linhas que se seguem:

O plano ECO Abate é a aposta da Renault para a renovação do parque automóvel. A Renault Portugal (com base em estatísticas oficiais), estima que cerca de 2,5 milhões de automóveis, com mais de 12 anos, circulem no país. Automóveis que, objetivamente, já estão ultrapassados em matérias tão sensíveis como ambiente, segurança e economia.

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Plano ECO Abate para uma mobilidade mais sustentável

Mas vamos começar pelo ambiente. Desses cerca de 2,5 milhões de automóveis que existem no país, todos foram homologados de acordo com as normas Euro 2, 3 ou 4. Ou seja, com emissões poluentes muito superiores às dos automóveis atuais.

Por exemplo, um automóvel a diesel, com matrícula entre 1996 e 1999 (homologado segundo a norma Euro 2), emite, hoje, em circulação, pelo menos 16 vezes mais partículas do que um modelo equivalente atual.

Mais um exemplo: um modelo a diesel de 2000 (homologado de acordo com a norma Euro 3) emite 6,25 vezes mais NOx do que um automóvel atual do mesmo segmento.

Mas também a nível das emissões de CO2, os automóveis com mais de 12 anos são objetivamente muito mais poluentes do que os atuais. Com base em valores estimativos, a média de emissões será pelo menos de 180 g/km, contra os 130 g/km de um automóvel equivalente atual, também equipado com motor a diesel. Ou seja, ao fim de 10.000 km, um automóvel recente emite – no mínimo! – menos meia tonelada de CO2!

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Plano ECO Abate também para mais segurança

Não é só a questão ambiental que é visada pelo plano ECO Abate. Na realidade, a aposta estratégica da Renault pode revelar-se decisiva para a redução da sinistralidade em Portugal. Afinal, face às imposições atuais, a esmagadora maioria dos automóveis com mais de 12 anos não poderia hoje sequer ser comercializado. Dessas unidades, só muito poucas serão equipadas com ABS. E se falarmos do EBA (sistema de travagem de emergência) e do ESP, então o número de unidades será mesmo residual.

Ou seja, dos mais de 2,5 milhões de automóveis, com mais de 12 anos, que circulam no país, a grande maioria não tem sequer aqueles que são, hoje, os sistemas mais básicos em termos de segurança. E, nos últimos anos, tantas são as novas tecnologias que confirmam o extraordinário trabalho que tem sido desenvolvido pela indústria automóvel em matéria de segurança ativa e passiva, e que têm sido decisivas para a redução do número de vítimas resultantes de acidentes.

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Plano ECO Abate também para mais economia

Não negligenciáveis são também as questões económicas e, nesse sentido, tendo por base uma estimativa de 15% de desvalorização anual, um automóvel com 12 anos vale pouco mais do que 10% do valor com que foi adquirido. E, claro, referimo-nos a modelos que não têm o estatuto de “históricos”.

Mas também os consumos (já para não falar da manutenção) devem servir de argumento na equação de economia. Graças às novas tecnologias, é relativamente consensual que, um automóvel a diesel de hoje, em comparação com um modelo equivalente com mais de uma dúzia de anos, é capaz de reivindicar consumos de menos 1,5l/100 km. Ou seja, ao fim de 10.000 km, uma poupança de 225€.

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Plano ECO Abate com significativos incentivos financeiros

Em suma, para ajudar a tornar o ambiente mais sustentável, E as estradas nacionais mais seguras, a Renault lança o plano ECO Abate, destinado exclusivamente a clientes particulares.

Um plano que pressupõe um apoio financeiro à aquisição de automóveis novos, independentemente do modelo ou da motorização. Ou seja, um programa de incentivos que é válido para todos os Renault ligeiros de passageiros, equipados com motores gasolina, diesel, GPL, híbridos ou elétricos:

  • 3.000€ na aquisição de um Renault 100% elétrico;
  • 2.000€ na aquisição de um Renault híbrido;
  • 1.750€ na aquisição de um Renault a diesel;
  • 1.250€ na aquisição de um Renault a GPL;
  • 1.000€ na aquisição de um Renault a gasolina (exceto Twingo cujo valor é de 500€);
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Sublinhe-se que, em relação aos elétricos e híbridos, o apoio Renault é acumulável com outros valores que possam ser dados pelo Estado, bem como outras campanhas que a marca venha a desenvolver. Um plano que não prevê um limite ao número de automóveis retomados e que pressupõe o compromisso de retirar do parque circulante todas as unidades retomadas ao abrigo do programa.

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PLANO ECO ABATE TAMBÉM VÁLIDO PARA A DACIA

Com base nos mesmos pressupostos, sublinhe-se que o plano ECO Abate também é válido para a marca Dacia, mas com os seguintes apoios financeiros:

  • 800€ na aquisição de um Dacia a diesel;
  • 600€ na aquisição de um Dacia a GPL;
  • 450€ na aquisição de um Dacia a gasolina;
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CLASSE ZERO

Segundo os dados disponíveis, um automobilista gasta, pelo menos, 20€ mensais em portagens, em Portugal. Para todos os que adquirirem o Novo Renault ZOE, para além do apoio financeiro de 3.000€ previsto pelo plano ECO Abate, a Renault Portugal oferece, ainda, uma Via Verde com um carregamento no valor de 200€*. Sim, graças ao plano Classe Zero, também as autoestradas nacionais vão tornar-se mais sustentáveis.

A título de curiosidade, sublinhe-se que os 200€ de saldo de carregamento da Via Verde permitem fazer 285 percursos Lisboa-Oeiras/Oeiras-Lisboa, 222 percursos Lisboa-Vila Franca de Xira/Vila Franca de Xira-Lisboa e 74 percursos Cascais-Lisboa/Lisboa-Cascais.

No fundo, mais um importante incentivo à mobilidade sustentável, mas também um contributo para quebrar preconceitos e um claro sinal de que os automóveis elétricos não estão apenas confinados a uma utilização citadina, até face aos valores de autonomia que já reivindicam.

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ECO Charge

A pouco e pouco, graças à evolução da mobilidade elétrica, das suas tecnologias e das autonomias oferecidas, o argumento da autonomia está em desuso. Com efeito, as autonomias estão a deixar de ser a preocupação, com as dúvidas a transferirem-se para a facilidade de acesso aos pontos de carregamento.

Em Portugal, o número de pontos de carregamento, para automóveis elétricos, ronda as 2.700 posições. A Renault vai ajudar a reforçar esse número, com a montagem de 60 postos de carregamento em estabelecimentos da Rede de Concessionários de todo o país, ilhas incluídas. Postos de acesso público, todos de carga acelerada (22 kW) ou carga rápida (43 kW). E com a representatividade da sua Rede de Concessionários – a maior do país! – a Renault dá um importante contributo à mobilidade elétrica por todo o território nacional

Durante o ano de 2020, a Renault também vai alargar para 42 o número de Centros Expert Z.E., especializados em venda e assistência de automóveis 100% elétricos. Igualmente no início do ano está prevista a abertura de um centro de reparação de baterias.

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ECO Tour

A mobilidade elétrica ainda suscita dúvidas e até preconceitos. Com o objetivo de esclarecer, mas também de divulgar este no paradigma da mobilidade, o plano ECO Tour desenvolvido pela Renault Portugal assenta em duas iniciativas: indo de encontro aos portugueses, a organização de exposições em centros comerciais de 13 cidades do país, com início já em fevereiro deste ano; bem como a promoção de seminários para empresas, com as mais variadas entidades ligadas à mobilidade elétrica, parceiros da Renault e proprietários de automóveis elétricos. Seminários que vão procurar debater e esclarecer tudo o que é relacionado com a mobilidade inteligente.

As mentalidades estão a mudar e, hoje, cada vez se dá mais importância ao uso em vez da posse.

Nesse sentido, a Renault vai democratizar o acesso aos produtos de aluguer operacional para todos os modelos Renault e Dacia. Ou seja, também os clientes particulares vão passar a poder escolher uma solução de mobilidade, que lhes permita usufruir da utilização do automóvel, independentemente do segmento ou do tipo de motorização, e claro sem a obrigatoriedade da posse, e consequentemente da aquisição, do automóvel.

No fundo, facilitar o acesso à mobilidade e generalizar a todo o mercado, a solução de financiamento que é adotada pelas empresas, há vários anos.

