Portuguesa Petrotec será uma das “estrelas” da Motortec Automechanika Madrid 2019

Estreia mundial do novo Sistema de Gestão de Frotas Fleet-X

A marca portuguesa Petrotec estará em destaque na Motortec Automechanika Madrid 2019, um evento internacional de referência para a Indústria automóvel e serviços associados, que arranca já na próxima quarta-feira, dia 13 de março.

A multinacional sediada em Guimarães (um dos cinco maiores fabricantes mundiais, com tecnologia 100% própria, de equipamentos para as áreas de distribuição e retalho da indústria petrolífera – e o único em soluções globais!) vai apresentar as suas mais recentes propostas, com destaque para a revelação mundial do novo Sistema de Gestão de Frotas: o protótipo Fleet-X.

Uma solução que integra, em tempo real, toda a informação e mecanismos necessários à gestão de frotas de qualquer dimensão, podendo ser acedida a todo o momento, via smartphone. Ou seja, um novo paradigma de conveniência e, por isso mesmo, uma importante ferramenta de apoio à gestão e um recurso decisivo à eficiência operacional.

O novo Sistema de Gestão de Frotas Fleet-X partilha o ADN com o inovador protótipo de bomba de combustível X-Series, que será igualmente apresentado em Madrid, naquela que será a sua primeira mostra a nível Ibérico. Este conceito é a visão da Petrotec sobre o que será a experiência dos consumidores nas estações de serviço do futuro, privilegiando o enfoque na conveniência, interatividade e oferta alargada de serviços.

Num evento que antecipa as novas exigências decorrentes da alteração do paradigma da mobilidade, da propriedade automóvel e das fontes de energia, a Petrotec terá, igualmente, em destaque os sistemas de pagamento, automação e gestão de estações de serviço, bem como as soluções da Hellonext, a marca Petrotec orientada para a mobilidade elétrica.

A 15ª edição da Motortec Automechanika Madrid 2019, Feira Internacional Líder na Indústria Automóvel em Espanha, realiza-se entre os dias 13 e 16 de março, apresentando produtos e serviços de 1300 marcas, a mais de 60.000 visitantes, oriundos de 90 países.

Sobre a Petrotec

O Grupo Petrotec é uma referência mundial – e líder europeu! – em produção de tecnologia e serviços para a indústria petrolífera. Sediado em Guimarães, com capital 100% português, e filiais em cinco continentes, o Grupo conta já com mais de 1100 colaboradores a nível global e vendas em mais de 80 países.

Presidente do Turismo do Centro defende que “está na altura” de se transformar Monte Real em aeroporto

• Declarações foram feitas à margem dos VII Workshops Internacionais de Turismo Religioso, em Fátima.

Data: 07/03/19

Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal e da Agência Regional de Promoção Turística do Centro de Portugal, defendeu hoje, em Fátima, que “está na altura de se abrir a Base Aérea de Monte Real à aviação civil”.

As declarações foram feitas numa conferência de imprensa, inserida nos VII Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorrem até sábado em Fátima e na Guarda, e tiveram como mote a nova rota entre o santuário francês de Lourdes e Lisboa.

“A Ryanair apresentou hoje aqui, em Fátima, a nova rota aérea entre Lourdes e Lisboa. É um sinal evidente de que chegou a altura de se avançar com uma estrutura aeroportuária no Centro de Portugal, que sirva o Santuário de Fátima. Se Lourdes é viável, um aeroporto que sirva Fátima também o será”, sublinhou Pedro Machado.

“Fátima recebeu 7 milhões de visitantes em 2018, de acordo com números divulgados hoje nestes workshops. É uma cifra que, por si só, consegue sustentar a operação de um aeroporto. Um estudo apresentado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria no ano passado demonstra que são necessários entre 600 mil e 700 mil passageiros por ano para a estrutura ser viável. Com os peregrinos de Fátima, Monte Real reúne todas as condições objetivas para poder ser uma realidade”, recordou o dirigente, sugerindo que o aeroporto se poderia chamar Monte Real-Fátima.

“A abertura de Monte Real à aviação civil é uma janela de oportunidade para a região e para o país, que será possível com um investimento de 30 milhões de euros, infinitamente menor do que outros investimentos. Além de que é mais uma forma de aliviar a pressão sobre o aeroporto de Lisboa que, por falta de capacidade, está a rejeitar cerca de 2 milhões de passageiros anuais”, acrescentou Pedro Machado, que realçou ainda o facto de os voos comerciais em Monte Real terem um efeito de fixação de investimentos na região: “Seria uma mais-valia significativa para a hotelaria e a restauração, assim como para a indústria de moldes e do vidro desta região”.

