{"id":10983,"date":"2021-12-14T09:36:35","date_gmt":"2021-12-14T09:36:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/brevemente\/?p=10983"},"modified":"2022-05-27T09:37:07","modified_gmt":"2022-05-27T09:37:07","slug":"acores-nao-podem-tornar-se-num-destino-turistico-massificado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/brevemente\/acores-nao-podem-tornar-se-num-destino-turistico-massificado\/","title":{"rendered":"A\u00e7ores n\u00e3o podem tornar-se num\u00a0destino tur\u00edstico massificado"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10984\" srcset=\"https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-900x600.jpg 900w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-675x450.jpg 675w, https:\/\/www.atelierdocaractere.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/visitazores-tourism-forum1-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os dados est\u00e3o lan\u00e7ados\u2026 Os A\u00e7ores n\u00e3o podem tornar-se num destino tur\u00edstico massificado. O n\u00famero de visitantes a locais estrat\u00e9gicos tem de ser controlado, pois s\u00f3 assim ser\u00e1 poss\u00edvel garantir ou mesmo refor\u00e7ar a sustentabilidade do territ\u00f3rio. A regi\u00e3o tem de ser comunicada como um produto de experi\u00eancia(s) singular(es) e \u00e9 absolutamente decisivo refor\u00e7ar a aposta na digitaliza\u00e7\u00e3o e na forma\u00e7\u00e3o. Eis as principais reflex\u00f5es do VisitAzores Tourism Forum. Uma iniciativa que procurou fazer uma reflex\u00e3o sobre o futuro do turismo na regi\u00e3o e que contou com a participa\u00e7\u00e3o de especialistas ligados ao turismo e n\u00e3o s\u00f3, mas tamb\u00e9m de diversas entidades regionais.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cCreio que precisamos no pa\u00eds e, tamb\u00e9m na regi\u00e3o, de dar um passo muito significativo e qualitativo na mat\u00e9ria do inqu\u00e9rito e do conhecimento dos que nos visitam e das experi\u00eancias que valorizam aqui nos A\u00e7ores. N\u00e3o faz qualquer controv\u00e9rsia podermos, num determinado spot de natureza, com a fragilidade que lhe reconhecemos, limitar o tempo de visita e o n\u00famero de pessoas, com o objetivo de proteger e valorizar o espa\u00e7o de visita. Eu estou convencido que isto bem esclarecido, bem informado, bem explicado, nos permitir\u00e1 ter a ades\u00e3o e a empatia desta gest\u00e3o e controlo da nossa oferta tur\u00edstica, sobretudo aquela mais relacionada com a natureza fr\u00e1gil que temos para oferecer aos nossos visitantes.\u201d&nbsp;<\/em>As palavras s\u00e3o do&nbsp;<strong>Presidente do Governo Regional dos A\u00e7ores, Jos\u00e9 Manuel Bolieiro<\/strong>, que encerrou a edi\u00e7\u00e3o de estreia do VisitAzores Tourism Forum.<\/p>\n\n\n\n<p>Os A\u00e7ores s\u00e3o um dos mais singulares e belos destinos tur\u00edsticos do mundo e, tamb\u00e9m por isso, s\u00e3o muitos os desafios que enfrenta. Contrariar a massifica\u00e7\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma das estrat\u00e9gias que a&nbsp;<strong>ATA &#8211; Associa\u00e7\u00e3o&nbsp;Turismo dos A\u00e7ores<\/strong>&nbsp;est\u00e1 determinada em desenvolver, como sublinha&nbsp;<strong>Lu\u00eds Botelho,&nbsp;<\/strong>o seu&nbsp;<strong>diretor executivo<\/strong>:&nbsp;<em>\u201cA massifica\u00e7\u00e3o dos principais pontos de interesse tur\u00edstico \u00e9 algo preocupante, n\u00e3o s\u00f3 numa perspetiva de sustentabilidade ambiental, mas tamb\u00e9m social. Por isso, a exemplo de outras regi\u00f5es do planeta, como o But\u00e3o ou Fernando de Noronha, no Brasil, os A\u00e7ores podem come\u00e7ar a pensar em limitar a entrada de n\u00e3o residentes, impondo o pagamento de uma taxa de emiss\u00e3o de visto, que varie de acordo com a dura\u00e7\u00e3o da estada (quanto maior a dura\u00e7\u00e3o menor o valor). Uma taxa que pode ser investida na melhoria da rede de transportes p\u00fablicos, da rede de abastecimento de energia el\u00e9trica e na conserva\u00e7\u00e3o dos locais de interesse tur\u00edstico. Estas e outras medidas s\u00e3o de extrema relev\u00e2ncia para os A\u00e7ores, que se desejam ainda mais sustent\u00e1veis, tanto a n\u00edvel social, como econ\u00f3mico e ambiental.