Aldeias Históricas de Portugal promovem destino turístico sustentável na FITUR

De 22 a 26 de janeiro, a Rede das Aldeias Históricas de Portugal marca presença na Feira Internacional de Turismo (FITUR), em Madrid. O objetivo é apresentar a mercados, profissionais e público geral “um destino que são 12”, com certificado BIOSPHERE DESTINATION, que se destaca pela comunhão com a natureza e contacto com a cultura e costumes locais.

Data: 17/01/2020

Entre castelos e lendas, sabores e tradições únicas, natureza em estado puro e paisagens a perder de vista, as Aldeias Históricas de Portugal são “um destino que são 12” sem igual em todo o mundo. Um território ímpar, que promove experiências únicas e adequadas a famílias ou aventureiros, amantes de História, gastronomia e enoturismo, ou viajantes em busca de tranquilidade, que a Rede vai promover à 40.ª edição da Feira Internacional de Turismo (FITUR), que decorre de 22 a 26 de janeiro em Madrid.

A cerca de 100 km de Salamanca, 200 km de Cáceres e 300 km de Madrid, as Aldeias Históricas de Portugal são um destino muito apelativo para o mercado espanhol – um dos motivos para a presença da Rede na FITUR. Mas tratando-se de uma das maiores feiras internacionais de turismo, espera-se a participação de mais de 10 mil empresas de 165 países e regiões, 150 mil profissionais e 110 mil visitantes de público geral. Deste modo, a aposta na FITUR, onde a Rede das Aldeias Históricas de Portugal estará presente com stand próprio com cerca de 30m2, no Pavilhão 4, está em linha com a estratégia de internacionalização do destino.

Apresentar um destino turístico sustentável é um dos objetivos. Distinguido com o certificado BIOSPHERE DESTINATION – o primeiro destino em rede, no mundo, e o primeiro a nível nacional a receber esta distinção –, a sustentabilidade, a preservação da natureza e dos costumes das comunidades locais são prioridades da Rede das Aldeias Históricas de Portugal.

Devido a esse compromisso, descobrir as Aldeias Históricas de Portugal a pé ou de bicicleta, numa lógica de locomoção suave, e em plena comunhão com a natureza, é um dos principais atrativos deste destino. E é muito fácil fazê-lo, graças à Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal (GR22), que liga as 12 Aldeias Históricas de Portugal num percurso circular de cerca de 600 km, com sinalética interpretativa, informativa e de orientação recentemente renovada.

De facto, a GR22 tornou-se recentemente a maior rota europeia com selo Leading Quality Trails, atribuído pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada).

A GR22 é também um convite irresistível para os aventureiros em duas rodas: homologada e classificada como Grande Travessia a nível nacional, a GR22 dispõe ao longo da sua extensão de uma rede de Centros BTT e Bikotels que garantem serviços de apoio exigidos pelos amantes de bicicletas.

O imenso território das Aldeias Históricas de Portugal envolve, ainda, 15 percursos de pequena rota (PRs), homologados e associados às 12 aldeias.

A Rede das Aldeias Históricas de Portugal vai também apresentar, na FITUR, eventos como o “Ciclo 12 em Rede – Aldeias em Festa 2020”, que todos os anos leva animação e cultura às 12 Aldeias Históricas de Portugal, assim como a nova edição “The Castles Quest”, um desafio em duas rodas que leva os amantes de “bikepacking” à conquista das Aldeias Históricas de Portugal, que este ano acontece de 23 de setembro a 3 de outubro, com início na Aldeia Histórica de Castelo Novo.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km.

As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

“Festa das Luzes” ilumina Aldeia Histórica de Belmonte em quatro dias plenos de magia e cor

De 27 a 30 de dezembro, a vila e Aldeia Histórica de Belmonte enche-se de luz para receber a última festa do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa 2019”. Um evento que contará com muita música, gastronomia, oficinas e visitas muito especiais, num momento que marca também a celebração do “Hanukkah” e o último fim-de-semana do ano.

