REGIÕES DO SUDOESTE DA EUROPA ACERTARAM ESTRATÉGIA COMUM DE PROMOÇÃO TURÍSTICA EM COIMBRA

  • Centro de Portugal recebeu reunião da RESOE, macrorregião que junta Centro de Portugal, Norte de Portugal, Galiza, Astúrias, Cantábria e Castela e Leão. “É uma oportunidade para o Centro se reerguer”, sublinha Pedro Machado.

O Centro de Portugal recebeu hoje uma reunião do grupo de trabalho de Turismo da RESOE – Região do Sudoeste da Europa. O encontro realizou-se na Casa da Escrita, em Coimbra, e teve como objetivo fazer o ponto da situação em relação aos vários projetos em curso, bem como lançar novas ações futuras.

A RESOE é uma macrorregião europeia constituída em 2010, que junta as regiões portuguesas do Centro de Portugal e Norte de Portugal e as espanholas Galiza, Astúrias, Cantábria e Castela e Leão, representando um terço da área da Península Ibérica e abrangendo um quarto da sua população. O Turismo é apenas um dos eixos de cooperação. Nesta área, a RESOE tem como missão promover de forma conjunta e coordenada as regiões que a constituem, destacando o seu património histórico, cultural e natural, com particular incidência para os Caminhos de Santiago, rota que atravessa todas estas regiões. O objetivo é juntar esforços no sentido de captar turismo de qualidade, incentivar o trânsito de turistas entre as regiões e ganhar escala nos mercados nacionais e internacionais.

Hoje, entre outros assuntos na ordem de trabalhos, os participantes na reunião de Coimbra conversaram sobre estratégias de estruturação e promoção conjunta dos Caminhos de Santiago e do Património Mundial classificado, dois produtos turísticos fundamentais, bem como formas de os articular com a gastronomia e o enoturismo. Ficou decidido que este projeto de cooperação vai desenvolver uma marca Turística conjunta, que será apresentada publicamente na próxima FITUR – Feira Internacional de Turismo de Madrid, em janeiro. Foi igualmente apresentado a todos o projeto Lugares Património Mundial do Centro, liderado pelo Turismo Centro de Portugal e que constitui uma das principais apostas da região.

As boas-vindas aos participantes estiveram a cargo dos anfitriões Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal e da Agência de Promoção Turística Centro de Portugal, e Carina Gomes, vereadora na Câmara Municipal de Coimbra. Estiveram também presentes neste encontro de trabalho: Filomena Pinheiro, diretora do departamento de Operações Turísticas do Turismo Centro de Portugal; Adriana Rodrigues, Chefe do Núcleo de Administração Geral do Turismo Centro de Portugal; Teresa Ferreira, diretora do Departamento de Dinamização do Turismo de Portugal; João Casaleiro, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro; Carlos Martins, administrador da Opium, que apresentou o projeto Lugares Património Mundial do Centro de Portugal; Isabel Castro e Cristina Mendes, respetivamente diretora de Operações Turísticas e Técnica Superiora do Turismo Norte de Portugal; Júlio González Zapico, Diretor-Geral do Comércio e Turismo do Governo do Principado das Astúrias; Maria Martínez Salmeron, Chefe de Estratégia Comercial e Turística do Governo do Principado das Astúrias; Maria Nava Castro Domínguez, Diretora da Agência de Turismo da Junta da Galiza; Rafael Sánchez Bargiela, Gerente da Sociedade de Gestão do Plano Xacobeo; Francisco Ramírez Utrilla, Diretor-Geral de Turismo da Junta de Castela e Leão; Eva Bartolome, Diretora-Geral de Turismo do Governo da Cantábria; Manuel Bahillo, Diretor da Sociedade Ano Jubilar 2017 do Governo da Cantábria; e Valerie Jeanpetit e Begoña Panea, do site “Where is Asturias”.

Após a reunião, os participantes foram brindados com uma visita à Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, onde foram recebidos pelo Vice Reitor, Luís Menezes.

Pedro Machado, na sua intervenção de boas-vindas, saudou os presentes pelo facto de as reuniões deste grupo de trabalho serem descentralizadas e por hoje ter acontecido no Centro de Portugal.

