Equipa

O sucesso começa quando se elege a melhor equipa de trabalho. Somos decididos e determinados. Às vezes obstinados. Temos percursos diferentes e formações diversas, mas um plano que é comum e partilhado por todos. Na atualidade somos quase uma dúzia, mas um dia chegamos às várias dúzias. Conhecemos as nossas fraquezas melhor do que as nossas forças. Cometemos erros, mas só porque não temos medo de arriscar. A experiência é o nosso cartão-de-visita. E o trabalho realizado a nossa assinatura.

[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”35px”][vc_row_inner equal_height=”yes” el_class=”container” css=”.vc_custom_1560354705527{margin-bottom: 40px !important;}”][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Marco Barbosa” position=”Fundador” description=”Quando escrevi os primeiros textos numas folhas soltas e fiz as primeiras intervenções em rádios regionais, estava longe de imaginar que, um dia, fundaria uma agência de comunicação. Pelo meio passei pela Escola Superior de Jornalismo e perdi a conta aos caracteres que escrevi para jornais e revistas de desporto motorizado. Uma paixão que consta ter começado na alcofa! Deixei o jornalismo em meados dos anos 90, quando assumi a comunicação dos projetos oficiais da Salvador Caetano na competição. Desde aí, nunca mais deixei a atividade da comunicação. A paixão pelos automóveis mantém-se e é, seguramente, um dos segredos para que, desde 2003, trabalhe com o Grupo Renault Portugal. Mas é com o mesmo entusiasmo e com a ajuda de uma enorme – em competência! – equipa, que também estou envolvido noutros projetos, seja do setor automóvel, mas também do turismo, alimentar, vinhos, cultura, tecnologia, serviços, indústria petrolífera, desporto, saúde, etc.. E se é verdade que o Atelier do Caractere é um implacável consumidor de tempo, a gastronomia e os vinhos, o BTT, umas viagens, uns concertos e, claro, uns momentos de adrenalina ao volante, são sempre um pretexto para dar descanso ao teclado e ao telefone.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”6950″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Filipe Santos” position=”Consultor” description=”35 anos, licenciado em Ciências da Comunicação, foi editor do Record e do Jornal i, onde participou da sua fundação. Como consultor de comunicação, assumiu a candidatura de Carlos Marta às eleições da FPF e coordenou o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol. Trabalha a comunicação do projecto AdegaMãe, do Grupo Riberalves.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”url:%23|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” elem_animation_delay=”200″ image=”6948″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Filipe Mesquita” position=”Consultor” description=”Os primeiros ensaios jornalísticos vieram na forma de um amontoado de folhas coladas à pressão, com notícias copiadas de jornais. Com 6 anos estava dado o mote para uma carreira que se iniciou aos 23 anos, quando outra paixão – os automóveis – abriu e acelerou o caminho para o jornalismo. No “AutoSport” (após breves passagens pelo Jornal de Gaia, Jornal de Notícias e Rádio Clube de Gaia) foi onde tive a certeza que uma boa parte da minha vida ia ser passada com o bloco de notas e gravador na mão, com o teclado nos dedos e com o cheiro a motores, travões e “borracha queimada”, impregnado na roupa. Foram 18 anos no automobilismo, com passagem também pelo projeto AutoSport TV, e experiências memoráveis como guiar um F1, que só terminaram quando não resisti ao desafio do Atelier do Caractere. No início estive envolvido em projetos de comunicação empresarial ligados à saúde, mas a paixão dos automóveis acabou por falar mais alto, justificando o envolvimento em desafios do Grupo Renault, Sociedade Comercial C. Santos ou X Racing. E se estiver a perguntar se para mim há vida para além dos automóveis? A resposta é: claro que há! Uma partida de ténis, um thriller no cinema ou uma viagem abrem sempre novos horizontes.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”|||” linkedin_url=”url:%23|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” elem_animation_delay=”400″ image=”6953″][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner equal_height=”yes” el_class=”container” css=”.vc_custom_1560354712548{margin-bottom: 40px !important;}”][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Luis Miguel Nunes” position=”Consultor” description=”Desde pequeno que a ânsia de querer saber sempre mais me levava a ler livros e enciclopédias, revistas e jornais, até rótulos das caixas de cereais, nada me escapava. Uma mania que se foi agravando: as leituras intermináveis e a curiosidade pelos outros conduziram-me para o curso de História, na minha Coimbra, e depois para o jornalismo.
Foram quase duas décadas nos jornais, lá por Lisboa, em que a mesma vontade de querer saber mais me fez passar por várias redações, como repórter, editor e chefe de redação. A do desportivo Record, onde a adrenalina da hora de fecho confirmou que era mesmo aquilo que eu queria; a do Portugal Diário, pioneiro no jornalismo digital, com uma equipa insuperável; a dos tabloides Tal&Qual e 24horas, divertidíssimos de fazer; mas também as do Diário Económico, do Relvado.pt, entre outras experiências.