Data: 16/12/19

Belmonte vai despedir-se de 2019 com muita alegria e animação. É a “Festa das Luzes”, o último evento do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”, promovido pela Rede das Aldeias Históricas de Portugal, que de 27 a 30 de dezembro vai levar música, gastronomia, oficinas e visitas temáticas a Belmonte, celebrando assim a cultura e as tradições daquela vila e Aldeia Histórica, a par com o que será o último fim-de-semana do ano.

“Festa das Luzes” é também “Hanukkah” em hebraico, que assinala a libertação e purificação do Templo de Jerusalém e a revolta contra os selêucidas liderada por Matatias Macabeu e os seus cinco filhos, conforme está descrito no Antigo Testamento: “Após a libertação do Templo, verificou-se que só havia azeite suficiente para manter a chama eterna acesa por mais um dia. Contudo, a chama ardeu durante oito dias, o tempo necessário para se fazer e consagrar mais azeite para o Templo”.

Assim, tendo Belmonte acolhido uma das maiores comunidades de judeus sefarditas de Portugal, o Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”, que durante o ano tem vindo a dar destaque aos costumes das Aldeias Históricas de Portugal, não podia deixar de se aliar à celebração do “Hanukkah” naquela vila e Aldeia Histórica.

Visitas temáticas, música, workshops, gastronomia e mostras de produtos regionais são “só” algumas das atividades que vão ser desenvolvidas. Um extenso e diversificado programa para todas as idades, com entrada gratuita.

A “Festa das Luzes” é um evento que envolve toda a comunidade na preparação de quatro dias muito especiais: nos museus de Belmonte pode encontrar pulseiras realizadas pela Academia Sénior de Belmonte e Centro Escolar de Belmonte, alusivas ao evento; no Museu Judaico de Belmonte, Sinagoga Beit Eliahu, Belmonte Sinai Hotel, e Loja Casa da Judiaria pode ver a Exposição “Judaísmo e Arte: Histórias da Sala de Aula”, com trabalhos inspirados no Museu Judaico de Belmonte e interrelacionados com algumas obras do pintor judeu Marc Chagall, que resultam de um encontro entre a Empresa Municipal de Belmonte – Serviço Educativo e os alunos do 6.º B da Escola Secundária Pedro Álvares Cabral, no âmbito da disciplina de EV-ET.

Para os visitantes, a “Festa das Luzes” é também uma oportunidade única para conhecer a Aldeia Histórica de Belmonte em todo o seu esplendor, assim como as origens e tradições.

Em suma, quatro dias inesquecíveis em Belmonte, para se despedir de 2019 em clima de festa e alegria!

Para mais informações, contactar o Município de Belmonte, através do e-mail cultura@cm-belmonte.pt.

Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Belmonte. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km.

As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Aldeia Histórica de Almeida recria Bodas Reais em dois dias de grande festa

As comemorações do casamento real entre D. Maria I e D. Pedro de Bragança, que decorreram na vila e Aldeia Histórica de Almeida, vão dar o mote para a festa do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”, que acontece nos próximos dias 29 e 30 de novembro. Dois dias que prometem tornar-se inesquecíveis – onde até haverá tempo para subidas de balão de ar quente.

Data: 22/11/19

“D. Maria, a Princesa, Vai Casar” é o tema do décimo primeiro e penúltimo evento do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”, promovido pela Rede das Aldeias Históricas de Portugal, que chega à vila e Aldeia Histórica de Almeida nos dias 29 e 30 de novembro.

Uma festa que promete grandes emoções, graças a um programa que inclui bailes de época, workshops de construção de fantoches, gastronomia, música, visitas guiadas temáticas, e até subidas de balão de ar quente – para contemplar, em todo o seu esplendor, o magnífico desenho poligonal das fortificações da Aldeia Histórica de Almeida.

A Aldeia Histórica de Almeida recria, assim, as Bodas Reais de D. Maria I e D. Pedro de Bragança, quando a sua função militar e utilitária passou para segundo plano, transformando-se num palco de demonstração do espetacular jogo barroco, dramático, sonoro, efémero e luminoso. Uma festa que conhecemos apenas pelas páginas dos livros de História, e que ganha vida em dois dias de grande festa e animação.