Estou particularmente motivado para este projeto de cooperação. A região Centro de Portugal sofreu muito com os incêndios de junho e outubro, que causaram prejuízos de mil milhões de euros. Por isso, olhamos para esta cooperação com a RESOE como uma oportunidade de nos reerguermos. São muito importantes para nós os projetos que trabalhamos com parceiros internacionais. As experiências que retiramos convosco permitem-nos vislumbrar, no médio prazo, uma promoção de produtos turísticos que vai além daquilo que temos conseguido fazer nos últimos anos e que tem alcançado bons resultados”, começou por dizer Pedro Machado.

O presidente do Turismo Centro de Portugal salientou também a escolha de Coimbra como sede da reunião. “Coimbra faz parte de um vasto património classificado pela UNESCO no Centro de Portugal, juntamente com Tomar, Batalha e Alcobaça. Ao encontrarmo-nos em Coimbra estamos a trazer para esta cooperação o que temos de melhor. Coimbra tem uma universidade com 727 anos: o conhecimento é aqui uma chave e podemos colocá-lo ao serviço de projetos comuns, como as rotas culturais que vamos desenvolver”, acrescentou.

A próxima reunião do grupo de trabalho de Turismo da RESOE acontecerá em 2018, nas Astúrias.

FILME DO TURISMO CENTRO DE PORTUGAL FOI O TERCEIRO MAIS PREMIADO NO CIRCUITO MUNDIAL EM 2017

Ranking foi divulgado na gala final dos festivais de cinema de turismo, em Viena de Áustria. Filme promocional da região foi terceiro entre 2927 filmes de turismo internacionais

Terminou da melhor forma possível a participação do filme promocional “Turismo Centro de Portugal – Destino Preferido da ECTAA em 2017” em festivais internacionais de cinema de turismo. Depois de onze prémios conquistados em nove festivais, o filme da região Centro foi consagrado com o terceiro lugar no pódio final, durante a gala que encerrou o circuito internacional, na sexta-feira, em Viena de Áustria.

A gala do CIFFT – Comité Internacional de Festivais de Filmes de Turismo reúne os filmes mais premiados ao longo do ano e anuncia o ranking final. O filme do Centro de Portugal foi o terceiro mais bem classificado entre 2927 filmes de turismo que concorreram nos vários festivais, representantes de destinos turísticos tão fortes como Espanha, França, Grécia, Turquia, Suíça, Inglaterra, Alemanha, Malásia, Eslovénia, Indonésia ou Egito, entre um total de 99 países. À frente do filme do Centro de Portugal ficaram apenas candidatos do Dubai, que ganhou o Grande Prémio, e da Áustria. Um feito verdadeiramente notável para a região portuguesa, como foi de imediato destacado por Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, quando recebeu o troféu.

Este prémio significa muito para nós. Somos de uma região que sofreu muito com os incêndios e perdemos mais de 100 vidas. Esta distinção significa uma nova esperança para as nossas gentes e para a nossa região e, claro, para o turismo no Centro de Portugal e para Portugal”, disse Pedro Machado.

O circuito internacional do CIFFT engloba 18 festivais em 15 países. O filme do Centro de Portugal, produzido pela Slideshow e realizado por Sara Reis, conquistou onze prémios em nove locais. A saber: “Grand Prix – Melhor Filme Português” e 1.º Prémio na categoria “Destinos Turísticos – Regiões”, no Festival ART&TUR, Portugal (outubro de 2016); Melhor Filme na categoria “Destinos Turísticos – Países”, no Festival Internacional de Cinema de Turismo de Istambul, Turquia (junho de 2017); “Silver Screen” no Festival Internacional de Filme e Vídeo dos Estados Unidos, Los Angeles (agosto de 2017); Silver Wave” na categoria “Melhor Filme de Turismo”, no Festival Internacional de Filmes de Turismo e Ecologia, Sérvia (setembro de 2017); Prémio Especial do Diretor do Festival, no Zagreb Tourfilm Festival, Croácia (setembro de 2017); Prémio do Presidente da Cidade de Karlovy Vary e 1.º Prémio na categoria “Filme Promocional com Tema de Viagens até 3 Minutos”, no Tourfilm Festival, República Checa (outubro de 2017); terceiro lugar no Jinzhen International Short Film Festival, China (outubro de 2017); 1.º Prémio na categoria “Filme Promocional – Região”, no FilmAT Festival, Polónia (novembro de 2017); e terceiro lugar na categoria “País, Região ou Cidade”, no Festival Internacional de Filmes de Turismo de Baku, Azerbaijão (novembro de 2017).