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Mas se a edi\u00e7\u00e3o de estreia do VisitAzores Tourism Forum deixou bem clara a pertin\u00eancia da tomada de medidas que evitem a massifica\u00e7\u00e3o do destino tur\u00edstico A\u00e7ores, a verdade \u00e9 que a iniciativa promoveu a discuss\u00e3o e a reflex\u00e3o de muitos outros temas que s\u00e3o absolutamente decisivos para o futuro da regi\u00e3o, seja a n\u00edvel ambiental, social ou mesmo econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>secret\u00e1rio Regional do Turismo dos A\u00e7ores, M\u00e1rio Mota Borges<\/strong>, destacou:&nbsp;<em>\u201cFomos a regi\u00e3o do pa\u00eds que mais cresceu em n\u00famero de dormidas nos nove primeiros meses do ano\u201d<\/em>. O mesmo respons\u00e1vel, para al\u00e9m de ter sublinhado os v\u00e1rios pr\u00e9mios conquistados pela regi\u00e3o, garantiu:&nbsp;<em>\u201cEm 2022, teremos uma diversidade in\u00e9dita de companhias a\u00e9reas a voar para os A\u00e7ores, consolidando a regi\u00e3o como um destino de natureza e experiencial, que se diferencia por um modelo de turismo sustent\u00e1vel. Um destino singular, cuja proposta de valor assenta na sustentabilidade, nas suas qualidades naturais, nas pessoas e nas tradi\u00e7\u00f5es das diferentes ilhas.\u201d<\/em>&nbsp;Quanto ao futuro, M\u00e1rio Mota Borges, afirmou:&nbsp;<em>\u201cTeremos de investir na digitaliza\u00e7\u00e3o do sector. \u00c9 fundamental caminharmos para um modelo de turismo inteligente, em que as decis\u00f5es sejam suportadas por dados fidedignos e atualizados. Acreditamos na import\u00e2ncia desses dados para prosseguirmos uma estrat\u00e9gia de diversifica\u00e7\u00e3o e de valoriza\u00e7\u00e3o do destino, com dispers\u00e3o dos fluxos tur\u00edsticos por todas as ilhas e, tendencialmente, ao longo de todo o ano.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carolina Le\u00f1ero<\/strong>&nbsp;viajou at\u00e9 aos A\u00e7ores para apresentar a estrat\u00e9gia de turismo que a Costa Rica tem desenvolvido nos \u00faltimos anos e que at\u00e9 permitiu ao territ\u00f3rio da Am\u00e9rica Central receber o pr\u00e9mio de Melhor Marca Pa\u00eds do Mundo. Para a&nbsp;<strong>Diretora da Marca Pa\u00eds da Costa Rica<\/strong>,&nbsp;<em>\u201co pa\u00eds perfeito n\u00e3o existe. Temos de constru\u00ed-lo atrav\u00e9s dos nossos valores, das pol\u00edticas p\u00fablicas, da nossa cultura, da nossa identidade. Costa Rica \u00e9 muito mais do que a natureza camufla e estou convencida que os A\u00e7ores s\u00e3o iguais.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Jos\u00e9 Filipe Torres, CEO da Bloom Consulting<\/strong>, uma empresa portuguesa especializada na cria\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de marcas territoriais (parceira do Turismo dos A\u00e7ores e do Turismo da Costa Rica), defendeu:&nbsp;<em>\u201cH\u00e1 uma s\u00e9rie de semelhan\u00e7as entre os A\u00e7ores e a Costa Rica, n\u00e3o apenas pela identidade, mas pelo espa\u00e7o em si. Quando falo numa marca pa\u00eds ou numa marca regi\u00e3o (place branding), penso na emo\u00e7\u00e3o e nas sensa\u00e7\u00f5es que despertam. No impacto social e econ\u00f3mico que tem, pois assenta numa ideia central E por que \u00e9 importante desenvolver uma estrat\u00e9gia de marca? \u00c9 que quanto melhor for a perce\u00e7\u00e3o, mais interesse h\u00e1 em visitar o s\u00edtio.