“Abrir Monte Real à aviação comercial justifica-se e é viável. Assim o poder político o queira”, concluiu Pedro Machado.

Fátima recebe maior evento mundial para profissionais de Turismo Religioso

Os Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorrem até sábado em Fátima e na Guarda, constituem o maior evento mundial do setor, atraindo todos os anos centenas de especialistas.

Este ano, os workshops decorrem em Fátima e na Guarda e são esperadas cerca de mil pessoas e mais de 40 expositores.

A 7.ª edição apresenta como maior novidade a I Conferência Internacional das Cidades Santuário. Além da conferência, o programa dos Workshops conta ainda com uma Bolsa de Contactos para os profissionais, estimando-se que aconteçam cerca de 5000 reuniões.

O evento é organizado pela ACISO, em colaboração com a Câmara de Ourém e com o apoio do Santuário de Fátima, do Turismo do Centro, Turismo de Portugal e da Câmara da Guarda.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:
O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Aldeias Históricas de Portugal e Instituto de Turismo Responsável produzem Declaração em prol da Sustentabilidade no Turismo

A cimeira “International Summit: Cultural Sustainable Destinations without Borders”, promovida pelas Aldeias Históricas de Portugal, redundou num inédito e importante documento: uma Declaração em prol da Sustentabilidade no Turismo!

A Sé Catedral da Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha foi palco de uma inédita cimeira sobre Turismo Sustentável em destinos culturais não massificados, nos dias 15 e 16 de novembro do ano passado. Marcaram presença, além da Secretária de Estado do Turismo, Ana Godinho, e do Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino, vários oradores de todo o mundo, que partilharam as suas considerações nos painéis da “International Summit: Cultural Sustainable Destinations without Borders”.

A partir das conclusões destes debates e, na qualidade de promotora da cimeira, a Associação de Desenvolvimento Turístico das Aldeias Históricas de Portugal, em conjunto com o Instituto de Turismo Responsável, prepararam uma “Declaração sobre Destinos Culturais Sustentáveis Sem Fronteiras”. Um documento que foi partilhado com as Secretarias de Estado do Turismo e Valorização do Interior, com o Turismo de Portugal e com a UNESCO, mas com o pedido expresso de também o fazerem chegar a outros organismos nacionais e internacionais que, de forma direta ou indirecta, se relacionem com as áreas do turismo, desenvolvimento e sustentabilidade.

Uma Declaração tem como objetivo sensibilizar e unir as mais diversas entidades ligadas ao turismo para a importância da sustentabilidade, em destinos culturais não massificados, como é o caso das Aldeias Históricas de Portugal – recentemente distinguidas, pelo Instituto de Turismo Responsável, com o certificado BIOSPHERE DESTINATION.

Assim, esta Declaração vem lembrar, por exemplo, que “a sustentabilidade no turismo não é uma opção ou atributo de uma determinada marca, mas sim o alicerce incontestável e central de estratégias de desenvolvimentos sustentáveis de destinos alternativos”, e que, por isso, “a atividade turística nestes destinos deve atuar como um aliado na conservação das suas paisagens naturais e como garantia da preservação do património cultural tangível e intangível e da sua autenticidade, reconhecendo-os como valores turísticos essenciais”. Ou seja, a sustentabilidade nos destinos culturais não massificados é uma necessidade intrínseca ao seu desenvolvimento e uma garantia para o seu futuro.

A Declaração recorda, ainda, que os destinos culturais não massificados oferecem experiências únicas, graças à autenticidade. Assim, comprova-se a necessidade da preservação do património cultural, natural e imaterial, para que estes destinos conservem, sempre, a essência que os distingue e que os torna, em termos turísticos, tão interessantes e atrativos.

Uma Declaração que defende, também, que os destinos culturais não massificados são lugares onde o turismo deve tornar-se “um vetor para capacitar as comunidades locais, reforçando o orgulho de pertencer à região e aos valores, e não uma indústria padronizada e exógena para o destino”, respeitando assim a cultura e as tradições das gentes locais.