Com um extenso e diversificado programa para todas as idades, com entrada gratuita, a Aldeia Histórica de Almeida convida habitantes e participantes a participar nos vários momentos da festa “D. Maria, a Princesa, Vai Casar”. Uma forma muito divertida de descobrir esta Aldeia Histórica e as suas origens, assim como os seus costumes e tradições.

Em suma, dois dias imperdíveis na Aldeia Histórica de Almeida, para que todos regressem a casa de coração cheio de momentos inesquecíveis!

Todas as atividades são gratuitas, mas algumas são de inscrição limitada e são sujeitas a marcação prévia, através do telefone 271 571 229, ou do telemóvel 939 612 622, ou ainda do e-mail museu.militar@cm-almeida.pt.

Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Almeida. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A festa só acaba em dezembro!

O ciclo “12 em rede | Aldeias em Festa 2019” só termina em dezembro! Depois de Almeida, a festa segue para Belmonte, de 27 a 30 de dezembro.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km.

As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Aldeias Históricas de Portugal promovem “um destino que são 12” na INTUR

De 21 a 24 de novembro, as Aldeias Históricas de Portugal vão marcar presença na maior Feira Internacional de Turismo de Interior na Península Ibérica, a INTUR, que decorre em Valladolid. É a primeira participação oficial, depois de a Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal (GR22) se ter tornado a maior rota europeia com selo Leading Quality Trails, atribuído pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada).

Data: 19/11/19

Turismo Ibérico de Interior é o tema em destaque na 23.ª edição da INTUR, a Feira Internacional de Turismo de Interior, que acontece de 21 a 24 de novembro em Valladolid, Espanha. Localizadas no interior da região Centro de Portugal, a apenas 100 km de Salamanca e 300 km de Madrid, as Aldeias Históricas de Portugal foram destacadas como produto turístico capaz de alavancar o turismo ibérico, durante o VI Congresso Europeu de Turismo Rural, que aconteceu em maio deste ano, no território daquelas 12 aldeias. Assim, não podiam deixar de estar presentes na INTUR.

A participação das Aldeias Históricas de Portugal na Feira Internacional de Turismo de Interior está ainda em linha com o objetivo estratégico de internacionalização do destino, especialmente no mercado de proximidade – como é o caso de Espanha -, no qual já se sente uma franca familiarização com este destino. As Aldeias Históricas de Portugal promovem “um destino que são 12” com um stand próprio com cerca de 18m2, naquela que será a primeira participação oficial, depois de a Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal (GR22) se ter tornado a maior rota europeia com selo Leading Quality Trails, atribuído pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada).

Além da área de exposição, a INTUR inclui ainda uma área de negócios, destinada a profissionais da área do turismo, operadores turísticos e agências de viagens internacionais, onde as Aldeias Históricas de Portugal também irão marcar presença, com reuniões para apresentação do destino e dos produtos turísticos dos seus associados. A INTUR Negócios decorre nos dias 21 e 22 de novembro, das 9h30 às 14h30.

A Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal conta com o apoio do Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE).

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km. As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Aldeia Histórica de Monsanto conta “Histórias da Aldeia entre a Noite e a Madrugada” durante três dias de festa e animação

De 8 a 10 de novembro, é a vez da Aldeia Histórica de Monsanto receber o Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” que, até ao final do ano, leva cultura e animação às Aldeias Históricas de Portugal. Com o mote “Histórias da Aldeia entre a Noite e a Madrugada”, o programa da festa inclui música, visitas temáticas, workshops, gastronomia, e muito mais.

Data: 06/11/19

Quantas histórias guardam as ruas, casas e recantos da Aldeia Histórica de Monsanto? Infinitas, talvez. São essas histórias, contos e lendas de que a Aldeia tem sido testemunha, através dos tempos, que vão inspirar a festa do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” em Monsanto, de 8 a 10 de novembro.

Em torno do tema “Histórias da Aldeia entre a Noite e a Madrugada”, durante três dias a Aldeia Histórica de Monsanto vai viver momentos de grande festa e animação. Visitas temáticas, música, workshops, gastronomia e mostras de produtos regionais são “só” algumas das atividades que vão ser desenvolvidas. Um extenso e diversificado programa para todas as idades, com entrada gratuita.

