O PORTUGUÊS MIGUEL FAÍSCA JÁ DEFENDE AS CORES DA NISSAN EM PROVAS OFICIAIS

– Aos comandos de um Nissan 370Z, Miguel Faísca conquistou um pódio na prova de estreia

– Este fim-de-semana, o português esteve em destaque na pista de Silverstone, ao conquistar um 8º lugar

Há mais um português em busca do estrelato na alta-roda do automobilismo mundial. Cerca de um mês depois da vitória no GT Academy europeu (o inovador programa da Nissan e da PlayStation® que tem transportado talentos das corridas virtuais para as reais), Miguel Faísca já participa em competições oficiais. Há uma semana conquistou o primeiro pódio da carreira na pista de Castle Combe, depois de obter o 3º lugar da categoria, aos comandos de um Nissan 370Z. Este fim-de-semana, em Silverstone, na última jornada do calendário do Dunlop Production Touring Car Trophy, problemas de electrónica ditaram a desistência na primeira corrida, enquanto na segunda conquistou um positivo 8º lugar.

Como confessa Miguel Faísca, as primeiras semanas como piloto profissional da Nissan têm sido vividas “com grande felicidade. Graças à Nissan e à PlayStation estou a concretizar um sonho de criança! Estou em Inglaterra desde o dia 2 de Outubro e, à partida, só devo regressar a Portugal no início de Dezembro. Com isto percebe-se a intensidade do programa a que estamos a ser sujeitos”, sublinha o português, numa referência aos quatro vencedores, de outras tantas regiões, da edição deste ano do GT Academy.

Na realidade, a carreira de um piloto profissional está longe de se fazer apenas de corridas e, nesse sentido, Miguel Faísca tem sido sujeito a um intenso plano de treinos a nível físico, psicológico e técnico. As participações nas provas deste e do último fim-de-semana visaram adquirir experiência, mas também as assinaturas suficientes para ter a licença internacional.

Por esse motivo, pese embora o brilhante pódio conquistado na prova de estreia (na pista de Castle Combe), Miguel Faísca admite que “mais do que os resultados, tenho estado concentrado em absorver o máximo de informação. Nas corridas e, de acordo com o que me foi pedido pela equipa, não tenho corrido riscos. Nunca protagonizei qualquer acidente ou saída de pista, pois estou consciente que, nesta fase, o mais importante é acumular quilómetros em competição. Mas claro que me tenho divertido e andado depressa”.

A prova deste fim-de-semana, em Silverstone, foi disso exemplo. Se problemas de electrónica obrigaram Miguel Faisca a desistir na primeira corrida, “pois a partir da quarta volta o motor deixou de fazer mais do que 2.000 rotações por minuto”, na segunda corrida o piloto nacional conquistou um positivo 8º lugar: “Foi uma bela corrida. Apesar da tracção traseira não ser o maior aliado à chuva, diverti-me imenso com o Nissan 370Z. Protagonizei umas lutas muito interessantes e, no final, fui premiado com um bom resultado e com uma volta bastante rápida. Mas mais importante foi o facto de ter somado mais uma assinatura para a licença internacional”, afirmou Miguel Faísca.

FIM

CARLOS SOUSA ABANDONA GRANDE RALI DA CHINA A 100 KM DA META

Liderando a classificação desde a terceira etapa e dispondo de uma vantagem de quase 29 minutos para os seus mais diretos perseguidores à entrada para a última etapa, Carlos Sousa e Miguel Ramalho foram hoje surpreendidos por uma princípio de incêndio no seu Great Wall que obrigou a dupla portuguesa a abandonar o Grande Rali da China a apenas 100 km da meta. Um final verdadeiramente inglório para a equipa que em janeiro de 2014 regressará ao rali Dakar para defender, pelo terceiro ano consecutivo, as cores do maior fabricante automóvel da China.

Aquela que prometia ser a etapa de consagração para Carlos Sousa e Miguel Ramalho transformou-se, afinal, num verdadeiro pesadelo para dupla portuguesa da Great Wall, que desde a terceira etapa liderava folgadamente a primeira edição do Grande Rali da China…

Com 28m16s de vantagem na classificação para o seu colega de equipa da Great, o chinês Zhou Yong, o piloto português parecia ter a sua corrida perfeitamente controlada, tanto mais que prometia adotar um andamento cauteloso nos últimos 246 km cronometrados, precisamente para se colocar a salvo de qualquer imprevisto mecânico.

Contudo, e de forma totalmente inglória, o “azar bateu à porta” de Carlos Sousa na 13ª e última etapa do Grande Rali da China, depois de um curto-circuito, a 100 km do final, desligar o carro e precipitar um princípio de incêndio que destruiu por completo a instalação elétrica do SUV Haval

“Foi um final frustrante! De um momento para o outro, o carro desligou-se e, apesar de todas as nossas tentativas, não mais conseguimos voltar a ligá-lo. A instalação elétrica ficou destruída na sequência de um curto-circuito cuja origem ainda desconhecemos. Nem mesmo a equipa de assistência rápida foi capaz de solucionar o problema, uma vez que o cabo elétrico que alimenta os injetores ficou queimado, impedindo o carro de voltar a funcionar”, explicou, desolado, Carlos Sousa.