22 ANOS CONSECUTIVOS DE LIDERANÇA RENAULT!

Em 2019, mais um capítulo da história de sucesso da Renault, em Portugal: pelo 22º ano consecutivo, a marca liderou a tabela de vendas de veículos de passageiros e de comerciais ligeiros. O Clio foi – pelo sétimo ano consecutivo! – o automóvel preferido dos portugueses, enquanto o Captur, para além da liderança entre os crossover, entrou, pela primeira vez, no top3 do ranking absoluto. Ainda no balanço de 2019, destaque, igualmente, para a Dacia, que manteve o 13º lugar das marcas mais vendidas em Portugal. Para 2020, a Renault Portugal anuncia como principais objetivos: manter a representatividade no mercado da marca Renault, atingir uma quota de mercado de cerca de 3% com a marca Dacia e, não menos importante, realizar 10% das vendas totais da marca Renault com a gama de modelos elétricos e híbridos.

Um ano em revista

A Renault assegurou, em 2019, o 22º ano consecutivo de liderança, com 37.007 unidades vendidas (incluindo passageiros e comerciais ligeiros), a que correspondeu uma quota de mercado de 14,11%. A título de curiosidade, sublinhe-se que a Renault vendeu quase o dobro da terceira marca do mercado e que apenas as vendas da Rede de Concessionários colocariam a marca Renault numa muito confortável 2ª posição do mercado (Passageiros + Comerciais Ligeiros).

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A Renault liderou de forma confortável no mercado de Veículos de Passageiros, com 12,96% de quota de mercado (29.014 automóveis vendidos) e nos Comerciais Ligeiros (7.993 unidades vendidas), com uma quota de 20,79%.

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Um ano positivo também para o Grupo Renault, na medida em que as 43.882 unidades vendidas das marcas Renault e Dacia (VP + VCL), bem como Alpine, corresponderam a uma quota de mercado de 16,72%. Um dos valores mais altos registado desde 1989, que foi o segundo ano de mercado aberto, depois de vários anos de contingentação.

Sublinhe-se que, desde a criação, em 1980, da filial Renault Portuguesa, a marca Renault liderou o mercado Português em 35 dos 40 anos de presença direta no país.

Em 2019, o mercado automóvel nacional valeu um total de 262.553 unidades (VP + VCL), um decréscimo de 2% em relação a 2018.

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Veículos de Passageiros: 7 anos de liderança Clio!

Em 2019, a Renault liderou as vendas, com uma quota de mercado de 12,96%.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Clio foi o modelo líder de vendas em Portugal, com um total de 10.649 unidades vendidas. Um resultado ainda mais de assinalar, tendo em conta que foi o último ano de vida da quarta geração, que, desde que foi lançada (em 2013), foi sempre o automóvel preferido dos portugueses.

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Mas o Clio não foi o único modelo posicionado nos primeiros lugares da tabela de vendas. Apesar de ser o último ano de vida da primeira geração do Captur, o modelo chegou, com 7.370 unidades vendidas, pela primeira vez, ao Top 3 das vendas em Portugal e como o crossover preferido dos portugueses!

A forte presença da Renault, a par da adequação da gama às expectativas e necessidades do cliente português, seja em tecnologia, equipamentos, mas também na excelente relação produto/qualidade/preço, foram pilares do sucesso da marca no mercado.

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Comerciais ligeiros: Um ano histórico de liderança

Também no mercado de Comerciais Ligeiros a Renault foi líder em 2019, com 7.993 unidades vendidas, a que correspondeu a quota de mercado de 20,79%, uma das melhores de toda a história da marca em Portugal. O Clio Société foi o líder do segmento nos derivados de passageiros, enquanto o Trafic e o Master foram os líderes nos segmentos respetivos. Uma referência, ainda, para o Kangoo Z.E., líder entre os Comerciais Ligeiros elétricos, com mais de 60% de quota de mercado.

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Dacia: mais um ano de afirmação

A Dacia teve, em 2019, mais um ano de afirmação no mercado nacional.
Com 6.851 unidades vendidas, (6.548 automóveis de passageiros e 303 comerciais ligeiros), a Dacia igualou, pelo segundo ano consecutivo, a quota de mercado recorde, alcançada em 2017, de 2,6%. Números que permitiram manter a 13ª posição no “ranking” das marcas mais vendidas em Portugal. Por curiosidade, sublinhe-se que, em relação a 2018, foram comercializadas mais… duas unidades.

Através das transferências de propriedade, é possível concluir que a Dacia está no Top 5 das marcas que mais vendem, em Portugal, a clientes particulares! Um verdadeiro fenómeno de popularidade e de vendas é o Dacia Duster que, no segmento mais “combativo” do mercado (SUV/Crossovers do segmento C), obteve o 5º lugar nas vendas.
Sustentada por uma gama fiável, um posicionamento de preço sem concorrência, bem como a “generosidade” da marca, que claramente oferece muito por um valor reduzido, a Dacia tem tudo para continuar a ser um caso de sucesso também em Portugal.

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Alpine: 38 unidades já circulam em Portugal

Já o exclusivo Alpine A110 vendeu 24 unidades em Portugal, mais 10 do que as comercializadas em 2018.

Ambições do Grupo Renault em 2020: líder em todas as frentes

Para 2020, as marcas Renault, Dacia e Alpine pretendem manter a representatividade no país, num mercado que se estima voltará a valer cerca de 260.000 unidades, entre veículos de passageiros e veículos comerciais ligeiros.

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Como sublinha Fabrice Crevola, administrador-delegado da Renault Portugal, “2019 foi um ano marcado por grandes desafios e por lançamentos muito importantes, como os novos Clio e ZOE. Mas num mercado cada vez mais competitivo, a Renault conquistou mais uma proeza: 22 anos consecutivos de liderança! Um feito notável, com a marca a voltar a liderar, tanto nos automóveis de passageiros, como nos comerciais ligeiros. Um resultado que, sem dúvida, premeia o profissionalismo de todos aqueles que trabalham para o Grupo Renault, mas também para a Rede de Concessionários!”

Em relação a 2020, Fabrice Crevola admite que “será um ano ainda mais desafiante, devido aos condicionalismos associados ao CAFE (Corporate Average Fuel Economy), que obriga as marcas a respeitarem um limite máximo de emissões de CO2 na gama que vendem na Europa. Este será, sem dúvida, o maior desafio que temos pela frente, mas com a certeza de que tanto a marca, como a Renault Portugal, estão determinadas em cumprir com os objetivos do programa.”

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No entanto, como sublinha o administrador-delegado da Renault Portugal, “pelo compromisso que tem para com os portugueses, mas também pelo estatuto de líder, a Renault vai continuar a comercializar a mesma gama e vai reforçar a aposta estratégica nos modelos elétricos, um mercado no qual a marca é absolutamente pioneira. Para além disso, também vai introduzir novas motorizações híbridas nos modelos de maior volume de vendas.”
“Para 2020, manter a representatividade da marca Renault no mercado Português e realizar, pelo menos 10% das vendas totais com modelos elétricos e híbridos, são os objetivos que fixámos para a marca Renault” afirma Fabrice Crevola.

Em relação à Dacia, Fabrice Crevola assume que “a marca Dacia tem a sua posição no mercado consolidada, mas acreditamos que tem potencial para crescer. Em 2020 fixámos como objetivo atingir, pela primeira, vez, 3% de quota de mercado com a Dacia”.

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Plano de lançamentos 2020

O ano de 2020 vai ser pródigo em novidades para a Renault. O mês de janeiro é marcado pela chegada à Rede de Concessionários da segunda geração do Renault Captur. Dentro de meses, uma motorização híbrida também chegará ao crossover preferido dos portugueses, assim como aos modelos Clio e Mégane. Já as gamas Talisman e Espace serão alvo de renovação; enquanto a oferta da gama GPL estender-se-á aos modelos Clio e Captur, bem como a toda a gama Dacia.

Não menos importante, o ano de 2020 ficará marcado pelo alargamento da oferta de automóveis elétricos, tal como anunciado no plano estratégico Drive the Future, que prevê a comercialização de oito modelos elétricos entre 2017 e 2022.

NOVO RENAULT CAPTUR: MAIS…EM TUDO!

A segunda geração do Renault CAPTUR está a escassos dias de chegar à Rede de Concessionários. Um CAPTUR maior e com um design ainda mais moderno e distinto. Ou seja, um CAPTUR totalmente novo, mas não apenas por fora… Um CAPTUR com um habitáculo mais espaçoso, mais confortável, mais tecnológico e com enormes progressos na qualidade. Também um CAPTUR com uma lista de equipamentos de segurança sem paralelo no segmento (e que conquistou as 5 estrelas nos testes EuroNCAP) e com uma moderna oferta de motores a gasolina e a diesel, com potências compreendidas entre os 95 e os 155 cavalos. Em suma, uma proposta única que tem tudo para reforçar o seu estatuto de líder incontestado do segmento. E tudo isto por um preço a partir de 19.990€.