Mas para os visitantes será também uma excelente oportunidade para descobrir, em todo o seu esplendor, aquela que foi eleita, em 1938, a Aldeia mais Portuguesa de Portugal. A britânica BBC considerou-a, ainda, “a aldeia mais invulgar de Portugal”, e é fácil perceber porquê: as casas da Aldeia Histórica de Monsanto surgem em harmoniosa simbiose com as pedras da encosta, levando-nos a perguntar “se a casa nasceu da pedra ou a pedra nasceu da casa”. Também José Saramago, no seu livro “Viagem a Portugal”, destacou a visita a esta Aldeia Histórica, escrevendo “de pedras julgava o viajante ter visto tudo. Não o diga quem nunca veio a Monsanto”.

Entre nesta grande festa e viva grandes emoções na Aldeia Histórica de Monsanto!

Mais informações junto da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, no e-mail geral@cm-idanhanova.pt ou número de telefone 277 200 570; ou do Posto de Turismo de Monsanto, cujo número de telefone é 277 314 642.

Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Idanha-a-Nova e União de Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A festa só acaba em dezembro!

O ciclo “12 em rede | Aldeias em Festa 2019” só termina em dezembro! Depois de Monsanto, a festa segue para Almeida, nos dias 29 e 30 de novembro; e Belmonte, de 27 a 30 de dezembro.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km. As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

História do lavrador que se tornou rei dos Visigodos inspira três dias de festa na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha

De 1 a 3 de novembro, é a vez da Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha receber o Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”. Tendo como mote a história do lavrador que se tornou rei, a festa “Nas terras do Rei Wamba… Há pão” promete visitas temáticas, oficinas do conto e de expressão plástica, gastronomia, workshops de pão e biscoitos e muita, muita animação na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha.

Data: 28/10/19

“Nas terras do Rei Wamba… Há pão” é o nono evento do Ciclo “12 em rede – Aldeias em Festa” que, durante todo o ano, leva animação e cultura às 12 Aldeias Históricas de Portugal. Desta vez, é a história de Wamba que vai inspirar três dias de festa em Idanha-a-Velha. Um humilde lavrador que um milagre tornou rei dos Visigodos.

É à volta dessa história e das estórias que a terra tem para contar que, entre 1 e 3 de novembro, a Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha vai viver dias de grande animação. Gastronomia, oficinas do conto e de expressão plástica, animação de rua, workshops de pão e biscoitos no forno comunitário, mostras de produtos regionais, mas também visitas guiadas temáticas são “só” algumas das atividades que vão ser desenvolvidas. No fundo, um extenso e diversificado programa para todas as idades, com entrada gratuita.

Mas para os visitantes será também uma excelente oportunidade para descobrir, em pleno, esta Aldeia Histórica e as suas origens, assim como as suas gentes, que também participarão nos vários momentos da festa.

Em suma, três dias imperdíveis na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha, para que todos regressem a casa de coração cheio de momentos inesquecíveis!

Todas as atividades são gratuitas, mas algumas são de inscrição obrigatória para o e-mail turismo@cm-idanhanova.pt (consultar atividades assinaladas no cartaz), estando sujeitas à disponibilidade de lugar. As visitas temáticas guiadas estão sujeitas ao limite de 30 participantes para cada uma e o ponto de encontro é o Posto de Turismo da Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha.

Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Idanha-a-Nova e União de Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A festa só acaba em dezembro!

O ciclo “12 em rede | Aldeias em Festa 2019” só termina em dezembro! Depois de Idanha-a-Velha, a festa segue para Monsanto, de 8 a 10 de novembro; Almeida, nos dias 29 e 30 de novembro; e Belmonte, de 27 a 30 de dezembro.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km. As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Aldeia Histórica de Trancoso recria uma das feiras mais importantes da Idade Média em três dias de grandes emoções

  • De 11 a 13 de outubro, Trancoso está em festa. Com o tema “Vou-me à Feira de Trancoso”, o Ciclo “12 em Rede – Aldeias Históricas” dá vida a uma tradição centenária: vão ser três dias de festa e animação, com visitas encenadas, música, animação de rua, mercado de produtos regionais, provas gastronómicas e muito mais.