“Estivemos cerca de duas horas junto ao carro a fazer todo o tipo de experiências, mas nada resultou. Depois de tantos quilómetros e de tanto esforço, não merecíamos este desfecho. Mas as corridas são mesmo assim e, mesmo apesar desta inglória desistência, a participação nesta prova revelou-se uma experiência fantástica, quer pela beleza das etapas e paisagens que aqui encontrámos, quer pelas importantes conclusões que retirámos em termos de afinações, nomeadamente ao nível das novas suspensões e da nova gestão eletrónica do motor. Nesse capítulo, acho que podemos encarar o próximo Dakar com renovado otimismo”, destacou o piloto português, vencedor de 7 etapas do Grande Rali da China.

Mas Carlos Sousa leva ainda outras certezas desta sua primeira experiência em solo asiático: “Depois das várias conversas que fui tendo com os responsáveis da Great Wall, ficou praticamente assente que este projeto vai ter continuidade para lá do Dakar 2014 e que a equipa está determinada em realizar um grande investimento nesta modalidade, que está a ter cada vez maior popularidade e projeção aqui na China. Enfim, são boas notícias que deverão ser confirmadas e divulgadas muito em breve pela Great Wall”, concluiu Carlos Sousa, que hoje mesmo iniciou a sua viagem de regresso a Portugal.

CARLOS SOUSA E MIGUEL RAMALHO (GREAT WALL) PERTO DA VITÓRIA NO GRANDE RALI DA CHINA

Carlos Sousa e Miguel Ramalho estão a 246 quilómetros da consagração do Grande Rali da China. Os portugueses partem para a derradeira etapa do “Dakar” asiático com quase meia hora de vantagem para o colega de equipa Zhou Yong e, em condições normais, nada os impedirá de chegar à vitória. É grande, portanto, a expetativa em relação ao dia de amanhã. Está em jogo mais um importante sucesso para a dupla nacional, mas também um moralizador triunfo para a Great Wall, o maior fabricante automóvel privado da China!

Os portugueses Carlos Sousa e Miguel Ramalho estão a 24 horas de fazer história, como os primeiros vencedores do Grande Rali da China, uma espécie de “Dakar” asiático face à extensão, dureza e meios envolvidos na organização. A dupla da Great Wall parte para os 246 quilómetros que compõem a última etapa com 28m16 de vantagem sobre o mais direto adversário e tudo se conjuga para que o hino nacional se faça ouvir no maior país da Ásia Oriental, mas também o mais populoso do mundo!

Como admite Carlos Sousa, “se tudo correr normalmente, a vitória não nos escapará. Claro que, em 246 quilómetros, muita coisa pode acontecer, mas apesar da vantagem sobre o segundo classificado, vamos partir para a derradeira etapa bastante concentrados, de modo a evitarmos as eventuais armadilhas do terreno”.

Os portugueses, que venceram mais de etapa das etapas até agora disputadas, confessam a satisfação “pela forma como a prova tem corrido. Tem sido uma excelente experiência e, não raras vezes, demos por nós a imaginar que estávamos de regresso ao Dakar de África. Com as paisagens mais inóspitas, com os imensos desertos e, sobretudo, com percursos quase virgens. Não temos dúvidas que o Grande Rali da China tem condições para ser uma das grandes provas mundiais de todo-o-terreno, ainda que tenha de rever muitas situações ao nível da organização”.

Mas para além da experiência em solo asiático, os portugueses congratulam-se com o facto de terem adquirido “algum ritmo para o próximo Dakar e, acima de tudo, desenvolvido imensos testes com o Great Wall. A marca efetuou um bom trabalho de desenvolvimento, sobretudo ao nível das suspensões. Em relação ao motor, os progressos são praticamente irrelevantes, mas talvez ainda seja possível melhorar até à próxima edição do Dakar”.

Nesse sentido, Carlos Sousa realça “o entusiasmo e a motivação dos responsáveis da marca durante estes dias. O impacto mediático da equipa tem sido incrível e eu confesso que, poucas vezes na minha carreira, dei tantas entrevistas e autógrafos. A Great Wall vive uma enorme euforia e o futuro pode ser bastante risonho, pois os seus responsáveis estão a ponderar um investimento muito mais forte e ambicioso na modalidade, nomeadamente no Dakar”.

 

Amanhã, sábado, disputa-se a derradeira etapa do Grande Rali da China, numa extensão de 246 quilómetros.