Que orgulho no nosso ‘Turismo Centro de Portugal – Destino Preferido da ECTAA em 2017’ que, em Viena, recebeu a distinção de subir ao pódio dos melhores filmes de turismo do mundo em 2017. Entre 2927 filmes, de 99 países, conquistámos o 3.º prémio a nível mundial. Obrigado Slideshow pelo trabalho. Dedico-o a uma equipa fantástica do Centro de Portugal, a todas as organizações públicas e privadas que nos apoiam e connosco dividem a honra de trabalhar pelo Centro e por Portugal (CCDRC, Municípios, empresários, associações, Turismo de Portugal, CIMs, agências, entre muitos) e a uma Região resiliente e lutadora, que, solidária, se reergue da tragédia dos incêndios de 2017”, comentou Pedro Machado, no corolário de um ano de sucessos para o filme promocional da região.

Pode ver o filme multipremiado, com a duração de 2 minutos e 10 segundos, neste link: https://vimeo.com/212333872.

ESCOLHA DO CENTRO DE PORTUGAL COMO DESTINO CONVIDADO DA BTL 2018 É “OPORTUNIDADE PARA A REGIÃO”

  • Anúncio foi feito em Macau, no Congresso da APAVT. Pedro Machado considera que escolha vai ajudar a mostrar que o Centro de Portugal foi atingido, mas continua com excelentes condições para receber turistas de todo o mundo.

 

O Centro de Portugal foi escolhido como destino convidado da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa em 2018. Uma distinção extremamente importante para a região, anunciada hoje em Macau numa conferência de imprensa, à margem do 43.º Congresso Nacional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

“Em 2018, o destino convidado da BTL vai ser o Centro de Portugal. Há um conjunto de situações que aconteceram este ano e que fazem todo o sentido para esta escolha”, frisou a Diretora de Coordenação de Exposições na Feira Internacional de Lisboa (FIL) e responsável pela BTL, Fátima Vila Maior. “Face aos desastres que ocorreram”, o Centro de Portugal “é um destino que já deu provas de que tem uma capacidade muito grande de se renovar. Houve um grande mediatismo e nós queremos que esse mediatismo seja transportado para o ano de 2018”, justificou Fátima Vila Maior. Além disso, acrescentou, “é um destino com uma oferta enorme e muito diversificada. Independentemente da excelente oferta dos outros destinos, o Centro de Portugal é aquele que tem uma maior oferta, que nunca se vai esgotar”.

Com esta escolha, o Centro de Portugal garante um lugar de destaque na BTL e não só. Pela cidade de Lisboa, no período que antecede a Feira, a região vai ter uma presença forte e muito visível, com campanhas de promoção.

A conferência de imprensa contou com as presenças de Paulo Brehm, da APAVT, e Pedro Machado, Ribau Esteves e Jorge Loureiro, todos elementos da direção do Turismo Centro de Portugal.

Pedro Machado começou por destacar a importância desta distinção para o Turismo do Centro: “A presença na Bolsa de Turismo de Lisboa é muito importante para qualquer região e também para o Turismo Centro de Portugal. A BTL é a maior montra e o maior evento de promoção turística a nível nacional, enquanto feira”.

Uma presença tão importante na BTL vai ajudar à estratégia definida para a região. “Nós precisamos urgentemente de mudar a perceção, muito em particular no mercado interno, de que o destino Centro de Portugal foi todo atingido e que não reúne condições para a fruição turística. A nossa grande prioridade está a ser trabalharmos para mudar essa perceção. Queremos aproveitar a mediatização que vai decorrer por ocasião da BTL para dizer ao mercado nacional que o Centro de Portugal foi atingido, mas continua com infraestruturas, com equipamento, com oferta e com produto que estão em perfeitas condições para que a região possa continuar a afirmar-se como um destino turístico”, explicou Pedro Machado.

A estratégia passa por mostrar que a região tem muito mais para oferecer do que apenas o produto natureza. “A oferta integrada do Centro de Portugal não se confina a um ou dois produtos turísticos. Tem verdadeiramente uma panóplia de produtos turísticos, que nos permite chegar a vários públicos e podermos trabalhar com vários mercados em simultâneo. Essa diferenciação é uma vantagem competitiva em relação a destinos mais massificados”, continuou.