&nbsp; Por isso, \u00e9 importante definir uma estrutura, as bases de um projeto. Depois entender as perce\u00e7\u00f5es existentes e definir uma ideia central. Muitas vezes n\u00e3o \u00e9 inventar, \u00e9 descobrir onde ela est\u00e1, \u00e9 ser coerente, \u00e9 ter uma estrat\u00e9gia. Depois \u00e9 chegada a hora de ser criativo e determinar quais os programas e projetos que ser\u00e3o mais eficazes a alcan\u00e7ar os objetivos. Tamb\u00e9m \u00e9 importante envolver todos os atores locais, pois n\u00e3o conseguimos fazer tudo sozinho. Por fim, \u00e9 importante monitorizar e avaliar a marca e n\u00e3o deixar de olhar para o \u2018place branding\u2019 na forma de uma vers\u00e3o 2.0.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Filipe Silva, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal<\/strong>, sublinhou:&nbsp;<em>\u201c\u00c9 importante ter a perce\u00e7\u00e3o do que as pessoas que nos visitam procuram, para perceber se estamos a ir ao encontro do que s\u00e3o as suas expetativas.\u201d&nbsp;<\/em>Mas para al\u00e9m desse ponto, fez quest\u00e3o de recordar que&nbsp;<em>\u201c90 e muitos por cento do que \u00e9 o tecido empresarial do setor do turismo \u00e9 composto por micro e pequenas empresas, com importantes desafios ao n\u00edvel da capacita\u00e7\u00e3o e recursos dispon\u00edveis, para fazer face aos desafios. Por isso, se n\u00e3o fizermos bem o trabalho de casa em termos de interven\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio (com prepara\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o) e se n\u00e3o promovermos uma boa articula\u00e7\u00e3o entre todos os atores que nele interv\u00eam, n\u00e3o estamos a preparar-nos para receber da melhor forma os turistas que nos visitam.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto&nbsp;<strong>diretor executivo da ATA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Turismo dos A\u00e7ores, Lu\u00eds Botelho<\/strong>&nbsp;tamb\u00e9m foi um dos oradores do VisitAzores Tourism Forum.&nbsp;<em>\u201cQual o caminho a seguir?\u201d<\/em>&nbsp;Esta foi uma das quest\u00f5es que colocou.&nbsp;<em>\u201cNa clarifica\u00e7\u00e3o da marca e da estrat\u00e9gia do turismo \u00e9 essencial envolver os atores locais de todas as ilhas na defini\u00e7\u00e3o dos valores da Marca. Temos de definir um posicionamento de marca claro, diferenciado, que seja utilizado e partilhado por todos. Devemos criar um plano de a\u00e7\u00e3o que ao ser implementado construa uma marca A\u00e7ores eficaz, de alta notoriedade, mas sustent\u00e1vel. Por outro lado, temos de criar notoriedade e defini\u00e7\u00e3o do turismo. A notoriedade do destino A\u00e7ores, que ainda \u00e9 limitada, \u00e9 essencial para um est\u00edmulo relevante da procura tur\u00edstica pelo arquip\u00e9lago. \u00c9, no entanto, necess\u00e1rio garantir o correto posicionamento para uma perce\u00e7\u00e3o clara dos atributos do destino A\u00e7ores. Outro aspeto importante \u00e9 a fundamenta\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o do investimento. O acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o para suporte \u00e0 decis\u00e3o \u00e9 fundamental para implementar um processo de decis\u00e3o baseado em informa\u00e7\u00e3o e dados concretos e n\u00e3o em expectativas baseadas em perce\u00e7\u00f5es n\u00e3o quantificadas. Neste contexto est\u00e1 a ser realizado um trabalho de automatiza\u00e7\u00e3o no tratamento de um conjunto de informa\u00e7\u00e3o de onde se destaca: estat\u00edsticas SREA, ANA Aeroportos, SIBS, ForwardKeys, Google Analytics, Digital Demand, Digital Supply, etc. Por \u00faltimo, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s acessibilidades a\u00e9reas, tem sido feito um trabalho cont\u00ednuo de capta\u00e7\u00e3o de novos operadores a\u00e9reos e de novas rotas com operadores existentes. A disponibiliza\u00e7\u00e3o de capacidade a\u00e9rea \u00e9 essencial atendendo \u00e0 situa\u00e7\u00e3o contextual dos A\u00e7ores.