CARLOS SOUSA E MIGUEL RAMALHO (GREAT WALL) LIDERAM O GRANDE RALI DA CHINA

Carlos Sousa e Miguel Ramalho lideram destacados o Grande Rali da China, uma espécie de Dakar asiático, quer pela extensão e dureza da prova, quer pelos meios envolvidos. A dupla portuguesa venceu três das cinco etapas já disputadas e à entrada do deserto de Gobi – o quinto maior do mundo em extensão! – dispõe de 6m38s de vantagem para os mais diretos adversários. A prova termina no próximo dia 29 de setembro e o piloto de Almada confessa que “os objetivos passam por manter a liderança. É um resultado que gostaria de juntar ao meu palmarés, até pela importância que tem para a Great Wall», o maior fabricante automóvel privado da China!

Apesar dos condicionalismos inerentes a uma estreia em solo asiático e às dificuldades associadas à leitura de um “road-book” em Mandarim(!), Carlos Sousa e Miguel Ramalho estão a cumprir com os objetivos definidos à partida do Estádio Olímpico de Pequim, no passado dia 15: lideram o Grande Rali da China e estão a desenvolver importantes testes com vista à próxima edição do Dakar.

Para já, estão cumpridas cinco de 15 etapas, de um percurso total com 6.008 quilómetros de extensão… E ultrapassado que está o primeiro terço do “Dakar” asiático, a dupla Carlos portuguesa considera que “a experiência está a ser bastante positiva. Estamos na liderança da prova, vencemos três das cinco primeiras etapas e, com maior ou menor dificuldade, temos conseguido superar os problemas de navegação resultantes da leitura de um ‘road-book’ em… chinês, mas também do facto de estarmos a abrir a estrada”.

 Carlos Sousa admite que os objetivos passam por “conquistar a vitória do Grande Rali da China. Ainda temos muitos quilómetros e dificuldades pela frente, mas estamos confiantes e cada vez mais adaptados ao tipo de terreno. Estamos ansiosos por fazer a travessia do deserto de Gobi, o quinto maior do mundo em extensão e um dos mais desconhecidos. Aliás, em termos de percursos, a prova tem sido fantástica, a fazer lembrar o Dakar nos tempos em que se disputava em África”.

Mas se, para a dupla nacional, a liderança constitui motivo de “orgulho e de satisfação, até pela importância que o resultado está a ter para a Great Wall”, a verdade é que, “tão ou mais importantes, são os testes que estamos a desenvolver com vista à próxima edição do Dakar”, salienta Carlos Sousa.

“Ao nível das suspensões, que são novas, não tenho dúvidas que o carro evoluiu imenso. Já ao nível da gestão de eletrónica do motor, ainda há muito a fazer para que possamos falar em progressos, mas a equipa está a trabalhar no sentido de melhorar essa questão. Por outro lado, destaco outro aspeto importante desta participação: o ritmo competitivo que estou a ganhar, pois não entrava em competição há oito meses!”

Recorde-se que, cumpridas que estão cinco das 15 etapas que constituem o Grande Rali da China, Carlos Sousa e Miguel Ramalho (Great Wall SUV Haval) lideram com 6m38s de vantagem para a Nissan Navara do Wei Huan, enquanto o colega de equipa da Great Wall, Zhou Yong, ocupa a 3ª posição, a 49m14s dos portugueses.

Cumprida a primeira de duas jornadas de descanso, que as cerca de 150 equipas em prova cumpriram no Bivouac instalado junto às dunas de Ejinaqui, a competição prossegue com uma das mais longas e temidas etapas desta prova.Nissan Navara de Wei Huan, 2º no final do dia a 3m37s de Carlos Sousa.Nissan Navara de Wei Huan, 2º no final do dia a 3m37s de Carlos Sousa.

 

CARLOS SOUSA E A GREAT WALL MARCAM O RITMO NAS PRIMEIRAS ETAPAS DO GRANDE RALI DA CHINA

Carlos Sousa e Miguel Ramalho, aos comandos de um SUV Haval, estão já a marcar o ritmo da primeira edição do Grande Rali da China. A dupla portuguesa perdeu 10 minutos logo na etapa inaugural da prova, devido a um erro de navegação quando abria a pista, vingando-se depois na etapa seguinte, que venceu com autoridade, recuperando minuto e meio ao colega de equipa e líder do rali, Zhou Yong. Ou seja – e para já – domínio total dos carros inscritos pela Great Wall Motors.

Carlos Sousa e Miguel Ramalho precisaram de apenas dois dias para se estrearem a vencer no continente asiático, impondo-se a toda a concorrência – concretamente 157 equipas – na segunda de 13 etapas do Grande Rali da China, cuja cerimónia de partida decorreu no passado do domingo, no Estádio Olímpico de Pequim.

A dupla portuguesa, que está a disputar esta prova como forma de preparar a sua participação no Rali Dakar de 2014, foi a mais rápida a percorrer os 165 quilómetros da especial que começou e terminou em Duguitala, num percurso onde a navegação, e em especial a leitura do road book, voltou a ser principal dor de cabeça para os concorrentes, sobretudo os estrangeiros.