O Renault CAPTUR é outro caso de extraordinário sucesso na história da marca em Portugal. Desde 2013, ano em que chegou ao mercado, que é o crossover do segmento B preferido dos portugueses. Aliás, desde 2016 que é mesmo um dos cinco modelos mais vendidos no país. No total, já foram vendidas cerca de 35 mil unidades, o que dá o curioso número de sensivelmente 14 unidades vendidas diariamente.

Um sucesso que não é um exclusivo de Portugal, pois também na Europa o Renault CAPTUR é o incontestado líder de vendas do segmento.

Um “best seller” que corre o risco de conquistar o estatuto de ícone, agora que a revolucionária segunda geração está a escassos dias de chegar ao mercado nacional.

DESIGN: CAPTUR CRESCEU E GANHOU PERSONALIDADE

Apesar do ar de família estar bem presente, até um olhar mais displicente confirma-o: estamos na presença de um Novo CAPTUR! Em relação à geração anterior, um Captur 11 centímetros mais comprido (e com mais dois centímetros de distância entre eixos), mas também com o novo design a contribuir para essa perceção, uma vez que as linhas são mais atléticas e expressivas, enquanto a linha de cintura da carroçaria é mais elevada. Ou seja, um Captur ainda mais SUV!

Mas ainda no exterior não faltam imensos grandes detalhes que lhe conferem uma imagem estatutária e, ao mesmo tempo, algo irreverente. Exemplo disso, os novos faróis 100% LED (disponíveis de série em todas as versões), em forma de “C”, na dianteira, assim como os originais novos faróis traseiros, igualmente em forma de “C”; bem como a nova grelha; os novos para-choques; as novas proteções; os vários elementos cromados e, claro, a pintura bi-tom da carroçaria. Uma imagem de marca do modelo que, naturalmente, se mantém na nova geração.

Nesse sentido, sublinhe-se que estão disponíveis quatro cores para o tejadilho, isto no caso da opção não recair na cor da carroçaria: Preto Estrela, Laranja Atacama, Cinzento Highland e Branco Alabastro. Para além disso, o Novo CAPTUR também pode ser equipado com barras de tejadilho longitudinais, ou teto de abrir semi-panorâmico vidrado.

Referência, igualmente, para as 11 cores que estão disponíveis para a carroçaria, que combinadas com o tejadilho e as diferentes proteções, oferecem umas incríveis 90 combinações de personalização exterior. No fundo, a possibilidade de “desenhar” um Captur à imagem de cada um.

UMA VERDADEIRA REVOLUÇÃO NO INTERIOR

Depois da surpresa do exterior, e uma vez no habitáculo, a comparação com a geração anterior é…impossível! Tudo é novo e é mesmo caso para falar em revolução, do design, à ergonomia, aos materiais, aos equipamentos. Aliás, ninguém diria que se trata de um crossover do segmento B.

A qualidade dos materiais e dos acabamentos é facilmente percetível. Os revestimentos macios estão presentes em várias zonas, nomeadamente no painel de bordo, na consola central e nos painéis das portas.

Mas também o ambiente tecnológico impressiona, desde logo por culpa do imponente ecrã multimédia de 9,3 polegadas. Com acabamento brilhante anti-reflexo e posicionado na consola central, é em tudo idêntico o que equipa o Novo CLIO. Ou seja, é o maior do segmento e de toda a gama Renault, disponibilizando o sistema multimédia EASY-LINK, mais evoluído e muito mais intuitivo. Oferece navegação com cartografia atualizada automaticamente, compatibilidade com Android Auto e Car Play e o acesso a diferentes aplicações e serviços conectados.

O Novo CAPTUR também recebe um painel de instrumentos digital em todas as versões, graças ao ecrã TFT que, na versão de 10 polegadas, inclui o sistema de navegação. Ou seja, para consultar as indicações do GPS, não é obrigatório desviar o olhar para o ecrã central.

A ergonomia é outro dos aspetos em que o Novo CAPTUR evolui extraordinariamente, não faltando exemplos disso mesmo: o novo volante com mais funcionalidades, a nova manete da caixa de velocidades (mais curta e colocada em posição superior), as novas teclas tipo “piano”, os novos comandos da climatização colocados imediatamente abaixo do ecrã central, assim como a democratização dos comandos táteis ou a redistribuição das áreas para arrumação e transporte de objetos. Sublinhe-se que, na consola central, passa a estar disponível uma área para o smartphone, com carregamento por indução.

Ainda no habitáculo, para além da perceção de qualidade e de tecnologia, mais duas caraterísticas sobressaem: conforto e espaço.

Os novos bancos são a expressão máxima do conforto a bordo, estando ao nível dos que equipam modelos de segmentos superiores. Os dianteiros impressionam pelo poder de retenção e pela superior envolvência. Já os passageiros traseiros beneficiam de uns significativos mais 17 mm de espaço para os joelhos, em relação ao modelo antecessor, com o banco traseiro a manter-se deslizante.

Claro que o crescimento de 11 centímetros no comprimento do Novo CAPTUR tem um impacto significativo na habitabilidade. Não apenas no espaço para passageiros, mas também nos 27 litros disponíveis em diferentes locais de arrumação interior, bem como nos mais 81 litros de volume da mala. Ou seja, um amplo espaço de carga de 536 litros e isto apesar de, na mala (mas perfeitamente integradas), poderem ser montadas as colunas do irrepreensível sistema de som BOSE®.

Por último, sublinhe-se que estarão disponíveis, nada mais nada menos, do que 18 configurações para a harmonia interior do Novo CAPTUR. A estas possibilidades, são ainda adicionadas as oito cores da iluminação ambiente das portas e da base da consola central suspensa, associadas às regulações do sistema MULTI-SENSE. Ou seja, a possibilidade de personalização do habitáculo à imagem de cada um.

NOVO CAPTUR TAMBÉM É UM ESTRADISTA DE ELEIÇÃO

Mas também ao volante o Novo Renault CAPTUR confirma os extraordinários progressos registados em relação à geração anterior. Afinal, o modelo beneficia da plataforma modular CMF-B desenvolvida pela Aliança e de várias evoluções, como uma direção mais reativa, um eixo dianteiro mais rígido e a uma suspensão que alia a eficiência dinâmica, o prazer de condução e o conforto.

A posição de condução mais elevada, tão caraterística dos crossover, é excelente. A solidez do conjunto é assinalável para um automóvel do segmento B, inclusivamente nos pisos mais degradados. O comportamento em curva é referência, assim como a insonorização, fruto de uma maior eficiência aerodinâmica e do recurso a novos materiais de isolamento, a reforços estruturais diversos, a utilização de alumínio para os apoios de motor e a janelas equipadas com um sistema de dupla estanquicidade.

Ou seja, viajar no Novo Renault CAPTUR é sinónimo de conforto, mas também de prazer de condução e isto independentemente das necessidades ou do estado de espírito do condutor.

EXPERIÊNCIA DE CONDUÇÃO PERSONALIZADA COM MULTI-SENSE

É verdade… A exemplo do Novo Clio, o Novo CAPTUR também passa a estar disponível com a tecnologia Renault MULTI-SENSE. Basicamente, a possibilidade de personalizar a experiência de condução, em parâmetros como a cartografia do motor, a direção, a iluminação ambiente e a configuração do ecrã digital. Nesse sentido, estão disponíveis três diferentes modos: Eco, para reduzir o consumo e as emissões de CO2; Sport, para aumentar o prazer de condução, a agilidade e a reatividade e MySense (modo predefinido), para personalizar a experiência.

OS SISTEMAS DE AJUDA À CONDUÇÃO MAIS COMPLETOS DO MERCADO

Tal como o Novo Clio, o Novo Captur democratiza os sistemas de ajuda à condução, com a oferta mais completa e mais evoluída da categoria. Aliás, mesmo em segmentos bem superiores é difícil encontrar um modelo equipado com tantas tecnologias de segurança, nomeadamente sistemas de ajuda à condução.

A novidade mais marcante é o sistema de assistência à condução em trânsito e autoestrada, uma extraordinária mais-valia para o conforto e serenidade de condução nas filas compactas de trânsito e em autoestrada. A integração deste sistema constitui uma primeira fase para o veículo autónomo.

A par de equipamentos, como a câmara 360° e o sistema de travagem de emergência ativa com deteção de peões e ciclistas, o alerta de saída de estacionamento reforça a segurança durante as manobras de saída de um lugar de estacionamento.

A regulação destes sistemas de ajuda à condução é feita de forma clara e intuitiva, através do ecrã tátil do sistema multimédia Renault EASY LINK.

Sublinhe-se que, os mais avançados sistemas de segurança ativa, aliados a todo o “know how” da Renault no domínio da segurança passiva, permitiram ao Novo CAPTUR obter as 5 estrelas nos cada vez mais exigentes testes de segurança do organismo independente Euro Ncap.