Deste modo, o turismo deve “utilizar os bens e serviços locais de cada destino alternativo para que possa aumentar os laços com a comunidade, melhorar a economia local e minimizar as fugas, fazendo um contributo significativo para melhorar a qualidade de vida da população de cada destino, e, ao mesmo tempo, preservar os principais ativos ambientais de que o destino alternativo depende”. Isto é, o turismo nestes locais deve contribuir, em primeira instância, para quem habita nestes lugares.

Sem esquecer o aumento de poluição que um acréscimo anormal de população pode gerar, nestes lugares, a Declaração refere que “o turismo nos destinos alternativos deve fornecer soluções inovadoras para que se tornem mais eficientes em termos de recursos, no contexto de uma economia circular, evitando a geração de resíduos, aumentando a eficácia e reduzindo o consumo e a poluição em geral, particularmente a poluição que afeta habitats e ecossistemas críticos”.

Entre outras considerações e conclusões resultantes da cimeira realizada na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha, a Declaração inclui algumas recomendações, como a necessidade de garantir o envolvimento das comunidades locais na gestão do turismo em destinos alternativos de forma sustentável, responsável e inclusiva e satisfazendo as aspirações das comunidades na salvaguarda e transmissão do seu património e valores culturais tangíveis e intangíveis; promover uma cultura de respeito entre os turistas e as comunidades locais, as suas identidades, modos de vida e crenças ao visitar locais e destinos para fins de turismo sustentável e cultural; criar métodos de promoção do cárater interligado do valor natural, cultural e social das paisagens culturais/destinos alternativos através do turismo sustentável; sensibilizar para a necessidade de criar medidas de gestão específicas com vista a um turismo responsável e sustentável, de modo a que os destinos alternativos não se destinem a um processo de gentrificação que coloque em risco a identidade do local e os interesses da comunidade local.

O documento integra, ainda, uma nota, dirigida aos destinos turísticos alternativos, autoridades locais e todas as partes interessadas com competências no setor do turismo nessas regiões, para: colocarem em prática os princípios e recomendações estabelecidos na Declaração e apoiar a sua maior disseminação, mas também darem os seus contributos para a consolidação do conceito “destino turístico alternativo”. Na realidade, o conceito bem definido (despojado de subjetividade e de múltiplas interpretações) é determinante para o desenvolvimento de políticas públicas completamente ajustadas a estes territórios.

De lembrar, ainda, que podem ser consultadas mais informações sobre a cimeira “International Summit: Cultural Sustainable Destinations without Borders”, que aconteceu na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha, no site https://www.responsibletourisminstitute.com/en/event/aldeias, onde também está disponível a “Declaração sobre Destinos Culturais Sustentáveis Sem Fronteiras.”

A Declaração também foi remetida aos participantes que se inscreveram na Cimeira.

A cimeira “International Summit: Cultural Sustainable Destinations without Borders” foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através dos programas Centro 2020 (Programa Operacional Regional do Centro), via Portugal 2020, bem como do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE).

As Aldeias Históricas de Portugal

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, um percurso circular com cerca de 600 km, divididos por 12 etapas que iniciam e terminam em cada uma das aldeias.

As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Campanha do Turismo Centro de Portugal é finalista dos Prémios Internacionais de Viagem e Turismo

  • Campanha promocional “Turismo Centro Portugal – Visitar e Ficar é Ajudar” é uma das nove finalistas na categoria Melhor Campanha de Entidade Turística ou de Destino Nacional
  • Vencedores serão conhecidos em Londres, numa gala que terá lugar a 6 de novembro

Data: 1 de agosto de 2018

A campanha promocional “Turismo Centro Portugal – Visitar e Ficar é Ajudar”, do Turismo Centro de Portugal, é uma das finalistas dos Prémios Internacionais de Viagem e Turismo (“International Travel & Tourism Awards”), que serão atribuídos no dia 6 de novembro, em Londres.

O Turismo Centro de Portugal é finalista na categoria Melhor Campanha de Entidade Turística ou de Destino Nacional (“Best National Tourism Board/ DMO Campaign”), uma das mais importantes da competição. A campanha da entidade portuguesa concorre com outras oito, provenientes do Japão, dos Estados Unidos, do Peru, do Egipto, da Jordânia, da Estónia, da Finlândia e das Ilhas Faroé.

Os International Travel & Tourism Awards distinguem o trabalho de organismos de turismo em todo o mundo, bem como de empresas e personalidades que se destacam do setor privado. Os finalistas foram escolhidos por um painel independente de jurados especializados e representam o melhor que se faz no mundo das viagens e do turismo.