“Apesar de todo o esforço que está a ser feito pela Organização, por exemplo ao nível da promoção e cobertura mediática deste evento, a verdade é que temos sido confrontados com algumas situações insólitas, já que toda a informação fornecida – desde o caderno de itinerário às próprias classificações e aditamentos – está exclusivamente em Mandarim! À exceção das mudanças de direção, pouco mais conseguimos decifrar no road-book… Pior só mesmo nos percursos de ligação, onde é impossível ler um sinal. Enfim, são as aspetos a rever no futuro pela Organização, sobretudo se quiser colocar esta prova num calendário internacional”, alertou Carlos Sousa, que logo na etapa inaugural não evitou um erro de navegação que lhe custou mais de 10 minutos.

“Foi um início algo atribulado, porque nos perdemos logo nos primeiros quilómetros da etapa, quando ainda tudo era uma novidade e ainda por cima estávamos a abrir a estrada. Não estou muito preocupado com o tempo perdido, até porque ainda faltam muitos dias de prova e este é um atraso perfeitamente recuperável, não obstante o nível de alguns pilotos e carros presentes”, destacou.

“Nesta altura, a minha maior apreensão, tal como a do Miguel (Ramalho), é mesmo com a comida local… Não consigo habituar-me e temo que isso venha a ser um problema até final do rali”. 

Um rali que, para já, é liderado por Zhou Yong, precisamente o colega de equipa de Carlos Sousa na Great Wall Motors, que nesta segunda etapa – “muito arenosa e a fazer lembrar África” – cedeu apenas 1m26s para o português, depois de ter já vencido a curta especial da véspera.

“É sinal que estamos no bom caminho e que a equipa está cada vez mais competitiva. Falta agora tirar o melhor partido destas últimas evoluções, tanto ao nível das suspensões como da gestão eletrónica do motor”, concluiu Carlos Sousa.

A terceira etapa do Grande Rali da China, que levará os concorrentes de Duguitala até Zuoqui, compreende uma especial de 194 quilómetros que marcará a aparição das primeiras dunas.

CARLOS SOUSA PROLONGA LIGAÇÃO À GREAT WALL MOTORS E VAI DISPUTAR O GRANDE RALI DA CHINA A PARTIR DESTE DOMINGO

Preparando o regresso ao Rali Dakar em janeiro de 2014, de novo para representar as cores do maior fabricante automóvel privado da China, a Great Wall Motors, Carlos Sousa vai participar, já a partir deste domingo e até ao próximo dia 29 de setembro, na 1ª edição do Grande Rali da China. A prova, uma espécie de Dakar asiático, será disputada ao longo de 6 mil quilómetros e 15 etapas, ligando a capital Pequim à província de Gansu, no noroeste da China…
Oito meses depois de completar o seu 14º Dakar, terceiro ao serviço da equipa Great Wall Motors, Carlos Sousa está de regresso à competição, iniciando, já a partir deste domingo, 15 de setembro, em Pequim, a participação na primeira edição do Grande Rali da China, considerado uma espécie de Dakar asiático, quer pela sua extensão, quer pelos meios envolvidos na sua organização.
Com estatuto de cabeça-de-cartaz da prova idealizada e dirigida pelo francês Hubert Auriol, Carlos Sousa, que recentemente prolongou a sua ligação à Great Wall Motors, será um dos 120 participantes a largar, amanhã, do Estádio Olímpico de Pequim, para esta longa e debutante maratona, disputada ao longo de 6.008 quilómetros, divididos por 15 etapas.
“Será a minha estreia competitiva no continente asiático e uma oportunidade fantástica para ganhar algum ritmo competitivo e preparar a participação no próximo Dakar”, afirma Carlos Sousa, que nesta participação voltará a fazer dupla com Miguel Ramalho.
“É uma prova completamente nova, pelo que não sei o que poderemos esperar em termos de dificuldades. Em todo o caso, acredito que a passagem pelo deserto de Gobi (o quinto maior do mundo em extensão) poderá constituir o ponto alto deste rali”, admite o piloto, sem rejeitar alguma dose de favoritismo.