CONDUÇÃO

SISTEMA DE ASSISTÊNCIA À CONDUÇÃO EM TRÂNSITO E AUTOESTRADA

O sistema de assistência à condução em trânsito e autoestrada resulta da combinação do regulador de velocidade adaptativo (com Stop & Go) e o sistema de assistência na transposição involuntária de via. Ativo entre 0 e 160 km/h, este equipamento está disponível nas versões TCe 130 EDC FAP e TCe 155 EDC FAP e será igualmente proposto com o motor E-TECH Plug-in. O sistema regula a velocidade do automóvel e mantém as distâncias de segurança para os veículos que circulam à frente, garantindo que se mantém no centro da sua via. Particularmente útil com trânsito intenso, esta assistência à condução permite ao Novo CAPTUR parar e retomar a marcha, automaticamente, no tempo de 3 segundos, sem qualquer ação por parte do condutor.

O sistema funciona graças a uma câmara frontal e a um radar, nas estradas em que as marcas no piso (linhas contínuas ou descontínuas) estão corretamente visíveis e com veículos em circulação. Em caso de ausência de linha, é ativado apenas o regulador de velocidade adaptativo. Se não for detetado qualquer veículo à frente, o sistema de centragem na via mantém-se operacional (a partir dos 60 km/h), bem como o regulador de velocidade.

O sistema de assistência à condução em trânsito e autoestrada é uma prestação de autonomia de nível 2, que representa um ganho significativo em termos de conforto de condução. Todavia, exige que o condutor mantenha as mãos no volante e os olhos na estrada. O sistema envia um alerta se deixar de detetar as mãos do condutor no volante durante 13 segundos. Após mais dois alertas, o sistema desativa-se de forma automática.

REGULADOR DE VELOCIDADE ADAPTATIVO (com Stop & Go)

O regulador de velocidade adaptativo (ACC) é integrado na gama Captur, nas versões com caixa automática EDC. Disponível dos 0 aos 170 km/h, permite manter, automaticamente, uma distância de segurança mínima até ao veículo que circula à frente.

Nas versões com os motores TCe 130 EDC FAP e TCe 155 EDC FAP, o regulador de velocidade adaptativo do Novo Captur está associado à função Stop & Go. Quando o fluxo de trânsito é intenso, se for necessário parar totalmente, o sistema pode imobilizar o automóvel, com toda a segurança, e retomar a marcha no tempo de 3 segundos, quando a circulação puder ser retomada. Se este período de 3 segundos for ultrapassado, o sistema requer uma ação por parte do condutor (pressão no botão do volante ou do pé no pedal de acelerador) para se reiniciar. Ao fim de 3 minutos de inatividade, o sistema desativa-se automaticamente.

TAMBÉM A ESTREIA DA CÂMARA 360º E DO SISTEMA DE TRAVAGEM ATIVA DE EMERGÊNCIA COM DETEÇÃO DE CICLISTAS E PEÕES

Ainda no capítulo da segurança, estreias na gama da Renault são, igualmente, a câmara 360º e o sistema de travagem ativa de emergência com deteção de ciclistas e peões. O que a juntar ao regulador e limitador de velocidade, à comutação automática das luzes de estrada/cruzamento, ao sistema de travagem ativa de emergência, ao alerta de ângulo morto, ao reconhecimento dos painéis de sinalização com alerta de excesso de velocidade, ao alerta de saída involuntária de via e assistente de manutenção de via, ao sistema de ajuda ao estacionamento dianteiro, traseiro e lateral, bem como à tecnologia Easy Park Assist (estacionamento mãos livres) conferem, ao Novo CAPTUR, o estatuto de líder do segmento também em segurança.

UMA RENOVADA GAMA DE MOTORES A GASOLINA E A DIESEL

O Novo CAPTUR está disponível com uma gama completa de motores a gasolina e Diesel, com um intervalo de potências entre os 95 e os 155 cavalos. Motores equipados com tecnologias de ponta, que permitem cumprir as mais recentes normas em vigor e reivindicar valores de consumo e de emissões referência no mercado.

Mas para o verão está marcada uma importante novidade: a estreia na gama Renault do motor E-TECH Plug-in. Uma motorização híbrida recarregável, que constituirá uma oferta única no mercado e que terá o condão de conceder ao Novo CAPTUR o estatuto de pioneiro na democratização desta tecnologia.

MOTORES A GASOLINA

TCe 100, a polivalência ao melhor nível

Inédito na gama Renault, o 1.0 TCe (3 cilindros, turbocomprimido) é o mais novo dos motores resultantes das sinergias da Aliança e está equipado com as mais avançadas tecnologias. Com 999 cc de cilindrada, 100 cv e 160 Nm de binário às 2.750 rpm, este bloco da nova geração tem mais 10 cavalos e 20 Nm relativamente ao TCe 90 que substitui, com menores consumos e emissões de CO2.

No Novo CAPTUR, o motor TCe 100 está associado a uma caixa manual de 5 velocidades, permitindo reivindicar um consumo entre os 6 e os 6,2 l/100 km em ciclo misto e atingir os 187 km/h de velocidade máxima.

O motor TCe 100 estará igualmente disponível numa versão bi-fuel a GPL com montagem em fábrica. Uma proposta que certamente dará que pensar pelos reduzidos custos de utilização que proporciona.

TCe 130 FAP, para uma condução dinâmica

Desenvolvido em parceria com a Daimler, o motor 1.3 TCe FAP é precisamente o mesmo da geração anterior e que tantos elogios tem granjeado também em modelos como o Mégane, Scénic e Kadjar. Com 130 cavalos e 240 Nm de binário, pode ser associado a uma caixa manual de 6 velocidades ou à rápida e eficaz caixa automática EDC de 7 velocidades, de dupla embraiagem, com comandos por patilhas no volante.

Um bloco que permite uma condução dinâmica, como confirmam os números: mais de 190 km/h de velocidade máxima e 9,6 segundos para cumprir dos 0 aos 100 km/h, isto com caixa EDC (mais um segundo com caixa manual). Em relação a consumos, os valores oscilam entre os 6,2 e os 6,5 l/100 km em ciclo misto.

TCe 155 FAP, o máximo prazer de condução

O mesmo motor 1.3 TCe FAP, mas na versão de 155 cavalos e 270 Nm, é a solução para quem privilegia o máximo prazer de condução e que não abdica de explorar as qualidades dinâmicas de um automóvel. Um bloco que surge associado à rápida e eficaz caixa automática EDC de 7 velocidades, de dupla embraiagem. Os comandos por patilhas no volante confirmam o caráter mais desportivo desta versão, que pode atingir os 202 km/h de velocidade máxima e que só precisa de escassos 8,6 segundos para cumprir dos 0 aos 100 km/h.

Quanto a consumos, graças ao trabalho de calibração específico desenvolvido no motor, o Novo CAPTUR TCe 1550 FAP reivindica consumos entre os 6,2 e os 6,5 l/100 km.

MOTORES DIESEL

Blue dCi 95 e 115, uma oferta Diesel de última geração

Para quem percorre muitos quilómetros ou para as frotas de empresa, o Novo CAPTUR equipado com o motor a Diesel 1.5 Blue dCi pode ser a solução. Um bloco que está disponível em duas versões: 95 cavalos e 240 Nm, às 1.750 rpm, para uma condução sóbria; e 115 cavalos, 260 Nm, às 2.000 rpm, para uma condução mais dinâmica.

Um bloco que pode ser associado à caixa manual de 6 velocidades ou à rápida caixa automática EDC de dupla embraiagem de 7 velocidades e que, para além do conforto de condução que proporciona, impressiona pelos consumos: entre os 4,7 e os 4,9 l/100 km na versão de 95 cavalos e entre os 4,8 e 5 l/100 km na versão de 115 cavalos. Com este motor, a velocidade máxima ronda os 190 km/h.

AINDA ESTE MÊS NOS CONCESSIONÁRIOS

O Novo Renault CAPTUR será comercializado, em Portugal, no dia 18 de janeiro de 2020, a partir de 19.990€.

E para tornar ainda mais especial a comercialização da nova geração do SUV líder do segmento, está disponível uma série limitada a apenas 50 unidades, todas numeradas, e designada Captur Edition One. Tendo por base a versão de referência da gama (Exclusive), e o novo motor a gasolina TCe 100, o Renault Captur Edition One tem o preço único de 19.200€ (não inclui custo

O Renault KOLEOS está mais distinto, mais económico e… mais acessível!

