Renault Talisman e Espace com a gama de motores mais potentes de sempre

Com uma renovada gama de motores a gasolina e diesel, mais potentes, eficientes e tecnologicamente muito evoluídos, os Renault Talisman e Espace reforçam o posicionamento premium e a imagem de sofisticação que lhes é reconhecida.

Sempre na vanguarda da tecnologia, o Grupo Renault apresenta uma nova geração de motores a gasolina e Diesel para os modelos premium: Talisman e Talisman Sport Tourer, bem como o icónico Espace. Mais potentes e eficientes, os novos motores TCe 225 EDC FAP, Blue dCi 200 EDC estão equipados com evoluídas tecnologias de controlo de emissões e cumprem as mais recentes normas europeias anti-poluição.

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Apesar da acrescida preocupação com a eficiência e a redução de emissões e consumos, a Renault não abdica do prazer de condução, atributo há muito imbuído no ADN da marca e que se traduz em desportivos de exceção como os novos Alpine A110 e Mégane R.S. e R.S. Trophy, que partilham a base mecânica com o novo TCe 225.

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TCe 225 EDC FAP: focado no prazer de condução

O novo motor TCe 225 EDC FAP está focado no prazer de condução e nos desempenhos, como confirmam os números: 240 km/h de velocidade máxima e apenas 7,4 segundos para cumprir dos 0 aos 100 km/h – valores tendo como referência o Renault Talisman.

Com um sistema de injeção direta de gasolina e elevados valores de binário, proporciona uma experiência única ao volante. Sensações que são ampliadas pela resposta pronta e decidida da caixa automática de dupla embraiagem EDC de 7 relações.

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Concentrado de tecnologia

Desenvolvido pelos engenheiros da Renault e da Renault Sport, o quatro cilindros 1.8 Turbo de injeção direta foi concebido para oferecer o desempenho de um motor a gasolina de 2,0 litros, mas com uma acrescida eficiência. Um bloco que inclui um conjunto de soluções técnicas de vanguarda, incluindo um turbocompressor de dupla entrada e uma função de variação do tempo de abertura das válvulas com três posições.

Com uma gama de potências que vai dos 225 aos 300 cavalos, o evoluído 1.8 equipa os modelos topo de gama e os desportivos do Grupo: como o Espace e o Talisman, mas também os Alpine A110, Mégane R.S. e Mégane R.S. Trophy.

Para cumprir os mais exigentes padrões de controlo de emissões, o 1.8 é equipado com um filtro de partículas.

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Novos motores Diesel Blue dCi 200 EDC: no pelotão da frente da estratégia da Renault para os Diesel

Blue dCi 200 EDC: promessas de poder

O novo Blue dCi de 200 cv é um motor de alto desempenho com uns generosos 400 Nm de binário e, acoplado à caixa de velocidades automática de dupla embraiagem EDC de 6 relações, garante uma resposta pronta às solicitações do condutor em todas as situações de utilização e regimes de rotação. Um bloco que também impressiona pelos desempenhos: 237 km/h de velocidade máxima e apenas 7,6 segundos para cumprir dos 0 aos 100 km/h – valores tendo como referência o Renault Talisman.

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Montra tecnológica

O novo dCi 200 é uma verdadeira montra de tecnologia, proporcionando um ganho significativo de potência (mais 40 cv do que na anterior versão dCi 160) e binário (+20 Nm, com um total de 400 Nm). Apesar do aumento de potência, reivindica reduzidos consumos de combustível e uma diminuição efetiva das emissões de CO2. A tecnologia SCR reduz as emissões de óxido de nitrogénio (NOx), usando uma solução baseada em ureia (AdBlue®) que ajuda a transformar as emissões poluentes de NOx em azoto e água. A redução das emissões foi ainda otimizada, ao colocar o sistema SCR mais próximo do motor do que nas soluções anteriores, já que a eficiência do mesmo depende da temperatura dos gases de escape (controlo mais eficaz das emissões com o motor frio).

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Tecnologias ao serviço do desempenho

O intercooler arrefecido a água (CAC) junto aos coletores de admissão regula eficazmente a temperatura dos gases de escape o que, por sua vez, ajuda a melhorar as prestações e a diminuir os consumos e as emissões de CO2.

O atuador elétrico responsável pela variação da geometria da turbina, garante a rapidez de resposta em todos os regimes do motor.

Os injetores passam a ter oito orifícios e a pressão de injeção aumentou 700 bar para os 2500 bar, diminuindo ainda mais as emissões e beneficiando as prestações.

Por fim, a camada de carbono “tipo diamante” nas hastes das válvulas e nos pernos dos pistões ajuda a reduzir a fricção, diminuindo os consumos e as emissões.

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Elegantes, atléticos e com um design pleno de personalidade

Com o Espace, o Koleos e os Talisman e Talisman Sport Tourer, a Renault oferece uma gama de modelos topo de gama que cumpre com todas as expectativas do mercado.

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Renault Talisman e Talisman Sport Tourer

Assumindo o papel de familiar premium da Renault, a gama Talisman e Talisman Sport Tourer oferece níveis de espaço, conforto, requinte e segurança ímpares no segmento. Com 4,849 metros de comprimentos (4,865 metros na Sport Tourer) e mais de 2,8 metros de distância entre eixos, o Renault Talisman é referencial na oferta de espaço, tanto para os ocupantes como para bagagens. Para este invejável estatuto de topo de gama contribui, igualmente, a excecional dotação tecnológica, com uma gama de motores eficientes e possantes, reforçada agora com as novas variantes Blue dCi 200 e o TCe 225, e soluções técnicas únicas, como o sistema 4CONTROL de quatro rodas direcionais e o amortecimento de controlo eletrónico.

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Renault Espace

O icónico Renault Espace não para de evoluir e surpreender a cada nova geração. Mantendo o estilo arrojado e as soluções técnicas de vanguarda, o Espace oferece a possibilidade de transportar até sete ocupantes em conforto e segurança, envolvidos numa atmosfera de sofisticação verdadeiramente única. A maior altura ao solo, típica de um crossover, e a eficiente gama de motores, são um constante convite à evasão, com a vantagem de não ter de deixar ninguém em casa. Como não poderia deixar de ser num automóvel premium da Renault, o Espace é uma verdadeira montra de tecnologia, em que, à imagem do Talisman, se destacam os sistemas de quatro rodas direcionais (4CONTROL) e o amortecimento variável de controlo eletrónico, ambos ajustáveis no interface MULTI SENSE do ecrã tátil do sistema R-LINK2.

Renault escolhe Portugal para duas apresentações internacionais à imprensa

A Renault voltou a escolher Portugal não para uma, mas sim para duas apresentações internacionais à imprensa e ambas realizadas neste mês de junho. O Novo Renault CLIO está a ser apresentado a cerca de 550 jornalistas na região de Évora, enquanto os Novos Renault Trafic e Master serão apresentados no concelho de Cascais. Duas ações em que participarão mais de 800 jornalistas, de cerca de meia centena de nacionalidades dos continentes Europeu, Africano e Asiático. Desde 2007, Portugal foi palco de, nada mais nada menos, do que 13 apresentações internacionais da Renault!

A história da Renault está intimamente associada a Portugal. E se os Portugueses há muito que se renderam à marca, como confirmam os 21 anos consecutivos de liderança da tabela de vendas, também a Renault há vários anos que se rendeu aos encantos do país. Afinal, só desde 2007, Portugal foi palco de 13 apresentações internacionais da marca. Ou seja, uma média de sensivelmente uma ação/ano.

Inédito… Duas operações no mesmo mês!

Mas para além da importância do mercado, claro que as condições atmosféricas, mas também a excelência da hotelaria e da rede viária foram determinantes para que a Renault voltasse a escolher Portugal para duas ações – com a particularidade inédita de serem realizadas no mesmo mês!

Duas operações que resultam de vários meses de planeamento e que contam com muitas dezenas de pessoas envolvidas na organização. Para além do impacto económico, resultante da própria organização, mas também da visita dos profissionais de comunicação, sublinhem-se os benefícios ao nível da promoção do país.

Novo Renault CLIO apresentado em Évora

Até ao próximo dia 28 de junho, o Novo Renault Clio está a ser apresentado em Évora a cerca de 550 jornalistas, com o percurso para os ensaios dinâmicos a também incluir passagem pelos distritos de Lisboa e Setúbal. Com um design renovado, habitáculo radicalmente evoluído em qualidade percecionada e equipamentos tecnológicos únicos no segmento, mas também múltiplas inovações em segurança, o Novo Clio abre uma nova era na estratégia de produto do Grupo Renault. Com chegada à Rede de Concessionários prevista para setembro, assume-se como um dos mais aguardados lançamentos da indústria automóvel!

Novos Renault Trafic e Master apresentados em Cascais

Já os novos Trafic e Master, serão apresentados entre 13 e 28 de junho, a cerca de 260 jornalistas, no concelho do Estoril e de Oeiras. Dois modelos que iniciam a renovação na gama de comerciais ligeiros da Renault, nomeadamente em matéria de design, qualidade, tecnologia, conforto de utilização e serviços conectados.

13 apresentações numa década

Recordamos as 13 apresentações internacionais à imprensa que, desde 2007, a Renault organizou em Portugal: Clio III R.S. (Braga); Twingo R.S. (Baião); nova geração Clio III (Braga); Laguna Coupé (Algarve); nova geração Laguna e Latitude (Cascais); Fluence Z.E. e Kangoo Z.E. (Cascais); ZOE (Cascais), Mégane IV (Cascais), ZOE Z.E 40 (Óbidos), Master Z.E (Oeiras/Sintra), Mégane R.S. Trophy (Estoril), Clio V (Évora) e Novos Trafic e Master (Cascais).

Gama Dacia Bi-Fuel: A opção amiga da carteira!