“Vou entrar nesta prova para dar o meu melhor e, se possível, lutar pela vitória, aproveitando a nossa experiência. Sei que há algumas equipas europeias inscritas, embora a grande maioria sejam pilotos locais, cujo nível competitivo desconheço. A exceção é mesmo o meu colega de equipa – o chinês Zhou Yong – que se preparou bastante para esta prova e poderá ser um forte adversário, pelo seu conhecimento privilegiado do terreno”.
“Em todo o caso” – e tal como sublinha Carlos Sousa –, “mais do que o resultado desportivo, quero mesmo é fazer quilómetros e validar as últimas evoluções introduzidas no SUV Haval, nomeadamente ao nível das suspensões e da gestão eletrónica do motor. Duas novidades que, pelo que já pude constatar em França, durante um curto teste que realizámos no final de agosto, poderão representar um importante salto competitivo em termos de performance. Agora, é preciso encontrar o melhor setting”, revela o português, já com os olhos postos no Dakar 2014.
“Costumo sempre dizer que, se uma equipa quiser ter a ambição de lutar por um pódio no Dakar, precisa evoluir o seu carro a cada seis meses… Continuamos muito longe do potencial e dos meios à disposição das principais equipas do pelotão, mas vamos, pelo menos, procurar não baixar a nossa performance”, conclui Carlos Sousa, que nas três últimas participações no Dakar com a Great Wall Motors garantiu sempre um fantástico 6º lugar da classificação final.

O MOURINHO DOS AUTOMÓVEIS!

NUNO PINTO É O TREINADOR PORTUGUÊS QUE LANÇA TALENTOS NA F1

 

. Piloto espanhol e holandês estão a testar com a Williams e a Sauber

. Trabalho de treino português foi decisivo e é inovador a nível mundial

. Respeito nos “paddocks” de todo o Mundo

 

A analogia com José Mourinho não é um exagero, também há outro “Special One” português, mas este nos automóveis. Ele é “só” o treinador de algumas das maiores esperanças do automobilismo mundial e dois dos seus pilotos estão mesmo a participar na única sessão de testes de Fórmula 1 desta temporada reservada a rookies. Sim, na pista britânica de Silverstone, as cores nacionais não estão apenas representadas por António Félix da Costa, mas também pelo treinador de pilotos Nuno Pinto e pela sua empresa (também portuguesa) WinWay.

Ao contrário do jogador José Mourinho, o piloto Nuno Pinto teve até um percurso marcado por alguns sucessos em competições nacionais. Já enquanto treinadores, os dois começaram a carreira ainda antes de cumprirem 30 anos de idade, mas enquanto José Mourinho foi campeão nacional, pela primeira vez (no FC Porto), aos 40 anos, Nuno Pinto saboreou o champanhe do seu primeiro sucesso aos… 34 anos!

As diferenças que os separam vão ainda para além dos 15 anos de diferença. José Mourinho tem 50 e Nuno Pinto 35 anos. Um é de Setúbal e o outro é de Lisboa. Um é o treinador mais bem pago do mundo e trabalha por conta de outrem e o outro é um dos poucos treinadores que existem no universo do desporto automóvel e trabalha por… conta própria. Nuno Pinto é também o accionista principal e o gerente da WinWay – Intensive Driver Development Program, a empresa portuguesa que treina os pilotos.

Nuno Pinto, não deixa de ser curioso, admite uma “imensa admiração” por José Mourinho. «Ele é um exemplo para todos os portugueses: na frontalidade, na capacidade de liderança, no profissionalismo, na dedicação, nos sucessos. Eu só lamento que tenha tido uma passagem tão curta pelo Benfica, o clube do meu coração. Um dia gostava de ter a oportunidade de o conhecer. Talvez ganhe coragem para o convidar a assistir a uma corrida… Mas se esse será um dia marcante para Nuno Pinto, o de hoje não o é menos. Afinal, dois dos pilotos treinados pela WinWay estão em acção na pista de Silverstone, na única sessão de testes de Fórmula 1 reservada a rookies. «É um motivo de grande alegria e orgulho para a WinWay. O projecto foi formalmente constituído em 2010 e, em apenas três anos, chegamos com dois pilotos à disciplina máxima do desporto automóvel. É verdadeiramente fantástico! É verdade que, para os pilotos que treinamos, sempre tivemos a Fórmula 1 como objectivo, mas sendo um meio tão exclusivo e tão reservado, é claro que tínhamos dúvidas da altura em que o íamos conseguir. Esta é uma disciplina muito competitiva, mas temos legítimas aspirações em colocar um piloto Mundial de Fórmula 1».

Pelo facto da WinWay ser uma empresa nacional, não deixa de ser curioso que não treine um único piloto nacional. «Infelizmente não trabalhamos com nenhum piloto português. A conjuntura económica poderá servir de justificação, uma vez que, a seguir ao António Félix da Costa, há um vazio geracional que, a curto prazo, dificilmente será preenchido. No entanto, por razões óbvias, claro que, um dia, a WinWay gostaria de levar um piloto nacional ao topo do automobilismo». Por agora, os pilotos WinWay com a Fórmula 1 a um passo são o espanhol Daniel Juncadella e o holandês Robin Frijns.