Data: 08/10/19

“Vou-me à Feira de Trancoso” é um dos versos do “Auto de Mofina Mendes”, de Gil Vicente. É fácil perceber, assim, a importância da Feira de S. Bartolomeu, em Trancoso, que, além de ter merecido referência numa obra daquele que é considerado o primeiro grande dramaturgo português, recebeu carta de feira por D. Afonso III, em 1273, e era tão marcante para a região, que os reis portugueses lhe concediam uma proteção especial, com grandes regalias e privilégios.

Assim, o tema da festa do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” não podia ser outro senão esta feira centenária, que até ao século XIX continuava a ser o acontecimento mais aguardado da região.

Com visitas encenadas, jogos tradicionais, provas gastronómicas, passeios de charrete, workshops, música, mercado de produtos regionais e muitas outras atividades, de 11 a 13 de outubro, a Aldeia Histórica de Trancoso lembra acontecimentos, figuras e cenas do quotidiano que marcaram a feira ao longo dos tempos. A entrada no evento é gratuita.

A festa “Vou-me à Feira de Trancoso” é ainda uma excelente oportunidade para conhecer a Aldeia Histórica de Trancoso em todo o seu esplendor, assim como as tradições, produtos regionais e as suas gentes, que também participarão nos vários momentos do evento.

Uma iniciativa promovida pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Trancoso, associações e agentes económicos locais, com apoio do Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE).

Entre nesta grande festa e viva grandes emoções na Aldeia Histórica de Trancoso!

Algumas atividades são sujeitas a inscrição, que deve ser feita junto dos seguintes contactos: e-mail: turismo@cm-trancoso.pt / telefone: 271 811 147

A festa só acaba em dezembro!

O ciclo “12 em rede | Aldeias em Festa 2019” só termina em dezembro! Depois de Trancoso, a festa segue para Idanha-a-Velha, de 1 a 3 de novembro; Monsanto, de 8 a 10 de novembro; Almeida, nos dias 29 e 30 de novembro; e Belmonte, de 27 a 30 de dezembro.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km. As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Lendas da Aldeia Histórica de Castelo Mendo ganham vida em dois dias de festa e animação

O imaginário popular e as estórias que ainda hoje se contam nas noites frias à lareira são parte do que distingue as Aldeias Históricas de Portugal como guardiãs das nossas tradições e costumes. A pensar nisso, nos dias 27 e 28 de setembro, Castelo Mendo vai recordar duas das lendas mais conhecidas do povo daquela Aldeia Histórica, na festa “Menda e o Monstro”, do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”.

Data: 18/09/19

Aldeia Histórica de características predominantemente medievais, Castelo Mendo guarda, ainda, vestígios da anterior ocupação de outros povos: a Porta da Vila, por exemplo, está ladeada por dois berrões ou verrascos, esculturas zoomórficas em granito, datadas entre o século XVI e I a.C., que estarão ligadas ao culto da fertilidade do povo Vetão.

Talvez por isso esta seja uma aldeia plena de misticismo: em Castelo Mendo descobrimos, também, numa gárgula em pedra na parede da Antiga Domus Municipalis (antigo tribunal), uma figura incrustada na parede que se assemelha a um homem. Do outro lado, numa pedra de uma casa térrea em frente, encontra-se a figura de uma mulher. Dois curiosos elementos decorativos, dos quais pouco se sabe, e que o povo batizou, respetivamente, de Mendo e Menda, à homenagem do nome da terra. Ninguém sabe a história destas duas figuras, mas o mistério que as rodeia povoa há muito a imaginação dos habitantes, que acreditam que a aldeia terá sido palco de um amor proibido como Romeu e Julieta, e que os amantes foram condenados para sempre a contemplarem-se à distância, nas pedras de Castelo Mendo.

