TODOS OS RENAULT VENDIDOS NO MUNDO TÊM (PELO MENOS) UM COMPONENTE PRODUZIDO NA FÁBRICA RENAULT CACIA

Mais de 260 milhões de euros de volume de negócios em 2014, mais de 1.000 colaboradores, um total de 67 milhões de euros de investimento entre 2009 e 2014 (dos quais 58 milhões nos últimos 4 anos) e a 12ª maior exportadora de Portugal… Alguns dos números que confirmam a importância da Renault Cacia para a economia nacional. Uma fábrica que exporta cem por cento do que produz e que, mesmo com a crise dos últimos anos, nunca deixou de criar emprego, fazer importantes investimentos e aumentar a produção.

Em 2015 a Renault Cacia prevê investir mais de 10 milhões de euros destinados ao início da fabricação de novos componentes.

Não menos curioso… Todos os automóveis do Grupo Renault vendidos no planeta usam (pelo menos) um componente produzido em Cacia!

Nem o colapso do Lehman Brothers, nem a crise das dívidas soberanas europeias, nem a chegada da ‘troika’ a Portugal… Nenhum dos acontecimentos foi suficiente para travar o crescimento da fábrica de Cacia da Renault, uma unidade com um elevado desenvolvimento tecnológico, ao nível das melhores unidades de mecânica do Grupo Renault, e que produz caixas de velocidades e outros componentes para motores para 14 países em 4 continentes: África do Sul, Brasil, Chile, Espanha, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Irão, Marrocos, Roménia, Rússia, Tailândia e Turquia.

Em contraciclo com a economia nacional e europeia, a Renault Cacia não tem deixado de investir, nem de criar emprego. Só entre 2009 e 2014 investiu qualquer coisa como 67 milhões de euros, sobretudo ao nível do desenvolvimento tecnológico.

Inaugurada em Setembro de 1981 e situada num complexo industrial de 340.000 m² de área total, dos quais 70.000 m² de área coberta, a Renault Cacia é a segunda maior unidade industrial de construtores automóveis em Portugal (em número de colaboradores) e a segunda maior unidade do distrito de Aveiro, empregando mais de 1.000 colaboradores.

Em 2014, o volume de negócios foi ligeiramente superior aos 260 milhões de euros, o que faz da Renault Cacia a décima-segunda empresa exportadora de Portugal (dados 2013)!

As exportações da Renault Cacia destinam-se a outras unidades industriais do Grupo Renault, da Aliança Renault-Nissan e a outros parceiros da Aliança.

 

Mais de 2.000 caixas de velocidades/dia

Os mais de 2.6 milhões (2013) de automóveis que o Grupo Renault (marca Dacia incluída) vende, todos os anos, pelos quatro cantos do planeta, têm (pelo menos) um componente produzido no distrito de Aveiro. E não deixa de ser curioso que também, cerca de um em cada cinco, seja equipado com uma caixa de velocidades produzida em Portugal.

E são duas as caixas de velocidades que têm a “assinatura” da Renault Cacia: a JR, associada ao motor 1.5 dCi, que equipa modelos Renault como o Clio, Captur, Mégane, Scénic, Laguna e Kangoo, mas também os Dacia Sandero, Sandero Stepway, Logan, Lodgy e Duster; e a ND, associada ao motor 2.0 a gasolina que, entre outros modelos, equipa o Renault Mégane R.S..

Mais de oitenta por cento do volume de negócios da fábrica diz respeito à produção de caixas de velocidades e componentes para caixas de velocidades, com a restante percentagem a dizer respeito a bombas de água, bombas de óleo (do qual é o maior fornecedor de todo o Grupo Renault), árvores de equilibragem e outros componentes.

 

Renault Cacia: uma referência em qualidade

Os investimentos feitos, nos últimos anos, na qualidade e desenvolvimento tecnológico têm produzido excelentes resultados e não apenas ao nível dos volumes de produção. A fábrica portuguesa é hoje uma referência entre as fábricas do Grupo Renault espalhadas pelo mundo. Na produção da caixa ND a fábrica de Cacia ocupa o 1º lugar do ranking, a nível de qualidade de fabricação, entre todas as fábricas de mecânica do Grupo. No caso da caixa JR a Renault Cacia é a 2ª melhor de todo o universo de unidades de mecânica do Grupo.

No aspecto organizacional, a unidade aplica as metodologias associadas ao Sistema de Produção Renault (SPR), em vigor em todos os polos industriais Renault e que assenta em três premissas essenciais: qualidade, competitividade financeira e rigoroso cumprimento dos prazos de entrega.

Ainda em matéria de qualidade, uma referência para a certificação segundo a norma ISO 9001-2000; enquanto o Sistema de Gestão Ambiental é certificado pela norma ISO 14001. Ambas as certificações atribuídas pela APCER (nacional) e UTAC (internacional).

Em termos ambientais, destaque para a ETAR própria construída há vários anos que, para além de tratar 100 por cento dos efluentes da fábrica, tem permitido reaproveitar uma importante parte dos resíduos.

 

A importância dos recursos humanos

O capital humano tem sido essencial nos elevados níveis de produtividade e flexibilidade da Renault Cacia. Cerca de 20 por cento dos colaboradores têm frequência universitária, a média da taxa de absentismo é de apenas dois por cento e, só no último ano, foram promovidas cerca de 40.000 horas de formação. Aliás, sublinhe-se que a unidade dispõe de um Centro de Formação Técnica que, inclusivamente, está aberto a outras empresas.

Entre 2011 e 2014, num período de crise económica em Portugal, a fábrica de Cacia aumentou ligeiramente o seu nível de emprego, também aqui em claro contraciclo com o país.

Mas também ao nível da segurança e das condições do trabalho a Renault Cacia é uma referência entre as fábricas do Grupo Renault. Ao longo dos anos a preocupação tem-se traduzido no objectivo zero acidentes, fazendo jus à certificação ‘Risco Altamente Protegido’. Uma política de segurança que tem permitido preservar a saúde dos colaboradores, tornar as condições de trabalho motivantes e manter a competitividade.

 

Confiança no futuro

As mais de três décadas de história e os sistemáticos e avultados investimentos feitos em desenvolvimento tecnológico e formação dos colaboradores confirmam que a Renault Cacia é uma unidade produtiva, estável, competitiva e flexível.

 

Em 2015 serão investidos mais de 10 milhões de euros no desenvolvimento da actividade.

Uma empresa que também tem sido decisiva para um maior equilíbrio da balança comercial do país, já que é uma das doze maiores exportadoras em Portugal (dados de 2013) entre todos os sectores de actividade!