No “Rookie Days” de Silverstone, o primeiro está a evoluir aos comandos de um Williams-Renault e o segundo num Sauber-Ferrari. «São dois dos nossos pilotos que vêm premiado o seu talento, trabalho e dedicação. Só um grupo muito restrito consegue ter uma oportunidade na Fórmula 1 e os dois já estão a ter essa oportunidade. O Dani (Juncadella) aos 22 e o Robin (Frijns) aos 21 anos. Os dois são, sem dúvida, talentos de excepção, mas tiveram a capacidade e a humildade de perceberem que poderiam evoluir ainda mais com a ajuda de um treinador e de uma estrutura como a da WinWay. Por isso, estamos também orgulhosos de os termos acompanhado até aqui».

E, em Silverstone, Nuno Pinto é a “sombra” dos dois jovens pilotos, fazendo com eles o reconhecimento da pista a pé, analisando a telemetria, discutindo as melhores trajectórias e pontos de travagem e até controlando a preparação física, mas também a alimentação dos seus atletas.

Até ao dia de hoje, são vários os títulos e as vitórias conquistadas por pilotos treinados por Nuno Pinto no automobilismo ao mais alto nível. Nos primeiros anos, acumulou a carreira com a gestão hoteleira, mas em finais de 2009 o potencial encontrado levou-o a constituir a WinWay (em conjunto com o amigo Nuno Cabral), oferecendo serviços específicos que raramente estavam à disposição de pilotos: «Senti necessidade de prestar um serviço ainda mais profissional e foi assim que nasceu a WinWay. Uma estrutura criada com o intuito de apoiar os jovens pilotos na progressão das suas carreiras no deporto automóvel, oferecendo um leque de serviços mais abrangente do que o tradicional “manager” ou agente. Daí que a nossa grande aposta seja o “coaching” e a formação, com um apoio directo aos pilotos em pista. Na generalidade dos desportos os atletas de elite são treinados e acompanhados pelo seu treinador e eu não percebia por que razão os automóveis eram uma excepção. Hoje, é esse o serviço que prestamos. A WinWay acompanha os seus pilotos na totalidade das provas, mas também em diversas actividades complementares, fora dos períodos de competição em pista».

Exemplo disso mesmo é o facto dos dois pilotos que estão a testar os Fórmula 1, em Silverstone, terem acompanhamento total: «Desde 2010 – e no caso do Dani até desde mais cedo – nenhum deles participou numa corrida ou teste sem a presença da WinWay! Ou seja, desde que saíram dos karts e se estrearam nos monolugares, todos os passos foram dados com o nosso apoio».

Para além do “coaching”, a WinWay oferece os tradicionais serviços de management, gestão de imagem, aconselhamento e apoio na angariação de patrocínios, embora Nuno Pinto reconheça que «o grande foco da empresa está, sem dúvida, na melhoria da performance dos pilotos em pista e no potenciamento das suas qualidades como atletas de alta competição, partilhando toda a experiência acumulada ao longo de duas décadas no desporto automóvel».

Sendo o desporto automóvel e a Fórmula 1, em particular, uma modalidade tão exclusiva e competitiva, não deixa de ser notável que uma empresa nacional, com apenas três anos de actividade, consiga levar dois dos seus pilotos à Fórmula 1 – apenas quatro portugueses conseguiram, até hoje, esse feito: Nicha Cabral, Pedro Matos Chaves, Pedro Lamy e Tiago Monteiro. «Estamos, naturalmente, satisfeitos e orgulhosos. Estarmos estes dias no seio da Fórmula 1 demonstra que estamos a fazer bem o nosso trabalho. Hoje, somos conhecidos e respeitados nos “paddocks” de todo o mundo. Os convites da Williams-Renault e da Sauber-Ferrari só nos dão ainda mais motivação para o futuro».

 Prestando este tipo de serviços a pilotos, a WinWay acabou naturalmente por ser recrutada por equipas, como são exemplo a italiana Prema Powerteam e a inglesa Fortec Motorsports, duas das mais experientes e bem sucedidas estruturas das categorias antecâmara da Fórmula 1. Quanto a recursos humanos, são três os elementos que integram a WinWay: Nuno Pinto, Pieter Belmans e, desde esta época, Francisco Villar. «Uma estrutura reduzida, que obriga a que cada um acumule muitas milhas e horas de voo por ano, mas que permite manter um nível de serviço de acordo com o que preconizamos para o projecto».

Principais resultados WinWay:

2009    Vice-Campeão Fórmula BMW Europa – Daniel Juncadella

2010    Campeão Fórmula BMW Europa – Robin Frijns

2011    Campeão Fórmula Renault 2.0 Europa – Robin Frijns

2011    Vencedor Fórmula 3 Intercontinental Cup / GP Macau F3 – Daniel Juncadella

2012    Campeão Fórmula 3 EUROSERIES + FIA F3 European CUP + Masters Zandovoort – Daniel Juncadella (primeiro piloto na história a ganhar todos os títulos de F3 num prazo de 1 ano – Macau, Masters e Campeonato da Europa)

2012    Campeão World Series by Renault – Robin Frijns (o primeiro piloto a ganhar 3

títulos consecutivos, em 3 fórmulas de formação. Uma proeza que nunca foi alcançada por pilotos como Senna, Schumacher, Hamilton ou Vettel).