A competição é organizada pelo World Travel Market (WTM London), com a colaboração da Organização Mundial de Turismo (UNWTO). O WTM London é um evento internacional que junta a indústria de viagens entre os dias 5 e 7 de novembro, em Londres, e que é o mais importante a nível mundial nesta área de negócios.

Este é o primeiro ano em que os prémios são atribuídos. Os vencedores, nas 13 categorias a concurso, serão anunciados para uma audiência de mais de 500 líderes da indústria do turismo, incluindo governantes, durante uma gala que decorrerá no Tobacco Dock, em Londres.

“Recebemos candidaturas fantásticas de todo o mundo e todas demonstram como o turismo está a desempenhar um papel vital nas economias de diferentes cidades e regiões. Tanto a qualidade como o volume de participantes foi muito impressionante. Os nossos jurados ficaram extremamente impressionados com as candidaturas, o que tornou muito difícil a tarefa de reduzir a lista. Aqueles que estão no lote restrito de finalistas devem saber que atingiram um padrão muito elevado. Será uma cerimónia de atribuição de prémios inspiradora”, declarou Charlotte Alderslade, cofundadora dos International Travel & Tourism Awards.

A campanha “Turismo Centro Portugal – Visitar e Ficar é Ajudar” foi criada na sequência dos incêndios que afetaram a região em 2017, e teve como objetivo principal reafirmar o Centro de Portugal como destino seguro e de confiança. Concretamente, incidiu na promoção das regiões mais afetadas, através de outdoors, reportagens na imprensa e spots de rádio, entre outras iniciativas. Os resultados foram extramente positivos, uma vez que esta região registou um crescimento recorde na procura no ano passado.

Além da campanha do Turismo Centro de Portugal, apenas mais uma candidatura proveniente de Portugal é finalista dos International Travel & Tourism Awards: a Dark Sky Alqueva, na categoria Melhor em Turismo de Aventura. Em competição estão também as categorias, entre outras, de Melhor Campanha Digital no Turismo, Melhor Campanha de Relações Públicas, Melhor em Luxo, Melhor em Bem-Estar, Melhor em Gastronomia ou Melhor em Turismo Responsável.

Mais informações em https://awards.wtm.com/

Sobre o Turismo Centro de Portugal:
O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

Para mais informações:

Adriana Rodrigues
Chefe de Núcleo de Administração Geral e Comunicação
Turismo Centro de Portugal
adriana.rodrigues@turismodocentro.pt
+351 926 800 339

Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação
luismiguelnunes@atelierdocaractere.pt
+351 967 638 612

CENTRO DE PORTUGAL FOI A REGIÃO DE TURISMO QUE MAIS CRESCEU NO PAÍS EM ABRIL

  • Resultados preliminares do INE dão conta de resultados extremamente positivos e promissores para a região Centro.

 

O Centro de Portugal foi a região de turismo do país que mais cresceu em abril deste ano, relativamente ao mesmo mês de 2016, em praticamente todos os indicadores de atividade turística. Os números do quarto mês do ano, hoje revelados pelo INE – Instituto Nacional de Estatística, dão conta de um aumento extremamente elevado da procura pela região, em especial por parte de visitantes de fora de Portugal.

O facto de a Páscoa ter sido este ano em abril ajuda a explicar estes resultados. Mas os números mostram que o Centro foi a região, entre todas, que mais sentiu o incremento na procura. Sinal de que, definitivamente, o Centro de Portugal é cada vez mais um destino preferencial durante todo o ano.

O maior destaque vai para o aumento das dormidas em hotelaria. Neste indicador, o mês de abril de 2017 registou um total de 494.678 dormidas, contra 360.267 em abril de 2016. Uma evolução de 134.411 dormidas, correspondente a crescimento global 37,3% – o maior em todo o país, seguindo-se a região dos Açores, com mais 30,6%. As dormidas de cidadãos estrangeiros no Centro de Portugal merecem realce especial, pois aumentaram uns incríveis 51,4%, passando de 160.398 para 242.914 – o que denota o interesse cada vez maior que a região suscita fora do país. O Centro também dominou no crescimento neste indicador, seguido do Norte, onde as dormidas de estrangeiros melhoraram 31,2%.