Até porque o Centro de Portugal é uma marca que chega cada vez longe, graças à diversidade das suas experiências e produtos. “O ano de 2018, até por força daquilo que aconteceu em 2017, é uma grande oportunidade para que a nossa presença na BTL assente sobretudo em experiências e em produtos. Podemos ter a experiência do Património Cultural, como é o caso dos Lugares do Património Mundial no Centro, que lançámos recentemente. O Património da UNESCO é um capital da região Centro que é reconhecido mundialmente e que hoje apresenta um crescimento muito significativo. Podemos apostar em experiências, como os desportos de deslize, muito em particular o surf e o wakeboard, em que o Centro de Portugal assume hoje claramente um papel liderante na oferta do país. Apostamos também em outro dos nossos produtos-âncora, o turismo de saúde e bem-estar e o turismo médico. Somos também um destino que faz uma ligação perfeita entre a serra e o mar, sem perder a sua identidade e que permite criar visitas turísticas para dois, três e mais dias. E apostamos, naturalmente, no Turismo Religioso, que tem uma tendência de crescimento sobretudo no caso da Ásia, em mercados como a Coreia do Sul, o Vietname, as Filipinas, Macau e China. Temos de aproveitar, dentro daquilo que é o espaço de intervenção da feira, essa dimensão que o Centro tem para a internacionalização. A Bolsa de Turismo de Lisboa representa uma oportunidade para tudo isto”, concluiu Pedro Machado.

POLACOS, ITALIANOS E NORTE-AMERICANOS INVADEM O CENTRO DE PORTUGAL!

Dados do INE mostram enorme aumento no número de visitantes de fora do país. Espanha e França continuam a ser os principais países de origem, mas novos mercados ganham expressão.

 

Os turistas provenientes de países menos habituais são cada vez mais frequentes no Centro de Portugal. Essa é uma das conclusões que podem ser retiradas da leitura dos dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), referentes à origem de quem visitou a região entre janeiro e setembro de 2017.

 

O país que mais se destaca na análise é a Polónia. Nos primeiros nove meses do ano, o número de dormidas de cidadão oriundos deste país mais que duplicou, em comparação com o mesmo período de 2016: registou um crescimento de 131,66%, para 121.057 dormidas! Não menos notável é o aumento de dormidas com origem em Itália, que cresceu 73,72%, para 183.301; Estados Unidos, que subiu 69,18%, para 101.202; e Brasil, que progrediu 46,74%, para 149.648.

 

Em valores absolutos, verifica-se que Espanha continua, naturalmente, a ser o país de onde chegam mais visitantes para o Centro de Portugal, com um total de 536.737 dormidas do país vizinho entre janeiro e setembro (quota de 14,10). Em segundo lugar, surgem os franceses (302.526, quota de 7,95). A grande surpresa é Itália, que é já o terceiro país emissor de dormidas para a região, com uma quota de 4,81. Seguem-se, por esta ordem, Brasil, Alemanha, Polónia, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda e Escandinávia. De assinalar que as dormidas de visitantes de outros países que não integram este “top dez” cresceram, de forma global, 38,20%, o que significa que há cada vez turistas de países menos tradicionais a deixarem-se encantar pelo Centro de Portugal.

 

Um dado importante é o facto de o total de visitantes estrangeiros ser praticamente idêntico ao dos nacionais, em dormidas no Centro de Portugal: 2,21 milhões de fora do país e 2,27 milhões de turistas nacionais. O mercado interno cresceu 2,65% (+58.578 dormidas) e o mercado externo 27,39% (+475.221 dormidas). No total, entre janeiro- setembro de 2016 e janeiro-setembro de 2017, há a registar o aumento de 533.799 dormidas.

 

Esta verdadeira “invasão” estrangeira no Centro de Portugal reflete-se, como não poderia deixar de ser, de forma muito positiva nas receitas dos estabelecimentos hoteleiros. Assim, no período janeiro-setembro de 2017, os proveitos globais das unidades turísticas cresceram 17,9%, para 212,6 milhões de euros, relativamente ao mesmo período do ano passado. O mesmo acontece no rendimento de cada quarto disponível (+19,6%) e na taxa de ocupação dos quartos, que subiu 4,7%.

 

Estes resultados comprovam que a aposta do Turismo Centro de Portugal em mercados menos habituais está a dar frutos extremamente positivos. Visitantes provenientes de uma gama alargada de países estão a descobrir a nossa região, numa tendência que tem vindo a crescer. Este é o caminho que queremos trilhar, para que a diversidade e a riqueza de experiências que o Centro de Portugal tem para oferecer alcance cada vez mais pessoas, em todos os cantos do mundo”, considera Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal.

CENTRO DE PORTUGAL FOI A REGIÃO DE TURISMO QUE MAIS CRESCEU EM SETEMBRO!