Há um Novo Renault Koleos: mais distinto no exterior, com um nível de conforto e de habitabilidade sem paralelo e, agora, com uma gama de motores diesel mais eficientes e com melhores desempenhos e, não menos importante, mais acessível. Afinal, a versão de entrada de gama do SUV topo de gama da Renault está disponível na Rede de Concessionários por 45.320€ – cerca de menos 10.000€ do que a versão anteriormente comercializada!

Luxo e distinção são duas caraterísticas transversais à gama premium da Renault, constituída pelos modelos Talisman, Koleos e Espace. Mas até por ser um SUV, só o Koleos alia um outro predicado não negligenciável por uma grande minoria: os desempenhos em fora de estrada.

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IMPRESSIONANTE E DISTINTO POR FORA

Na realidade, apesar das linhas elegantes, distintas e impactantes – o design é o primeiro critério de compra apontado pelos seus clientes! – os 190mm de altura ao solo confirmam que o asfalto não é o único terreno de eleição do Novo Koleos. Aliás, o SUV topo de gama da Renault passa a beneficiar de novas proteções na dianteira e na traseira que, para além da imagem de aventura, reforçam a confiança de quem privilegia as incursões em fora de estrada. Mas as evoluções estéticas no exterior estendem-se à nova grelha dianteira, ao aumento dos pormenores cromados, às novas jantes e aos faróis dianteiros, agora com a tecnologia “LED Pure Vision”.

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REQUINTE E ESPAÇO RECORDE NO HABITÁCULO

Mas se, exteriormente, o Novo Koleos impressiona pela elegância e imponência, no interior reina o conforto e… uma imensidão de espaço! O grande SUV da Renault continua a oferecer uma habitabilidade sem paralelo no segmento, com tudo o que isso representa em termos de conforto para o condutor e passageiros, mesmo para os de elevada estatura.

Para além dos progressos na qualidade percecionada, com os cromados e o couro distribuídos por várias zonas, o Novo Koleos oferece ainda mais conforto. O banco do condutor, de comando elétrico, junta a função de massagem às de aquecimento e de ventilação.
Mas também o reforço do conforto dos passageiros traseiros não foi esquecido, já que passam a beneficiar de um encosto de banco traseiro com duas posições de inclinação. Ou seja, viagens que são ainda mais sinónimo de descanso e relaxamento.

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UMA IRREPREENSÍVEL ACÚSTICA BOSE®

Para completar o luxo a bordo, referência, para o facto do Novo Koleos poder ser equipado com um exclusivo sistema de som Bose® com tecnologia Bose Centerpoint®, composto por 13 altifalantes de elevado desempenho.

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UMA NOVA GAMA DE MOTORES BLUE dCI
Para a Renault, os motores a diesel ainda têm potencial de evolução e o mantêm seu lugar na atual oferta da marca em todos os segmentos. Por isso mesmo, o Novo Koleos é comercializado com dois novos motores diesel: Blue dCi 150 e Blue dCi 190 que recorrem a tecnologias que combinam a extrema eficiência nos consumos, níveis de potência e de binário referenciais, com a redução das emissões poluentes. Tudo para proporcionar um excelente conforto de condução.

O MOTOR BLUE dCi 150

A variante Blue dCi 150 deste quatro cilindros, com 1749 cc de cilindrada, reivindica 150 cavalos de potência às 4.000 rpm e um elevado binário de 340 Nm disponível logo às 1750 rpm. Um motor que permite atingir os 190 km/h de velocidade máxima e anunciar um consumo misto entre os 6,1 e os 6,2l/100 km. Um valor bastante reduzido, tendo em conta a massa do veículo e os mais de 1.700 quilos de peso. Uma motorização que também proporciona uma condução extremamente suave e fluída, com uma grande disponibilidade mesmo nos baixos regimes e ao longo de uma alargada faixa de rotações. O motor Blue dCi 150 apenas está disponível na versão de duas rodas motrizes.

O MOTOR BLUE dCi 190

Já o motor Blue dCi 190 é um quatro cilindros com 1.995 cc de cilindrada. Com 190 cavalos de potência às 3.500 rpm (mais 15 cavalos de potência do que o da geração anterior), reivindica 380 Nm de binário às 1.750 rpm e um consumo misto entre os 6,9 e os 7 l/100 km. Um bloco que permite desempenhos superiores, como confirmam os 198 km/h de velocidade máxima, e a opção para quem não abdica da transmissão integral.
Ambos os motores Blue dCi estão associados a uma caixa automática X-Tronic de seis velocidade, da última geração, que proporciona um elevado conforto de condução, independentemente do percurso. Uma caixa que também permite optar pelo modo sequencial, para quem queira experienciar uma condução ainda mais dinâmica.

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UM TODO TERRENO PURO E DURO

Mas se só com tração às rodas dianteiras o Novo Koleos surpreende pelos desempenhos em fora de estrada, com transmissão integral, o SUV topo de gama da Renault revela-se um todo-o-terreno puro, capaz de impressionar até os indefetíveis das evasões mais radicais, e são os números que o confirmam: uma elevada altura ao solo de 190 mm, 18° de ângulo de ataque e 25° de ângulo de saída. Números que são comuns à versão 4×2 e que, por si só, incutem bastante confiança até para as mais radicais incursões fora do asfalto.

No entanto, é graças à tecnologia All Mode 4×4-i que o Novo Koleos não receia qualquer terreno ou obstáculo. Uma transmissão 4×4 inteligente, concebida e desenvolvida no seio da Aliança, com provas dadas em milhões de veículos vendidos em todo o mundo.

Este sistema de transmissão integral assegura um controlo permanente da aderência das rodas ao solo, para garantir a motricidade ideal em todas as circunstâncias, cabendo ao condutor selecionar manualmente o modo de transmissão:

  • Modo Tração (4×2): apenas as rodas dianteiras são acionadas, sejam quais forem as condições de aderência, o que permite baixar o consumo.
  • Modo Auto (4×4): a repartição do binário entre os eixos dianteiro e traseiro é gerida automaticamente pela eletrónica de bordo, consoante as condições de circulação e de aderência. Pode ser transferido para as rodas traseiras até 50% do binário.
  • Modo Lock (4×4): o diferencial central é bloqueado e assegura uma distribuição de 50/50 do binário entre as rodas dianteiras e traseiras. Reservado às condições extremas e de fraca aderência, este modo só está disponível a baixa velocidade e desativa-se, automaticamente, acima dos 40 km/h ou a cada arranque do motor.
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UMA EXTENSA LISTA DE SISTEMAS DE AJUDA À CONDUÇÃO

O Novo Koleos oferece uma extensa lista de sistemas de ajuda à condução (ADAS). Para além do alerta de transposição involuntária de via (LDW), aviso de ângulo morto (BSW), reconhecimento dos painéis de sinalização, comutação automática das luzes de estrada/cruzamento (AHL), ajuda ao estacionamento a 360° e estacionamento mãos livres (Easy Park Assist), passa a oferecer o regulador de velocidade adaptativo (ACC) de série em todas as versões, o alerta de deteção de fadiga (UTA), bem como o sistema de travagem de emergência ativa (AEBS) com uma nova função de deteção de peões na cidade.

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INITIALE PARIS O TOPO DE GAMA BY RENAULT

Sublinhe-se que a assinatura INITIALE PARIS também está disponível no Novo Koleos, ou seja, uma interpretação estilística que oferece o melhor do know-how da Renault e que permite aos passageiros estimular os sentidos: o tato, o ouvido, o cheiro, as sensações de condução. O objetivo foi combinar os melhores materiais com um trabalho de confeção minucioso nos mais ínfimos detalhes para obter uma atmosfera requintada.

O Novo Koleos INITIALE PARIS distingue-se, igualmente, pelas marcações e elementos de decoração específicos inseridos no painel de bordo, no volante, nos painéis e nas soleiras das portas e nos tapetes.

CLASSE 1 NAS PORTAGENS

Na versão 4×2 e desde que equipado com Via Verde, o Novo Koleos é taxado como Classe 1 nas autoestradas nacionais.

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JÁ DISPONÍVEL NA REDE DE CONCESSIONÁRIOS

O Novo Koleos já está disponível na Rede de Concessionários Renault, com preços a partir dos 45.320€.

NOVO RENAULT ZOE: A NOVA REFERÊNCIA ENTRE OS ELÉTRICOS!