As dormidas de visitantes estrangeiros no Centro aproximaram-se, aliás, das de residentes nacionais. Estas totalizaram 251.764, mesmo assim, um aumento de 25,96% em relação aos 199.869 de abril de 2016, o que significa que os visitantes internos continuam a ser cada vez mais fiéis ao Centro.

Outro indicador com um crescimento digno de registo é o de total de hóspedes, que passou de 223.836 para 287.464: mais 63.628 hóspedes em abril de 2017, ou mais 28,43%!

Notável é também o aumento dos proveitos da atividade turística. Entre abril de 2016 e o mesmo mês de 2017, os proveitos no Centro foram de 21,17 milhões de euros, correspondentes a um aumento de 32%. No alojamento, em particular, os proveitos progrediram 42,8%, para 14,6 milhões, o maior crescimento no país. A taxa de ocupação, por sua vez, subiu 10,2%.

O Centro lidera também no indicador do aumento percentual da duração da estadia média, que passou de 1,61 noites, em abril de 2016, para 1,72 noites, em abril de 2017 – mais 6,9%. E foi no Centro que se registou a evolução mais significativa no rendimento médio por quarto: 7,71%.

Os números enchem de satisfação, mas não surpreendem, Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal (TCP), para quem este é o resultado dos esforços conjuntos entre organismos públicos e entidades privadas, no sentido de atrair cada vez mais visitantes à região. “Está a trabalhar-se muito e bem no desenvolvimento do Turismo no Centro de Portugal. Os profissionais do setor estão a aumentar, de forma significativa e evidente, a qualidade da oferta, não apenas ao nível dos estabelecimentos hoteleiros e da restauração, mas também na diversidade de produtos e experiências que disponibilizam a quem nos visita. Os resultados desse aumento da qualidade e das escolhas estão à vista: o Centro tem merecido a visita de cada vez mais pessoas, de dentro e de fora do país”, destaca.

“Estes números revelam também que a estratégia que definimos, no Turismo Centro de Portugal, é a mais correta. A promoção que tem vindo a ser feita colocou o Centro como destino na perceção dos turistas, a nível nacional como internacional. Quem nos visita sabe que esta é uma região que reúne condições ótimas, devido à sua grande diversidade de recursos turísticos e possibilidades de visita. É um território singular, único e ao mesmo tempo diversificado, capaz de atrair o turista mais curioso e exigente”, acrescenta.

Conjunto dos quatro meses de 2017 é muito animador

Se consideramos o conjunto dos primeiros quatro meses, de janeiro a abril, os números do Centro também são muito animadores. As dormidas, por exemplo, aumentaram 13,1% em relação ao mesmo período do ano passado, com as dormidas dos estrangeiros a subirem 25,6% – mais do que em qualquer outra região de turismo do país. O número de hóspedes avançou 13% e os proveitos melhoraram 14,7%.

NAZARÉ GANHA PELA SEGUNDA VEZ PRÉMIO DE MAIOR ONDA DO MUNDO

  • “Óscares das ondas” premeiam italiano Francisco Porcella por uma onda de 22 metros surfada na Praia do Norte

 

A Nazaré, no Centro de Portugal, voltou a conquistar o prémio mundial para a maior onda do ano, nos prestigiados “Big Wave Awards” da Liga Mundial de Surf, considerados os “óscares das ondas”. A cerimónia, realizada esta madrugada na Califórnia, Estados Unidos, premiou o italiano Francisco Porcella, por uma onda que surfou na Praia do Norte no passado dia 22 de fevereiro.

Porcella venceu na categoria XXL Biggest Wave Award, que premeia as ondas de tamanho gigante. O italiano, que vive no Havai, surfou uma onda com mais de 22 metros durante 30 segundos.

Foi um longo período até chegar aqui. Investi o meu tempo mas a mãe natureza recompensou-me naquele dia, com aquela onda. Estar ligado à mãe natureza é uma bênção: é um poder que nos alimenta. Sentimo-nos completamente vivos e dentro do momento”, disse Francisco Porcella, ao receber o prémio.

Entre as cinco finalistas da XXL Biggest Wave Award, estavam quatro ondas da Praia do Norte. Além da vencedora, estavam nomeadas ondas surfadas pelo português Hugo Vau, pelo norte-americano Trevor Sven Carlson e pelo alemão Sebastian Steudtner.

