Christian de Oliveira sublinha candidatura olímpica com mais um bom resultado na Taça do Mundo de Snowboard

O jovem luso-descendente de 20 anos que representa Portugal conseguiu o 27º lugar na prova da Taça do Mundo de Snowbord Slalom Paralelo, em Bad Gastein, Áustria

Christian de Oliveira voltou a mostrar porque é considerado uma presença quase certa nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, classificando-se num excelente 27º lugar na prova de snowboard slalom paralelo da etapa da Taça do Mundo que decorreu em Bad Gastein, Áustria, e que foi vencida pelo italiano Daniele Bagozza.

Este resultado asseguraria, caso estivéssemos no período de qualificação olímpica, presença nos Jogos de Pequim.

Recorde-se que ainda no fim-de-semana passado, na Taça do Mundo de Scuol, Suíça, este jovem luso-descendente de 20 anos, nascido na Austrália, já tinha obtido também um 27º lugar no paralelo gigante.

Tal excelência e consistência de resultados atestam do potencial de Christian de Oliveira que, salvo algum imprevisto, deverá marcar uma presença histórica para o snowboard nacional nos Jogos de Pequim.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

Esperança Olímpica Manuel Ramos em grande destaque no Slalom Gigante dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno

Jovem de 17 anos, oriundo da Covilhã, classificou-se em 47º lugar (em 77 esquiadores) na prova de Slalom Gigante dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno que decorrem em Lausanne, Suíça

Manuel Ramos, de apenas 17 anos, deu hoje mais um passo importante na sua carreira de esquiador e esperança olímpica nacional, já para os Jogos de Inverno de Pequim 2022, ao classificar-se em 47º lugar da prova de Slalom Gigante.

O jovem esquiador da Covilhã foi o 54º mais rápido na primeira manga e 47º na segunda manga, atingindo o objetivo inicialmente proposto do “top 50”.

“Na primeira manga estava um pouco nervoso e fui mais conservador”, assumiu Manuel Ramos, acusando alguma pressão pela dimensão e importância deste evento olímpico, acrescentando: “Na segunda manga, o traçado era parecido e as condições eram boas pelo que arrisquei mais e subi sete posições. Dentro da comitiva já tínhamos definido uma expectativa dentro do ‘top 50’ pelo que atingi os objetivos e, sobretudo, ganhei experiência, pelo que o balanço é positivo.”

Experiência que soma para o sonho de Pequim 2022… “O meu grande objetivo é a qualificação para 2022 e é a pensar nisso que vou participar nas próximas provas. Em Março tenho os Mundiais Júnior na Noruega e para o ano os campeonatos do Mundo júnior e sénior, mas o que quero, acima de tudo, é tentar chegar aos mínimos olímpicos esta temporada”, avança este jovem talento, produto dos programas de formação da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI).

Esse é, aliás, um aspeto sublinhado pelo presidente da FDI, Pedro Farromba: “O Manuel é um jovem que começou a sua carreira nos programas que a FDI tem levado a cabo ao longo dos anos. Fez todo o caminho de formação e é uma alegria vê-lo competir e ver a sua margem de progressão a caminho, esperamos, dos Jogos Olímpicos de 2022.”
Amanhã, Portugal termina a sua participação nestes Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno, com Manuel Ramos e Vanina Oliveira a competirem nas provas de Slalom.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

Snowboarder português Christian de Oliveira consegue resultado na Taça do Mundo que faz sonhar com Jogos de Pequim 2022

  • Snowboarder de 20 anos foi 27º na Taça do Mundo de Snowboard alpino em Scuol (Suíça), resultado que o coloca na zona de qualificação para os próximos Olímpicos de Inverno

Christian de Oliveira, de 20 anos, logrou, hoje, na Taça do Mundo de Snowboard Alpino, em Scuol, Suíça, o seu melhor resultado de sempre, o 27º lugar. Classificação que, se obtida no período de qualificação para os Jogos Olímpicos de Inverno — janela temporal que começa na segunda metade de 2020 e se prolonga até final de 2021—, garantiria uma presença em Pequim 2022.