  • Resultados do INE referentes ao último mês do verão mostram enorme aumento do Centro de Portugal em todos os indicadores.

 

A região do Centro de Portugal foi a que mais cresceu em todo o país na procura turística durante o mês de setembro. Os resultados preliminares, publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram um crescimento em todos os indicadores naquele mês, em particular por parte dos visitantes estrangeiros.

O INE indica que, em setembro, houve um expressivo aumento de +16,2% no total de dormidas em hotelaria, em comparação com setembro de 2016. Comparativamente, no mesmo período em análise, o crescimento de dormidas no país foi de 5% – ou seja, a procura do Centro de Portugal cresceu três vezes mais que a média nacional. As regiões que mais cresceram, depois do Centro de Portugal, foram os Açores (+12,7%) e o Alentejo (+11,6%). O crescimento foi menos notório nas restantes regiões: 5% no Porto e Norte; 4% em Lisboa; 3,5% na Madeira e 2,2% no Algarve.

Em valores absolutos, registaram-se 672.099 dormidas em julho no Centro de Portugal, mais 93,5 mil do que no mesmo mês do ano anterior, que tinha registado 578.568 dormidas. Um aumento verdadeiramente notável! Se olharmos ainda mais para trás, verificamos que em setembro de 2015 as dormidas tinham totalizado 513.825 e que, no mesmo mês de 2014, foram de 480.355.

A enorme procura por parte de visitantes de fora do país explica esta “explosão” na procura pela região. Entre setembro de 2016 e setembro de 2017, as dormidas de estrangeiros aumentaram 31,8%, para 375.780. Comparativamente, a média nacional de crescimento de dormidas de estrangeiros foi de 6,5%. O Centro de Portugal entrou, definitivamente, no radar turístico internacional. Todos os dias chegam novos visitantes, e de cada vez mais países de origem. Já a procura por parte de visitantes de dentro do país abrandou significativamente, possivelmente devido aos incêndios que afetaram a região. Ainda assim, o saldo é positivo neste indicador, com uma subida de 1% entre setembro de 2016 e setembro de 2017.

Considerando os dados acumulados do ano, no período janeiro-setembro de 2017, o Centro de Portugal apresenta um acréscimo de 13,5% nas dormidas (face a 7,2% de crescimento médio nacional), em comparação com o mesmo período de 2016. De realçar que, nestes sete meses, as dormidas de estrangeiros progrediram 27,4% (face a 8,7% na média nacional).

Os outros indicadores registados pelo INE são também particularmente positivos para o Centro de Portugal. É o caso do total de hóspedes, que entre os dois meses de setembro subiu 13,9%, para 370.378.

O enorme crescimento nas dormidas e nos hóspedes tem, naturalmente, reflexo muito positivo nas receitas. Entre setembro de 2016 e setembro de 2017, há a registar um forte crescimento nos proveitos totais (23%) da atividade turística no Centro de Portugal, que ultrapassaram os 32 milhões de euros. Assim como na taxa de ocupação dos quartos, que subiu 4,7%. Se analisarmos os meses de janeiro a julho, há um crescimento de 17,9% nos proveitos totais.

Finalmente, a estada média de hóspedes baixou 2,6% na média nacional, entre setembro de 2016 e setembro de 2017. O Centro de Portugal é a única exceção positiva: foi a única região em que este indicador subiu (+2,0%).

Estes números são demonstrativos em como a estratégia seguida por todos os intervenientes na área da atividade turística do Centro de Portugal é a correta. Os resultados estão à vista.

 

TURISMO CENTRO DE PORTUGAL MANIFESTA PESAR PELAS VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS FLORESTAIS

Portugal está novamente de luto. Menos de quatro meses depois da tragédia que se abateu sobre as gentes de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera e Penela, o pesadelo dos incêndios voltou ontem a atingir o coração do Centro de Portugal.

A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal vem, por esta forma, manifestar o mais sentido pesar pelas vítimas dos inclementes fogos que destruíram vidas humanas e animais e bens materiais nas aldeias, vilas e cidades da região, e que atingiram com particular violência os concelhos de Alcobaça, Arganil, Aveiro, Caldas da Rainha, Carregal do Sal, Figueira da  Foz,  Gouveia,  Lourinhã, Lousã, Marinha Grande, Mira, Mortágua, Nelas, Óbidos, Oleiros, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Santa Comba Dão, Seia, Sertã, Tábua, Tondela, Vagos, Vila Nova de Poiares, Viseu e Vouzela, só para citar os que se situam na região Centro de Portugal.