Uma evolução natural trouxe-me até à comunicação empresarial – e de novo para a minha Coimbra. No Atelier do Caractere, descobri outros desafios, que me fazem vibrar como nos primeiros dias dos jornais. E a paixão pela região onde me fiz gente tornou natural que acompanhe de perto tudo o que diz respeito ao Centro de Portugal.
Nos tempos livres, sou fácil de encontrar: de sapatilhas nos pés e música nos ouvidos, a correr quilómetros sozinho ou com amigos.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”6955″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Carlos Mariano” position=”Consultor de comunicação” description=”Um frustrado candidato ao curso de Filosofia que se lembrou de fazer uma batota para a vida e seguir jornalismo na Universidade Autónoma de Lisboa. Afinal, pagarem-me para contar histórias parecia o melhor negócio de sempre.
Saí para o mercado de trabalho para uma revista de atividades económicas e dois jornais locais, mas foi no Record que me fiz jornalista, iniciando uma aventura de 12 anos. A curiosidade indiscriminada e o gosto pelo Desporto fizeram-me passar por praticamente todas as secções, desde Benfica e Sporting, até às Modalidades extra-futebol.
Trabalhei ainda na Federação Portuguesa de Surf, numa altura em que os feitos de Tiago Pires no Circuito Mundial e a descoberta das ondas gigantes da Nazaré explodiram na cena mediática.
Abracei depois um desafio diferente, na comunicação da CELPA — Associação da Indústria Papeleira —, saindo depois para integrar o Atelier do Caractere, tendo trabalhado em projetos como a Federação de Triatlo de Portugal, Campanha eleitoral de António José Silva à presidência da Federação Portuguesa de Natação, Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal ou, mais recentemente, Federação de Desportos de Inverno de Portugal.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”6957″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Fátima Casanova” position=”Consultora de comunicação” description=”A paixão pela leitura levou a que, ainda miúda, começasse a escrever pequenos contos e histórias. Queria participar em concursos de escrita e, por isso, um dia chegou lá a casa uma máquina de escrever. Tornou-se a minha melhor amiga, até ser substituída por um Pentium III: chegava a altura da faculdade e o curso de Ciências da Comunicação já pedia uma apresentação que só um computador permite. Depois do curso, outra das minhas paixões, a sétima arte, levou a que trabalhasse de alma e coração numa revista de cinema online, fundada por amigos, onde percebi que a minha relação com o jornalismo era séria: por coberturas de antestreias, entrevistas e reportagens, as diretas e longas horas de trabalho não custavam nada. Mas ambicionei por mais, quis pôr a minha versatilidade à prova e experimentei áreas tão diferentes como a televisão, os jornais e as revistas, até chegar ao encontro do Atelier do Caractere e descobrir a emoção das infinitas possibilidades da comunicação para marcas, desde a assessoria de imprensa, Storytelling, estratégia e gestão de redes sociais. Todo um mundo que, entre o cinema e os livros, preenche os meus dias com aquilo que, mais do que um trabalho, é um prazer.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”8811″][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner equal_height=”yes” el_class=”container”][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Luís Silvestre” position=”Consultor” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”6961″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Rui Reis” position=”Consultor de comunicação” description=”Enquanto os meus colegas de escola gastavam a “semanada” em guloseimas e jogos de matraquilhos, eu investia tudo o que amealhava em revistas de automóveis. Mas, enquanto frequentava o último semestre do curso de Relações Internacionais, estava longe de imaginar que iria passar os 21 anos seguintes ligado ao jornalismo nesta área; 20 ligado ao grupo Motorpress (18 dos quais como sub-Editor), que detinha o jornal AutoHoje e as revistas Auto Magazine e Guia do Automóvel, e um ano como Editor no ambicioso projeto Auto MAG.
A reconversão para a área da comunicação empresarial e para a realidade de uma agência de comunicação tem vindo a ser feita gradual, mas consistentemente, pela “mão” do Atelier do Caractere.
Apesar de os automóveis serem uma paixão antiga não é a única… Amante da natureza, quando não estou a escrever ao serviço do Atelier do Caractere, sou apreciador da boa gastronomia, fascinado pelo mundo dos vinhos e um viajante por vocação, atividade que me dá especial prazer quando o faço em família. E não abdico do dia de pesca com um grupo de amigos, a única ocasião do mês em que largo o telemóvel.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”8798″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][tek_team design_style=”design02″ title=”Paulo Calisto” position=”Fundador” description=”44 anos, com uma carreira associada a jornais e revistas como a Autohoje, Automotor, Autosport, Carros & Motores, DN, O Jogo, Volante, Turbo e Todo-o-Terreno editor fotográfico desde o número 1, mas também a marcas como a Adega Coop de Redondo, AdegaMãe, Delta, FPF, Galp, Red Bull, Polis-Ria Formosa, KIA, Mitsubishi, Nissan, Renault, Restaurante Tavares, Salvador Caetano, Sporting , VW e muitos outros.” team_link=”link_disable” facebook_url=”url:%23|||” twitter_url=”url:%23|||” google_url=”url:%23|||” linkedin_url=”|||” css_animation=”kd-animated fadeInUp” image=”2649″][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]