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Mas Lu\u00eds Botelho n\u00e3o terminou a interven\u00e7\u00e3o sem adiantar uma importante novidade:&nbsp;<em>\u201cEm 2022, vai haver um novo&nbsp;<a href=\"http:\/\/visitazoares.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">visitazoares.com<\/a>. Um site renovado, com imagem moderna, muito mais inspiracional, muito rico em conte\u00fados. Assim, vamos marcar uma nova etapa ao n\u00edvel da promo\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e9rgio Carvalho, diretor de marketing da Fidelidade<\/strong>, desenvolveu o tema \u201cdigitaliza\u00e7\u00e3o\u201d no VisitAzores Tourism Forum.&nbsp;<em>\u201cEm mat\u00e9ria de digitaliza\u00e7\u00e3o, n\u00f3s n\u00e3o somos comparados com os nossos concorrentes, mas sim com as melhores experi\u00eancias que existem no mercado, como a Uber ou a Amazon. Tudo isto cria expetativas no consumidor ao n\u00edvel do servi\u00e7o, da qualidade, da rapidez, da agilidade e do acesso a plataformas. Por isso, temos de conseguir prestar o<br>melhor servi\u00e7o e proporcionar a melhor experi\u00eancia a todos, em qualquer momento, em qualquer lugar. Temos de conseguir criar ou manter uma rela\u00e7\u00e3o personalizada, mesmo \u00e0 dist\u00e2ncia e de ter em conta que a transforma\u00e7\u00e3o digital n\u00e3o se resume \u00e0 inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00d3scar Garc\u00eda-Cosuegra, Audience &amp; Data Director da CAETSU TWO<\/strong>, uma das maiores ag\u00eancias de publicidade a trabalhar em Portugal, falou da import\u00e2ncia dos dados na comunica\u00e7\u00e3o dos destinos e dos A\u00e7ores, em particular. Nesse sentido, destacou:&nbsp;<em>\u201cOs dados est\u00e3o na base de toda a transforma\u00e7\u00e3o digital\u201d<\/em>&nbsp;e, por isso mesmo, partilhou alguns interessantes sobre os A\u00e7ores:&nbsp;<em>\u201cA principal motiva\u00e7\u00e3o de quem entra em&nbsp;<a href=\"http:\/\/visitazores.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">visitazores.com<\/a>&nbsp;\u00e9 a \u2018Aventura\u2019, seguido das \u2018Viagens em fam\u00edlia\u2019 e dos \u2018Parques\u2019. Em 2019, 67 por cento dos turistas que desembarcaram nos A\u00e7ores fizeram-no entre maio e setembro. \u00c9 importante fazermos um ajuste sazonal para uma maior efic\u00e1cia e mais sustentabilidade. A gastronomia pode ser um eixo estrat\u00e9gico. Setenta e cinco por cento dos turistas afirmam ter feito uma viagem gastron\u00f3mica nos dois \u00faltimos anos. Sessenta e dois por cento dizem que a gastronomia tem influ\u00eancia nas suas viagens, enquanto cinco por cento assume que faz uma viagem gastron\u00f3mica internacional, por temporada.\u201d<\/em>&nbsp;Por outro lado,&nbsp;<em>\u201cos utilizadores do&nbsp;<a href=\"http:\/\/visitazores.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">visitazores.com<\/a>&nbsp;procuram h\u00edbridos nos rent a car, enquanto a hotelaria tem de estar cada vez mais atenta aos vegetarianos. A digitaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 o desafio. Digitalize ou morre. A batalha est\u00e1 na internet. H\u00e1 estudos que dizem que, antes de viajar, uma pessoa v\u00ea cinco conte\u00fados diferentes de turismo. A digitaliza\u00e7\u00e3o aumenta a relev\u00e2ncia, as vendas e a fideliza\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Paulo Humanes, Diretor da Unidade Autom\u00f3vel, Mobilidade e Cidades do CEiia<\/strong>, desenvolveu o tema \u201cSmart Destinations &#8211; Mobilidade e Sustentabilidade\u201d. O primeiro autom\u00f3vel nasceu h\u00e1 135 anos e Paulo Humanes acredita que \u201c<em>estamos num ponto de transi\u00e7\u00e3o como na \u00e9poca, em que estamos a fazer uma transi\u00e7\u00e3o de tecnologia. E n\u00e3o \u00e9 apenas uma tecnologia, mas uma combina\u00e7\u00e3o de tecnologias que v\u00e3o fazer esta transforma\u00e7\u00e3o. A mobilidade partilhada \u00e9 a chave e j\u00e1 est\u00e1 a ser uma solu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tanto para os locais, mas sim para os turistas, com autom\u00f3veis, motos, trotinetes el\u00e9tricas e at\u00e9 com bicicletas el\u00e9tricas. Ou seja, o importante \u00e9 termos acesso a um meio de mobilidade que seja o mais adequado \u00e0s nossas diferentes necessidades.