Os nossos pensamentos estão, em primeiro lugar, com as famílias enlutadas ou que sofreram danos pessoais e materiais. Sabemos que todos os portugueses se juntam a nós nesta mensagem de solidariedade e de dor.

Enviamos também um abraço solidário a todos os municípios afetados. O esforço de reconstrução começa hoje e sabemos que vai exigir o empenho sobre-humano de todos. Estão mobilizados todos os meios no combate aos incêndios e na proteção de pessoas e bens e as autoridades colocaram em curso os planos de emergência adequados a esta situação. No que diz respeito, em particular, ao setor turístico, a Turismo Centro de Portugal está, desde o primeiro momento, em contacto direto com o Turismo de Portugal, I.P., no sentido de se proceder ao devido acompanhamento da situação, estando a proceder-se, numa primeira fase, ao levantamento dos prejuízos materiais e imateriais resultantes.

Finalmente, endereçamos as maiores palavras de louvor aos nossos bravos bombeiros e serviços de proteção civil, que, perante uma situação tão adversa, voltaram a mostrar a fibra de heróis que reconhecidamente são.

A ENTIDADE REGIONAL DE TURISMO DO CENTRO DE PORTUGAL

TURISMO CENTRO DE PORTUGAL E EFTA APRESENTARAM CURSO DE ASSISTENTE DE BORDO

  • Curso aumenta capacidade formativa da Escola de Formação Profissional em Turismo de Aveiro e é validado pela Agência Europeia de Segurança da Aviação

 

O Turismo Centro de Portugal e EFTA – Escola de Formação Profissional em Turismo de Aveiro apresentaram hoje, na sede do TCP, em Aveiro, o alargamento da oferta formativa desta escola.

A novidade é o Curso Internacional de Assistente de Bordo, que será ministrado em parceria com a Pro Fly Academy, uma escola especializada em Santiago de Compostela. O curso é validado pela Agência Europeia de Segurança da Aviação.

Com a duração de 9 semanas – divididas entre Aveiro, Santiago de Compostela e estágio prático na Air Europa, em Palma de Maiorca – o curso tem componentes teóricas e práticas, capacitando os formandos para trabalhar em companhias aéreas europeias e não europeias. Os formandos obtêm o título de CCA – Cabin Crew Attestation e podem trabalhar como Assistentes de Bordo ou como Assistentes de Terra.

A conferência de imprensa teve como intervenientes Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, e Manuel Torrão, diretor da EFTA.

Depois de Manuel Torrão apresentar o curso em detalhe e fazer menção à restante oferta formativa da EFTA, que cada vez mais enriquece o mercado de trabalho, Pedro Machado elogiou mais esta aposta formativa da Escola de Formação Profissional em Turismo de Aveiro.

O Turismo do Centro associa-se a mais este curso da EFTA, uma vez que os recursos humanos são hoje um fator crítico para o desenvolvimento do turismo na região. Este curso, moderno e atual, surge na senda do apelo que fazemos aos nossos parceiros e associados, da nossa preocupação crescente com a formação”, considerou Pedro Machado.

O presidente do Turismo do Centro salientou alguns números desse crescimento, recentemente conhecidos: “Em 2016, a região Centro de Portugal atingiu a 5,8 milhões de dormidas. Em 2017, nos dados disponíveis de janeiro a julho, totalizou 3 milhões de dormidas, o que representa um aumento de 14%. Se continuarmos nessa média, é provável que ultrapassemos as 6 milhões de dormidas este ano. Isto quando em 2013 estávamos nas 4 milhões”.

Mais: em 2013, a região Centro de Portugal registou 179 milhões de euros de receitas: em 2016, foram 260 milhões de euros. E passámos dos 27% para os 38% na taxa média de ocupação”, sublinhou Pedro Machado, para concluir: “É preciso que a oferta qualificada esteja apta a corresponder ao enorme crescimento da procura na região”.

RELATÓRIO DO INE COMPROVA CRESCIMENTO E DIVERSIDADE TURÍSTICA DO CENTRO DE PORTUGAL

  • Retrato Territorial de Portugal, publicado pelo INE, mostra que o Centro é das regiões que mais cresceu em vários indicadores

 

O Centro de Portugal foi a região do país que, entre 2013 e 2016, registou o maior crescimento no número de dormidas em estabelecimentos de Turismo no Espaço Rural e Turismo de Habitação: mais 39,1%. Este é um dos dados mais relevantes para a Região Centro constantes na 5.ª edição do Retrato Territorial de Portugal, publicação bienal do Instituto Nacional de Estatística (INE), ontem divulgado.