Numa época marcada pela ascensão dos motores a gasolina, há uma alternativa que tem argumentos para conquistar todos aqueles para os quais o custo de utilização é decisivo na compra de um automóvel: o Bi-Fuel. Uma solução que, em custos de utilização, permite uma poupança de cerca de 50% em relação a um gasolina. E aí quem reina é a Dacia! Em 2018, 67% dos automóveis a GPL vendidos em Portugal foram da marca. Uma tecnologia que passa a estar disponível nos cinco modelos comercializados em Portugal: Sandero, Logan MCV, Dokker, Lodgy e Duster. A gama Dacia Bi-Fuel é, portanto, um verdadeiro símbolo da Dacia: uma escolha inteligente! É que a cada 20.000 mil quilómetros, a poupança em qualquer um dos modelos é na ordem dos 900€.

Não há razões objetivas para que o Bi-Fuel não seja um caso de sucesso: em segurança e fiabilidade, a tecnologia está mais do que comprovada; o discriminatório dístico GPL azul há muito que deixou de ser obrigatório; já é permitido o acesso aos parques de estacionamento subterrâneos; há 370 postos de abastecimento espalhados pelo território Continental; enquanto 100% da Rede de Concessionários Dacia tem pelo menos um técnico certificado para qualquer intervenção de manutenção ou reparação. Para além de tudo isso, há, claro, os imbatíveis custos de utilização, com poupanças de quase 50% em relação a um motor a gasolina e de 15% na comparação com um a diesel.

Para além do argumento da frieza dos números, é evidente que os estigmas, o ceticismo e as discriminações, definitivamente, fazem parte do passado. Ou seja, a tecnologia Bi-Fuel tem tudo para ser a opção de um cada vez maior número de portugueses. Em 2018, o mercado valeu cerca de 1.900 unidades, 67% das quais da Dacia!

E também nesse subsegmento em particular, a gama Dacia é uma das mais atrativas. Para além dos preços imbatíveis, cada um dos modelos reúne as características que têm feito a história de sucesso da marca: robustez, fiabilidade, sentido prático, agradáveis linhas exteriores, interiores espaçosos e surpreendentes níveis de equipamentos.

A gama Bi-Fuel da Dacia assenta em cinco modelos: Sandero (versão Stepway incluída), Logan MCV (também na versão Stepway), Dokker (versão Stepway incluída), Lodgy (também na versão Stepway) e Duster. Todos diferentes, mas com uma característica que o distingue dos demais: são movidos por dois combustíveis – gasolina e GPL. Ou seja, têm, também, dois depósitos distintos, que asseguram autonomias superiores a 1.000 quilómetros. Mas apesar desta particularidade, sublinhe-se que todos os modelos Dacia Bi-Fuel dispõem exatamente do mesmo espaço para bagagens que as “tradicionais” versões a gasolina ou diesel, uma vez que o depósito GPL está montado na zona do pneu sobressalente.

O comprovado motor TCe 90, equipado com dois sistemas de injeção, está disponível nos modelos Sandero, Sandero Stepway e Logan MCV. Já o Dokker, o Lodgy e o Duster são associados ao motor 1.6 SCe. Os dois primeiros com 110 cavalos e o SUV da Dacia numa versão com mais cinco cavalos de potência.

Tal como acontece nas clássicas versões a gasolina e a diesel, os modelos Dacia Bi-Fuel são uma compra inteligente pelo preço de aquisição – estão entre as mais acessíveis propostas do mercado – mas também pelos reduzidos custos de utilização e são os números que o comprovam: 1 litro de GPL custa cerca de 0.7€, 1 litro de Gasolina de 95 octanas tem um preço superior a 1.5€ e 1 litro de gasóleo simples ronda os cerca de 1.4€.

Mas apesar de, em condições reais de utilização, qualquer versão Bi-Fuel reivindicar consumos superiores aos equivalentes a gasolina e a diesel, a verdade é que as contas dão (e muito) que pensar. Em apenas 100 quilómetros, a poupança em relação a um automóvel a gasolina cifra-se em mais de quatro euros. Ou seja, quem fizer um pouco mais de 30 quilómetros por dia (1.000 quilómetros por mês), a poupança no final do mês, independentemente do modelo, é sempre superior aos 40€. Isto em relação a uma versão a gasolina, porque mesmo em relação a uma versão a diesel, há lugar a uma poupança na ordem dos 10€.

Com uma projeção mais alargada, os números são, necessariamente, mais impressionantes: ao fim de 10.000 quilómetros, um Sandero Bi-Fuel representa uma poupança de cerca de 450€ em relação a um modelo equivalente a gasolina – e de bem mais de 300€ nos restantes modelos. Ao fim de 20.000 quilómetros, que corresponde à quilometragem média realizada anualmente em Portugal, a poupança (dependente do modelo) varia entre os cerca de 800 e 900 euros.

Ainda nas contas, não deixe de ter em conta que um modelo Dacia Bi-Fuel custa pouco mais que a versão equivalente a gasolina e, saliente-se, sem o discriminatório dístico azul no portão traseiro ou as limitações de estacionamento em parques fechados ou subterrâneos.

Mas para os céticos em relação ao uso de viaturas GPL ficam também as seguintes ressalvas: em termos de segurança, destaque para o facto do depósito de GPL ser produzido em aço super-resistente com seis vezes mais espessura que um depósito tradicional; o GPL contribuir para uma maior fiabilidade do motor, na medida em que a sua combustão conserva mais o óleo lubrificante; o GPL reduzir as vibrações do motor, o que contribui para um melhor conforto de utilização e, por último; como o GPL não contém benzeno nem enxofre, é muito mais amigo do ambiente, representando uma poupança na ordem dos 13 por cento em emissões de CO2.

No interior, a única coisa que distingue os Dacia Sandero, Logan MCV, Dokker, Lodgy e Duster Bi-Fuel das versões a gasolina ou a diesel é o botão que permite optar, a qualquer instante, pela gasolina ou pelo GPL.

Com 370 posto de abastecimento GPL espalhados pelo território Continental, a gama Dacia Bi-Fuel assume-se, assim, como uma compra inteligente. O Dacia Sandero TCe 90 Bi-Fuel está disponível por 11.877€ (Versão Stepway 14.004€), o Logan MCV TCe 90 Bi-Fuel por 12.896€ (versão Stepway 15.401€), o Dokker SCe 110 Bi-Fuel por 15.965€ (versão Stepway 18.165€), o Lodgy SCe Bi-Fuel por 17.349€ (versão Stepway 19.580€) e o Duster SCe 115 por 18.110€.

Certeza da fiabilidade: 3 anos/100.000 km de garantia

A gama Dacia Bi-Fuel beneficia, tal como os restantes modelos da marca de 3 anos/100.000 km de garantia contratual. Este é mais um elemento que atesta a robustez e fiabilidade da marca, o que aliás tem vindo a ser demonstrado por estudos independentes realizados, até por associações de consumidores, em toda a Europa.

Mais informações sobre a tecnologia Bi-Fuel da Dacia em http://gpl.dacia.pt/

Dacia Série Limitada “ADVENTURE”: Espírito irreverente!

Aventure-se! É este o desafio da nova Série Limitada “ADVENTURE”, que a Dacia lança agora e que passa a estar disponível em toda a gama de modelos de passageiros. “Look” específico e um nível de equipamento superior, tornam esta série verdadeiramente especial, como especial é, mais uma vez, o preço!

Consolidando o seu crescimento em Portugal e afirmando-se como uma das marcas que maior sucesso obteve nos últimos anos, a Dacia acaba de lançar a Série Limitada “ADVENTURE”, oferecendo (ainda) mais e melhores argumentos, para combinar emotividade e racionalidade num único automóvel.

Transversal a toda a gama – está disponível nos modelos Sandero, Logan MCV, Dokker, Lodgy e Duster (4×2 e 4×4) – a Série Limitada “ADVENTURE” assume o estatuto de “topo de gama” em termos de equipamento, posicionando-se acima das linhas “Stepway” (no caso do Sandero, Logan MCV, Lodgy e Dokker) e “Prestige” (em relação ao Duster).

Duas novas cores – o Vermelho Fusion e o Cinzento Highland – são reforços importantes na imagem mais atraente dos modelos “vestidos” com a linha “ADVENTURE”, que, a par dos equipamentos de série adicionais agora exibidos, tornam os modelos da Dacia ainda mais sedutores.

Ainda no domínio do design exterior, todos os Dacia da série limitada ADVENTURE recebem novas jantes de 16 polegadas (17’ no caso do Duster ADVENTURE).

No habitáculo, também não faltam novos argumentos para tornar a vida a bordo mais confortável. É disso exemplo o ar condicionado automático disponível de série nos modelos Sandero, Logan MCV e Duster. Também de série em todos os modelos, o sistema multimédia que equipa os Dacia ADVENTURE permite a replicação dos smartphone. Um elemento prático para quem utiliza o smartphone para…tudo. O Duster ADVENTURE vem equipado com o cartão mãos livres, que oferece a possibilidade de abertura e fecho das portas de forma automática, por aproximação ou afastamento do automóvel.

Para zelar pela segurança e ampliar a visibilidade traseira, a integração, de série em todos os modelos da série limitada, da câmara de marcha-atrás (Multiview no caso do Duster), com sistema de ajuda ao estacionamento traseiro, tornam as manobras à retaguarda mais fáceis, tornando-se este equipamento num útil elemento de auxílio à condução.

Motorizações a Gasolina, Bi-Fuel e Diesel

A Série Limitada “ADVENTURE” marca presença nos modelos Sandero, Logan MCV, Lodgy, Dokker e Duster, com toda a gama de motorizações a gasolina e diesel e, em estreia absoluta, todos os modelos da série limitada dispõem também de uma versão bi-fuel (gasolina-GPL), uma excelente opção para quem privilegia os custos de utilização!

• Sandero TCe 90, TCe 90 Bi-Fuel e Blue dCi 95
• Logan MCV – TCe 90, TCe 90 Bi-Fuel e Blue dCi 95
• Dokker – TCe 130 FAP, SCe 110 Bi-Fuel e Blue dCi 95
• Lodgy TCe 130 FAP, SCe 110 Bi-Fuel e Blue dCi 115
• Duster 4×2 TCe 130 FAP, SCe 115 Bi-Fuel e Blue dCi 115
• Duster 4×4 Blue dCi 115

Dando maior versatilidade e heterogeneidade à gama de modelos da Dacia, a Série Limitada “ADVENTURE” já se encontra disponível para encomendas na Rede de Concessionários, com preços que variam entre os 13.763 € (Sandero) e os 24.786 € (Duster 4×4), com os modelos Logan MCV, Dokker, Lodgy e Duster 4×2 a iniciarem os seus preços nos 14.643 €, 17.365 €, 19.030 € e 19.530 €, respetivamente.