2013    Vencedores de provas na GP2 (Robin Frijns) e Pódio no DTM em Norisring (Daniel Juncadella).

Lisboa, 18 de Julho de 2013

4º LUGAR DE NUNO MATOS E FILIPE SERRA NA BAJA TERRAS DE ALCOUTIM

Mesmo realizando cerca de 250 km sem a proteção do pára-brisas do Opel Mokka Proto, consequência de um toque numa árvore que obrigou a equipa a prolongada paragem na Assistência, dupla de Portalegre não baixou os braços, vindo a terminar num fantástico 4º lugar

 

Numa prova duríssima e repleta de incidências logo a partir da Super Especial, Nuno Matos e Filipe Serra resistiram a praticamente tudo – incluindo a um toque numa árvore que deixou o Opel Mokka Proto sem pára-brisas desde o km 104 – para concluírem a Baja Terras de Alcoutim num improvável 4º lugar da classificação final.

Depois de na véspera terem forçado uma penalização de 1m para evitarem o pó de um concorrente mais lento que partia à sua frente na Super Especial, não deixa de ser irónico que Nuno Matos e Filipe Serra cumpriram hoje praticamente todo o percurso do Setor Seletivo sem a proteção do pára-brisas do seu carro, num incidente que quase precipitou o seu abandono, numa altura em que até já lutavam por um lugar no pódio.

“Quando vi o estado em que ficou o carro após o toque que demos na ramagem de uma árvore, a minha reação imediata foi dar a corrida por terminada logo ali, porque achei que era impossível continuar naquelas condições… Só passados alguns minutos é que decidimos continuar e tentar, pelo menos, chegar à Zona de Assistência”, contou Nuno Matos, após acumular um atraso superior a 28m e baixar de 3º para 10º da geral.

“Após retirarmos os vidros que ainda restavam no pára-brisas e improvisarmos uns óculos que nos protegessem do pó, regressamos novamente à corrida, na esperança de recuperarmos ainda alguns lugares na classificação”, revelou.

Frescos e revigorados pela paragem, Nuno Matos e Filipe Serra assumiram uma toada de ataque até final, chegando a ser a equipa mais rápida em pista, recuperando 5m ao líder na última fase do percurso e conseguindo ainda chegar ao 4º lugar final.

“Apesar de todos os contratempos, demonstrámos uma vez mais o enorme potencial deste carro quando puxado ao limite. Temos de estar confiantes que o nosso dia chegará… Para já, resta-nos saborear este 4º lugar, que face a todas as condicionantes que enfrentámos acaba até por ser um resultado inesperado”, concluiu o piloto.

Completa que está a primeira metade do calendário, o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (CPTT) inicia agora uma pausa de dois meses, regressando nos dias 7 e 8 de setembro com a Baja TT Proença-Oleiros.

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

Cl.        Piloto/Navegador                            Viatura                                  Tempo/Dif.

1º        Miguel Barbosa/Miguel Ramalho     Mitsubishi Racing Lancer      4h53m16,3s

2º        Helder Oliveira/Filipe Palmeiro        BMW Serie 1 proto                a 5m18,4s

3º        Pedro Grancha/Inês Ponte                BMW Evo X1                          a 18m55,4s

4º        Nuno Matos/Filipe Serra                 Opel Mokka Proto                a 26m32,5s

5º        Edgar Condenso/Nuno Silva              Izusu D-Max                           a 33m01,6s

(…)

 