A diferenciação nos estabelecimentos turísticos é, aliás, uma aposta decisiva da região, como se depreende de outro indicador. Foi no Centro de Portugal que, no período em análise (2013-2016), mais aumentou a proporção dos estabelecimentos de Turismo no Espaço Rural e Turismo de Habitação, com uma progressão de 12%.

Merece destaque o facto de o Interior Centro ser dos territórios menos afetados pela sazonalidade. Ou seja, é onde se verifica menos concentração da procura entre julho e setembro, sendo mais constante durante todo o ano. “Os municípios em que o efeito de sazonalidade nos meses de julho a setembro era menos intenso (valores abaixo de um terço do total de dormidas no ano) situavam-se maioritariamente no território do Interior da Região Centro, nas áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa e também na Região Autónoma da Madeira”, lê-se no documento.

Outro número que merece destaque é o do crescimento no número de estabelecimentos de alojamento turístico. “No Continente, a Área Metropolitana de Lisboa (13,5%) e o Centro (11,9%) registavam as taxas de crescimento médio anual mais elevadas”, escreve o INE.

De referir ainda que o Centro é um exemplo no que diz respeito ao aumento de oferta em zonas menos povoadas: “Em 2016, em algumas sub-regiões do Centro (Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela, Oeste), bem como no Baixo Alentejo, no Alentejo Central e na Região de Leiria, mais de 80% da superfície licenciada destinada ao turismo localizava-se em solo rústico”.

Da mesma forma, o Centro destaca-se por ser a região em que os municípios mais apostam na reabilitação de edifícios destinados ao turismo, em vez de construir de raiz: em 21 municípios do Centro, segundo o INE, o total das obras destinadas a fins turísticos correspondeu exclusivamente a obras de reabilitação.

Estes são indicadores que comprovam a diversidade da oferta do Centro de Portugal, que se destaca por ter uma oferta menos massificada e menos concentrada do que outras regiões. Os resultados desta estratégia estão à vista de todos, com o crescimento da procura na região a bater todos os recordes”, considera Pedro Machado, presidente do Turismo do Centro.

O facto de o Centro estar menos sujeito à sazonalidade é um dos trunfos destacados por Pedro Machado: “Quem procura o Centro, não vem atrás do sol e praia, que também tem. Vem pelas experiências, pelo turismo ativo e de natureza, pelo turismo de património, pelo turismo religioso. Todos estes são produtos que podem ser usufruídos ao longo de todo o ano”.

FILME DO TURISMO DO CENTRO SOMA E SEGUE: MAIS DOIS PRÉMIOS EM FESTIVAL NA REPÚBLICA CHECA!

  • Filme promocional do Centro continua a vencer galardões em todos os festivais de cinema em que participa

O filme promocional “Turismo Centro de Portugal – Destino Preferido da ECTAA em 2017” não para de conquistar prémios em festivais de cinema internacionais. Agora, o sucesso aconteceu em dose dupla, na 50.ª edição do Tourfilm Festival, que decorreu nos dias 5 e 6 de outubro na República Checa. O filme do Centro de Portugal venceu não um, mas dois prémios: um galardão especial, Prémio do Presidente da Cidade de Karlovy Vary, onde decorreu o certame, que foi entregue pelo próprio autarca; e um fantástico Primeiro Prémio na categoria “Filme Promocional com Tema de Viagens até 3 Minutos”.

Nesta categoria, o filme do Turismo Centro de Portugal derrotou uma concorrência particularmente forte, tendo ficado à frente de filmes de países como Alemanha, Espanha, Grécia, Croácia, Reino Unido, Áustria, Suíça, República Checa, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão e Bangladesh.

Este é já o sexto prémio internacional que o filme, produzido pela Slideshow, vence para o Turismo Centro de Portugal. O prémio especial na República Checa junta-se a uma coleção de galardões, em que constam: “Grand Prix – Melhor Filme Português” e 1.º Prémio na categoria “Destinos Turísticos – Regiões”, no Festival ART&TUR (outubro de 2016), em Portugal; Melhor Filme na categoria de “Destinos Turísticos – Países”, no Festival Internacional de Cinema de Turismo de Istambul, Turquia (junho de 2017); “Silver Screen”, no Festival Internacional de Filme e Vídeo dos Estados Unidos, Los Angeles (agosto de 2017); “Silver Wave”, na categoria “Melhor Filme de Turismo”, no Festival Internacional de Filmes de Turismo e Ecologia, Sérvia (setembro de 2017); e Prémio Especial do Diretor do Festival, no Zagreb Tourfilm Festival, Croácia (setembro de 2017).