175.000 Renault Mégane em Portugal

Imagine os três maiores estádios nacionais… Sabia que a capacidade dos três juntos é substancialmente inferior ao número de Renault Mégane vendidos em Portugal? É verdade! Neste mês de março, acabou de ser atingido o marco de 175.000 unidades vendidas. Um número que confirma o sucesso comercial de um modelo que, há quase um quarto de século, conquista o coração dos portugueses e que, inclusivamente, em cinco anos liderou a tabela de vendas. E o sucesso promete continuar, ou não seja uma das grandes referências do segmento C, em design, equipamentos tecnológicos, segurança, mas também por beneficiar de uma das mais evoluídas gamas de motores do mercado.

No início de 1996, o Renault Mégane chegou a Portugal, sucedendo ao popular Renault 19. E logo no primeiro ano completo de comercialização vendeu 7.351 unidades, repartidas pelas carroçarias 5 e 4 portas, mas também Coupé. A título de curiosidade, sublinhe-se que a versão Cabriolet só chegou à Rede de Concessionários em 1997, enquanto a Break chegou em 1999.

E se o Scénic da primeira geração, comercializado no final de 1996, inicialmente reivindicava a sua pertença à família Mégane, rapidamente se tornou um modelo autónomo dentro da gama Renault. Por isso, nos 175.000 Mégane vendidos em Portugal não estão contabilizados os mais de 40.000 Scénic vendidos no mesmo período, o que confirma a força da marca Renault (também) no segmento C.

A segunda geração do Renault Mégane chegou a Portugal em 2002, nas carroçarias 3, 4 e 5 portas, mas também Break. No ano a seguir, o modelo foi, pela primeira vez, um dos cinco mais vendidos no país. No entanto, em 2004, foi mesmo o automóvel preferido dos portugueses, com 14.575 unidades vendidas, 381 das quais da carroçaria Cabriolet que chegou a Portugal nesse ano. Bastante mais significativas foram, contudo, as vendas da Break que, pela primeira vez, se assumia como a preferida dos portugueses, com mais unidades comercializadas que todas as outras carroçarias juntas.

O ano de 2004 iniciou, portanto, um ciclo – que ainda hoje perdura! – marcado por um enorme sucesso comercial: nos últimos 15 anos, apenas por uma vez, o Renault Mégane não esteve no Top 5 das vendas em Portugal. Aliás, em 2007, 2009, 2010, 2011 e 2012 foi mesmo o automóvel preferido dos portugueses. E, desde 2003, foi o líder do segmento C em 10 ocasiões.

No total, entre 1995 e fevereiro de 2019, foram vendidas 175.353 unidades do Renault Mégane, com a seguinte repartição de carroçarias: 89.431 Break (51% das vendas totais), 61.785 5 Portas (35,2%), 10.843 4 Portas (6,2%), 7.388 Coupé (4,2%), 3.155 Cabriolet (1,8%) e 2.751 3 Portas (1,6% das vendas totais).

No que toca a gerações, a segunda do Mégane (2002 a 2009) foi a mais vendida, com 70.363 unidades. O Mégane III (2008 a 2016) foi a segunda geração com mais unidades comercializadas (51.383), seguindo-se o Mégane I (1995 a 2003) com 35.500 unidades e o Mégane IV (de 2015 até hoje), com 18.107 unidades vendidas.

A título de curiosidade, sublinhe-se que a atual geração do Renault Mégane Sport Tourer representa 63% das vendas. Um número bem diferente dos 8,2% da Break da primeira geração. Aliás, desde 2004 que o Mégane lidera, ininterruptamente, as vendas entre as carrinhas.

Mas a história do Renault Mégane, em Portugal, também se faz de emoções…

Entre 1997 e 1999, o Renault Mégane Kit-Car deu espetáculo nos ralis nacionais, através dos pilotos José Carlos Macedo e Pedro Azeredo. Apesar de só ter duas rodas motrizes, ainda conquistou vitórias à geral e, mais importante do que isso, permitiu assegurar dois títulos absolutos de marcas à Renault, em 1998 e 1999.

Mas também entre 1997 e 1999, o Renault Mégane 2.0 16V serviu de base a um dos mais espetaculares e competitivos troféus monomarca de velocidade realizados no país.

Apostas determinantes para que o Renault Mégane nunca fosse visto “apenas” como um familiar, reforçadas pelas várias séries especiais inspiradas na F1 e nos bem-sucedidos “assaltos” aos recordes de Nürburgring, com assinatura Renault Sport.

As muitas ações que a Renault Portugal tem desenvolvido com a sua comunidade nas redes sociais também têm sido importantes para a forte imagem de marca do Renault Mégane, com uns milhares de portugueses, um pouco por todo o país, a já terem tido o privilégio de viver – ao volante! – as emoções do Mégane R.S..

Mas uma referência, igualmente, para três ações que confirmam a relação emocional de Portugal com o Renault Mégane: em 2007, no Norte do país, a apresentação internacional do Mégane R.S. dCi 175 (sim, uma versão diesel); em outubro de 2008, a apresentação do Mégane III, no âmbito do Renault F1 Roadshow na Avenida da Liberdade, em Lisboa; bem como a apresentação internacional do Mégane IV, em 2016, na região da Grande Lisboa.

E a saga promete continuar, quando o Renault Mégane não está longe de cumprir um quarto de século de vida…

Novos Motores para o Renault Captur mais dinâmico de sempre!

Há novos argumentos no crossover compacto preferido dos portugueses: dois novos motores a gasolina desenvolvidos em parceria com a Daimler, o TCe 150 FAP e o TCe 130 FAP. Recheados de tecnologia, aliam um elevado desempenho, a consumos moderados. O Renault Captur promete assim continuar a carreira de sucesso, também por força das linhas modernas e da sedutora carroçaria bi-tom. Chegam agora os Renault Captur mais dinâmicos de sempre.

Lançado em 2013, o Renault Captur não demorou a conquistar corações, graças a uma estética apelativa e moderna, uma gama de motores económicos e fiáveis, uma recheada lista de equipamentos tecnológicos e de segurança e, claro, um enorme sentido prático, ou não estivesse à vontade tanto no rebuliço da cidade, como em qualquer estrada fora do ambiente urbano.

E o êxito promete continuar agora que chegam ao mercado os Renault Captur mais potentes de sempre, com o novíssimo motor a gasolina 1.3 TCe, desenvolvido em parceria com a Daimler.  Com dois níveis de potência – 130 e 150 cavalos – um bloco que beneficia da tecnologia base TCe (Turbo Control efficiency) patenteada pela Renault, mas também de soluções técnicas avançadas como o “Bore Spray Coating” (revestimento especial dos cilindros que melhora a eficiência através da redução do atrito e otimização do calor) ou o “Dual Variable Timing Camshaft” (gere as válvulas de admissão e de escape em função da carga do motor).

O resultado final é um dos mais avançados motores do mercado, capaz de proporcionar um enorme conforto e prazer de condução, em qualquer regime de rotação, sem prejuízo de eficientes consumos, e com reduzidas emissões, fruto da adoção de um filtro de partículas (FAP).

Motor TCe 150 FAP e TCe 150 FAP EDC

A versão de 150 cavalos do novo motor 1.3 litros TCe está disponível, no Renault Captur, com caixa manual de seis velocidades (TCe 150 FAP), mas também com a suave e rápida caixa automática de dupla embraiagem EDC de seis velocidades. A potência de 150 cavalos, às 5.000 rpm, e o binário de 250 Nm às 1.700 rpm, são entregues de forma linear, permitindo usufruir de uma condução despreocupada, mas igualmente dinâmica, se for essa a necessidade ou o estado de espírito. Um motor que alia elevado desempenho e prazer de condução e que é capaz de levar o Captur a atingir os 210 km/h de velocidade máxima. Em ciclo completo WLTP, e dependendo da versão e tipo de caixa de velocidades, os consumos variam entre os 6,4 e os 6,6 l/100 km em ciclo misto.

No Renault Captur, esta motorização de 150 cavalos está reservada para a requintada versão topo de gama, Initiale Paris.

Motor TCe 130 FAP

Com uma potência de 130 cavalos, às 5.000 rpm, e um binário de 220 Nm às 1300 rpm, o motor a gasolina TCe 130 FAP impressiona pelo conforto e prazer de condução que proporciona. A sua reatividade faz lembrar os melhores diesel. Um motor que está associado a uma caixa manual de seis velocidades e que permite atingir os 200 km/h de velocidade máxima. Em função dos níveis de equipamento, os consumos oscilam entre os 6,4 e os 6,5 litros em ciclo completo WLTP.

O comprovado motor TCe 90

Mas o novo motor 1.3 TCe não é a única proposta a gasolina para o Renault Captur, que continua a disponibilizar o bloco TCe 90. Um propulsor com 0.9 litros de cilindrada, 90 cavalos de potência às 5500 rpm e 140 Nm de binário às 2250 rpm, que oferece uma invejável reatividade a baixos regimes e prestações convincentes para o seu nível de potência. Urbano por excelência, está acoplado a uma caixa manual de 5 velocidades desenvolvida para otimizar os consumos, que variam entre os 6,2 e 6,4 l/100 km em ciclo misto, consoante a versão.

Proposta a diesel com o motor dCi 90

Mas o Renault Captur continua a oferecer uma proposta a diesel: o comprovado e económico bloco 1.5 dCi 90 (agora homologado segundo os novos padrões do WLTP), associado a uma caixa manual de 5 velocidades (dCi 90) ou à rápida e confortável caixa automática EDC de 6 relações (dCi 90 EDC). Duas soluções que privilegiam o prazer de condução e os baixos consumos, que variam entre os 5,3 e os 5,4 l/100 km em ciclo misto completo WLTP.