“Esta é mais uma demonstração de que o Centro de Portugal é uma meca para os melhores surfistas mundiais. A Nazaré, com as suas ondas gigantes, voltou a ganhar um prémio internacional, uma distinção mais do que merecida para o grande trabalho feito pelo município e pelo seu presidente, Walter Chicharro, na promoção do concelho enquanto destino de excelência para o surf”, sublinhou Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal. “E, como a Nazaré, há muitos outros locais privilegiados na costa atlântica do Centro de Portugal para a venta de levitra en mexico prática da modalidade, como sabem os surfistas de nível internacional. Recordo, por exemplo, a praia Supertubos, em Peniche, que recebe uma etapa mundial da Liga Mundial de Surf, ou Buarcos, na Figueira da Foz, que tem a onda direita mais comprida da Europa”, acrescentou Pedro Machado.

Esta é a segunda vez que a Nazaré é premiada com a XXL Biggest Wave Award. Em 2015, Sebastian Steudtner tinha ganho na mesma categoria, com uma onda também na Praia do Norte.

Praia do Norte nomeada em outras categorias

As ondas da Nazaré estavam nomeadas este ano em outras categorias. Na categoria “Ride of the Year”, a Praia do Norte recebeu nomeações com ondas do brasileiro Lucas “Chumbo” Chianca e outra de Francisco Porcella. Na categoria “Paddle”, estava nomeada com três ondas, de Trevor Sven Carlson, Lucas “Chumbo” Chianca e Jamie Mitchell. Na categoria “Wipeout of the Year”, estava nomeada com ondas do inglês Tom Lowe e do chileno Rafael Tapia. Um total de 11 nomeações, que dizem muito da fama e prestígio internacional do Canhão da Nazaré.

O vídeo da onda vencedora, filmada pela produtora portuguesa Timelapse-Media, pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=cEA4qjlRBmY

 

Novo dicionário da Academia das Ciências tem o contributo do Instituto Português de Fotografia

O Instituto Português de Fotografia e a Academia das Ciências de Lisboa assinaram um protocolo de colaboração para o novo Dicionário da Academia. Dois desafios foram colocados ao instituto: rever todos os termos relacionados com a área de fotografia, mas também propor a entrada de novos vocábulos que não tenham figurado na primeira edição da obra. O fundador do Instituto Português de Fotografia, Augusto Moraes Sarmento, tem a responsabilidade de colaborar com o projeto.

Depois de, em 2001, ter sido lançada cialisfrance24.com a primeira edição do “Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea”, a Academia das Ciências está a trabalhar numa nova obra, estabelecendo um protocolo de parceria com o Instituto Português de Fotografia para os vocábulos relacionados com a área da fotografia. Augusto Moraes Sarmento que, há quase meio século, teve a visão e a ousadia de fundar o instituto, vai ter a missão de rever todos os termos relacionados com a área da fotografia, mas também propor a entrada de novas palavras que não tenham entrado na primeira edição da obra.

«É uma enorme satisfação poder colaborar com a Academia das Ciências de Lisboa, uma instituição pública de enorme prestígio», sublinha Augusto Moraes Sarmento. O fundador do Instituto Português de Fotografia promete «dar o meu singelo contributo para uma obra tão importante para os Portugueses, especificamente em relação aos termos relacionados com a área da fotografia.»

A elaboração de um novo Dicionário da Academia pretende dar continuidade à edição de estreia, alargando e renovando o conceito do primeiro projeto dos seguintes modos: por um lado, ampliando o seu leque de vocábulos com uma ampla cobertura do léxico geral e científico atuais, dos regionalismos e dos vocábulos de uso generalizado e corrente nos diversos países e regiões lusófonos; por outro lado, levando a cabo alterações de critérios em consonância com os princípios lexicográficos mais atuais; por fim, pela disponibilização do conteúdo em plataforma digital, à semelhança do que acontece com os produtos lexicográficos de instituições congéneres de outros países.

Licenciado em direito e jurista, Augusto Moraes Sarmento fundou o Instituto Português de Fotografia em 1968. Uma ideia sustentada «pela paixão pela fotografia, mas também a necessidade de aprender o mais possível sobre a área».

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia
Com 49 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Quase meio século de ensino de excelência, mas também de promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia, ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõe, seja uma câmera fotográfica ou um smartphone. Uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade!
Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal, tendo também assento como membro permanente na ISO, representando Portugal, no seu comité de fotografia. Na sua história também já organizou inúmeras ações de formação por todo o país – ilhas incluídas.