Graças aos sucessivos prémios ganhos nos festivais em que participa, o filme promocional do Turismo Centro de Portugal ocupa neste momento um lugar de grande destaque no ranking mundial de filmes de turismo do CIFFT – Comité Internacional de Festivais de Filmes de Turismo: é 4.º classificado, entre 154 concorrentes, apenas atrás de filmes dos Emirados Árabes Unidos, Áustria e Dinamarca. Este ranking do CIFFT é elaborado por pontos, atribuídos pelos prémios conquistados em festivais da especialidade. No final do ano, em dezembro, realizar-se-á uma gala final, em Viena, Áustria, com os filmes mais bem classificados.

“É um grande orgulho recebermos mais estes dois prémios, que evidenciam o percurso notável que este nosso filme está a fazer! É uma honra trabalhar com uma equipa tão extraordinária e poder liderar o turismo na nossa Região Centro de Portugal”, sublinhou Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, após receber as distinções. “Este prémio é um trunfo importante no processo de internacionalização da marca Centro de Portugal. A visibilidade que conquistamos em todos os festivais em que participamos permite-nos fazer chegar mais longe a nossa região, até em mercados menos evidentes”, acrescentou.

Pode ver o filme multipremiado, com a duração de 2 minutos e 10 segundos, neste link: https://vimeo.com/212333872.

 

PROCURA TURÍSTICA DO CENTRO DE PORTUGAL CRESCE TRÊS VEZES MAIS QUE A MÉDIA NACIONAL

  • Resultados do INE referentes a julho mostram enorme aumento no número de dormidas na região, em particular por estrangeiros.

O mês de julho voltou a ser extremamente positivo para a atividade turística no Centro de Portugal. Os resultados preliminares, publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram que, em alguns indicadores, o Centro de Portugal está a crescer três ou quatro vezes mais que a média nacional. E isto apesar dos incêndios florestais, que se fizeram sentir em força na região.
O INE indica que, em julho deste ano, houve um aumento de 13,3% no total de dormidas em hotelaria, em comparação com julho de 2016. Este aumento é particularmente expressivo quando comparado com o crescimento nacional no mesmo período, que foi de 4,7%. Ou seja, as dormidas no Centro de Portugal aumentaram três vezes mais do que a média nacional. Em valores absolutos, registaram-se 626 mil dormidas em julho no Centro de Portugal, mais 73,3 mil do que no mesmo mês do ano anterior.

A impulsionar os números está a procura por parte de turistas estrangeiros, que descobriram definitivamente as experiências únicas que esta região tem para oferecer. No período em análise, as dormidas de não residentes no Centro de Portugal dispararam 25,5%, para 319,8 mil. O Centro foi, aliás, a região que mais cresceu neste indicador: quase cinco vezes mais que a média nacional, que foi de 5,4%. Já as dormidas de cidadãos nacionais no Centro totalizaram 306,3 mil acheter du cialis en ligne – uma subida mais modesta, de 2,8%.

A nível do número de hóspedes no Centro de Portugal, estes totalizaram 325.984 em julho. Uma variação de 13% relativamente a julho do ano passado.

Considerando os dados acumulados no período janeiro-julho de 2017, o Centro de Portugal apresenta um acréscimo de 14,9% nas dormidas (face a 8,5% de crescimento médio nacional). De realçar que, nestes sete meses, as dormidas de não nacionais progrediram 28,2% (face a 10,2% na média nacional).

Os bons resultados nas dormidas têm, naturalmente, reflexo positivo nas receitas. Entre julho de 2016 e julho de 2017, há a registar um forte crescimento nos proveitos totais (14,3%) da atividade turística no Centro de Portugal, assim como na taxa de ocupação, que subiu 5%. Se analisarmos os meses de janeiro a julho, há um crescimento de 19,1% nos proveitos totais.

Este crescimento, notório em todos os indicadores, é um forte sinal de que a estratégia seguida pelos intervenientes na área da atividade turística do Centro de Portugal é a correta e está a dar frutos.