NUNO MATOS E FILIPE SERRA FORÇAM PENALIZAÇÃO PARA EVITAR PÓ DE CONCORRENTE MAIS LENTO

Prejudicada pela ordem de partida definida pela Organização – largaram para a Super Especial imediatamente atrás de um concorrente inscrito na categoria T8! – dupla de Portalegre não foi além do 5º lugar neste primeiro dia da Baja Terras de Alcoutim
Confirmando os seus piores receios, devido à ordem de partida definida pela Organização, Nuno Matos e FilipeSerra protagonizaram, esta tarde, no Algarve, um arranque difícil na Baja Terras de Alcoutim, a terceira prova do ano pontuável para o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (CPTT).
Largando para a Super Especial imediatamente atrás de um concorrente inscrito na categoria T8, a dupla dePortalegre viu a sua prova ficar comprometida apenas 2 km após a partida: “Lamentavelmente, o Colégio de Comissários Desportivos ignorou o nosso apelo, mantendo a ordem de saída e recusando alargar o tempo entre partidas de 1 para 2m. O resultado, infelizmente, foi aquele que já prevíamos: Pouco mais de 2 km após a partida, apanhámos o concorrente que saiu à nossa frente e fomos no seu pó até final, prejudicando naturalmente a nossa prestação”, lamentou Nuno Matos, que nesta primeira passagem pelos 6,75 km da SuperEspecial realizaria apenas o 7º tempo, gastando mais 54s que o mais rápido.Adivinhando idêntico desfecho na segunda passagem pelo rápido e traiçoeiro percurso desta Super Especial, e também por uma questão de segurança – critério que o próprio CCD ignorou! – , Nuno Matos optou deliberadamente por penalizar, retardando a sua partida em 1m: “Logicamente que preferia não ter de juntar este minuto ao meu tempo final, mas acho que foi a melhor solução, pois caso contrário arriscaria largar muito atrasado para a etapa de amanhã”.Com efeito, e validando esta tática… forçada, o piloto de Portalegre conseguiu retirar cerca de 40s à sua anterior marca, subindo ao 5º lugar da classificação geral. “É o resultado possível face a todos estes imponderáveis. Apesar do atraso que hoje acumulámos, vamos dar o nosso melhor na etapa de amanhã, procurando recuperar algumas posições e, se possível, chegar ainda aos lugares do pódio, prometeu Nuno Matos.
Com início agendado para as 11h00 deste domingo, o segundo e decisivo dia da Baja Terras de Alcoutim compreende um Setor Seletivo único com 300 km de extensão, estando a cerimónia do pódio prevista para as18h00.

 

NUNO MATOS E FILIPE SERRA PROSSEGUEM EVOLUÇÃO DO OPEL MOKKA PROTO POR TERRAS DE ALCOUTIM

Encerrando a primeira metade do calendário do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, a Baja Terras de Alcoutim, a disputar no Algarve já no próximo fim de semana, é o próximo desafio de Nuno Matos e Filipe Serra. Após as excelentes indicações recolhidas no Rali TT Serras do Norte,na prova que constituiu o batismo competitivo do novo Opel Mokka Proto, dupla de Portalegre acredita que será possível estar na luta pelos primeiros lugares da Baja Terras de Alcoutim…

Três semanas volvidas após a estreia oficial do Opel Mokka Proto no Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno(CPTT), Nuno Matos e Filipe Serra preparam o regresso à competição para disputarem, já neste sábado e domingo,dias 22 e 23 de junho, a Baja Terras de Alcoutim, terceira etapa do calendário nacional da disciplina, numa organização do Clube Automóvel do Algarve. Numa prova que constituirá uma novidade para todo o pelotão, a dupla de Portalegre está determinada em dar a melhor sequência ao trabalho de desenvolvimento que tem vindo a realizar no novo carro, sobretudo após as preciosas indicações recolhidas no Rali TT Serras do Norte.
“É lógico que há ainda um longo caminho a percorrer, mas estou confiante que vamos estar mais competitivos no Algarve, até porque já conhecemos melhor o carro e corrigimos alguns pormenores que identificámos ao longo da última prova, sobretudo ao nível do sistema de travões”, explicou Nuno Matos à entrada para a jornada que marca o fim da primeira metade do calendário.
“Embora muito motivados, temos que ser pacientes e perceber que este é um projeto recente e ainda com um potencial enorme para explorar. Para já, sabemos que temos uma excelente base de trabalho e que estamos no bom caminho. Sem pressões, os resultados vão começar a surgir naturalmente”, vincou o piloto, que chegou a ser o mais rápido em pista durante o Rali TT Serras do Norte.
“É um bom indicador do potencial deste carro e que naturalmente nos deixa muito motivados para os desafios que se seguem… Contudo, o nosso principal objetivo continua a ser acumular o maior número possível de quilómetros e dar continuidade ao desenvolvimento do Opel Mokka Proto”, concluiu Nuno Matos.

Contando com a presença de automóveis, motos, quads e buggys, a Baja Terras de Alcoutim será disputada ao longo de dois dias, sempre com o Guadiana como pano de fundo. A competição inicia-se no sábado à tarde, com a realização da tradicional Super Especial, num aperitivo de 6,75 km a percorrer por duas vezes pelos concorrentes. Para domingo fica reservada a dupla passagem pelo Setor Seletivo, com cerca de 150 km, integralmente disputado no concelho de Alcoutim. A aldeia do Pereiro volta a acolher a partida e a chegada, assim como a zona de assistência entre as duas voltas.

 

PROGRAMA

Sábado, 22 de junho
08h00/11h30 – Verificações Documentais (Centro Náutico)
08h00/12h00 – Verificações Técnicas (Bombeiros de Alcoutim)
11h00/12h45 – Entrada das viaturas em Parque de Partida (Cais do Guadiana)
15h15 –Partida do Parque de Partida para a Super Especial
16h00 –Partida para a Super Especial (2×6,75 km)
19h30 – Conferência de Imprensa (Centro Náutico)
Domingo, 23 de junho
10h00 –Partida do Parque Fechado
11h00 –Partida para o Setor Seletivo (2×150 km)
18h00 – Cerimónia do Pódio e entrega de prémios (Cais do Guadiana)