PINTA NEGRA: VINHO DE ENTRADA DE GAMA DA ADEGAMÃE CONQUISTA DUPLO OURO NA CHINA

 

  • Pinta Negra Tinto 2013, no mercado com um preço de 2.99 euros, volta a cumprir o objectivo primeiro da casa de Torres Vedras: produzir vinhos de qualidade, originais, e acessíveis aos consumidores.
  • Dory Tinto 2012 e Dory Branco 2013, colheitas da marca referência da AdegaMãe, também distinguidos com Medalhas de Ouro.

 

Torres Vedras, 2 de Março de 2015

O objectivo primeiro da AdegaMãe – produzir vinhos de qualidade, que expressem a originalidade da Região de Lisboa e, ao mesmo tempo, sejam  acessíveis aos consumidores – foi mais uma vez reconhecido, com os prémios conquistados no concurso China Wine & Spirits Awards, nomeadamente com o Duplo Ouro alcançado pelo Tinto de entrada de gama da casa de Torres Vedras, o Pinta Negra 2013. Com preço de referência de apenas 2.99 euros, este lote de Aragonez e Castelão segue a herança das colheitas anteriores e reafirma-se como uma opção de excelência para o consumo do dia-a-dia.

Ainda no China Wine & Spirits Awards, um dos mais relevantes concursos numa geografia cada vez mais importante para os produtores portugueses, a AdegaMãe destacou-se igualmente com as medalhas de ouro alcançadas com o Dory Tinto 2012 e o Dory Branco 2013.  As colheitas da marca de referência da AdegaMãe, com preços indicados de 4 euros, constituem igualmente opções de grande qualidade no segmento.

“Com a marca Pinta Negra respondemos a uma questão: por que será que o vinho do dia-a-dia não pode ser um excelente vinho? O Pinta Negra é um vinho redondo, macio, com notas aromáticas de bagas silvestres, a pedir uma carne grelhada ou um prato de massa” explica o enólogo Diogo Lopes. “No Dory Tinto encontramos um perfil com alguma complexidade, graças a um estágio parcial em barrica, com as castas Syrah e Aragonez a resultarem num vinho também muito guloso e gastronómico”, continua.

Por fim, Diogo Lopes enquadra o sucesso do Dory Branco 2013. “Estamos falar de um vinho que, pela qualidade e aceitação, se tornou quase o ADN da AdegaMãe: um branco em que o lote Fernão Pires, Arinto e Viognier conjuga notas de fruta e de flores com uma frescura muito característica da nossa região, graças à influência do Atlântico. No seu segmento é, seguramente, uma das propostas mais interessantes do mercado”, conclui.

Para além da aposta no mercado nacional, a AdegaMãe exporta 60% da sua produção e os seus vinhos estão presentes em mais de 10 de países, com os Estados Unidos, Angola, Brasil e China a assumirem-se como mercados de referência. Produtor da Região de Vinhos de Lisboa, com uma equipa de enologia constituída por Diogo Lopes e Anselmo Mendes, a AdegaMãe assume a experimentação das melhores castas nacionais e internacionais, procurando produzir vinhos originais, que demonstrem as características únicas e o potencial da região onde está envolvida.

 

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe, inaugurada em 2011, resulta  do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitectura exclusiva e por todas as actividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau)  representa a principal gama de vinhos comercializados.