Condução autónoma está ao virar da esquina e prestes a mudar o nosso modo de vida

  • Automóveis 100% elétricos vão dominar as estradas nos próximos anos e Portugal posiciona-se para tirar partido desta oportunidade;
  • Condução autónoma está ao virar da esquina e a legislação tem um grande desafio, para se preparar a tempo para esta revolução tecnológica;
  • Fórum promovido pela Nissan Portugal abriu um novo capítulo na história da Mobilidade Inteligente em Portugal.

 

A mobilidade elétrica vai dominar as estradas nos próximos anos. E isso representa, também, uma enorme oportunidade para Portugal, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, como financeira. Em paralelo, a condução autónoma entrará no quotidiano e irá alterar profundamente a forma como nos deslocamos… e a legislação que a regula.

Estas foram duas das mais importantes conclusões do Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente, que juntou vários especialistas no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Vida, em Lisboa.

O terceiro painel, “Condução Inteligente: Produtos, Condução Autónoma e Experiência do Cliente”, mereceu entusiasmadas participações por parte dos oradores presentes. Foi o caso de Gareth Dunsmore, Diretor de Veículos Elétricos da Nissan Europa, que apresentou a visão que a marca está a desenvolver para a condução autónoma. 

Condução autónoma está ao virar da esquina

“O congestionamento nas cidades é algo que temos de melhorar. Mas também queremos atingir o objetivo zero vítimas de acidentes de automóveis”, sublinhou Gareth Dunsmore. Para isso ser possível, “a inteligência artificial vai fazer parte do nosso dia-a-dia. Muitos fabricantes já disseram que, em 2020, vão lançar automóveis totalmente autónomos e 2020 é já ao virar da esquina. Há vários testes a decorrer nos Estados Unidos e Europa, mas a legislação atual também tem desafios pela frente, uma vez que não está preparada para a revolução tecnológica que está a acontecer”, frisou.

A aposta da Nissan na condução autónoma já está a ter resultados: “Este verão, no Japão, lançámos um automóvel, o modelo Serena, com o sistema ProPilot, que representa o primeiro passo da Nissan na tecnologia de condução autónoma. O sistema permite conduzir sem interferência do condutor numa faixa da autoestrada. A procura tem sido maior do que o esperado. Ao contrário do que acontece com outras tecnologias de topo, mais de metade – 60 por cento – dos clientes do Nissan Serena compram-no com esta tecnologia”. Na Europa, avançou o responsável da marca, “o primeiro automóvel a ter a tecnologia ProPilot será o novo Qashqai, em 2017”.

O responsável da Nissan revelou ao Fórum a sua visão para o futuro: “Se o seu automóvel estiver ligado à internet, se tiver condução autónoma, o que é que o impede de o deixar – a si – à porta de casa, dar a volta e estacionar sozinho num parque subterrâneo, onde se ligará automaticamente à rede para carregar? É esse tipo de visão que pretendemos tornar realidade”.

Gareth Dunsmore aproveitou para informar que a Nissan acabou de introduzir o primeiro programa de automóveis elétricos usados, no Reino Unido, Alemanha e França. Em breve “vai poder comprar-se um veículo elétrico ao mesmo preço de um de combustão com 6 ou 7 anos. À medida que formos desenvolvendo o mercado de viaturas elétricas, vai haver cada vez mais automóveis 100% elétricos acessíveis”, concluiu.

Deslocação limpa só tem vantagens

Luís Natal Marques, presidente da EMEL, destacou na sua intervenção que a empresa municipal de mobilidade e estacionamento de Lisboa “não cobra estacionamento a quem possui um veículo elétrico” e que esse é o seu “contributo para a mobilidade e desenvolvimento sustentável”.

Além disso, a empresa apostou em veículos elétricos como meio de locomoção dos cerca de 500 funcionários. Neste momento, já tem 24 automóveis elétricos entre os 65 que constituem a frota e a tendência é para aumentarem o seu peso. Porquê? “Uma deslocação limpa é mais económica e tem vantagens fiscais para a empresa. São vantagens que nos têm feito optar pela aquisição de veículos que nos permitem esta mobilidade limpa. Estamos a fazer a nossa parte”, concluiu.

Os quatro argumentos a favor dos carros elétricos

Henrique Sánchez, Presidente do Conselho Diretivo da UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos reforça que a mudança de paradigma na indústria automóvel já começou. Em quatro pontos, justificou porque é que os veículos elétricos vão triunfar: “Porque são mais eficientes, porque são mais económicos, porque exigem menos manutenção e porque têm um desempenho superior”.

“Há um conjunto de pessoas que ainda acham que o automóvel elétrico é o futuro. Para nós é o passado. Eu ando num automóvel elétrico há cinco anos”, disse, deixando uma mensagem para quem ainda tem dúvidas: “Quando as pessoas arranjam argumentos para não comprarem um automóvel elétrico, digo-lhes: no dia em que experimentarem vão ter de se esforçar para arranjar justificações que justifiquem a compra de um com motor de combustão”.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) tem ao seu serviço automóveis elétricos há já alguns anos, nomeadamente Nissan LEAF. As vantagens, elencou o comissário Sérgio Barata, do Gabinete de Planeamento e Controlo Logístico e Financeiro da PSP, estão nos vetores do “ambiente, redução dos custos de manutenção e de combustível. E como são silenciosos, por vezes dá muito jeito”, acrescentou.