 

RENAULT E RUNNING: JUNTOS NA MESMA PAIXÃO E COM OBIKWELU A APADRINHAR!

Um clube de pessoas apaixonadas pelo Running! Mais do que uma ideia é já uma realidade! Chama-se RENAULT RUN CLUB e junta atletas amadores numa das atividades desportivas que mais tem crescido nos últimos tempos: o Running!

E porque mesmo para atletas amadores, que procuram no Running sobretudo uma forma de praticar a atividade física mas, também, o lazer, a preparação deve ser levada a sério, a Renault escolheu para patrono do RENAULT RUN CLUB, o medalhado Olímpico e ainda recordista Europeu dos 100 metros, Francis Obikwelu.

Preparado para andar de “Renault ao peito”?

O que têm em comum as quatro rodas de um automóvel e as duas pernas de um ser humano? Para a Renault a ligação é óbvia: ambas são muito mais do que um meio de locomoção, retratando um fenómeno de paixão, liberdade, diversão, dedicação e esforço!

Foi por isso que, no final de 2014, a Renault Portugal se associou ao Running, uma atividade que casa na perfeição com os valores da marca Renault. Desde a primeira hora, que a Renault associou a sua participação no running, à sua gama de automóveis 100% elétricos, zero emissões. Porque, nada é mais lógico do que associar uma atividade desportiva ao ar livre, que promove a saúde e o bem estar, à única solução de mobilidade com zero emissões poluentes em utilização: o automóvel elétrico.

Para reforçar a ligação emocional entre a Renault e o Running, a Renault Portugal decidiu agora criar o RENAULT RUN CLUB – www.renaultrunclub.pt. Sob o lema “Passion never stops” (a paixão nunca acaba), na estrada e no Running, a comunidade de “Runners by Renault” está em franco crescimento, reunindo já cerca de 500 aderentes, que para além dos treinos de preparação podem participar nas provas organizadas pelo Maratona Clube de Portugal com “as cores” da Renault e dorsais oferecidos pela marca.

Esta inovadora e dinâmica comunidade tem ampliado os laços pessoais com o agendamento de treinos, com o devido suporte técnico e motivacional de elementos profissionais do Running – todos os sábados, em Lisboa. Uma estratégia que também tem sido sustentada pelo grupo no Facebook Renault RunClub – www.facebook.com/RENAULTRUNCLUB

O padrinho deste clube é Francis Obikwelu, fenómeno de popularidade do atletismo, depois da conquista das medalhas olímpicas de Atenas 2004, do título Europeu de 2002 e 2006, e ainda recordista Europeu dos 10 metros. Esta é também, com certeza, uma fonte de inspiração para todos os amantes da corrida, que acreditam que “andar com a Renault ao peito” é um incentivo para chegar mais longe nos objetivos pessoais a que se propõem alcançar em cada corrida ou treino.

Portanto, se é amante do Running e se se identifica com os valores e imagem da Renault, já não precisa esperar mais para juntar as duas paixões. Bastará formalizar a sua inscrição no site oficial da comunidade – http://renaultrunclub.pt/ – e estar atento às próximas iniciativas organizadas pelo clube. Correr “de” Renault, nunca foi tão fácil e divertido!

 

Instituto Português de Fotografia expõe trabalhos de finalistas de 2016 na Fábrica Braço de Prata

Depois do sucesso da exposição inaugurada há um mês, o Instituto Português de Fotografia volta a recorrer à Fábrica Braço de Prata (em Lisboa) para promover uma mostra de fotografias inéditas de mais oito finalistas do Curso Profissional de Fotografia 2016. Uma iniciativa que vai decorrer até ao próximo dia 9 de abril, com os trabalhos a refletirem um processo visual de reflexão, exploração e interação de espaços e da figura humana, onde se erguem fronteiras de contextualização social, cultural e económica.

Com quase meio século de atividade, o Instituto Português de Fotografia é reconhecido pela excelência do ensino na área da fotografia, mas também pelos programas que desenvolve em termos culturais, nomeadamente os muitos que têm como objetivo a promoção dos seus formandos. A “Exposição IPF – Alunos Finalistas do Curso Profissional 2016” é disso exemplo.