Como essa existem outras lendas que vão passando de geração em geração, em Castelo Mendo. Como a estória do Monstro e do Ermitão: conta-se que, há muito tempo, desaparecia sempre um rapaz da aldeia no início da primavera. As famílias, aflitas, evitavam até mandar os filhos sozinhos pelo campo. Até que três homens da aldeia decidiram consultar um velho ermitão, que vivia na serra, em busca de respostas. O ermitão, que respondeu em forma de verso, avisou-os que por aquelas terras andava um “monstro traiçoeiro, ai de quem ele avistar, que o engole logo por inteiro”. O ermitão aconselhou os aldeões a mandar dezoito moços nus da cintura para cima, à Senhora da Sacaparte, “para o monstro ali vencer, apenas com esta arte”. Assim fez o povo, durante muitos anos, e os rapazes da aldeia deixaram de desaparecer.

As lendas de Castelo Mendo são parte do que torna este lugar único e singular – e por isso, “O Mendo e a Menda” e “O Monstro e o Ermitão” vão inspirar o evento do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” em Castelo Mendo, que decorre na Aldeia Histórica nos dias 27 e 28 de setembro.

O tema da festa é “Menda e o Monstro”, que apesar de protagonistas de histórias diferentes, darão o mote a várias atividades durante dois dias, numa fusão de narrativas, lendas e canções, através da exploração das dicotomias: o bem e o mal, o belo e o horrendo, a fé e a superstição, permitindo um programa repleto de música, gastronomia, visitas guiadas, recriações ao vivo e oficinas, e proporcionando aos visitantes uma experiência inesquecível e genuína que os levará numa viagem autêntica pela alma desta Aldeia Histórica.

A festa “Menda e o Monstro” é ainda uma excelente oportunidade para conhecer a Aldeia Histórica de Castelo Mendo em todo o seu esplendor, assim como as suas tradições, produtos regionais e as suas gentes, que também participarão nos vários momentos do evento.

Participe nesta grande festa e viva grandes emoções na Aldeia Histórica de Castelo Mendo!

Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Almeida, Junta de Freguesia de Castelo Mendo, Associações e Agentes económicos locais. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE).

Para mais informações e para efeitos de inscrição (visitas guiadas encenadas e caminhadas), consideram-se os seguintes contactos:
271 571 700 – BMMNR (Biblioteca Municipal Maria Natércia Ruivo)

A festa só acaba em dezembro!

O ciclo “12 em rede | Aldeias em Festa 2019” só termina em dezembro! Depois de Castelo Mendo, a festa segue para Trancoso, de 11 a 13 de outubro; Idanha-a-Velha, de 1 a 3 de novembro; Monsanto, de 8 a 10 de novembro; Almeida, nos dias 29 e 30 de novembro; e Belmonte, de 27 a 30 de dezembro.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje.

Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km. As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

Aventureiros em duas rodas partem à conquista das Aldeias Históricas de Portugal

Data: 10/09/19

É já a partir deste sábado, dia 14 de setembro, que os participantes do desafio The Castles Quest vão descobrir as Aldeias Históricas de Portugal, em cima de uma bicicleta. Esta é a terceira edição de um evento sem igual no nosso país: não é uma prova, mas sim uma aventura, em que a diversão, o companheirismo e a fruição das paisagens estão em primeiro lugar.

Depois do sucesso das duas edições anteriores, são cada vez mais os aventureiros em contagem decrescente para a próxima aventura The Castles Quest: na terceira edição, que decorre de 14 a 22 de setembro, cerca de 40 bicicletas vão percorrer os caminhos da GR22 – Grande Rota das Aldeias Históricas, um percurso circular que passa pelas 12 Aldeias Históricas de Portugal. À semelhança dos cavaleiros medievais, irão conquistar castelos, fortalezas e aldeias, com a única diferença a ser a forma de locomoção: bicicletas BTT em vez de cavalos. Serão 560 quilómetros repletos de cariz histórico que vão ficar na memória de quem os pedalar.