O oficial apresentou um estudo comparativo dos vários tipos de combustão, de acordo com o padrão de utilização dos carros patrulha da PSP. Neste, sublinhou que “os veículos elétricos são os que têm custo de consumo mais contidos e na manutenção, são imbatíveis”.

Um novo capítulo na história da mobilidade inteligente

Na sessão de encerramento do Fórum, Guillaume Masurel, Diretor-Geral da Nissan em Portugal, frisou: “Hoje demos início a um novo capítulo na história da Mobilidade Inteligente em Portugal. A construção do futuro faz-se com vontade de mudança. E eu vejo muita vontade de mudança nesta sala”.

“Acredito que, se a esta vontade e iniciativa juntarmos os apoios e iniciativas legislativas dos governos, tanto a nível local, como europeu, esta mudança poderá acontecer rapidamente”, acrescentou.

“Com a mobilidade elétrica conseguimos uma verdadeira oportunidade de construir um futuro melhor. O automóvel passa de custo a proveito, para famílias, mas também para empresas, criando novas oportunidades de negócio em áreas muito variadas. Em resumo, a eletricidade é cada vez mais “A” energia: mais eficiente, mais barata e mais fácil de usar”, concluiu o responsável da Nissan.

Mobilidade elétrica é uma grande oportunidade para Portugal

O Fórum foi encerrado por Jorge Seguro Sanches, Secretário de Estado para a Energia. O governante recordou que “Portugal se assumiu, nos últimos anos, como um país exemplo na energia renovável. Não tendo recursos fósseis, aplicámos ao setor energético um ambicioso plano de promoção das renováveis, que nos permite dar grandes exemplos internacionais. Esta opção de futuro colocou Portugal no radar de muitos investimentos internacionais, quer no setor da energia, quer em setores industriais associados”.

O Secretário de Estado frisou que “estão ultrapassadas algumas das barreiras que na área da energia dificultavam a liberdade elétrica”. E exemplificou: “Qualquer consumidor pode instalar na garagem de um condomínio uma pequena box ou ponto de carregamento para a mobilidade elétrica e utilizar o cartão de qualquer comercializador, para o carregamento específico no condomínio. O consumo da eletricidade para a mobilidade elétrica é posteriormente deduzido do consumo do condomínio e pago, em separado, ao comercializador”.

“A mobilidade elétrica constitui um dos muitos desafios que enfrenta o setor elétrico nacional. Mas é, seguramente, o que trará mais impacto à vida quotidiana dos consumidores. O sistema elétrico nacional não só está preparado para isso, como vai fazer todos os desenvolvimentos e esforços para estar adaptado aos novos tempos. É uma grande oportunidade para Portugal mostrar, mais uma vez, que os investimentos que fez no setor das renováveis fizeram todo o sentido, não apenas do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, mas também do ponto de vista da sustentabilidade financeira”, concluiu.

 

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Sobre a Nissan Motor Co., Ltd.

A Nissan fabrica uma gama abrangente de veículos, com mais de 60 modelos entre as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. No ano fiscal de 2015, a empresa vendeu mais de 5.4 milhões de veículos a nível mundial, gerando uma receita de 12,19 biliões de ienes (92 mil milhões de euros). A Nissan concebeu, fabrica e comercializa o veículo 100% elétrico mais vendido na história, o Nissan LEAF. A sede global da Nissan em Yokohama, Japão, gere operações em seis regiões: ASEAN e Oceânia, África, Médio Oriente e Índia, China, Europa, América Latina e América do Norte. A Nissan tem mais de 247.500 colaboradores a nível mundial e detém uma parceria com o fabricante francês Renault, sob o nome Aliança Renault-Nissan, desde Março de 1999.

Sobre a Nissan em Portugal

Com uma rede de concessionários que possui em todo o território nacional 37 pontos de venda e 42 oficinas de assistência após-venda, a Nissan propõe uma linha completa de produtos, que inclui veículos de passageiros, crossovers, 4X4’s e pickup’s e automóveis de alta performance, para além de veículos comerciais ligeiros e pesados. Disponibiliza ainda um alargado conjunto de serviços de apoio aos seus Clientes, Parceiros e Concessionários.

A Nissan vendeu em Portugal no seu Ano Fiscal de 2015, 11.262 veículos, a que corresponde uma quota recorde no mercado de 5,1% e um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

Nesse período, http://www.cialispharmaciefr24.com/achat-cialis-lyon/ a Nissan reafirmou a sua liderança no segmento Crossover e cimentou a sua posição de marca líder de vendas de veículos 100% elétricos em Portugal.

 

Para mais informações

António Pereira Joaquim                                                 www.newsroom.nissan-europe.com/pt

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