Renault Captur a partir de 18.605€

Com a nova gama de motores, o Renault Captur apresenta-se no mercado com uma gama ainda mais completa e diversificada, dando também resposta a quem privilegia o dinamismo e o prazer de condução e com as caraterísticas intrínsecas que têm feito a sua história de sucesso: linhas sedutoras, habitabilidade referência, sentido prático, avançada conectividade (com os sistemas Media Nav Evolution ou R-LINK Evolution*) e irrepreensível segurança (com múltiplos sistemas de auxílio à condução e prevenção de acidentes).

O Renault Captur está disponível na Rede de Concessionários, com quatro níveis de equipamento – ZEN (TCe 90 e dCi 90), EXCLUSIVE (TCe 90, TCe 130 FAP, dCi 90 e dCi 90 EDC), RED EDITION (TCe 130 FAP, dCi 90 e dCi 90 EDC) e INITIALE PARIS (TCe 150 FAP, TCe 150 FAP EDC e dCi 90 EDC) – com preços que se iniciam nos 18.605 € nas versões a gasolina e 23.720 € nas variantes a diesel.

*Consoante a versão

Novo Renault MÉGANE R.S. TROPHY: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”

Não se trata de um “vulgar” Mégane, se é que o Mégane pode ser classificado de vulgar, mesmo com o recurso às aspas… Mas se se impressionou com a imagem desportiva e os muitos pormenores exclusivos da versão (tanto no exterior como no habitáculo), quando carregar no botão start não vai conseguir conter um “ah!” de espanto e um enorme sorriso. É o vigoroso e surpreendente “cantar” do motor… 300 cavalos de emoções que, literalmente, o(a) vão transportar para uma montanha russa de emoções, ou não fosse capaz de atingir os 260 km/h de velocidade máxima e chegar dos 0 aos 100 km/h em escassos 5,7 segundos. O Novo Renault MÉGANE R.S. TROPHY chegou a Portugal!

O Renault Mégane R.S. surpreendeu-o(a) por talvez nenhum outro genuíno compacto desportivo ser (também) perfeito para a família. Mas se acha que o que merece é viver a vida em pleno e ainda com mais adrenalina, então a solução é mesmo o mais radical, irreverente, impulsivo, temperamental, exclusivo e irrequieto Novo MÉGANE R.S. TROPHY.

Um desportivo desenvolvido à medida de quem, genuinamente, gosta de emoções fortes e que até podia ter servido de inspiração à célebre frase de Oscar Wilde: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”

Bem-vindo a uma montanha russa de emoções!

O ESPÍRITO RENAULT SPORT NOS DETALHES

Sim, só com o contacto visual com o Novo Renault MÉGANE R.S. TROPHY, o seu ritmo cardíaco aumentou. Os estribos de travões Brembo® pintados a vermelho e as jantes específicas de 19 polegadas, “calçadas” com os pneus Bridgestone Potenza S001, remetem a sua imaginação para a pista onde sempre sonhou desafiar as leis da física. Abaixo da grelha dianteira, o stripping Trophy na lâmina F1 confirma a exclusividade da versão, enquanto o sistema de iluminação LED multirrefletores R.S. Vision (na original forma de bandeira quadriculada) sugere-lhe desafiar uma estrada envolta na mais profunda penumbra, para além de lembrar-lhe o universo da competição.

Uma ideia que não se desvanece quando espreita para o interior do Novo MÉGANE R.S. TROPHY. E, quem diria, sorriu daquela forma quase desconcertante que costuma estar reservada às crianças.

AMBIENTE DE COMPETIÇÃO NO HABITÁCULO

Sem cerimónias, entre no Novo Renault MÉGANE R.S. TROPHY e sinta a incrível envolvência dos bancos dianteiros Recaro. Duas autênticas bacquet que, para além do extraordinário apoio lateral e lombar, oferecem uma posição de condução ainda mais baixa (20 mm), de modo a proporcionar-lhe as mais inesquecíveis emoções.

Não se coíba… Agarre e sinta o tato do fabuloso volante, revestido a couro Alcântara de origem bovina e, claro está, com o ponto neutro a vermelho, caraterístico da competição. Mas detenha-se, igualmente, em todos os detalhes com assinatura Renault Sport, como os pedais em alumínio ou a soleira da porta.

300 CAVALOS DE EMOÇÕES

Agora é chegada a hora de pressionar o botão Start. Prepare-se que… Vrooooommmm! É o entusiasmante “cantar” da alma do Novo Renault MÉGANE R.S. TROPHY. O mesmo motor 1.8 turbo de injeção direta que equipa o Novo Mégane R.S., mas que na versão Trophy beneficia de uma evolução que lhe permite alcançar, pela primeira vez na gama R.S., a fasquia simbólica dos 300 cv (220 kW).

O binário foi também aumentado, sendo agora de 420 Nm (+20 Nm) – um dos melhores da categoria! – com caixa EDC e de 400 Nm com caixa manual de seis velocidades. No entanto, fica o conselho: experimente também o Novo MÉGANE R.S. TROPHY com a caixa de velocidades automática EDC de dupla embraiagem e renda-se à rapidez que só uma caixa com comandos por patilhas no volante pode proporcionar. Uma caixa que também beneficia da tecnologia Multi Change Down, que auxilia as reduções para que as curvas possam ser sempre abordadas na velocidade de caixa mais adequada. Para isso, só tem de pressionar continuamente as patilhas por detrás do volante, que o sistema faz, automaticamente, a gestão da seleção de velocidades mais adequadas, durante a redução, sem danificar o motor.

A HERANÇA DA F1

A “alma” do Novo MÉGANE R.S. TROPHY não pode ser traduzida em apenas meia dúzia de linhas. Afinal, é “só” uma das novidades da mais recente obra-prima da Renault Sport. Para além de ter sido desenvolvido para cumprir a nova norma antipoluição Euro6d-Temp, sabia que incorpora tecnologia herdada diretamente da Fórmula 1?

A Renault sempre encarou o envolvimento na competição como laboratório para os automóveis de série e o Novo MÉGANE R.S. TROPHY é mais um exemplo de aproveitamento dessa sinergia.

Nesse sentido, chegou a hora de partilharmos consigo alguns dos segredos que justificam as extraordinárias performances do Novo MÉGANE R.S. TROPHY.

Com o objetivo de compensarem o forte aumento da contrapressão do escape, relacionado com a incorporação de um filtro de partículas, os engenheiros da Renault Sport concentraram a sua atenção na eficácia do turbocompressor, recorrendo a uma tecnologia vinda diretamente da Fórmula 1.

A turbina, que roda a uma velocidade de aproximadamente 200 000 rpm, está agora montada num rolamento de esferas de cerâmica. Mais leve, mais resistente e mais lisa que o aço, a cerâmica contribui para limitar as fricções. Esta tecnologia permite dividir, por três, a fricção relativamente à tecnologia habitualmente aplicada (película de óleo). Daqui resulta uma redução do tempo de resposta do turbocompressor, com tudo o que isso implica de positivo no prazer de condução, ou melhor… de pilotagem!

“MÚSICA” PARA OS SEUS OUVIDOS

Além do turbocompressor, a nova linha de escape é responsável pelo som que, cada vez mais, o(a) impele a arrancar, mas também pelos melhores desempenhos do motor. Na panela de escape foi montada uma válvula mecânica que influencia a sonoridade – mais uma estreia na gama R.S.

A posição da válvula, comandada automaticamente em função do modo MULTI-SENSE que selecionar, oferece uma dupla sonoridade:

Quando a válvula está fechada, os gases de escape seguem uma trajetória concebida de forma a filtrar as baixas frequências, responsáveis pelo fascinante som rouco, e tratar as frequências médias. A sonoridade é então desportiva, mas igualmente confortável para o seu dia-a-dia.

Quando a válvula está aberta, a menor resistência à passagem dos gases permite que estes efetuem um percurso mais direto. É nestas circunstâncias que vai ficar verdadeiramente arrebatado(a) com o potencial, mas também a sonoridade do motor.

O CENTRO DE OPERAÇÕES

Um pouco atrás fizemos referência ao MULTI-SENSE. É provável que já tenha ouvido falar desta tecnologia, que já é praticamente transversal a toda a gama da Renault. Programável através do enorme ecrã táctil de 8,7 polegadas, o sistema permite-lhe parametrizar o Novo MÉGANE R.S. TROPHY em cinco modos: Eco, Confort, Neutro, Sport e Race. Ou seja, diferentes regulações do sistema 4CONTROL (as quatro rodas direcionais), sensibilidade da direção, resposta do motor, sensibilidade do pedal do acelerador, rapidez da caixa de velocidades (no caso da EDC de dupla embraiagem), mas também a imagem do painel de instrumentos, a sonoridade do motor e o ambiente luminoso do habitáculo, onde pode optar por cinco cores diferentes.

Mas o ecrã táctil – um autêntico tablet – com grafismos sofisticados e intuitivos encerra muitas mais funcionalidades. É aí que vai introduzir o seu destino no sistema de navegação em 3D, comandar o excelente sistema áudio BOSE®, ativar o reconhecimento de voz e telefone, parametrizar o ar condicionado, bem como a leitura dos seus emails e… aceder a um dos mais avançados sistemas de telemetria da indústria automóvel. 

TELEMETRIA QUE ENVERGONHA OS SUPERDESPORTIVOS

Com efeito, o R.S. Monitor foi revisto, oferecendo ainda mais funcionalidades e uma visualização mais atrativa, para que, genuinamente, possa viver o ambiente de competição. Ao reunir e resumir informações monitorizadas por cerca de 40 sensores espalhados pelo Novo MÉGANE R.S. TROPHY, o aplicativo exibe uma vasta gama de informações, em tempo real, como: tempos dos 0 aos 100 km/h e dos 0 aos 400 m, a operacionalidade do sistema 4CONTROL, o diagrama GG com indicação automática, etc. O R.S. Monitor 2.0 permite, também, obter os valores de telemetria clássicos, como sejam o regime do motor, o binário, a potência, o ângulo do volante, o conta-quilómetros; e ainda muitas outras informações sobre o veículo: temperatura do óleo, ar no coletor, embraiagem nas caixas EDC…

DOS 0 AOS 100 KM/H EM APENAS 5,7 SEGUNDOS

Confesse… Já está arrebatado(a), mas a verdade é que a volta no “carrossel” de emoções ainda nem sequer começou… Escolha a posição de condução que melhor se adapta a si. Coloque o cinto!