O The Castles Quest é um desafio estimulante. Sem ser uma competição – uma vez que não há classificações, vencedores ou vencidos – os participantes têm, ainda assim, de completar uma missão. O percurso a efetuar é percorrido ao ritmo de cada um, mas para o desafio ser completado com sucesso, os “cavaleiros” necessitam de passar por pontos pré-definidos nas 12 Aldeias Históricas de Portugal, tendo um limite máximo de tempo para o fazer.

Mas o The Castles Quest não é só uma aventura. É também uma oportunidade única para conhecer e imergir na vida quotidiana destes territórios, partilhando experiências e ouvindo estórias contadas na primeira pessoa. Uma viagem emocionante e enriquecedora a vários níveis.

Em relação às edições anteriores, este ano a grande novidade está relacionada com uma melhoria significativa do traçado e dos serviços disponíveis ao longo de todo o percurso. A sinalética da GR22 e das rotas circundantes foi aperfeiçoada, com o objetivo de dar a conhecer os vários percursos e pontos de interesse turístico nas 12 aldeias. Desta forma, os participantes do The Castles Quest vão poder usufruir, ainda mais, desta experiência única, descobrindo os mil e um encantos das Aldeias Históricas de Portugal e das suas envolvências naturais e paisagísticas.

O The Castles Quest é um evento que obedece a todos os requisitos internacionais de sustentabilidade, a nível da preservação da natureza e do património. Essa preocupação é, aliás, uma prioridade para a rede de Aldeias Históricas de Portugal, que tem procurado assegurar a sustentabilidade de todos os eventos que organiza. Recorde-se que as Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede a nível mundial e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE© Destination. A organização pretende que o The Castles Quest receba igualmente o selo BIOSPHERE© Events, que certifica precisamente a sustentabilidade do evento.

Desafio pode ser feito a solo ou em equipa

O The Castles Quest é uma aventura efetuada em total autossuficiência, que pode ser vivida a solo ou em equipas, e que põe à prova a resistência e o sentido de orientação dos ciclistas. O desafio é percorrer centenas de quilómetros, numa filosofia de bikepacking, em locais de elevado interesse histórico, como são os territórios das Aldeias Históricas de Portugal. O percurso pode ser dividido, podendo cada elemento da equipa fazer uma parte do mesmo.

Há duas formas de enfrentar o desafio: uma aventura de oito dias, que começa no dia 14 de setembro e que tem como limite o final do dia 22 de setembro; e uma aventura mais curta, de quatro dias, entre 19 e 22 de setembro.

A aventura de oito dias é um percurso circular, de 560 quilómetros, que acompanha a GR22. Começa e termina na Aldeia Histórica de Sortelha e a missão dos participantes será “conquistar” as 12 Aldeias Históricas de Portugal. Depois de Sortelha, o percurso segue por Castelo Mendo, Almeida, Castelo Rodrigo, Marialva, Trancoso, Linhares da Beira, Piódão, Castelo Novo, Idanha-a-Velha, Monsanto e Belmonte, regressando a Sortelha.

Os participantes da aventura de quatro dias irão também pedalar pela GR22, durante cerca de 330 quilómetros. A partida e a chegada serão igualmente em Sortelha, passando os “cavaleiros” por outras cinco Aldeias Históricas de Portugal: Belmonte, Piódão, Castelo Novo, Idanha-a-Velha e Monsanto.

As diferentes possibilidades de dormida, refeição e serviços complementares serão disponibilizadas antecipadamente aos participantes, através do “Adventure Guide”. E, apesar de a aventura ter como conceito-base a autossuficiência, a organização disponibiliza ferramentas que permitirão realizá-la em segurança, inserida numa estrutura de acompanhamento.

As inscrições já estão fechadas mas toda a informação sobre o evento pode ser consultada em http://www.thecastlesquest.bike.

O The Castles Quest é uma iniciativa das Aldeias Históricas de Portugal, apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km. As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

O nobre da Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo que marcou a História portuguesa serve de mote para três dias de festa

Data: 19/08/18

“Cristóvão de Moura Herói ou Vilão” é o tema da festa do Ciclo “12 em Rede” na Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo, que decorre de 6 a 8 de setembro. A história do controverso nobre de Castelo Rodrigo é recordada em três dias repletos de alegria e animação.