O Novo Renault ZOE está a chegar a Portugal! Com preços a partir de 23.690€*, tem argumentos de sobra para converter os céticos à mobilidade elétrica e ser uma extraordinária opção para aqueles que já se renderam aos incontestáveis argumentos da tecnologia, mas que pretendem fazer um “upgrade” tecnológico e de autonomia – e são quase 400 quilómetros que o Novo Renault ZOE reivindica. Ou seja, uma proposta verdadeiramente ímpar também porque é o automóvel elétrico que propõe mais e diferentes soluções de carregamento das baterias. Mas tratando-se de um Novo Renault ZOE, destaque, igualmente, para as mais modernas linhas exteriores e para a autêntica revolução operada no habitáculo: novo design, novos materiais (muitos deles resultantes de reciclagem) e uma impressionante lista de equipamentos tecnológicos e de segurança. Por tudo isto, o Novo Renault ZOE é a nova referência dos automóveis elétricos acessíveis…

Quando em 2011 a Renault teve a ousadia de lançar no mercado uma versão 100% elétrica do Renault Fluence e do Renault Kangoo, o sentimento generalizado não era de desconfiança, mas sim de total ceticismo em relação à aposta da Renault. Era fácil encontrar quem afirmasse convictamente: “a mobilidade do futuro nunca será elétrica”!

Ironia do destino… Hoje, os dedos de uma mão serão suficientes para contabilizar os construtores que ainda não anunciaram as suas propostas elétricas…

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E se, no início da década, a Renault teve a coragem, a ousadia, a visão e a capacidade tecnológica de antecipar que a mobilidade do futuro teria necessariamente de passar pela completa eletrificação, hoje apresenta-se no mercado com um capital tecnológico e de experiência que é exclusivo de quem, há quase uma década, foi visionário e que assumiu o risco e a aposta.

Por isso, é que, em apenas sete anos, a autonomia do Renault ZOE quase que triplicou. Por curiosidade, as mais de 160.000 unidades matriculadas até hoje, já percorreram mais de 10 400 trajetos Terra/Lua… sem emitir um único grama de CO2 durante a utilização!

E se o Novo Renault ZOE é a expressão máxima do “know-how” da marca na tecnologia zero emissões, a verdade é que a autonomia é só um dos seus argumentos, como se pode constatar nas linhas que se seguem…

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DESIGN EXTERIOR MAIS MODERNO E DESPORTIVO

É indiscutível… O design do Novo Renault ZOE confere-lhe um ar ainda mais moderno e com uma imagem até mais desportiva. Aliás, toda a frente foi redesenhada, com destaque para a nova grelha, para as duas entradas de ar em forma de guelra colocadas nas extremidades do novo para-choques, para os novos faróis 100% LED com a famosa assinatura em forma de “C”, bem como para os novos faróis de nevoeiro. Os diversos pormenores e elementos cromados contribuem para a imagem distinta.

Também na traseira, os faróis herdam a tecnologia 100% LED, com benefícios óbvios ao nível da visibilidade, mas também da imagem moderna e tecnológica do conjunto, até pelo facto da iluminação dos piscas ser agora dinâmica, projetando a luz do centro para o exterior.

AUTÊNTICA REVOLUÇÃO NO HABITÁCULO

Mas se a imagem exterior evoluiu, no habitáculo é caso para falar em revolução no sentido estrito da expressão. A rutura com o passado é total! O Novo Renault ZOE nada tem a ver com o antecessor: do design, aos materiais, aos acabamentos, aos equipamentos tecnológicos, tudo é novo.

Até a posição de condução foi substancialmente melhorada e uma vez aos comandos do Novo Renault ZOE sobressai, desde logo, o quadro de instrumentos TFT de 10 polegadas. Com funcionalidades e definições sem paralelo no segmento, impressiona pela quantidade e sofisticação da informação que proporciona, pelas múltiplas possibilidades de personalização e, claro, pelo ambiente tecnológico.

Mas é no ecrã tátil multimédia de 9,3 polegadas que está o centro tecnológico do Novo Renault ZOE. Colocado em posição central, destaca-se pelas dimensões, pela extensa lista de aplicações e serviços conectados que disponibiliza e pela forma intuitiva como se acede aos variados menus do mais evoluído sistema multimédia EASY-LINK. Além disso, permite ligar um smartphone e replicar as suas aplicações, através dos sistemas Apple CarPlay e Android Auto.

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TECNOLÓGICO E CONECTADO

Quanto ao sistema de navegação, saliente-se que foi desenvolvido para sugerir os percursos que melhor potenciam a eficiência energética, bem como fornecer a localização dos postos de carregamento das baterias e – não menos importante – confirmar, em tempo real, aqueles que efetivamente estão disponíveis para a operação de carregamento.

Por outro lado, sublinhe-se que o sistema multimédia Renault EASY Link está preparado para estabelecer ligação direta com a aplicação MY Renault. Deste modo, através de um smartphone é possível gerir o Novo Renault ZOE à distância: verificar o nível da bateria e o estado da carga, elaborar um plano de carregamento durante os períodos de imobilização, iniciar ou programar o aquecimento ou o ar condicionado para atingir a temperatura ideal de 21°C no momento da partida, sem penalizar a autonomia, mas também visualizar o raio de ação num mapa. O planeador de trajeto, que faz parte de MY Renault, estabelece uma rota onde são indicados os pontos de carregamento mais adaptados e o tempo total de viagem, incluindo a duração da operação de carregamento.

Ainda sobre a redesenhada e funcional consola central, há lugar a várias novidades tecnológicas desenvolvidas pela Renault, como o travão de estacionamento assistido, o carregador por indução de smartphones e a alavanca de velocidades eletrónica «e-shifter», que é comandada por um simples impulso.

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ENORMES PROGRESSOS NA QUALIDADE PERCECIONADA

Mas para além da componente tecnológica, o interior do Novo Renault ZOE caracteriza-se pelos extraordinários progressos na qualidade dos acabamentos e dos materiais, alguns deles (consoante as versões) produzidos com base em matérias-primas recicladas. O inovador tecido dos estofos (igualmente utilizado na zona superior do tablier e em grande parte da área da consola central), bem como as várias zonas com plástico polipropileno são disso exemplo.

A habitabilidade é outro dos argumentos do Novo Renault ZOE, até pelo facto da plataforma em que assenta ter sido desenvolvida exclusivamente para um automóvel elétrico. Os 338 litros da capacidade da mala confirmam-no.

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PRAZER DE CONDUÇÃO REFORÇADO COM O NOVO MOTOR R135

O Novo Renault ZOE é sinónimo de acrescido prazer de condução. A primeira sensação é do reforço do silêncio a bordo. É que apesar da total ausência de ruído que carateriza um motor elétrico em funcionamento, a Renault investiu bastante no isolamento acústico, de forma a atenuar os efeitos da poluição sonora do ambiente exterior.

Depois, porque apesar do motor R110 de 80 kW (equivalente a 110 cavalos num motor de combustão) também estar disponível, o Novo Renault ZOE estreia o novo motor R135 de 100 kW.

Um motor 100% desenvolvido pela Renault, com uma potência equivalente a 135 cavalos e com um binário de 235 Nm. Ou seja, um motor ainda mais interessante para a condução do dia-a-dia, por ser consideravelmente mais rápido que o bloco R110, tanto nos arranques como nas recuperações e são os números que o confirmam: menos de 10 segundos para ir dos 0 aos 100 km/h; enquanto para chegar dos 80 aos 120 km/h apenas precisa de 7,1 segundos. Ou seja, menos 2,2 segundos do que as versões com o motor R110!

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É POSSÍVEL “ESQUECER” O PEDAL DE TRAVÃO

Mas o prazer de condução pode também ser sinónimo de mais conforto… O Novo Renault ZOE inaugura um novo modo de condução, que praticamente dispensa o recurso ao pedal de travão por parte do condutor, com tudo o que isso representa em termos de conforto, seja no ambiente urbano ou fora dele. Com efeito, a partir de agora, é possível selecionar o tradicional modo D na alavanca «e-shifter» ou, em opção, o modo B. Nestas circunstâncias, assim que o acelerador deixa de ser pressionado, o automóvel desacelera de forma bastante mais acentuada, quase que tornando desnecessário o recurso ao pedal de travão.

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VASTA OFERTA DE TECNOLOGIAS DE AJUDA À CONDUÇÃO (ADAS)

E como condução deve ser também sinónimo de segurança, o Novo Renault ZOE disponibiliza um vasto conjunto de tecnologias de ajudas de condução (ADAS), de que são exemplo: alerta de excesso de velocidade; sistema de travagem de emergência ativa; alerta de transposição involuntária de via; sistema de assistência na transposição involuntária da via; estacionamento mãos livres; radar de estacionamento dianteiro, traseiro e lateral; reconhecimento dos painéis de sinalização; comutação automática das luzes; alerta de ângulo morto e sistema de ajuda ao arranque em subida. Ou seja, a garantia de viagens ainda mais seguras, mas igualmente relaxantes, como só um automóvel elétrico como o Novo Renault ZOE consegue proporcionar. 