Agora imagine-se numa grelha de partida de um dos seus circuitos de eleição e a querer fazer um arranque fulminante. Qualquer coisa como dos 0 aos 100 km/h em apenas… 5,7 segundos! Sim, leu bem. Por isso, agarre-se bem à cadeira e sinta as emoções do “launch control”.

Envolva os dedos nas patilhas colocadas atrás do volante porque está aos comandos do Novo MÉGANE R.S. TROPHY equipado com a caixa de velocidades EDC de dupla embraiagem.

Agora pressione o botão R.S. Drive na consola central. Parece impossível, mas o motor ganhou uma nova alma e o ponteiro do conta-rotações confirma-o: o “ralenti” está mais alto. Está no modo “Race”!

Chegou a hora de… arrancar!

Carregue no pedal de travão em alumínio.

Agora pressione mais prolongadamente as patilhas que estão atrás do volante.

Sim, acionou o “Launch Control”, como confirma o painel de instrumentos.

Agora acelere a fundo, tire o pé do travão e… arranque!

No sistema de telemetria R.S. Monitor, confirme a rapidez com que atingiu uma determinada distância ou velocidade, as forças “G” a que foi sujeito(a), entre muitas outras informações.

E, sim, confirme que no Novo MÉGANE R.S. TROPHY só precisa de 5,7 segundos para passar dos 0 aos 100 km/h!

CURVAS SÃO O SEU TERRENO DE ELEIÇÃO

Refeito(a) desta emoção, é hora de enfrentar o terreno de eleição do Novo MÉGANE R.S. TROPHY: curvas e mais curvas! Afinal, não concorda que a essência de um desportivo está na forma como se posiciona nas curvas, seja à entrada, durante, e à saída? Não é aí que gosta de descobrir a excelência de um desportivo de eleição? E foi a pensar no melhor desempenho em curva que a Renault Sport Cars passou toda a experiência para o Novo MÉGANE R.S. TROPHY. 

As diferentes gerações do Mégane R.S. sempre tiveram um comportamento referencial no segmento dos compactos desportivos. Por isso, os técnicos da Renault articularam soluções mecânicas e eletrónicas para que a versão mais potente do ícone fosse, simultaneamente, emocionante, ágil, eficiente e divertida de conduzir. Quatro premissas não raras vezes difíceis de reunir no mesmo modelo.

RENDA-SE ÀS 4 RODAS DIRECIONAIS

O sistema de 4 rodas direcionais 4CONTROL – uma tecnologia única no segmento! – é um dos elementos-chave para o excecional comportamento dinâmico do Novo MÉGANE R.S. TROPHY. Enfrente a primeira sequência de curvas e terá dificuldade em processar a experiência e as emoções. Aliás, até se questiona como é possível curvar tão rápido, com tanta eficiência e segurança. Mesmo no modo RACE, sem a ajuda de controlos eletrónicos de estabilidade. É verdade. Mais uma vez, a Renault orgulha-se de propor um desportivo puro que pode ser pilotado sem ajudas eletrónicas.

Quanto ao 4CONTROL, o segredo da sua eficiência está relacionado com o facto de, a alta velocidade, tanto as rodas dianteiras como traseiras, virarem no mesmo sentido. O que justifica a sua estupefação pelo facto do Novo MÉGANE R.S. TROPHY parecer andar sob carris nas curvas mais longas. Mas ao mesmo tempo questiona-se: “Como é que é possível que seja, também, tão eficaz nas curvas mais apertadas, como em ganchos, nem parecendo que estou a pilotar um tração à frente?” A razão é simples. A velocidades mais reduzidas, a tecnologia 4CONTROL faz com que as rodas traseiras virem no sentido oposto ao das rodas dianteiras. Ou seja, oferece um comportamento mais incisivo, uma direção mais direta e uma agilidade verdadeiramente ímpar.

A EXCELÊNCIA DO CHASSIS

Mas nada disto seria possível sem um chassis de eleição! O chassis CUP do MÉGANE R.S. TROPHY esconde outros segredos que também justificam o rótulo que lhe atribuiu de “devorador de asfalto”: um diferencial autoblocante mecânico Torsen, as inovadoras suspensões com quatro batentes hidráulicos de compressão (uma solução herdada dos ralis), mas também uns amortecedores 25% mais rígidos, molas 30% mais firmes e barras estabilizadoras mais rígidas em 10%, comparativamente ao chassis Sport do Novo Mégane R.S..

Mas há mais… Não ficou verdadeiramente impressionado(a) com a capacidade de travagem e a forma como os travões resistiram aos abusos? A culpa é dos discos de travões dianteiros bimatéria. Com uma redução de 1,8 kg por roda em termos de massas não suspensas, oferecem uma melhor dissipação do calor em utilização intensiva, para obter uma melhor resistência.

“CALÇADO” DE ELEIÇÃO

Também reconhecível pelas jantes de 19’’ Jerez específicas, o Novo Renault MÉGANE R.S. TROPHY está equipado com pneus Bridgestone Potenza S001 que lhe proporcionam um extraordinário nível de aderência.

 “VIVER É A COISA MAIS RARA DO MUNDO. A MAIORIA DAS PESSOAS APENAS EXISTE.”

Admita… Está completamente rendido(a) ao Novo MÉGANE R.S. TROPHY!

E porque não lhe sai da cabeça a frase de Oscar Wilde “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe…”

Vá à Rede de Concessionários Renault, que há um Novo MÉGANE R.S. TROPHY à sua espera, a partir de 48.235€.

Renault SCÉNIC: Quebrar preconceitos!

Os monovolumes são sensaborões? O Renault SCÉNIC quebra o estigma. O design exterior remete-o para o universo dos crossovers. As linhas são modernas e sedutoras, a carroçaria pode ser bicolor e as jantes – imagine-se! – são de 20 polegadas. Mas o Renault SCÉNIC oferece (também) uma excecional habitabilidade, uma modularidade inigualável, abundantes espaços de arrumação, inúmeros equipamentos tecnológicos e de segurança, bem como uma inédita gama de motores a gasolina e a diesel. Até agora disponível “apenas” na versão de 7 lugares (Grand SCÉNIC), o Renault SCÉNIC com 5 lugares individuais também passa a estar disponível em Portugal (igualmente como Classe 1 nas portagens), a partir de 30.770€.

«Preconceito. Substantivo masculino. Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial; Opinião desfavorável que não é baseada em dados objetivos», lê-se no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. O preconceito poderá justificar o atual desamor em relação aos monovolumes, a par da crescente popularidade dos crossovers. Mas o Renault SCÉNIC é a prova de que é possível estar na moda… sem andar na moda! E, para além disso, beneficiando do espaço, conforto e mordomias que só um monovolume cheio de estilo pode proporcionar.

Por isso mesmo se, há mais de duas décadas (em 1996), o Renault SCÉNIC inventou o conceito de monovolume compacto, a quarta geração orgulha-se de romper com os códigos convencionais do segmento. Se isso já era evidente no Renault Grand SCÉNIC de 7 lugares, o mesmo acontece com o Renault SCÉNIC que agora passa também a ser comercializado em Portugal e igualmente taxado como Classe 1 nas portagens (com dispositivo eletrónico de pagamento).

APAIXONE-SE! É UM MONOVOLUME CHEIO DE ESTILO

Independentemente da carroçaria – SCÉNIC 5 lugares ou Grand SCÉNIC 7 lugares – o Renault SCÉNIC desperta o interesse até dos olhares mais desinteressados. As linhas rompem com um certo classicismo do segmento. As rodas – imagine-se! – são de 20 polegadas e não falta mesmo uma carroçaria bicolor. Mas também a já famosa assinatura luminosa Renault contribui para a imagem moderna e sedutora. Na dianteira, os faróis em forma de “C” são equipados com a tecnologia LED Pure Vision, enquanto, na traseira, as luzes proporcionam um efeito 3D, graças à tecnologia Edge Light.

Mas depois da rendição ao exterior do Renault SCÉNIC, é chegada a hora de conhecer tudo aquilo que só um monovolume pode proporcionar.

UM ANFITRIÃO POR EXCELÊNCIA

Assim que nos aproximamos do Renault SCÉNIC e, uma vez detetado o cartão mãos-livres, acendem-se as luzes diurnas e os faróis traseiros. Os espelhos retrovisores abrem-se e o habitáculo ilumina-se. Imediatamente somos surpreendidos com o espaço, conforto, qualidade, requinte e tecnologia do interior e isto independentemente de estarmos perante o Renault SCÉNIC ou o Grand SCÉNIC.

Na realidade, só há duas caraterísticas essenciais que os distinguem: os lugares disponíveis e a capacidade da mala. O SCÉNIC oferece cinco confortáveis lugares individuais e uma capacidade para bagagens de 572 litros, mas que pode ser extensível aos 720 litros, com o simples deslizamento da segunda fila de bancos. Já o Grand SCÉNIC disponibiliza 7 lugares individuais e 233 litros de capacidade para bagagens – sem prejuízo da terceira fila de bancos.

No interior, em tudo o resto, o SCÉNIC e o Grand SCÉNIC são iguais, seja na habitabilidade, modularidade, qualidade, conforto ou tecnologia. Assim que nos instalamos a bordo, a perceção de bem-estar é imediata. A qualidade dos materiais e dos acabamentos está presente nos mais diversos pormenores. Os bancos dianteiros são herdados do Espace, e estão disponíveis com regulação elétrica de oito modos (lombar incluída), aquecimento e… função de massagem.

TUDO AQUILO QUE SÓ UM MONOVOLUME PROPORCIONA

Mas como monovolumes que se prezam, o SCÉNIC e o Grand SCÉNIC oferecem engenhosas soluções de modularidade que não têm paralelo noutros segmentos. Alguns exemplos bem úteis: o banco do passageiro dianteiro pode assumir a posição de mesa; os bancos traseiros deslizam, individualmente, sob calhas, de modo a que seja possível otimizar o transporte de volumes, sem prejuízo do número de ocupantes; enquanto as prateleiras Easy Life, suportadas nas costas dos bancos dianteiros, fazem as delícias de crianças e adultos.