Christian, snowboarder lusodescendente que divide o tempo entre a Austrália, onde estuda, e a Áustria, congratulou-se com este resultado de grande significado para o próprio e para o snowboard nacional: “Foi incrível conseguir finalmente entrar no ‘top 30’. É muito gratificante ver todo o trabalho duro e o apoio que tenho tido de Portugal darem frutos.”

O snowboarder nacional acrescentou, ainda, a respeito da sua campanha olímpica: “Esta classificação no ‘Top 30’ ajuda-me a perceber que existe uma real possibilidade de qualificação olímpica para os Jogos de 2022, em Pequim. É uma motivação muito grande e uma amostra do que pode ser o meu futuro na modalidade.”

Christian de Oliveira volta a competir numa prova de Taça do Mundo, no próximo dia 14, em Bad Gastein, Áustria.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

Federação de Desportos de Inverno de Portugal assina protocolo de colaboração com Estância da Serra Nevada

  • Presidente Pedro Farromba esteve em Espanha para assinar documento que abre novas possibilidades de treino aos atletas nacionais de esqui alpino e snowboard

A Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal) fez-se representar, ontem, em Serra Nevada, Espanha, pelo seu presidente Pedro Farromba, para a assinatura de um protocolo de colaboração com a empresa Cetursa Sierra Nevada SA, entidade gestora da Estância da Serra Nevada, representada por Jesús Ibáñez e Eduardo Valenzuela, com o objetivo de proporcionar aos atletas das seleções nacionais de esqui alpino e snowboard condições de exceção para o treino das suas modalidades.

Com este protocolo abrem-se novas possibilidades de treino aos atletas de elite nacionais, ao mesmo tempo que se fortalecem relações com a entidade gestora de uma infraestrutura desportiva com a qual a Federação de Desportos de Inverno de Portugal já tinha história, conforme explica o Presidente da Direção da FDI Portugal Pedro Farromba:

“Este é mais um passo fundamental para que os nossos atletas possam ter condições de treino numa estância que está localizada muito perto de Portugal e que tem um nível de pistas que nos permite melhorar o desempenho e ser cada vez melhores. Recordo, de resto, que foi aqui que realizámos a nossa primeira prova FIS [Federação Internacional de Esqui] de esqui alpino”

O referido protocolo vigorará até 2022, ano da realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

Patinagem Artística no Gelo e Patinagem de Velocidade no Gelo passam a ser tuteladas pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal.

As modalidades de Patinagem Artística no Gelo e Patinagem de Velocidade no Gelo passam a ser tuteladas pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal. Segue-se agora um processo de reconhecimento por parte da ISU (International Skating Union), que permitirá que atletas portugueses participem em competições internacionais, em representação do país.

A FDI-Portugal tem já diversos atletas identificados, como é o caso de Ema Hinckley, atleta portuguesa a residir nos Estados Unidos da América ou de Diogo Marreiros, atleta do Algarve, Vice Campeão Mundial Sénior em 2018 e Vice Campeão Europeu em 2019 de patinagem de velocidade em rodas, que se encontra já a fazer adaptação ao gelo para obtenção de mínimos olímpicos para Pequim 2022.

Com a anexação da Patinagem Artística no Gelo e da Patinagem de Velocidade no Gelo, a FDI-Portugal dá assim continuidade à estratégia de desenvolvimento das modalidades de gelo em Portugal, que passará, num futuro próximo, pela construção de uma infraestrutura que permita a prática e treinos de Hóquei no Gelo, Curling e Patinagem no Gelo (Patinagem Artística e Patinagem de Velocidade).

A entrada destas duas modalidades resulta da alteração aos estatutos realizada na Assembleia Geral do passado dia 21 de dezembro de 2019, onde também foi aprovado, por unanimidade, o Plano de Atividades e Orçamento para 2020, bem como a entrada de seis novos clubes.

Luso Lynx somam primeiras vitórias na Liga Andaluza 2019/2020

  • EQUIPA PORTUGUESA DE HÓQUEI NO GELO COMEÇA COMPETIÇÃO EM SEGUNDO LUGAR

Os Luso Lynx entraram com o patim direito na Liga Andaluza de Hóquei no Gelo, tendo somado duas vitórias nos três jogos da primeira jornada da competição, concluída hoje em Granada. A equipa portuguesa ocupa agora a segunda posição da prova.