Mais oito finalistas do Curso Profissional de 2016 vêm os seus trabalhos finais de curso expostos na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa. Desta vez, na Sala Michel Foucault estão as fotografias inéditas de Angélica Moutinho, Filipa Bernardo, Helena Amaral, José Carvalho, Luísa Neves, Margarida Góis, Margarida Macedo Basto e Rui Mourisca. A iniciativa decorre até ao próximo dia 9 de abril, nos seguintes horários: entre as 18h00 e as 2h00 (todas as quartas-feiras e quintas-feiras) e entre as 18h00 e as 4h00 (todas as sextas-feiras e sábados). A entrada é gratuita.

Observar, refletir, expressar e (quem sabe…) descodificar, para além do óbvio, cada um dos trabalhos pessoais e inéditos é o desafio que é lançado pelo Instituto Português de Fotografia. Uma oportunidade também para conhecer ou revisitar a Fábrica Braço de Prata, hoje despojada dos elementos fabris do passado, mas com uma dimensão histórica e patrimonial catalisadora de culturas e arte.

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

Com 49 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Quase meio século de ensino de excelência, mas também de promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia, ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõe, seja uma câmera fotográfica ou um smartphone. Uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade!

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal, tendo também assento como membro permanente na ISO, representando Portugal, no seu comité de fotografia. Na sua história também já organizou inúmeras ações de formação por todo o país – ilhas incluídas.

 

NISSAN LEAF JÁ BATEU RECORDE DE VENDAS EM PORTUGAL!

  • Só entre Janeiro e Setembro, a Nissan vendeu mais unidades do LEAF em Portugal, do que em qualquer um dos seis anos anteriores.
  • Prestes a comemorar – commander sildenafil 100 vorst em Dezembro – o 6º aniversário de introdução no mercado nacional, já circulam nas estradas nacionais 671 Nissan LEAF

 

Só nos primeiros nove meses deste ano, a Nissan vendeu em Portugal 240 unidades do Nissan LEAF. Mais do que em qualquer um dos seis anos anteriores. Aliás, desde 2010, que o líder de vendas à escala global é também o elétrico preferido dos portugueses, como confirma a quota total de mercado de 36,6 por cento – um valor superior à soma das quotas dos dois modelos que se seguem na tabela de vendas.

As 240 unidades do Nissan LEAF, vendidas entre Janeiro e Setembro deste ano, correspondem a 44 por cento do mercado. Em 2015, o Nissan LEAF tinha estabelecido um novo recorde de vendas, com 209 unidades, precisamente 32,4 por cento das vendas do ano de automóveis elétricos.

A título de curiosidade, nos nove primeiros meses de 2016, o Nissan e-NV200 foi o segundo comercial ligeiro elétrico mais vendido em Portugal, com 43,9 por cento das vendas do segmento.

Como admite Guillaume Masurel, diretor-geral da Nissan Iberia – Portugal, “é com orgulho e satisfação que testemunhamos o sucesso do Nissan LEAF também em Portugal. O Nissan LEAF é o pioneiro da mobilidade elétrica e, há seis anos consecutivos, o líder de vendas do segmento. Com a mais recente geração, capaz de uma autonomia até 250 quilómetros, estamos confiantes de que poderemos reforçar a liderança entre os automóveis de zero emissões”.

Com o LEAF de 30kWh a Nissan está a transformar o desempenho, a funcionalidade e a perceção do público sobre os veículos elétricos: uma autonomia de condução de 250km (ciclo NEDC) coloca o Nissan LEAF na liderança do segmento. E permite-lhe, por exemplo, ligar Lisboa e Porto, por autoestrada, com apenas uma paragem para uma carga rápida (30 minutos) das baterias.

Em Portugal e considerando o incentivo de €2.250 no âmbito da Fiscalidade Verde, o Nissan LEAF está disponível em toda a rede de concessionários Nissan a partir de um preço recomendado de venda a público, com campanhas promocionais em vigor, de €22.765, IVA incluído. Acrescem poupanças anuais em sede de tributação autónoma, dedução do IVA para profissionais liberais e empresas, isenção de imposto de circulação (IUC), custos de manutenção muito reduzidos – face a um veículo equivalente com motor térmico – e custos de energia de apenas cerca 1,50€ por cada 100km.

###

 

Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

  

Para mais informações

António Pereira Joaquim                                                 www.newsroom.nissan-europe.com/pt

Director de Comunicação                                                http://www.facebook.com/NissanPortugal/

Nissan Iberia SA – Portugal                                             http://twitter.com/NissanPortugal

pereira-joaquim.antonio@nissan.pt                                  http://www.youtube.com/user/NissanPortugal

+351 962 062 633