Igualmente prático e engenhoso é o sistema “One Touch Folding”. Com um único toque no R-LINK 2, ou nos comandos situados no porta-bagagens, é possível rebater, automaticamente, os bancos traseiros, com o objetivo de obter um piso plano.

Outro dos equipamentos icónicos da gama SCÉNIC é a consola central deslizante. Uma solução simples, mas bastante prática. Para além do espaço de arrumação que disponibiliza – iluminado e fechado – acumula a função de apoio de braço e integra diferentes tomadas (USB, jack e de 12v), tanto para os passageiros dianteiros, como para os da segunda fila de bancos.

UM SENTIDO PRÁTICO INIGUALÁVEL

Nada menosprezáveis e, cada vez mais úteis nos dias de hoje, são os 63 litros de espaços de arrumação no habitáculo. A gaveta Easy Life é um dos destaques. Herdada do Espace, está situada em frente ao banco do passageiro dianteiro, sendo iluminada e climatizada. Para além de oferecer uma excecional capacidade de arrumação, abre-se eletricamente por intermédio de um sensor e tranca-se, automaticamente, com a imobilização do automóvel. Uma referência, ainda, para os quatro compartimentos integrados no piso.

Outro dos destaques é a possibilidade da gama SCÉNIC poder receber o teto panorâmico de vidro fixo. Graças à abertura sem travessa central, oferece uma extraordinária luminosidade.

UM CONCENTRADO DE TECNOLOGIA

Mas para além de qualidade, espaço, modularidade e conforto, o habitáculo da gama SCÉNIC também é sinónimo de tecnologia.

O imponente ecrã de 8,7 polegadas – um autêntico tablet – colocado na consola central destaca-se desde logo. Com grafismos sofisticados e intuitivos, é o centro de comando do sofisticado sistema R-Link 2, que inclui a navegação 3D, telefone, aplicações, rádio, ar condicionado, correio eletrónico, entre outras funções, como a tecnologia Multi-Sense®.

VÁRIOS SCÉNIC NUM SÓ COM O MULTI-SENSE®

Programável através do ecrã táctil, o sistema permite personalizar o SCÉNIC ou o Grand SCÉNIC em função das circunstâncias ou simplesmente do estado de espírito do condutor. Porque um monovolume também pode ser dinâmico e proporcionar genuíno prazer de condução. Através do R-LINK 2 podem ser selecionados diferentes modos de condução: Normal, Eco, Confort, Sport e Perso. No fundo, a parametrização do automóvel ao nível da suspensão, direção, velocidade de resposta do acelerador e do motor, mas também ambiente do habitáculo – cinco cores disponíveis. E no caso das versões equipadas com caixa de velocidades automática, também a rapidez das passagens de caixa.

Outro exemplo de tecnologia é o ecrã retrátil, a cores! Posicionado em cima do tablier, não obriga a tirar os olhos da estrada para o condutor ver as informações relacionadas com a navegação, velocidade, sinalização e avisos para cumprir distâncias de segurança.

SISTEMA BOSE® SURROUND

A gama SCÉNIC também propõe o sistema BOSE® Surround. Uma vez mais, os engenheiros da BOSE® e da Renault trabalharam em estreita colaboração para criar um som à medida, configurado especialmente para o modelo, graças à implantação otimizada de onze altifalantes de grande potência: um altifalante central à frente, para um som equilibrado, dez altifalantes de alto desempenho distribuídos pelo habitáculo, para um som nítido e preciso, bem como um subwoofer integrado no porta-bagagens, para reproduzir a música com genuína profundidade. Este conjunto permite oferecer a cada ocupante uma experiência sonora imersiva e autêntica.

NOVA GAMA DE MOTORES

A chegada do Renault SCÉNIC a Portugal também é marcada pelo lançamento de uma nova geração de motores de última geração – transversais ao Grand SCÉNIC – testados sob as diretrizes do protocolo WLTP e todos eles compatíveis com a norma ambiental EURO 6D-TEMP, que entrará em vigor apenas em setembro de 2019.

Três inéditas propostas a gasolina – TCe 115 FAP, TCe 140 FAP e TCe 160 FAP – ambas tendo por base o novíssimo bloco 1.3 TCe desenvolvido em parceria com a Daimler; mas também uma oferta a diesel: o igualmente novo 1.7 Blue dCi, que estará disponível dentro de escassas semanas.

NOVOS MOTORES FAP A GASOLINA: TCE FAP ENTRE 115 E 160 CAVALOS

Desenvolvido em parceria com a Daimler, o novo motor 1.3 TCe a gasolina de injeção direta está disponível em cinco versões: TCe 115 FAP, TCe 140 FAP, TCe 140 FAP EDC7, TCe 160 FAP e TCe 160 FAP EDC7.

Equipado com o mecanismo Dual Variable Timing Camshaft, onde as válvulas de admissão e de escape são controladas em função das exatas necessidades do propulsor, oferece mais binário em baixos regimes, enquanto desfruta de maior disponibilidade nos regimes mais elevados. Ou seja, um motor que impressiona pela resposta, independentemente dos regimes a que é sujeito. Tudo isto, com notória poupança nos consumos e gerando emissões mais reduzidas comparativamente aos motores da geração anterior.

Para reduzir as emissões de partículas, todas as variantes do motor disponibilizadas na gama SCÉNIC integram um filtro de partículas (FAP) que não requer manutenção.

Na versão de 115 cavalos, o bloco reivindica um binário de 220 Nm às 1500 rpm e um consumo em ciclo completo de 6,6 l/100 km (SCÉNIC) e de 6,8l/100 km (Grand SCÉNIC). Está associado a uma caixa manual de seis velocidades.

Com uma potência de 140 CV e um binário de 240 Nm logo às 1600 rpm, o novo motor a gasolina TCe 140 FAP surpreende pelo conforto e prazer de condução. A sua reatividade rivaliza com os melhores diesel sem comprometer o consumo: 6,7 l/100 km em ciclo combinado para o SCÉNIC e mais uma décima para o Grand SCÉNIC. Um motor que pode ser associado uma caixa manual de seis velocidade ou à suave e rápida caixa automática de dupla embraiagem EDC de sete velocidades.

Já a versão mais potente do novo propulsor T(urbo) C(ontrol) e(fficiency) de 1.3 litros está representada pela variante TCe 160 FAP. A potência de 160 CV e o binário de 260 Nm às 1.750 rpm (270 Nm nas versões com caixa EDC), são entregues de forma suave e sem vibrações, permitindo usufruir de uma condução despreocupada, mas igualmente desportiva se for essa a necessidade ou o estado de espírito. Disponível com a caixa de 6 velocidades manual ou a caixa de sete velocidades automática de dupla embraiagem EDC, este motor alia um elevado desempenho com reduzidos consumos de 6,8 l/100 km em ciclo combinado (SCÉNIC) e de 7,0l/100 km para o Grand SCÉNIC.

TECNOLOGIA BLUE dCi DE 120 E 150 CAVALOS

Já o novíssimo motor a diesel 1.7 litros de cilindrada, está disponível nas versões Blue dCi 120 e Blue dCi 150. Este último representa o equilíbrio perfeito entre a eficiência e o prazer de condução, graças à superior potência que oferece. O generoso binário de 340 Nm também contribui para as excelentes recuperações, qualquer que seja o regime de rotações do motor.

Acoplado a uma caixa de velocidades de 6 velocidades manual ou a uma caixa de seis velocidades automática de dupla embraiagem, a resposta do motor confere eficaz agilidade e pronta reatividade à gama SCÉNIC. Um motor que está preparado para aliar elevado desempenho e prazer de condução, com reduzidos consumos de 5,3 l/100 km em ciclo combinado (SCÉNIC) e de 5,4l/100 km para o Grand SCÉNIC.

Já a versão Blue dCi 120 reivindica 120 cavalos de potência e um binário máximo de 300 Nm às 1750 rpm, com reduzidos consumos de 5,4 l/100 km em ciclo combinado (SCÉNIC) e de 5,5l/100 km para o Grand SCÉNIC. Está associado a uma caixa manual de seis velocidades.

Ambos os motores incorporam as mais recentes tecnologias de controle de emissões. Para além de um filtro de partículas, estão equipados com a redução catalítica seletiva (SCR), que funciona com AdBlue.

MUITA TECNOLOGIA PARA SEGURANÇA MÁXIMA

Como não podia deixar de ser, também em matéria de segurança a gama SCÉNIC é uma referência no segmento. Para além da conquista das 5 estrelas nos testes da Euro NCAP, destaque para as inúmeras tecnologias de ajuda à condução, mais comuns em segmentos superiores e algumas mesmo inéditas na categoria: sistema de travagem ativa de emergência (também com deteção de peões), regulador de velocidade adaptativo, assistente de manutenção de via, alerta de deteção de fadiga, alerta de transposição involuntária de via, alerta de distância de segurança, alerta de excesso de velocidade com reconhecimento dos sinais de trânsito, aviso de ângulo morto, câmara de marcha-atrás, comutação automática dos faróis de máximos para médios, ajuda ao estacionamento dianteiro, traseiro, lateral e Easy Park Assist. Um sistema de estacionamento mãos livres que, para além de ajudar a identificar um lugar de estacionamento, mede o espaço disponível com o auxílio de sensores e assume o controlo da direção para realizar a manobra de estacionamento.

Entre a panóplia de sistemas, natural destaque para o Sistema de Travagem Ativa de Emergência, com Deteção de Peões. Inédito no segmento, a gama SCÉNIC está equipada, de série, com o sistema de travagem ativa de emergência com deteção de peões (AEBS/Active Emergency Braking System). Um dispositivo de ajuda à condução que permite a travagem ativa de emergência, caso seja detetado um peão. Esta funcionalidade está disponível entre 7 e 60 km/h.

O sistema de travagem ativa de emergência com deteção de peões permite:

  • analisar a zona envolvente do automóvel, detetando os peões, parados ou em movimento, e estimando a sua trajetória;
  • alertar (alerta visual e sonoro) o condutor, em caso de risco de colisão entre o automóvel e o peão;
  • acionar, automaticamente, o sistema de travagem até à paragem total do automóvel, em caso de colisão iminente com um peão, se os alertas ao condutor não forem suficientes.