O primeiro jogo, na sexta-feira, foi uma prova de fogo para aquela que é a primeira equipa portuguesa reconhecida pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal, culminando numa derrota frente aos Granada Grizzlies, equipa constituída por vários jogadores que já militaram em equipas profissionais, conforme explica Cristina Lopes, diretora desportiva dos Luso Lynx: “Foi um jogo duro, com uma equipa muito forte, constituída por ex-profissionais, ao passo que na nossa equipa tivemos de trazer vários jogadores com menos experiência. O adversário tem ainda a grande vantagem de dispor de um pavilhão de gelo todo o ano para treinar, enquanto no nosso caso alguns jogadores nunca tinham pisado gelo e outros não o faziam há cerca de um ano.”

O resultado acabou, ainda assim, por ser positivo, com grande exibição dos dois guarda-redes portugueses, que detiveram a maior parte dos 77 remates com que os Granada Grizzlies miraram a baliza lusa. Especial destaque para Ivan Silva, de 22 anos, que assinou uma exibição de grande nível.

No sábado, contudo, a vitória haveria de sorrir à equipa portuguesa, frente aos Grizzlies, equipa sub-21 de Granada, que os Luso Lynx bateram por 7-3, num ainda jogo marcado pela lesão de Kevin Hortinha. O jogador dos Lynx foi rasteirado e magoou-se na cabeça depois de o seu capacete ter saltado, tendo sido suturado com 12 pontos mas sem mais consequências que inspirem cuidado.

Hoje, domingo, a vitória acabaria por surgir por impedimento da equipa dos Costa Bulls que faltaram ao desafio por inultrapassáveis razões logísticas.

O treinador da equipa e selecionador nacional, Jim Aldred, faz um balanço bastante positivo: “Estou muito contente com resultado final e a evolução demonstrada. Esta é a primeira equipa portuguesa oficial de hóquei no gelo e tem muito potencial para crescer à medida que mais pessoas se envolverem.”

Perspetiva partilhada por Cristina Lopes: “Notou-se uma diferença incrível nos jogadores de jogo para jogo e no treino final que levámos a cabo hoje. Não trouxemos os jogadores habituais mas o entrosamento e a maneira como se adaptaram ao gelo, e ao estilo de jogo dos companheiros, deixa antecipar coisas boas para o futuro. É também por constatarmos essa evolução que insistimos muito num rinque de gelo permanente em Portugal.”

A construção de um rinque de gelo permanente é, aliás uma reivindicação dos responsáveis e jogadores de hóquei no gelo que treinam regularmente com patins em linha em pavilhões como o do Hockey Clube de Sintra.

Refira-se finalmente que a Liga Andaluza decorre até Maio e realiza playoffs finais em Junho.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

EQUIPA PORTUGUESA DE HÓQUEI NO GELO COMPETE ESTE FIM-DE-SEMANA EM ESPANHA

  • Luso Lynx apontam ao sucesso na primeira jornada da Liga Andaluz

A equipa Luso Lynx, filiada na Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI – Portugal), participa, este fim-de-semana, em Granada, na primeira jornada da Liga Andaluza de Hóquei no Gelo, realizando três jogos: amanhã com os Granada Grizzlies, sábado com os Grizzlies (equipa sub-21) e domingo com os Costa Bulls.

Fundados em 2017, os Luso Lynx têm no currículo um quarto lugar na época 2017/18 da Liga Andaluz e, segundo a Diretora Desportiva Cristina Lopes, luso canadiana de 53 anos, o objetivo será sempre “fazer o melhor possível. As aspirações desta equipa passam, antes de mais, por divulgar a modalidade e trazer mais gente para o hóquei no gelo. Mas no que diz respeito a este torneio, desejamos sempre o primeiro lugar.”

Metas que esbarram apenas em dificuldades estruturais de uma modalidade que, em Portugal, dá os primeiros passos. “A grande dificuldade é a falta de uma pista de gelo permanente. Enquanto isso não é possível, treinamos no pavilhão do Hockey Clube Sintra com patins em linha ou em pistas de gelo temporárias em centros comerciais. Mas o talento existe e um treinador com experiência também”, sublinha Cristina Lopes, referindo-se a Jim Aldred que, o ano passado, chegou a treinar duas equipas na Suécia, com destaque para o Lycksele, que promoveu à segunda divisão sueca.

