Fotografia e erro em debate, a partir de amanhã, num inédito ciclo de conferências

“Fotografia e Erro: Acaso, Manipulação e desconhecido” é um inédito ciclo de conferências promovido pelo Instituto Português de Fotografia, em parceria com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. Com entrada gratuita, quatro sessões marcadas para este mês: amanhã e quinta-feira (dias 7 e 9 de novembro) em Lisboa e dias 14 e 16 na cidade do Porto. O curador é o investigador e crítico de cinema, Luís Mendonça.

O ciclo de conferências “Fotografia e Erro: Acaso, Manipulação e Desconhecido” é mais uma iniciativa cultural do IPF-Instituto Português de Fotografia, que também tem o condão de dar início às comemorações do cinquentenário da instituição e de abrir o ano letivo e cultural de 2017-2018. Quatro sessões repartidas entre as cidades de Lisboa e Porto, que vão debater, a partir de amanhã, a fecundidade do erro no seio da fotografia. Erro como falta, como falha, como acidente, como distorção ou milagre. Erro como produção do homem, como contingência da experiência ou como instância de uma certa “poesia divina”. No reino das imagens técnicas, “rigorosas” e “objetivas”, o erro intromete-se, alumiando a noite de todas as nossas certezas.

Uma iniciativa que também vai procurar avançar respostas ou propiciar novas interrogações em áreas específicas. Assim sendo, falar-se-á de fotografia e erro na História, na Ciência, na Arte e na Filosofia.

O Instituto Português de Fotografia e o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, são os promotores do ciclo de conferências “Fotografia e Erro: Acaso, Manipulação e Desconhecido”, sob programação do investigador e crítico de cinema, Luís Mendonça. Como palestrantes, estão confirmados os nomes de Carlos Natálio, Eduardo Cintra Torres, Filomena Serra, Luís Mendonça, Margarida Medeiros, Mariana Castro, Miguel Mesquita Duarte, Nélio Conceição, Susana Lourenço Marques, Susana Martins, Victor Flores e Virgílio Ferreira.

Quatro sessões com entrada gratuita, mas onde pode ser confirmada a presença em https://goo.gl/fQjmjM.

A não perder, amanhã e quinta-feira (dias 7 e 9 de novembro), no Auditório 3 da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e, nos dias 14 e 16 de novembro, nas instalações do Instituto Português de Fotografia, na cidade do Porto.

Criado em 1968, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga instituição dedicada à área em Portugal, orgulhando-se de ter formado alguns dos mais prestigiados e galardoados fotógrafos nacionais. O ciclo de conferências “Fotografia e Erro: Acaso, manipulação e desconhecido” é a primeira de várias iniciativas que vão ser desenvolvidas para comemorar o cinquentenário da instituição.

 

Fotografia e Erro: Acaso, Manipulação e Desconhecido

PROGRAMA

 

LISBOA, dia 7 de novembro, entre as 19h00 e as 21h00

ERRO NA HISTÓRIA, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Auditório 3):

Moderação: Bruno Marques

Palestrantes: Eduardo Cintra Torres, Filomena Serra e Susana Martins.

 

LISBOA, dia 9 de novembro, entre as 19h00 e as 21h00

ERRO NA CIÊNCIA, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Auditório 3):

Moderação: Francisco Feio

Palestrantes: Mariana Castro, Margarida Medeiros e Victor Flores.

 

PORTO, dia 14 de novembro, entre as 19h00 e as 21h00

ERRO NA ARTE, no Instituto Português de Fotografia do Porto (Sala Multiusos):

Moderação: Rui Lourosa

Palestrantes: Miguel Mesquita Duarte, Susana Lourenço Marques e Virgílio Ferreira.

 

PORTO, dia 16 de novembro, entre as 19h00 e as 21h00

ERRO NA FILOSOFIA, no Instituto Português de Fotografia do Porto (Sala Multiusos)

Moderação: Paula Preto

Palestrantes: Carlos Natálio, Luís Mendonça e Nélio Conceição.

 

Sobre o Instituto Português de Fotografia

Celebrando, em 2017, 50 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Neste meio século de ensino de excelência, dedicou-se ainda à promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõem, seja uma câmera fotográfica ou um smartphone. Dispõe de uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade. Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal e como instituição de formação tem o reconhecimento da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), sendo ainda membro permanente na ISO, representando Portugal no seu comité de fotografia. Ao longo do seu percurso, organizou inúmeras ações de formação por todo o país, não excluindo a ilhas. As formações IPF estão abertas a pessoas de todas as nacionalidades, tendo recebido já formandos da China, Japão, Rússia, Finlândia, Noruega, Itália, Inglaterra, Holanda, França, Suíça, Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, México, Brasil, Canadá e EUA.

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