O sistema opera com base em dados provenientes de dois sensores com diferentes tecnologias: uma câmara frontal e um radar, reunidos numa mesma caixa, situada sob o para-brisas, por trás do retrovisor interior.

PREÇOS A PARTIR DE 30.770€

O Renault SCÉNIC estará disponível, no final de fevereiro, na rede de concessionários a partir de 30.770€ e de 32.240€ (Grand SCÉNIC).

Renault Mégane TCe: A tecnologia ao serviço dos motores a gasolina

O exterior é apaixonante. No habitáculo respira-se qualidade, conforto e tecnologia. Ao volante é difícil conter um sorriso pelo prazer de condução que proporciona, inclusivamente quando equipado com o novíssimo motor 1.3 TCe. Um bloco a gasolina, desenvolvido em parceria com a Daimler, que agora chega ao Renault Mégane, nas versões de 115, 140 e 160 cavalos. Um novo argumento para uma das mais atraentes e completas gamas do mercado – três propostas de carroçarias (Berlina, Grand Coupé e Sport Tourer) e motores a gasolina e a diesel com potências entre os 115 e os 300 cavalos. Com o motor 1.3 TCe, o Renault Mégane está disponível, na Rede de Concessionários, a partir de 24.255€.

Quatro gerações depois, o Renault Mégane permanece como uma das incontornáveis referências do competitivo segmento C. Uma história de sucesso com quase um quarto de século (o modelo foi apresentado em meados de 1995), nomeadamente em Portugal. Afinal, foi seis vezes o automóvel mais vendido no país e, nos últimos 16 anos, só uma única vez é que não esteve no Top5 das vendas. Ou seja, o automóvel de eleição de milhares de famílias, mas não só… Exemplo disso, a grande minoria que tem o privilégio de viver as emoções do Mégane R.S.. Para além das caraterísticas intrínsecas das diferentes versões – design, qualidade, habitabilidade, conforto, tecnologia, economia, dinâmica – também a versatilidade da gama justifica a enorme popularidade do Mégane.

Motor desenvolvido em parceria com a Daimler
Mas também para o Mégane o ano de 2019 é marcado pelo lançamento de uma nova geração de motores. Por agora, o destaque é para o novíssimo bloco 1.3 TCe, desenvolvido em parceria com a Daimler. Um motor a gasolina recheado de tecnologia, já testado sob as diretrizes do protocolo WLTP e compatível com a norma ambiental EURO 6D-TEMP, que entrará em vigor apenas em setembro deste ano.

Três inéditas propostas a gasolina de injeção direta – TCe 115 FAP, TCe 140 FAP e TCe 160 FAP – que têm em comum as tecnologias. O “Bore Spray Coating” é um dos exemplos, uma tecnologia de revestimento dos cilindros usada no motor do Nissan GT-R, que melhora a eficiência, através da redução do atrito e otimização da transferência de calor.

Igualmente importante para a melhoria das prestações, aumento do prazer de condução, bem como redução do consumo de combustível e de emissões de CO2, revela-se o aumento da pressão de injeção direta de combustível, em 250 bar, tal como o desenho específico da câmara de combustão, que otimiza a mistura de combustível/ar.

Além disso, a tecnologia “Dual Variable Timing Camshaft” controla as válvulas de admissão e de escape de acordo com a carga do motor. O resultado expressa-se num maior binário a baixas rotações e num binário mais linear em rotações mais elevadas, com vantagens significativas em termos de conforto de condução, dada a otimização da resposta nos regimes de rotação intermédios.

Destaque, ainda, para o facto de todas as variantes do motor integrarem um filtro de partículas (FAP), com o objetivo de reduzir as emissões.

Motor TCe 115 FAP
O TCe 115 FAP é a versão de entrada de gama. Com 115 cavalos de potência, às 4.500 rpm, e um binário de 220 Nm às 1.500 rpm, é uma proposta com uma excelente relação prestações/consumos/preço. Associado a uma caixa manual de seis velocidades está disponível associado ao nível de equipamento Limited e permite atingir os 192 km/h de velocidade máxima (modelo Sport Tourer).

Motor TCe 140 FAP e TCe 140 FAP EDC7
Com uma potência de 140 CV, às 5.000 rpm, e um binário de 240 Nm às 1600 rpm, o motor a gasolina TCe 140 FAP surpreende pelo conforto e prazer de condução. A sua reatividade rivaliza com os melhores diesel, evidenciando a excelência do chassis do Renault Mégane. Um motor que pode ser associado uma caixa manual de seis velocidade ou à suave e rápida caixa automática de dupla embraiagem EDC de sete velocidades e que permite atingir os 205 km/h de velocidade máxima. Em função dos níveis de equipamento, da carroçaria (Berlina, Sport Tourer ou Grand Coupé) e da caixa de velocidades (manual ou EDC), os consumos oscilam entre os 6,1 e os 6,6 litros em ciclo completo WLTP.

Motor TCe 160 FAP e TCe 160 FAP EDC7
Também a versão mais potente do novo propulsor T(urbo) C(ontrol) E(fficiency) de 1.3 litros está disponível com duas versões: TCe 160 FAP associado a uma caixa de velocidades manual e TCe 160 FAP EDC7 acoplado à suave e rápida caixa automática de dupla embraiagem EDC de sete velocidades. A potência de 160 CV, às 5.500 rpm, e o binário de 260 Nm às 1.750 rpm, são entregues de forma suave e sem vibrações, permitindo usufruir de uma condução despreocupada, mas igualmente desportiva se for essa a necessidade ou o estado de espírito. Um motor que alia elevado desempenho e prazer de condução e que é capaz de levar o Mégane a atingir os 205 km/h de velocidade máxima. Em ciclo completo WLTP, e dependendo da versão, carroçaria e tipo de caixa de velocidade os consumos anunciados variam entre os 6,3 e os 6,6 l/100 km.

Motores que confirmam a excelência do chassis
Três segmentos de potência com base no mesmo bloco, mas que, independentemente da versão, têm em comum os consumos reduzidos, mas também o conforto e o prazer de condução, por força de um chassis irrepreensível, desenvolvido para oferecer um extraordinário comportamento em estrada. Para além da excelente insonorização, referência, ainda, para a precisão e reatividade da direção, bem como para os eficazes travões.

Design sedutor
Independentemente da carroçaria (berlina, Grand Coupé ou Sport Tourer), o Renault Mégane sobressai pelas linhas modernas, robustas e, ao mesmo tempo, distintas. Um automóvel que não deixa ninguém indiferente e que seduz ao primeiro olhar. Uma imagem igualmente distinta e diferenciadora, fruto de diversos pormenores, como a já famosa assinatura luminosa LED da dianteira e da traseira.

Habitáculo impressiona pela qualidade e lista de equipamentos
Uma vez no habitáculo do Renault Mégane, a qualidade dos materiais dos acabamentos é imediatamente percecionada. A habitabilidade é referência no segmento, os espaços para arrumação abundam e o conforto está presente em diversos pormenores. Aliás, há versões que até disponibilizam bancos com função de massagem. Mas se o espírito for mais desportivo, o nível de equipamento GT Line (disponível nas carroçarias Berlina e Sport Tourer) é a opção natural, onde não faltam, de série, uns bancos tipo “bacqet” com apoios de cabeça integrados, que ajudam a desafiar as leis da física. Uma versão com assinatura Renault Sport, com volante desportivo, detalhes cromados, pedais em alumínio e um moderno painel de instrumentos personalizável, que também equipa as restantes versões.
Igualmente disponível na lista de equipamentos está o ecrã retrátil, a cores. Posicionado em cima do tablier, não obriga o condutor a tirar os olhos da estrada para ver as informações relacionadas com a navegação, velocidade, sinalização e avisos para cumprir distâncias de segurança. Também destaque para o sistema de som BOSE®, que proporciona, até ao mais exigente audiófilo, uma marcante experiência de som a bordo do Renault Megane.

Equipamentos tecnológicos exclusivos
Mas falar do Renault Mégane é também falar de tecnologia… Na consola central pode receber um ecrã vertical de 8,7 polegadas. Com comando táctil ou por voz, permite o acesso ao R-LINK 2. Um equipamento referência no segmento, que concentra as funcionalidades de navegação, telefone, aplicações, rádio, mas também a inovadora tecnologia MULTI-SENSE.
Ou seja, a capacidade de personalizar o Renault Mégane em função do estado de espírito do condutor ou das necessidades do momento. Através do R-LINK 2 ou de um botão específico posicionado na consola central, é possível selecionar diferentes modos de condução: Sport, Neutral, Confort, Eco e Perso. No fundo, a parametrização do automóvel ao nível da suspensão, direção, velocidade de resposta do acelerador e do motor, mas igualmente o ambiente do habitáculo, com cinco cores: vermelho, castanho, azul, violeta e verde. E no caso das versões equipadas com a caixa de velocidades automática de dupla embraiagem – EDC – também a rapidez das passagens de caixa.

Em relação a conectividade, para além da ligação Bluetooth® para telefone e streaming audio, é possível contar com duas portas USB, duas tomadas de 12V, uma tomada auxiliar jack 3,5 mm e um leitor de cartões SD.

Equipamentos de segurança únicos no segmento
Também no capítulo da segurança, o Renault Mégane é uma referência e não apenas por ter conquistado as 5 estrelas nos testes da Euro NCAP. Com efeito, o modelo está disponível com tecnologias de ajuda à condução mais comuns em segmentos superiores. Uma longa lista, que inclui o Regulador de velocidade adaptativo (ACC), o Sistema de Travagem ativo de emergência (AEBS), o Alerta de transposição involuntária de faixa (LDW), o Alerta de distância de segurança (DW), o Alerta de excesso de velocidade com reconhecimento dos sinais de trânsito (OSP com TSR), o Alerta de ângulo morto (BSW), a Câmara de marcha-atrás, a Comutação automática dos máximos/médios (AHL), o Sistema de ajuda ao estacionamento dianteiro, traseiro e lateral, bem como o Estacionamento em mãos-livres (Easy Park Assist) que, para além de ajudar a identificar um lugar de estacionamento livre, medindo o espaço disponível com o auxílio de sensores, também assume o controlo da direção para realizar a manobra de estacionamento.