Refira-se, a título de curiosidade, a natureza democrática desta modalidade tutelada pela FDI-Portugal, com os Luso Lynx a integrarem no seu plantel jogadores de ambos os sexos e com idades de vão desde os 16 anos até aos 53.

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.

No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade nacional em matéria de desportos relacionados com a neve e gelo tutela as seguintes modalidades: Esqui Alpino, Esqui Nórdico, Esqui Freestyle, Snowboard, Curling, Hóquei no Gelo, Bobsleigh, Skeleton e Luge. 
Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve e gelo, nas vertentes formativa, desportiva e cultural.  Cabe também à FDI- Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.

Federação de Desportos de Inverno de Portugal distingue campeões nacionais na Covilhã

A Pousada de Juventude Serra da Estrela, na Covilhã, foi o palco escolhido pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal para, no próximo sábado, dia 16 de novembro, pelas 19h00, consagrar os campeões nacionais da temporada 2018/19, nas modalidades de Esqui Alpino- Slalom e Snowboard Cross.

Numa cerimónia que contará com a presença do secretário de Estado João Paulo Rebelo, a FDI-Portugal distinguirá os campeões nacionais nos seguintes escalões:

Esqui Alpino- Slalom
GERAL MASCULINO – Manuel Ramos
GERAL FEMININO – Catarina Carvalho
SÉNIOR MASCULINO – Ricardo Brancal
U16 MASCULINO – Lourenço Simões
U14 FEMININO – Marta Carvalho
U12 MASCULINO – Gustavo Tavares
U10 FEMININO – Catarina Curto

Snowboard Cross
OPEN MASCULINO – Ricardo Lopes
M40 MASCULINO – Alex Azevedo

A FDI-Portugal irá também agraciar algumas personalidades que contribuíram para o sucesso da época transata, nomeadamente, o secretário de Estado da Juventude e Desporto João Paulo Rebelo como Personalidade do Ano 2019, o treinador de Hóquei no Gelo Jim Aldred como Treinador do Ano, o esquiador Manuel Ramos como Atleta do Ano, o snowboarder adaptado Pedro Herdeiro como Atleta Revelação do Ano, o Ski Clube de Portugal como Clube do Ano, e o pai da atleta internacional Vanina de Oliveira, Yannick Guerillot como Pai do Ano.

Pedro Farromba, presidente da FDI – Portugal, sublinha o peso simbólico desta cerimónia que vai além do reconhecimento dos campeões: “Este evento para além do simbolismo que contém com a entrega dos títulos de Campeões Nacionais é uma celebração do esforço e da superação que muitos atletas tiveram na época passada. É um momento de união da família dos desportos de Inverno onde celebramos o crescimento das modalidades que a FDI-Portugal tutela e onde podemos agradecer, de forma simbólica, a todos os que, ao longo da época passada, contribuíram para o engrandecimento das nossas modalidades”

Sobre a Federação de Desportos de Inverno de Portugal

Há registos que apontam para a introdução do esqui em Portugal por volta de 1918. A partir de 1933 começaram a ser organizadas, com caráter regular, as primeiras competições, o que também resultou nas primeiras participações pontuais de atletas portugueses em olimpíadas de inverno.
No entanto, apenas na última década do século XX, mais concretamente a 15 de maio de 1992, é que foi criada uma federação responsável pela regulamentação dos desportos de inverno em Portugal: a Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDI-Portugal). A autoridade portuguesa em matéria de desportos relacionados com a neve, filiada na Federação Internacional de Esqui.

Uma organização sem fins lucrativos, dotada de estatuto de utilidade pública desportiva, com sede na Covilhã, que tem como principais objetivos promover, regulamentar e dirigir, a nível nacional, a prática de desportos relacionados com a neve, nas vertentes formativa, desportiva e cultural. Cabe também à FDI-Portugal representar o seu conjunto de modalidades desportivas, junto das organizações desportivas nacionais e internacionais.