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MAIS AUTONOMIA COM A BATERIA Z.E. 50

E, como não podia deixar de ser, uma das maiores novidades do Novo Renault ZOE é a nova bateria Z.E 50 de 52 kWh, que oferece 395 quilómetros de autonomia WLTP, a maior autonomia de todos os automóveis elétricos acessíveis e apenas reivindicada por automóveis elétricos de segmentos bem superiores.

É importante sublinhar que nova bateria Z.E. 50 resulta da capacidade tecnológica da Renault e da experiência acumulada ao longo desta década na mobilidade zero emissões. E que apesar da muito superior capacidade energética, no chassis, ocupa precisa exatamente a mesma área que a bateria Z.E. 40.

Além disso, se o cliente adquirir o Novo Renault ZOE com a opção de aluguer, a bateria Z.E. 50 tem uma garantida vitalícia, sendo que, um dia, pode mesmo ser reutilizada para armazenamento de energia estacionária.

Com a nova bateria Z.E. 50, o Novo Renault ZOE tem argumentos técnicos que lhe conferem o estatuto de proposta única e nova referência entre os automóveis elétricos.

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PROPOSTA ÚNICA EM SOLUÇÕES E RAPIDEZ DE CARREGAMENTOS

Por exemplo, é a única proposta do mercado que oferece o carregamento AC até 22 kW e o carregamento DC até 50 kW!

Num posto de corrente contínua (DC), até 50 kW, o Novo Renault ZOE só precisa de 30 minutos de carregamento para ganhar a energia necessária para percorrer cerca de 150 quilómetros. Uma funcionalidade inédita e 100% desenvolvida pela Renault.

Se a opção recair nos mais comuns postos de carregamento público de 22 kW, o Novo Renault ZOE recupera até 125 quilómetros de autonomia numa hora. Sublinhe-se que, com a capacidade que tem de tirar o máximo partido de postos com esta potência, o Novo Renault ZOE é o automóvel elétrico

de carregamento mais rápido do mercado. Uma versatilidade única que se deve ao revolucionário carregador Camaleão, uma tecnologia patenteada pela Renault.

Por último, mas não menos importante, até por se tratar da solução que é usada com mais frequência: o vulgar carregamento em casa ou no local de trabalho. Com a simples instalação de uma Wallbox de 7 kW, o Novo Renault ZOE só precisa de 9h25 para carregar as baterias dos 0 aos 100%, ou de 8 horas para ganhar cerca de 300 quilómetro de autonomia. Ou seja, é possível assegurar um carregamento completo numa noite! E ao carregar o automóvel no imóvel da residência, o utilizador consegue programar o horário de carregamento, por exemplo, para o período em que a tarifa praticada pelo fornecedor de energia elétrica for mais barata, isto no caso de ter contratualizada uma tarifa bi-horária.

Mas os argumentos não se esgotam na versatilidade que resulta da oferta de diferentes possibilidades de carregamento…

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CUSTOS DE UTILIZAÇÃO IMBATÍVEIS!

Um automóvel elétrico não é apenas sinónimo de zero emissões em funcionamento. É também sinónimo de imbatíveis custos de utilização! Com um consumo de 17 kW aos 100 quilómetros, o Novo Renault ZOE custa qualquer coisa como 3,4€ em energia elétrica e isto tendo em conta o valor de 0,2€ kW em tarifa doméstica.

Um automóvel diesel para percorrer os mesmos 100 quilómetros custa quase o triplo, como confirmam as contas: com um consumo de 6l/100 km e o litro de gasóleo a 1,45€, percorrer 100 quilómetros obriga a uma despesa de 8,7€.

Numa quilometragem média anual de 20.000 km a diferença entre o custo do “combustível” entre um ZOE ou um modelo equivalente diesel cifra-se em mais de 1.000€, um valor bastante significativo.

E estas contas que nem tiveram em conta a possibilidade dos carregamentos serem efetuados em tarifa bi-horária, em que o custo do kW reduz sensivelmente para metade.

Mas não são apenas os custos do combustível que são (muito) favoráveis a um automóvel 100% elétrico. Também os custos associados à manutenção de um automóvel elétricos são em regra entre 20% a 30% inferiores aos de qualquer automóvel equipado com um motor de combustão.

 UM AUTOMÓVEL ELÉTRICO ACESSÍVEL

O Novo Renault ZOE chega à Rede de Concessionários em meados de novembro, com um preço a partir de 23.690€ em regime de aluguer da bateria Z.E. 40 e com o motor R110. Com a bateria incluída, o valor é de 31.990€. Com o novo motor R135, associado à bateria Z.E. 50, o Novo Renault ZOE poderá ser adquirido a partir de 26.190€ (em regime de aluguer da bateria) ou de 34.990€ (bateria incluída).

* Os valores de duração e de distância mencionados são calculados com base nos resultados obtidos pelo Novo ZOE durante o processo de homologação WLTP que visa representar as condições de utilização reais dos veículos. No entanto, não têm em conta o tipo de trajeto escolhido após o carregamento. O tempo de carregamento e a autonomia recuperada dependem também da temperatura, do desgaste da bateria, da potência fornecida pelo posto de abastecimento, do estilo de condução e no nível de carga da bateria.

Os desafios do sector do comércio dos automóveis usados em discussão na 3ª Convenção da APDCA

Seguindo o lema “O futuro depende das suas escolhas”, realiza-se, no próximo dia 15 de fevereiro de 2020, a 3ª Convenção da Associação Portuguesa de Comércio Automóvel – APDCA.

Direcionada para todos os intervenientes no setor do comércio de automóveis usados, parceiros associados e entidades estatais, mas também para o público em geral, a Convenção da APDCA tem como objetivo discutir os desafios que a atividade enfrenta e a presente realidade do mercado, tanto ao nível da regulamentação e legislação aplicáveis, como dar resposta às necessidades de adaptação num mundo digital em constante evolução e mutação.

Nas palavras de Nuno Silva, Vice-Presidente da APDCA, “esta convenção reveste-se de extrema importância por, no mesmo espaço, reunir empresários e parceiros do setor, com o intuito de apresentar ideias de negócio, estabelecer novas parcerias e debater os temas que fazem a diferença para o futuro dos profissionais presentes”.

Face às duas bem-sucedidas edições anteriores, a 3ª Convenção da APDCA será ainda mais enriquecedora pelos temas a abordar e pelas figuras presentes e intervenientes, estando mesmo previstas importantes novidades que serão divulgadas oportunamente. Um dos temas, em destaque, será o anúncio e divulgação da versão 1.1 da plataforma digital de Marketplace que, por essa altura, já estará a operacional e a ser utilizada pelo mercado desde novembro de 2019, na versão original (1.0).

Para o Presidente da APDCA, Vitor Gouveia, “a Convenção pretende ser uma base de apoio para os empresários que, até à formação da Associação Portuguesa do Comércio Automóvel, em 2017, não tinham quem os representasse em exclusivo, quem conhecesse ao detalhe as dificuldades que enfrentam diariamente e as ansiedades provocadas pelos novos desafios colocados pelo mundo digital. Esta 3ª edição da Convenção APDCA, promete um painel de oradores de exceção e uma representação de elevado nível dos grandes parceiros associados do setor”.

APDCA – Unidos por um futuro melhor

A Associação Portuguesa do Comércio Automóvel, APDCA (www.apdca.pt), foi criada em 23 de março de 2017 sobre o lema “APDCA, unidos por um futuro melhor”. Neste momento conta já com quase 250 associados, representativos de todo o território nacional.

Surgida da necessidade de defender os interesses do setor do comércio automóvel de usados, e dada a ausência de uma entidade que atendesse os desejos específicos da atividade, esta associação sem fins lucrativos é constituída por empresários que, juntos, representam e dão voz aos proprietários legais das empresas deste importante setor da economia nacional.

Defendendo e dignificando a atividade, a APDCA promove o agrupamento das empresas para defesa dos seus interesses, combatendo todas as formas de concorrência ilegal e desleal. Apostando ainda na criação, desenvolvimento e implementação de uma plataforma digital (Marketplace) de vendas justa e transparente, que protege os interesses e os dados dos envolvidos e que ganhará forma já em novembro próximo.

Formação e Conhecimento

Imbuída de um espírito de missão, a APDCA também dá destaque à formação dos associados e do público em geral, tendo criado para o efeito a Academia APDCA que dinamiza, regularmente, workshops, ações de esclarecimento e de apoio à atividade.

Um bom exemplo são os módulos que estão a ser desenvolvidos durante este mês de setembro, abertos a associados e não associados, e que estão a decorrer em Lisboa e no Porto (https://www.apdca.pt/servicos/academia-apdca-ganhar-mais-vendendo-f-s-set2019/).