Filho de Luís de Moura, Alcaide-mor da Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo, e de sua esposa, Brites de Távora, Cristóvão de Moura foi um dos apoiantes do domínio espanhol em Portugal, durante a Dinastia Filipina. A proximidade com a coroa valeu-lhe o título de Conde de Castelo Rodrigo, atribuído por D. Filipe I, em 1594, e de Marquês de Castelo Rodrigo, por D. Filipe II, por carta de 29 de janeiro de 1600.

Vice-rei de Portugal de 1600 a 1603, e de 1608 a 1612, mandou edificar o palácio de Castelo Rodrigo, hoje em ruínas, o ex-libris daquela Aldeia Histórica.

Se por um lado é considerado um traidor por apoiar o soberano espanhol, por outro foi quem garantiu que Portugal mantivesse a autonomia institucional (respeito pelos usos e costumes, privilégios e liberdades concedidas por anteriores reis portugueses; criação de um Conselho de Portugal e convocação de cortes em território português e o uso da língua portuguesa em documentos oficiais), autonomia económico-financeira (manter o comércio nos moldes em que decorria com territórios descobertos e a descobrir; cunhar moeda e abolição de “portos secos” e livre circulação de bens entre Castela e Portugal) e autonomia de representação honorífica (governo próprio com representação por vice-rei e representação das armas reais portuguesas no estandarte da coroa).

É a sua herança, e a forma como marcou a História do nosso país e de Castelo Rodrigo, que vai inspirar a festa do Ciclo “12 em Rede” naquela Aldeia Histórica, que decorre de 6 a 8 de setembro, com o tema “Cristóvão de Moura Herói ou Vilão”.

Com um programa repleto de teatros de rua, jogos em família, visitas guiadas, workshops gastronómicos e provas de vinho, a festa “Cristóvão de Moura Herói ou Vilão” promete levar habitantes e visitantes numa inesquecível viagem no tempo pela História portuguesa.

A festa “Cristóvão de Moura Herói ou Vilão” é ainda uma excelente oportunidade para conhecer a Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo em todo o seu esplendor, assim como as suas tradições, produtos regionais e as suas gentes, que também participarão nos vários momentos do evento.

Participe nesta grande festa e viva grandes emoções na Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo!

Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Figueira de Castelo Rodrigo, Junta de Freguesia de Castelo Rodrigo, Associações e Agentes económicos locais. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE).

Para mais informações e para efeitos de inscrição, consideram-se os seguintes contactos:

Telef: 271 319 007
email: cm-fcr@cm-fcr.pt
daniela.montes@cm-fcr.pt

A festa só acaba em dezembro!

O ciclo “12 em rede | Aldeias em Festa 2019” só termina em dezembro! Depois de Castelo Rodrigo, a festa segue para Castelo Mendo, nos dias 27 e 28 de setembro; Trancoso, de 11 a 13 de outubro; Idanha-a-Velha, de 1 a 3 de novembro; Monsanto, de 8 a 10 de novembro; Almeida, nos dias 29 e 30 de novembro; e Belmonte, de 27 a 30 de dezembro.

Sobre a Rede das Aldeias Históricas de Portugal:

Perdidas entre montes e vales da verdejante paisagem do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, há 12 singelas aldeias onde apetece perdermo-nos, para nunca mais nos encontrarmos. Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso: as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12, são paraísos escondidos que nos levam numa viagem ao tempo de reis e rainhas, épicas e infinitas batalhas que escreveram a História como a conhecemos hoje. Viajar até às Aldeias Históricas de Portugal é, assim, descobrir a História de um país de temerários conquistadores, através das pedras das suas calçadas e das suas frondosas muralhas e castelos, orgulhosa e imponentemente erguidos. É, ainda, a garantia de momentos inesquecíveis de lazer, aventura e descoberta, temperados com os inigualáveis aromas e sabores da região, que compõem a sua típica gastronomia. No território das Aldeias Históricas de Portugal há um sem fim de trilhos para caminhadas e percursos de bicicleta e BTT – como a Grande Rota 22 (GR), a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, com cerca de 600 km.
As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.