\u201d<\/em>&nbsp;Mas se a mobilidade partilhada pode e deve ser implementada nos A\u00e7ores, h\u00e1 outras ideias que o Diretor da Unidade Autom\u00f3vel, Mobilidade e Cidades do CEiia apresentou:&nbsp;<em>\u201cNo CEiia cri\u00e1mos uma ideia que se chama AYR &#8211; Are You Ready. A ideia \u00e9 tentar medir as emiss\u00f5es que poupamos e transformar essas poupan\u00e7as numa criptomoeda. E, atrav\u00e9s dela, conseguir fazer um mercado local de carbono, onde possa ser transacionada. Por exemplo, em Matosinhos, onde est\u00e1 implementado o primeiro prot\u00f3tipo do AYR, quem usar uma bicicleta pode pagar parte do imposto municipal com o AYR. E porque n\u00e3o pensar nos A\u00e7ores como uma experi\u00eancia onde se possa ter um mercado de carbono? E isso n\u00e3o tem de ser necessariamente individual. Os turistas podem usar e at\u00e9 os operadores podem demonstrar o seu empenho em sustentabilidade.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gon\u00e7alo Trindade, da Dire\u00e7\u00e3o Regional da Ci\u00eancia e Transi\u00e7\u00e3o Digital dos A\u00e7ores<\/strong>, afirmou:&nbsp;<em>\u201cO digital n\u00e3o vai resolver todos os problemas, vai ajudar a resolv\u00ea-los. No centro da transforma\u00e7\u00e3o est\u00e3o as pessoas e se as pessoas n\u00e3o compreenderem como \u00e9 que o digital e as tecnologias poder\u00e3o ajud\u00e1-las e a beneficiarem os seus neg\u00f3cios, dificilmente a transforma\u00e7\u00e3o se far\u00e1. A nossa vis\u00e3o \u00e9 termos uma regi\u00e3o digital, mas preservando e tendo o cuidado de potenciar as tradi\u00e7\u00f5es, os costumes, a identidade, a cultura e sem deixar ningu\u00e9m para tr\u00e1s. Mas como \u00e9 que vamos enfrentar os desafios que temos pela frente? Um dos pilares em que vamos apostar \u00e9 na educa\u00e7\u00e3o. O nosso sistema de ensino tem de ter a capacidade de se adaptar, de evoluir, de dar \u00e0s crian\u00e7as de, hoje, a capacidade de, no futuro, analisarem os problemas que v\u00e3o ter e de resolv\u00ea-los. E temos de ter a capacidade de atrair recursos humanos especializados, em sintonia com os centros de investiga\u00e7\u00e3o que temos nos A\u00e7ores.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Sublinhe-se que, no \u00e2mbito do VisitAzores Tourism Forum, tamb\u00e9m foram promovidas Master Classes para os associados da ATA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Turismo dos A\u00e7ores. Sess\u00f5es que contaram com uma ades\u00e3o muito significativa e onde foi partilhada informa\u00e7\u00e3o e diferentes ferramentas decisivas para a digitaliza\u00e7\u00e3o e profissionaliza\u00e7\u00e3o das empresas e dos profissionais do setor do turismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a ATA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Turismo A\u00e7ores &#8211; Convention and Visitors Bureau promove o destino A\u00e7ores como destino tur\u00edstico de Natureza, com uma forte componente experiencial, nos mercados emissores estrat\u00e9gicos. O objetivo \u00e9 aumentar de forma sustentada o volume de dormidas em todas as ilhas dos A\u00e7ores, bem como o aumento de receitas para todos os stakeholders do setor da atividade tur\u00edstica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dados est\u00e3o lan\u00e7ados\u2026 Os A\u00e7ores n\u00e3o podem tornar-se num destino tur\u00edstico massificado. 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