Preços a partir dos 24.255€
O Renault Mégane equipado com o novo motor 1.3 TCe já está disponível na rede de concessionários a partir de 24.255€ (versão berlina), 24.275 (Grand Coupé) e 25.170€ (Sport Tourer).

21 anos consecutivos de liderança Renault!

O Grupo Renault obteve o melhor resultado, em Portugal, desde 1989

Um ano histórico para a Renault, em 2018! Pelo 21º ano consecutivo, liderança da tabela de vendas de veículos de passageiros e de comerciais ligeiros, neste caso, com uma quota recorde de 21,4%. Já o Clio, pelo sexto ano consecutivo, foi o modelo preferido dos portugueses. Mas no balanço de 2018 destaque, igualmente, para a Dacia, que ascendeu ao 13º lugar das marcas mais vendidas em Portugal. Para a marca Renault o ano de 2019 marcará o início da renovação do ciclo de modelos. Um ciclo que se iniciou no final de 2012 com a comercialização da 4ª geração do Clio e que colocou a gama Renault como uma das mais atraentes e competitivas do mercado.

Um ano em revista

Com 267.596 unidades vendidas, o mercado automóvel português registou, em 2018, um crescimento de 2,7% em relação a 2017.

A marca Renault assegurou, em 2018, o 21º ano consecutivo de liderança, com 39.616 unidades vendidas (incluindo passageiros e comerciais ligeiros), a que correspondeu uma quota de mercado de 14,8% – o melhor resultado dos últimos 15 anos. A título de curiosidade, sublinhe-se que a Renault vendeu mais do dobro da terceira marca do mercado e só a Rede de Concessionários comercializou mais unidades do que as vendas totais (VP + VCL) da segunda marca mais vendida em Portugal.

A Renault liderou de forma confortável no mercado de Veículos de Passageiros, com 13,7% de quota de mercado (31.215 automóveis vendidos) e nos Comerciais Ligeiros (8.401 unidades vendidas), com uma quota histórica de 21,4%.

Mas também para o Grupo Renault foi um ano extraordinário, uma vez que as 46.479 unidades vendidas das marcas Renault e Dacia (VP + VCL), bem como Alpine, corresponderam a uma quota de mercado de 17,4%. O valor mais alto registado desde 1989 (o segundo ano de mercado aberto, depois de vários anos de contingentação). Mas também o volume de vendas foi o mais alto desde 2000.

Veículos de Passageiros: 6 anos de liderança Clio!

Em 2018, a Renault incrementou a liderança, com uma quota de mercado de 13,7%, mais 0,1% do que em 2017.

Pelo sexto ano consecutivo, o Clio foi o modelo líder de vendas em Portugal, com um total de 13.592 unidades vendidas. E desde que, em 2013, foi lançada a quarta geração, foi sempre o automóvel preferido dos portugueses.

Mas, em 2018, o Clio não foi o único Renault posicionado no topo da tabela de vendas. Com 6.189 unidades vendidas, o Captur confirmou o seu extraordinário sucesso comercial e foi o quarto modelo mais vendido em Portugal. O Renault Mégane, um “cliente” habitual do top 5 dos modelos mais vendidos (apenas por uma vez nos últimos 16 anos não ocupou uma das 5 primeiras posições no mercado), foi o quinto modelo mais vendido no mercado Português, com um total de 5.795 unidades.

A forte presença da Renault – com uma das mais completas, jovens, modernas e tecnológicas gamas do mercado – a par da adequação da gama às expectativas e necessidades do cliente português, quer em termos de equipamentos, quer na relação produto/qualidade/preço, foram pilares do sucesso da marca no mercado.

Comerciais ligeiros: Um ano histórico de liderança

O mercado de Veículos Comerciais Ligeiros (VCL) é absolutamente estratégico para a presença comercial da Renault em Portugal.

Em 2018, a quota de mercado da Renault no mercado VCL cresceu 1,5 pontos e às 8.401 unidades vendidas correspondeu a melhor quota de toda a história da presença da Renault em Portugal: 21,4%. Ou seja, mais de um em cada cinco Comerciais Ligeiros vendidos em Portugal ostenta a marca Renault.

Todos os modelos da gama de Comerciais Ligeiros da Renault obtiveram, nos seus segmentos, quotas de mercado superiores a 20%.

O Clio Société foi o líder entre os derivados de passageiros, enquanto os furgões Trafic e o Master foram os líderes nos segmentos respetivos.

2018: Ano histórico no mercado dos 100% elétricos

Em 2018, os automóveis 100% elétricos foram a opção natural de um cada vez maior número de portugueses. Com um total de 4.330 unidades, o mercado de automóveis 100% elétricos representou 1,6% do total de automóveis ligeiros (passageiros + comerciais) vendidos em Portugal.

As 1.488 unidades vendidas pela marca Renault da sua gama Z.E., significaram um crescimento das vendas de 73% e uma quota de mercado de 34,4%, que confirma o estatuto da Renault como uma das marcas referenciais e pioneiras na mobilidade elétrica.

O Renault ZOE e o Kangoo Z.E. ocuparam, respetivamente, o 2º e o 5º lugar entre os automóveis elétricos mais vendidos em Portugal.

As 1.305 unidades vendidas do Renault ZOE elevam-no ao estatuto de 4º modelo mais vendido dentro de toda a gama de automóveis de passageiros da marca Renault.

Dacia: o 2º melhor resultado de sempre

Apesar de alguns constrangimentos de produção, a Dacia teve, em 2018, mais um ano de afirmação no mercado nacional.

Com 6.849 unidades vendidas, (6.508 automóveis de passageiros e 341 comerciais ligeiros), a Dacia igualou a quota de mercado recorde alcançada em 2017 de 2,6%. Números que permitiram ascender à 13ª posição das marcas mais vendidas em Portugal.

O posicionamento da Dacia é claramente vocacionado para o mercado de clientes particulares. Neste segmento, a quota de mercado da Dacia ronda os 6% (informações disponíveis através das transferências de propriedade), o que coloca a marca no Top-5 de vendas a clientes particulares, em Portugal.

Sustentada por uma gama fiável, um posicionamento de preço sem concorrência, bem como a “generosidade” da marca que, claramente, oferece muito por um valor reduzido, a Dacia reúne todas as condições para continuar a ser um caso de sucesso.

Ambições do Grupo Renault em 2019: líder em todas as frentes 

Para 2019, a marca Renault pretende manter a representatividade no país, num mercado que se estima voltará a valer cerca de 270.000 unidades, entre veículos de passageiros e veículos comerciais ligeiros.

Para a Dacia, as ambições para o presente ano passam por um efetivo crescimento das vendas e da quota de mercado.

Como sublinha Fabrice Crevola, administrador-delegado da Renault Portugal, “2018 foi mais um histórico para a marca, em Portugal. Não só porque atingimos os 21 anos consecutivos de liderança, mas porque o fizemos obtendo a melhor performance do Grupo dos últimos 30 anos. A Renault liderou nos automóveis de passageiros e nos comerciais ligeiros, onde conquistou a melhor quota de mercado da história. Um resultado que premeia o profissionalismo de todos aqueles que trabalham para o Grupo Renault, nas suas empresas, mas também na Rede de Concessionários!

Mas para além dos números conseguidos em 2018, Fabrice Crevola destaca a extraordinária performance comercial da Renault nas últimas duas décadas: “Num mercado aberto e competitivo como é o mercado Português, conseguir 21 anos consecutivos de liderança constitui motivo de orgulho. É fruto de um imenso trabalho feito ao longo de muitos anos, mas, igualmente, do reconhecimento dos Portugueses pelas marcas do Grupo e, em particular, pela Renault, com uma das mais atrativas e sedutoras gamas do mercado. Mas estes resultados também se justificam pela nossa capacidade de adaptar a nossa oferta de produtos e de serviços às necessidades e exigências dos Portugueses e, claro, da forte e profissional presença que a Renault tem em todo o país, através da sua Rede de Concessionários.”

Em relação a 2019, o administrador-delegado da Renault Portugal admite que “será mais um ano difícil, mas pródigo em novidades no que à Renault diz respeito. Estamos a iniciar um novo ciclo de renovação da gama, pelo que vai ser um ano marcado por muitos lançamentos e, por isso mesmo, de ainda mais dinâmica na Rede de Concessionários. Ou seja, vamos contar com novos argumentos de produto que nos permitem, pelo menos, manter a representatividade em Portugal.

No que diz respeito à Dacia, Fabrice Crevola admite que “temos a ambição de crescer em volume e em quota de mercado. Em 2018 a marca ascendeu à 13ª posição, mas o resultado até podia ter sido mais positivo, se não tivesse havido alguns constrangimentos de produção”.

Plano de lançamentos 2019

São muitas as novidades que a Renault prevê lançar em 2019. O mês de janeiro é marcado pela chegada ao mercado do novo Renault Kadjar, assim como da entrada na gama Mégane do novíssimo motor a gasolina 1.3 TCe, desenvolvido em parceria com a Daimler. Mas no que toca a motorizações, até ao final do primeiro quadrimestre, também os novíssimos motores a diesel, Blue 1.7 dCi e Blue 2.0 dCi vão chegar à gama Renault, nomeadamente aos modelos topo de gama.

Ainda no primeiro trimestre de 2019 está previsto o lançamento do Renault Scénic e do Mégane Trophy, enquanto para o segundo trimestre está prevista a comercialização da nova fase do Renault Twingo.

O final do primeiro semestre será marcado pelo lançamento mais aguardado do ano: a quinta geração do Renault Clio! Já no final do verão chega ao mercado nacional as novas fases dos modelos Renault Koleos e Espace.

Também no final do primeiro semestre serão comercializadas as novas fases dos modelos Trafic e Master, dois pilares absolutos da gama de Comerciais Ligeiros.

Em relação à Dacia, a novidade passa pela chegada à gama Duster do novo motor a gasolina 1.3 TCe.

Referência final para a Alpine, a grande novidade do mercado de 2018. Depois das entregas dos primeiros A110 Première Edition, já estão a chegar, a Portugal, as primeiras unidades das versões Pure e Légende.