A efetiva participação dos associados e diferentes formas de auxílio à prática da sua atividade fazem parte do DNA da Associação Portuguesa do Comércio Automóvel, que promove:

• Protocolos com diversas entidades

• Inquéritos e Questionários

• Apoio Jurídico

• Acesso a Documentos e Ficheiros

• Consultoria Informática

• Seguro de RC (Responsabilidade Civil) para Intermediário de Crédito

• Pedido de Autorização para IC no Banco de Portugal
intermediação de Crédito | Submissão Banco de Portugal | Manual de Ajuda

• Certificado Digital Avançado | powered by Multicert

O desafio do digital e as propostas de regulamentação

Ao longo destes dois anos de intensa atividade em prole dos associados e demais empresas do setor, a APDCA tem contribuído para as melhorias das condições do ponto de vista da legislação, sempre com o intuito de defender os interesses das empresas, mas também os clientes, que usufruem de regras mais simples e transparentes.

Nesse sentido, a APDCA desenvolveu estudos e propostas de legislação específica para o comércio digital, com o objetivo de regulamentar esta nova realidade que tantos desafios coloca às empresas do setor e que algumas dificuldades e dúvidas pode suscitar no consumidor final.

Atenta aos desafios de um mundo em constante mutação, a APDCA pretende dar resposta às necessidades que o mercado automóvel de usados tem do ponto de vista digital, através de:

• Conteúdos gerados pelo seu website, totalmente controlados por si, sem intervenção de terceiros

• Ligação aos restantes portais automóveis diretamente do Website da empresa

• NOVO portal Automóvel da APDCA a lançar em novembro

• Programa Usado Aprovado APDCA

• Certificação Profissional

Pode consultar os estatutos da Associação Portuguesa de Comércio Automóvel no link abaixo:

Estatutos da APDCA 2017

Organograma da APDCA

Presidente

Auto Gouveia – Vitor Manuel Batista Gouveia

Vice-Presidente

Via Centro – João Miguel Martins Reis

Filipe Pinto Automóveis– Filipe Rafael Morais Magalhães Pinto

Consilcar – Nuno Filipe Guerreiro Martins da Silva

Nissan e-NV200 100% elétrica supera todas as expectativas no âmbito de uma parceria entre a Nissan e a LOGIC

2019/09/17

  • Mais de 10.000km cumpridos;
  • Uma média de 130km percorridos e 16 entregas efetuadas por dia;
  • Poupança anual média de 4.500€ nos custos de utilização;
  • Menos 4,5 toneladas de CO2 lançadas na atmosfera por ano.

Lisboa – No âmbito da parceria que a Nissan estabeleceu com a LOGIC, empresa especializada nas entregas de “última milha”, o comercial 100% elétrico Nissan e-NV200 não só provou estar à altura do desafio, como superou todas as expectativas. Tanto na redução efetiva dos custos de utilização, como na diminuição da pegada ecológica e até na validação da autonomia, que se revelou mais do que suficiente para cumprir os objetivos de entregas diárias.

Ao longo dos três meses de duração do exigente teste, a Nissan e-NV200 percorreu mais de 10.000 km e efetuou 880 entregas, tendo transportado mais de 22 toneladas de encomendas a clientes particulares e empresas.

Neste sentido, é importante frisar que a Nissan e-NV200 foi sujeita a condições de utilização real por parte da LOGIC, não tendo sido feito qualquer ajuste ou poupança na carga transportada, nos trajetos a cumprir, nem no número de quilómetros a efetuar diariamente.

Ao longo de todo o período de utilização da e-NV200, a LOGIC não necessitou de efetuar nenhuma carga rápida na rede pública de carregadores, comprovando que os 301 km de autonomia anunciados pela Nissan superam os requisitos de uma empresa de entregas até com as características e exigências da LOGIC.

A ligação, durante o período de inatividade noturna, à wallbox nas instalações da empresa, revelou ser suficiente para uma jornada inteira o que, em média, implicava cumprir 130 km e efetuar 16 entregas por dia na zona da Grande da Lisboa. Aliás, em períodos particularmente desafiantes, a Nissan e-NV200 chegou a realizar 24 entregas diárias e a percorrer 230 km com uma só carga de bateria.   

Nas palavras de Antonio Melica, diretor-geral da Nissan em Portugal, «esta parceria revelou-se muito importante para provar que a Nissan e-NV200 é perfeitamente adequada para uma empresa de entregas com estas características. Um dos desafios que inicialmente se colocava era a autonomia e, como pudemos observar ao longo do teste com a LOGIC, os 301km anunciados revelaram ser mais do que suficiente para as tarefas que lhe foram exigidas e nunca colocaram qualquer tipo de constrangimento à empresa. Outro ponto importante é saber que o teste foi feito em condições reais de utilização e resultaram numa poupança significativa para a empresa».

«Para a Nissan, o objetivo passava por demonstrar, em concreto, que o que anunciámos em relação à mobilidade elétrica é uma realidade tangível e que não há razões objetivas para alicerçar as desconfianças em relação à autonomia dos nossos veículos comerciais 100% elétricos. A LOGIC também comprova que o carregamento feito em período noturno é mais do que suficiente para garantir a autonomia necessária para cumprir as entregas diárias», concluiu.

Uma ideia que é corroborada por quem privou, diariamente, com a Nissan e-NV200. Para Jorge Lemos, colaborador da LOGIC, «este teste foi uma revelação a todos os níveis. Não só foi a primeira vez que utilizei um comercial elétrico nas minhas funções, como fiquei quase de imediato rendido às suas virtudes, em especial ao conforto e silêncio de funcionamento, mas também à mobilidade acrescida que oferece em ambiente urbano. As dimensões compactas, aliadas à boa capacidade de carga, tornam a Nissan e-NV200 especialmente adaptada às entregas nas cidades. Nas zonas de Alfama, Mouraria ou Bairro Alto, por exemplo, nós conseguimos fazer entregas à porta que, com outro comercial, seriam impossíveis. E, para o tipo de entregas que fazemos (last mille), a autonomia da e-NV200 é 100% viável, até porque a capacidade da Nissan de regenerar energia é incrível. Sem dúvida que é o tipo de automóvel que gostaria de utilizar daqui para o futuro».

O teste resultante desta parceria entre a Nissan e a LOGIC não se esgotou na experiência sensorial ou na avaliação da autonomia. Os objetivos eram bem mais latos.

Para Isabel Isabel Viçoso, Administradora da LOGIC, «os desafios que se colocam na economia 4.0 e as incertezas quanto ao futuro das entregas nos centros urbanos, obrigam a procurar respostas, a encontrar alternativas mais eficientes, rentáveis, ecológicas e sustentáveis. Com este teste, nós percebemos, e foi uma agradável surpresa, que conseguíamos reduzir 4,5 toneladas/ano nas emissões de CO2, o que faz uma grande diferença na diminuição da pegada ecológica da LOGIC. Além disso, esta experiência demonstrou que conseguíamos uma poupança efetiva de 4.500€ nos custos de utilização com a Nissan e-NV200, tanto nos gastos com combustível, como nas manutenções e até nos tempos de imobilização. Não tenho dúvidas nenhumas que este vai ser mesmo o futuro para este tipo de entregas».    

Com o culminar desta inovadora parceria a nível nacional, entre um fabricante de automóveis e um operador logístico de last-mille, e avaliados os objetivos iniciais e os resultados obtidos no teste de utilização real, sobressai a capacidade da Nissan e-NV200, um comercial 100% elétrico, de cumprir e até superar os desafios a que foi sujeito. Ajudando a desmistificar alguns preconceitos e provando que esta é uma resposta válida às questões que se levantam quanto ao futuro da mobilidade sustentável.

Com as regras de emissões cada vez mais apertadas e os crescentes anúncios de limitações futuras à entrada de veículos movidos a motores de combustão nos centros urbanos, os resultados desta parceria são, literalmente, uma lufada de ar fresco para as empresas que operam neste cenário e para os particulares que nele trabalham, vivem ou que dele usufruem.

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Sobre a Nissan em Portugal
Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 36 pontos de venda e 40 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, pickups, veículos comerciais e automóveis de alta performance, quer com motorizações de combustão, quer totalmente elétricas. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal 2018 (1 de abril de 2018 a 31 de março de 2019), 13.768 veículos ligeiros de passageiros e comerciais, a que corresponde uma quota de mercado de 5,2%.

Sobre a LOGIC
A LOGIC é um operador logístico, especialista em logística integrada, transporte e entregas ao domicílio. Recentemente a empresa reforçou a sua aposta na logística ecommerce, com novos serviços, e tem desafiado clientes e parceiros com novos conceitos de logística urbana, novos sistemas de informação e um maior compromisso com o aumento da sustentabilidade ecológica na cadeia de abastecimento. Saiba mais em www.logic.pt